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Informações sobre a lagarta da panícula, uma praga comum no cultivo de arroz. A espécie possui duas variedades, p. Sequax e p. Adultera, com tamanhos e cores distintos. As lagartas causam danos diretos ao destruir ou danificar as panículas, além de danos indiretos ao interferir na taxa fotossintética. As condições favoráveis à infestação são discutidas, assim como métodos de controle, como manejo pós-colheita e uso de culturas armadilhas. Referências são fornecidas.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Boletim Técnico – Lagarta da panícula Nome comum Lagarta da panícula Nome científico Pseudaletia sequax / P. adultera Ordem: Família Lepidoptera: Noctuidae Aspectos morfológicos e biológicos As mariposas das duas espécies possuem de 30 a 35 mm de envergadura. As asas anteriores são cinza amareladas, sombreadas de marrom e preto, e apresentam, além de um risco apical e outro longitudinal. A espécie P. sequax tem coloração mais escura que P. adultera. As lagartas completamente crescidas atingem cerca de 40 mm de comprimento e apresentam listras no sentido longitudinal, sendo a coloração geral marrom-clara em P. sequax e marrom-esverdeada em P. adultera Condições que favorecem a infestação Danos diretos e indiretos Nos primeiros estágios as lagartas se alimentam das folhas, oque interfere na taxa fotossintética; nos últimos atacam as panículas. As lagartas, além de destruírem parcial ou totalmente as panículas, podem derrubar uma quantidade significativa de espiguetas Estimativa de perdas econômicas A cada lagarta/m2 ocorre redução de 3% da produtividade, o que pode provocar reduções de produtividade de até 20% Métodos de controle A principal dificuldade para evitar os danos causados pelo inseto consiste do fato de não existirem inseticidas registrados para o seu controle. Algumas práticas de manejo pós-colheita, como destruição de restos culturais e aração, auxiliam na redução da população do inseto ao tornarem o ambiente desfavorável à sobrevivência de algumas de suas formas, principalmente lagartas e pupas, expondo-as ao ataque de inimigos naturais, no caso de predadores, destacadamente pássaros. Outra alternativa de controle consiste no uso de cultura armadilha, que utiliza técnicas que tornam as plantas de arroz mais atrativas (atraem mais inimigos naturais), tentando concentrar as infestações em pontos pré-definidos do arrozal. Referências: https://pt.slideshare.net/GeagraUFG/manejo-integrado-de-pragas-no-arroz https://www.agrolink.com.br/downloads/Manejo_de_insetos.pdf
https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/arroz/arvore/ CONT000fuye4xq502wyiv80166sqf3jeq1xg.html