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Movimentos da escápula Os movimentos da escápula são: elevação, depressão, protração (abdução) e retração (adu- ção), vistos com os movimentos claviculares na articula- ção EC (Fig. 17.5 A e B), Eles também são movimentos componentes quando o úmero se moves a rotação para cima e para baixo, vista com os movimen- tos claviculares na articulação FC e a rotação na articula- ção AC, ocorre concorrentemente com os movimentos de úmero (Pig. 17.5€). A rotação da escápula para cima é um componente necessário para a ADM completa de flexão e abdução do úmero; movimentos alar e de inclinação, vistos com o movimen- to na articulação AC concorrentemente com os movi- mentos do úmero (Fig. 17.5D). O movimento alar é um movimento no plano transverso quando a borda medial se levanta para fora da caixa Lorácica; normalmente ocor re com & adução horizontal do úmero. A inclinação da es- cápula para a frente ocorre com a rotação interna e a ex- tensão do úmero quando a mão é colocada nas costas. o Estabilidade escapular Relação postural. Na posição pendente, a escápula é estabi- lizada primariamente por meio de um equilíbrio de forças. Protração ' C Rotação para cirma D Inclinação para a frente com roieção para baixo FIGURA 17.5 Mevimertos escapulaes. (4) & elevação corre com o =ventamenso da clavicala ria articulação EC q dondo os ombros cén erguidos. (6) * protação (abdução) ocorre com a aocução viaytular ne articulaço EC ndo € braço é esterdido à frente. (C) A rotação para cima ocorre com a ção clavieular nas ericuleções FC é AC cuando o ambro é flexonado c cido. (Di & inclrtação para & frente (tom a rotaçêo para baixo) acorre na riiculação AC, quanco 9 ombro é estendido e rodado nlernamen=e CAPÍTULO 17 Ombroe Cintura Escapular 507 O peso do braço cria, na escápula, um momento de rotação para baixo, abdução e inclinação para a frente. A rotação para baixo é eguilibrada pelo suporte dinâmico dos múscu- los trapézio superior, ou parte descendente do trapézio, e serrátil anterior. A inclinação para a frente e a abdução são cquilibradas pelo suporte dinâmico dos músculos rombói- des e Rio médio, ou parte transversa do trapézio" (ver Tab. 1 Movimentos ativos do braço. Com os movimentos ativos do braço, os músculos da escápula funcionam em sincronia para estabilizar e controlar a posição da escápula, de modo que os músculos escapuloumerais possam manter uma rela- ção comprimento-tensão efetiva enquanto trabalham para estabilizar e mover o úmero. Sem o controle de posição da escápula, a eficiência dos músculos umerais diminui. O músculo trapézio superior e inferior (partes descendente e ascendente do trapézio, respectivamente). com o músculo serrátil anterior, roda a escápula para cima sempre que o braço abduz ou flexiona e o músculo serrátil anterior abduz, (faz a protração) a escápula sobre o tórax para alinhá-la du- rante a flexão ou atividades de empurrar. Durante a exten- são do braço ou atividades de puxar, os músculos romhói- des atuam em sincronia com os músculos laríssimo do dorso, redondo maior e manguito rotador para rodar para baixo e aduzir (retrair) a escápula. Fsses músculos estabili- zadores também controlam excentricamente os movimen- tos de aceleração da escápula nas direções opostas. Má postura. Quando há má postura escapular, ocorrem de- sequilíbrios de comprimento e força muscular não só nos músculos escapulares, mas também nos músculos umerais, alterando a mecânica da articulação glenoumeral. Uma in pula para à [rente (vista nas posturas de ca- beça anteriorizada « aumento da cifose torácica) está asso- ciada com diminuição da flexibilidade nos músculos peitoral menor, levantador das escápulas e escalenos e fra- queza nos músculos serrátil anterior ou trapézio. Fssa pos- tura escapular altera a postura do úmero na cavidade gle- noidal, que assume uma posição relativamente abduzida « roilada internamente com respeito à escápula (Fig. 17.6). Os roladores internos glenoumerais podem tornar-se menos flexíveis e os rotadores externos podem enfraquecer, aletan- do a mecânica da articulação. O) Enfoque nas evidências... Um estudo de Borstad e Ludewig,'* observando o com- primento de repouso do peitoral menor na cinemática esca- pular de pessoas sem dor no ombro, documentou que pes- soas com músculo peitoral menor encurtado (n = 25) tinham maior rotação interna escapular (protração) c me- nor inclinação posterior durante a elevação do braço em fle- xão, abdução e abdução no plano escapular do que aquelas com músculo peitoral menor mais alongado (n = 25), dan do, assim, evidências de alterações no comprimento do músculo peitoral menor e no movimento escapular, Em um estudo relacionado do mesmo autor?” encontrou-se uma correlação significativa entre os compromcelimentos postu