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Kisner - Ombro e Escápula - digitalizar0055, Exercícios de Fisioterapia

Exercício Terapêuticos - Ombro e Escápula

Tipologia: Exercícios

2014

Compartilhado em 23/03/2014

charles-miranda-11
charles-miranda-11 🇧🇷

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548 INTERVENÇÕES COM EXERCÍCIOS PARA CADA REGIÃO DO CORPO coma um ajuste capsular aberto ou artroscópico para remover a redundância posterior e inferior da cápsula.* Podem ser necessários procedimentos adicionais de tecidos moles, como reparo de uma laceração labral posterior (lesão de Bankart reversa) ou, em raros casos, o pregueamento e o avanço do músculo infra-espinal para reforçar a cápsula pos- terior. Ombros sem uma glenáide posterior efetiva podem ser tratados cirurgicamente com aumento capsulolabral!'* ou, ocasionalmente, com uma ostentamia da glenóide.!19-12 Empregando uma estabilização artroscópica posterior, pode ser realizado nm ajuste capsular é reparo do lábio pos- terior com a musculatura do ombro permanecendo inta Para uma estabilização aberta, é feila uma incisão pós- o músculo deltóide é dividido c é feita uma incisão nos músculos infra-e spinal, redondo menor e cápsu- la posterior. 2/7 Em alguns casos de instabilidade multidi- recional traumática, a capsulorrafia anterior é usada para ajustar a cápsula posterior indiretamente, sb Reparo de uma lesão SLAP. Uma laceração do labro supe- rior é classificada como uma lesão SLAP (sigla cm inglês para “labro superior estendendo-se de anterior para poste- rior”),751%0205 Algumas lesbes SLAP estão associadas a uma laceração da inserção proximal da cabeça longa do músculo bíceps e instabilidade anterior recorrente da articulação GU. Um reparo artroscópico envolve desbridamento da porção lacerada do labro superior, abrasão da superiície óssea da glenóide superior e reinserção do labro e tendão do bíceps com tachas ou âncoras de sutura. A estabilização anterior concomitante também é feita quando uma instabilidade está presente. Resumo. Procedimentos de estabilização glenoumeral po dem ser feitos com um acessa artroscópico ou aberto, para correção de instabilidades unidirecionais ou multidirecio- nais. Procedimentos associados, coma o reparo do lábio glenoidal ou do manguito rotador, também podem ser ne- cessários. Tratamento pós-operatório Considerações gerais Como na reabilitação após o reparo de lacerações do manguito rotador, as diretrizes para o tratamento pós-ope ratório de estabilização cirúrgica da articulação GU ba seiam-se em muitos fatores. lisses fatores, todos eles poden do influir na composição e na progressão de um programa pós-operatório, estão resumidos na labela 17.5, Fatores adi cionais como a filosofia e o treinamento do cirurgião e mui- tas variáveis ligadas ao paciente (saúde geral, medicamen- tos, estado funcional antes da lesão, metas pós-operatórias, educação, cooperação) que afetam a reabilitação após a es- tabilização GU e o reparo do manguito rotador já foram abordados (ver Tab. 17.3). O conteúdo desta seção identifica os princípios gerais de tratamento nas três fases amplas de reabilitação pós-ope- ratória de uma variedade de procedimentos de estabilização * Ver referências 14, 76, 80, 10, 141, 142, 175, 176, 190. cirúrgica e reconstrução para instabilidades unidirecionais ou multidirecionais recorrentes da articulação GU. Fssas di- retrizes gerais não abordam as inúmeras variações dos pro- gramas de reabilitação recomendados para procedimentos de estabilização específicos. Contudo, estão disponíveis na literatura muitos protocolos detalhados ou descrições de programas de reabilitação com base em casos para o uso após procedimentos espe e para tipos específicos de instabilidades de ombro, lesões labrais associadas ou lesões de manguito rotador em várias populações de pacientes.** Independente do tipo de instabilidade ou doença asso- ciada ou do tipo de procedimento de estabilização cirúrg um programa de reabilitação pós-operatória precisa se fun- damentar nos achados de um exame abrangente e ser indi- vidualizado para ir de encontro às necessidades únicas de cada paciente. O foco da reabilitação pós-operatória é sem- pre restaurar à mobilidade indolor do ombro e um nível de força e resistência à fadiga na musculatura do ombro, parti- cularmente dos estabilizadores dinâmicos, para suprir as ne- cessidades funcionais do paciente, no mesmo tempo preve- nindo a recidiva de instabilidade do ombro. cífic Imobilização Posigéio. A posição em que o ombro do paciente é imobiliza- do após a cirurgia é determinada pela dir: ee antes da cirurgia. Após a reconstrução cirúrgica para ins tabilidade recorrente anterior ou ântero-i 7, O ombro é imobilizado com uma tipóia ou tala em adução (braço ao lado do corpo) ou graus variados de abdução e rotação in- terna (antebraço sobre o abdome), com o braço levemente anterior ao plano frontal do corpo.**º Após a cirurgia para uma instabilidade posterior ou pósiero-inferior, o membro superior é apoiado em uma órtese e o ombro é imobilizado na posição de “aperto de mão” (rotação neutra, 10º a 20º de rotação externa, 20º a 30º de abdução, cotovelo flexionado c braço ao lado do corpo ou, às vezes, com o ombro em leve extensão) 0-4 ção da instobilida- Duração. A duração da imobilização — ou seja, o período de tempo antes que o uso do imobilizador seja completamente eliminado - é determinada por muitos fatores, incluindo o tipo de instabilidade e o procedimento realizado e a avalia- ção intra-operatória do cirurgião. Esse período varia de 1 a 3 semanas ou mesmo de 6 a 8 semanas. Contudo, o período de imobilização contínua do ombro operado (antes que pos- sam ser iniciados exercícios pendulares ou de ADM de om bro) é o mais curto possível, porém varia dependendo do tipo de procedimento. Por exemplo, após um procedimento de estabilização anterior, pode ser necessário utilizar o imo- bilizador continuamente por apenas um dia ou poncos dias, porém em alguns casos por até | a 2 semanas.!2 Em contras- te, reparos de instabilidades posteriores ou multidirecionais, as quais estão associadas com uma recidiva mais elevada da luxação, geralmente requerem um período de imobilização mais longa do que os reparos empregando um procedimen- to de estabilização anterior. UM21% Após um procedimento ** Ver referências 24, 35, 51, 79,91, 128, 143, 185, 205,211