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Ist na saúde mental, Trabalhos de Enfermagem

TRABALHO DE CAMPO

Tipologia: Trabalhos

2012

Compartilhado em 11/10/2012

armanda-melo-2
armanda-melo-2 🇧🇷

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IST NA SAÚDE
MENTAL
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IST NA SAÚDE

MENTAL

O QUE É IST?

Infecção sexualmente transmissível (IST),

é designação pela qual é conhecida uma

categoria de patologias antigamente

conhecida como Doenças veneras. São

doenças infecciosas que se transmitem

essencialmente pelo contato sexual.

O QUE É IST?

Infecção sexualmente transmissível (IST),

é designação pela qual é conhecida uma

categoria de patologias antigamente

conhecida como Doenças veneras. São

doenças infecciosas que se transmitem

essencialmente pelo contato sexual.

Pode-se, portanto, inferir que as representações sobre as doenças, inclusive aquelas relativas aos transtornos mentais, sobre a sexualidade e suas formas de vivenciá-la contribuem essencialmente para se representar o risco de infecção pelas IST e AIDS, e a ter ou não posturas de prevenção. Saber da existência das doenças, de como se transmitem, os agentes infecciosos e ate mesmo representar a AIDS não como morte. As estratégias de acompanhamento, com construção de conhecimento, reestruturação de representações, paralelas a mudanças de atitudes, para o cuidado consigo mesmo e com os outros, devem ser pensadas como uma necessidade de atenção integral, continua e multiprofissional que possa estar disponível em locais onde ha maior acesso e facilidades dessas pessoas, no dia a dia

Pode-se, portanto, inferir que as representações sobre as doenças, inclusive aquelas relativas aos transtornos mentais, sobre a sexualidade e suas formas de vivenciá-la contribuem essencialmente para se representar o risco de infecção pelas IST e AIDS, e a ter ou não posturas de prevenção. Saber da existência das doenças, de como se transmitem, os agentes infecciosos e ate mesmo representar a AIDS não como morte. As estratégias de acompanhamento, com construção de conhecimento, reestruturação de representações, paralelas a mudanças de atitudes, para o cuidado consigo mesmo e com os outros, devem ser pensadas como uma necessidade de atenção integral, continua e multiprofissional que possa estar disponível em locais onde ha maior acesso e facilidades dessas pessoas, no dia a dia

43% e 78% deles relatavam ter feito sexo sem camisinha.

levantamentos revelam que de 32% a 65% dos adultos com transtornos mentais graves relatavam ter tido atividade sexual nos três meses

15% dos homens e 2% das mulheres usaram camisinha.

O Brasil vem realizando modificações

significativas no modelo de atenção

em saúde mental. Ate a década de 70,

o modelo adotado era centrado

exclusivamente na assistência

prestada pelos hospitais psiquiátricos.

Nas décadas seguintes, com o avanço

da Reforma Psiquiátrica, observou-se a

abertura dos serviços de atenção

ambulatorial denominados CAPS

(Centros de Atenção Psicossocial).

A implantação desses serviços

buscava a construção de alternativas

ao modelo hospitalocêntrico e,

coerentemente com o movimento da

reforma sanitária, foram introduzidas

noções como regionalização,

territorializacão, diversificação e

complexificacão do modelo. Ademais, a

mudança do paradigma que orienta as

pratica sem saúde mental inclui outras

dimensões alem da assistência, tais

como a reinserção social, o lazer, a

hospitalidade e a oportunidade de

trabalho para os portadores de

sofrimento mental (ALVES, 2006).

A implantação desses serviços

buscava a construção de alternativas

ao modelo hospitalocêntrico e,

coerentemente com o movimento da

reforma sanitária, foram introduzidas

noções como regionalização,

territorializacão, diversificação e

complexificacão do modelo. Ademais, a

mudança do paradigma que orienta as

pratica sem saúde mental inclui outras

dimensões alem da assistência, tais

como a reinserção social, o lazer, a

hospitalidade e a oportunidade de

trabalho para os portadores de

sofrimento mental (ALVES, 2006).

ESTUDO DE CASO

 (^) ESTUDO DE CASO 1

M.J.P – Mulher, 39 anos, diabética, 2ª grau completo, domestica, evangélica, casada há 25 anos, mas não tem bom relacionamento com o marido: ele bebe muito e a agride fisicamente, mas diz-se dependente financeiramente dele. Tem dois filhos, que desde que saíram de casa não dão assistência a ela. Varias internações psiquiátricas. Quando fora, fica a maior parte do tempo na rua Diagnóstico: é esquizofrênica, tem alucinações, fala sozinha, tem depressão, a pouco tempo descobriu que tem Sífilis.

 (^) ESTUDO DE CASO 2

J.P.G – Homem, 42 anos, separado, o mesmo diz ter três filhos sendo dois com mulheres diferentes, 1º grau completo, parou de trabalhar a uns 6 anos. Paciente informa que percebeu o inicio da sua doença quando começou a se comunicar com outras pessoas através da mente’. Seu irmão, com quem mora, informa que ele e usuário de drogas. Diagnósticos: déficit cognitivo e esquizofrenia, paranoide, a pouco meses descobriu que é portador do HIV, adquirido através de relações sexuais.