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Este documento fornece uma introdução à programação básica do labview, um ambiente de programação gráfica. Aprenda sobre as duas principais partes do labview, o painel frontal e o diagrama de blocos, e como construir um instrumento virtual simples (vi) incorporando operações básicas. O documento aborda a programação de fluxo de dados e como os dados são transmitidos no labview, bem como a criação de painéis frontais e a adição de código usando representações gráficas de funções.
Tipologia: Notas de estudo
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Resumo
O objectivo ´e dar a conhecer as duas partes do LabVIEW, o painel frontal (Front Panel) e o diagrama de blocos (Diagrama de blocos). Pretende-se que os estudantes fiquem a conhecer as partes do ambiente de programa¸c˜ao de LabVIEW, do painel frontal e do diagramas de bloco. Ser´a efectuado tamb´em um instrumento virtual simples (VI) para incorporar opera¸c˜oes b´asicas em LabVIEW.
Existem abundantes links na net sob LabView.
Neste trabalho, ´e efectuada uma introdu¸c˜ao ao ambiente de Programa¸c˜ao do LabVIEW. Ser´a efectuado um instrumento virtual simples (vi) para incor- porar opera¸c˜oes b´asicas em LabVIEW. (^1) No laborat´orio encontrar´a o LabVIEW 7.
O LabVIEW ´e uma linguagem gr´afica de programa¸c˜ao que usa ´ıcones em vez de linhas de texto criar aplica¸c˜oes. Em contraste com as linguagens de programa¸c˜ao baseadas em texto, onde as instru¸c˜oes determinam execu¸c˜ao de programa, o LabVIEW usa programa¸c˜ao onde o fluxo de dados (dataflow) determina a forma da execu¸c˜ao. A Interface de operador ´e constru´ıda por um conjunto de ferramentas e objectos, sendo designada por o painel frontal. O programa ´e efectuado us- ando representa¸c˜oes gr´aficas de fun¸c˜oes, para controlar os objectos no painel frontal. O c´odigo fica definido num diagrama de blocos, que se pode associar a um fluxograma. Os programas de LabVIEW s˜ao chamados instrumentos virtuais, ou VIs, porque a sua aparˆencia e opera¸c˜ao imita instrumentos f´ısicos, tal como os- cilosc´opios e mult´ımetros. Cada VI usa fun¸c˜oes que manipulam as entradas da interface ou outras e exibe essa informa¸c˜ao ou a transforma para outros blocos. Um VI contem trˆes componentes:
Painel Frontal (Front panel) Serve de interface com o utilizador
Figura 1.2: Painel de entrada
contem este c´odigo gr´afico de fonte. Os objectos de painel aparecem como terminais no diagrama de bloco. As diferentes fun¸c˜oes s˜ao unidas por meio de ’linhas’ por onde se comu- nicam os dados.
Figura 1.3: Exemplos de comandos e indicadores
Pain´eis LabVIEW As paletes de LabVIEW d˜ao-lhe as op¸c˜oes que necessita para criar e editar o painel frontal e o diagrama de blocos. Os pain´eis de ferramentas est˜ao dispon´ıveis no painel frontal e no dia- grama de blocos. Estas est˜ao dispon´ıveis com uma actua¸c˜ao no bot˜ao direito do rato. A palete de Comandos Controls est´a dispon´ıvel s´o no painel frontal. O painel de comandos contem os comandos e indicadores que se usam para criar o painel frontal.
Figura 1.4: Blocos correspondentes aos objectos da figura 1.
a b Figura 1.5: (a)painel de comandos (Controls) (b)fun¸c˜oes (Functions)
A palete de fun¸c˜oes Functions est´a apenas dispon´ıvel no diagrama de blocos. O painel de Functions contem as fun¸c˜oes para construir o diagrama de bloco.
O LabVIEW segue um modelo de fluxo de dados para correr VIs. Um n´o do diagrama de bloco ´e executado quando todas as suas entradas est˜ao dispon´ıveis. Quando um n´o completa execu¸c˜ao, fornece dados a seus termi- nais de sa´ıda e passa-os ao pr´oximo n´o no caminho de fluxo.
Introdu¸c˜ao
Depois de construir um VI e criar seu ´ıcone e liga¸c˜oes, podem ser usados noutro VI. Um VI chamado do diagrama de bloco de outro VI ´e desig-
LabVIEW cria comandos e indicadores para o novo subVI e liga o subVI aos fios existentes. Criar um subVI de uma selec¸c˜ao ´e conveniente mas exige um planeamento cuidadoso para criar uma hierarquia l´ogica de VIs. Considere quais os objec- tos a serem incluir na selec¸c˜ao e evite mudan¸cas nas funcionalidades do VI resultante.
O Exemplo que se segue ´e um sistema de convers˜ao de unidades. Nesta s˜ao introduzidos diferentes tipos de display de modo a ilustrar as suas capaci- dades. O seu aspecto ´e mostrado na figura ??
Figura 2.1: Painel de entrada
A convers˜ao oF para oC ´e efectuada por meio de
oC =^5 9 ∗^ (
oF − 32) (2.1)
pode-se associar ao term´ometro a indica¸c˜ao num´erica do valor correspondente) (e) Agrupe estes para a direita de modo a ficar um fluxo de dados l´ogico e linear. (f) Nas propriedades do bot˜ao acerte o valor dos extremos para os valores correctos, neste caso 0 e 100 (g) Arranje o painel frontal de modo a ficar leg´ıvel, percept´ıvel e claro. Algumas das caracter´ısticas dos ”instrumentos”s˜ao seleccion´aveis nas ”propriedades”(e.g. cor do enchimento no term´ometro, es- calas, etc.). (h) Coloque as legendas adequadas
Figura 2.4: Painel de opera¸c˜oes
Figura 2.5: Painel de opera¸c˜oes
Figura 2.6: sub-painel de opera¸c˜oes
Figura 2.7: cursos de liga¸c˜ao
Ligue as sa´ıdas ´as entradas desejadas, de acordo com as opera¸c˜oes.
(a) A sa´ıda do bot˜ao liga a entrada do multiplicador (b) A segunda entrada do multiplicador liga a uma constante de valor adequado.
Figura 2.9: Painel de entrada
Figura 2.10: Painel de entrada
a b Figura 2.11: Pontas de prova
Figura 2.12: Linhas interrompidas ou n˜ao ligadas
a b Figura 3.2: Templte ”Generate and display”
Figura 3.3: Painel de entrada