Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Conheça o LabView, Manuais, Projetos, Pesquisas de Engenharia Elétrica

Neste artigo procuro mostrar os recursos disponíveis no LabView.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010

Compartilhado em 02/05/2010

vitor-amadeu-souza-7
vitor-amadeu-souza-7 🇧🇷

4.3

(4)

57 documentos

1 / 63

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Cerne Tecnologia www.cerne-tec.com.br
www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 1
Artigo Sobre LabView
Vitor Amadeu Souza ([email protected])
www.cerne-tec.com.br
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c
pf2d
pf2e
pf2f
pf30
pf31
pf32
pf33
pf34
pf35
pf36
pf37
pf38
pf39
pf3a
pf3b
pf3c
pf3d
pf3e
pf3f

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Conheça o LabView e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Engenharia Elétrica, somente na Docsity!

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 1

Artigo Sobre LabView

Vitor Amadeu Souza ([email protected])

www.cerne-tec.com.br

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 2

História

O LabVIEW (acrónimo para Laboratory Virtual Instrument Engineering Workbench) é uma linguagem de programação gráfica originária da National Instruments. A primeira versão surgiu em 1986 para o Macintosh e atualmente existem também ambientes de desenvolvimento integrados para os Sistemas Operativos Windows, Linux e Solaris.

Os principais campos de aplicação do LabVIEW são a realização de medições e a automação. A programação é feita de acordo com o modelo de fluxo de dados, o que oferece a esta linguagem vantagens para a aquisição de dados e para a sua manipulação.

Os programas em LabVIEW são chamados de instrumentos virtuais ou, simplesmente, IVs (Ou VI no Inglês). São compostos pelo painel frontal, que contém a interface, e pelo diagrama de blocos, que contém o código gráfico do programa. O programa não é processado por um interpretador, mas sim compilado. Deste modo a sua performance é comparável à exibida pelas linguagens de programação de alto nível. A linguagem gráfica do LabVIEW é chamada "G".

Os blocos de funções são designados por instrumentos virtuais. Isto é assim porque, em princípio, cada programa (Sub-IV) pode ser usado como sub-programa por qualquer outro ou pode, simplesmente, ser executado isoladamente. Devido à utilização do modelo do fluxo de dados, as chamadas recursivas não são possíveis, podendo-se, no entanto, conseguir esse efeito pela aplicação de algum esforço extra.

O programador liga IVs com linhas (arames) de ligação e define, deste modo, o fluxo de dados. Cada IV pode possuir entradas e/ou saídas. A execução de um IV começa quando todas as entradas estão disponíveis; os resultados do processamento são então colocados nas saídas assim que a execução do sub-programa tenha terminado. Desta forma, a ordem pela qual as tarefas são executadas é definida em função dos dados. Uma ordem pré-definida (por exemplo, "da esquerda para a direita") não existe.

Uma importante consequência destas regras é a facilidade com que podem ser criados processos paralelos no LabVIEW. Os sub-IVs sem interdependência dos respectivos dados são processados em paralelo.

Os sub-IVs que não possuem entradas são executados no início do programa. Se o sub- IV não possuir saídas, os dados resultantes são ignorados ou, então, usados pelo exterior: são escritos para o disco rígido ou para a rede, ou enviados para impressão. Da mesma forma, um sub-IV sem entradas pode receber dados provenientes de aparelhos periféricos ou pode gerar os seus próprios dados (um exemplo é um gerador de números aleatórios).

Os sub-IVs podem estar interligados com muita complexidade. Muitas das funções próprias do LabVIEW são, por sua vez, IVs normais, que podem ser modificados pelo programador (o que não é recomendado). Todos os IVs se baseiam numa série de funções básicas, chamadas "primitivas", que não podem ser modificadas pelo programador (ao invés dos IVs.)

Muitos IVs e primitivas em LabVIEW são polimorfos, ou seja, a sua funcionalidade adapta-se ao tipos de dado que recebem. Por exemplo, a função Build-Array pode ser usada para a criação de quaisquer variáveis, ou seja, de strings, de inteiros e também de arrays e de

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 4

Click na opção VI from Template, conforme marcado abaixo:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 5

Surgirá neste momento a seguinte tela:

Clique na opção VI -> From Template -> Simulated -> Generate and Display, conforme

apresentado abaixo:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 7

Note que o display apresentado permite com que possamos fazer medições de

tensão (amplitude) assim como da freqüência (tempo). Para executar nosso exemplo,

basta pressionar o botão RUN conforme marcado abaixo:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 8

Neste momento inicia a execução do exemplo e a tela ficará como apresentado

abaixo:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 10

Para alterarmos a tensão e freqüência que estão sendo impostas no display basta que

cliquemos duas vezes sobre o mesmo, neste momento a seguinte tela surgirá:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 11

Agora clique duas vezes sobre a caixa maior apresentada, que está marcada abaixo:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 13

Observe que no campo Signal Type podemos escolher que tipo de sinal será

gerado pelo gerador. Temos diversas opções como onda quadrada (square), onda

triangular (triangle) assim como a onda senoidal (sine). Na opção Frequency podemos

definir a frequência no qual o gerador irá gerar e na opção Phase podemos definir o

ponto de partida da onda, ou seja 0º ou 90º por exemplo. Na opção Amplitude definimos

qual será a tensão máxima que o sistema irá gerar. Ajuste por exemplo para amplitude

para 30 V e a freqüência para 60 Hz e clique no botão Ok. Agora volte a tela de

simulação e execute este exemplo, você notará que a amplitude do mesmo assim como a

freqüência já estarão atualizadas, conforme pode ser visto abaixo:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 14

Neste exemplo aprendemos a configurar a saída de tensão e freqüência assim como o

tipo de onda usado no LAbView. Tente rever toda a explicação e passos e se possível

refaça os mesmos, pois estes serão importantes para os próximos exemplos.

Obs: Uma forma muito importante de obter informações do LabView é utilizando o

seu Help. Para acessar o mesmo, pressione F1 do teclado do seu computador.

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 16

A primeira janela é chamada de Painel Frontal. É através desta janela que o usuário fará a iteração com o sistema, ou seja irá testar as suas funcionalidades. Já a segunda janela é

chamada de janela de Diagramas de Blocos. Nesta janela é que faremos a programação de como o Painel Frontal irá funcionar. Neste exemplo que iremos realizar agora, iremos usar

estes dois recursos. Antes de mais nada, vá no Painel Frontal no menu View -> Tool Pallete e

View -> Control Pallete e na janela de Diagrama de Blocos no menu View -> Function Pallete e View -> Tool Pallete. Note que no momento que for feita esta habilitação, serão aberta novas

paletas no sistema, por exemplo abaixo podemos visualizar a Tool Pallete:

A Tool Pallete é usada tanto pelo Painel Frontal quanto pelo Diagrama de Blocos. Vejamos abaixo mais informações a respeito da Tool Pallete:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 17

Utilize a ferramenta Operating para alterar os valores de um controle ou

selecionar o texto em um controle. A ferramenta Operating é alterada para

o seguinte ícone ao ser movida sobre um controle de texto, como um

controle digital ou de string.

Utilize a ferramenta Positioning para selecionar, mover ou redimensionar

objetos. A ferramenta Positioning é alterada para um dos seguintes ícones

ao ser movida sobre um canto de um objeto redimensionável.

Utilize a ferramenta Labeling para editar texto e criar legendas livres. A

ferramenta Labeling é alterada para o seguinte ícone quando você cria

legendas livres.

Utilize a ferramenta Wiring para ligar objetos no diagrama de bloco

Utilize a ferramenta Object Shortcut Menu para acessar ao menu de atalho

de um objeto com o botão esquerdo do mouse.

Utilize a ferramenta Scrolling para percorrer as janelas sem utilizar as barras

de rolagem.

Utilize a ferramenta Breakpoint para definir pontos de parada em VIs,

funções, nós, ligações e estruturas, a fim de interromper a execução naquela

localização.

Utilize a ferramenta Probe para criar sensores no diagrama de bloco. Utilize

essa ferramenta para verificar valores intermediários em um VI que

apresenta resultados questionáveis ou inesperados.

Utilize a ferramenta Color Copy a fim de copiar cores para serem coladas

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 19

É através destas janelas apresentadas, neste caso a Function e Control Pallete que poderemos

agregar diversos recursos ao sistema. Através da Tool Pallete poderemos alterar parâmetros assim como mover estes componentes dentro de cada um dos ambientes.

Pois bem, vamos agora então iniciar nosso exemplo, onde teremos um Slider e um

Progress Bar Horizontal onde de acordo com a movimentação do Slider, poderemos ver o Progress Bar acompanhar esta variação.

Primeiramente, vamos ao Painel Frontal, teremos a seguinte tela:

www.cerne-tec.com.br Artigo Sobre o LabView 20

Obs: Veja que a Tool Pallete assim como a Control Pallete já estão disponíveis no painel

frontal.

Agora vá no menu Controls na opção System, a janela ficará da seguinte forma:

Dê um clique no componente System Horizontal Slide e em seguida coloque o mesmo

na área de trabalho no painel frontal dando mais um clique nesta área após seleção do componente, o resultado será o seguinte: