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Laudo Córrego, Notas de estudo de Engenharia Ambiental

Laudo Córrego

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 02/03/2011

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fonteine-bastos-4 🇧🇷

4.4

(5)

65 documentos

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1 - PROCESSO EROSIVO DE RIOS
Avaliação do processo erosivo dos rios que abastecem a represa:
1.1 – Definição de Erosão
A Erosão é a destruição do solo e seu transporte em geral feito pela água da chuva, pelo vento
ou, ainda, pela ação do gelo, quando este atua expandindo o material no qual se infiltra a água
congelada. A erosão destrói as estruturas (areias, argilas, óxidos e húmus) que compõem o
solo. Estas são transportados para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão assorear
cursos d'água.
A erosão destrói os solos e as águas e é um problema muito sério em todo o mundo. Devem
ser adaptadas práticas de conservação de solo para minimizar o problema. Em solos cobertos
por floresta a erosão é muito pequena e quase inexistente, mas é um processo natural sempre
presente e importante para a formação dos relevos. O problema ocorre quando o homem
destrói as florestas, para uso agrícola e deixa o solo exposto, porque a erosão torna-se severa,
e pode levar a desertificação
1.2 - Fatores que contribuem para Erosão
Muitas ações devidas ao homem apressam o processo de erosão, como por exemplo:
o desmatamento (desflorestação) desprotege o solo da chuva.
a construção de favelas em encostas que, além de desflorestar, provocam a erosão
acelerada devido ao declive do terreno.
as técnicas agrícolas inadequadas, quando se promovem desflorestações extensivas
para dar lugar a áreas plantadas.
a ocupação do solo, impedindo grandes áreas de terrenos de cumprirem o seu papel de
absorvedor de águas e aumentando, com isso, a potencialidade do transporte de
materiais, devido ao escoamento superficial.
1.3 - Conseqüências da erosão
Efeitos poluidores da ação de arraste
Os arrastamentos podem encobrir porções de terrenos férteis e sepultá-los com
materiais áridos.
Morte da fauna e flora do fundo dos rios e lagos por soterramento.
Turbidez nas águas, dificultando a ação da luz solar na realização da fotossíntese,
importante para a purificação e oxigenação das águas.
Arraste de biocidas e adubos até os corpos d'água e causarem, com isso, desequilíbrio
na fauna e flora nesses corpos d'água (causando eutroficação por exemplo).
1.3.1 - Outros danos da Erosão
Assoreamento: que preenche o volume original dos rios e lagos e como conseqüência,
vindas as grandes chuvas, esses corpos d’água extravasam, causando as enchentes
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1 - PROCESSO EROSIVO DE RIOS

Avaliação do processo erosivo dos rios que abastecem a represa:

1.1 – Definição de Erosão

A Erosão é a destruição do solo e seu transporte em geral feito pela água da chuva, pelo vento ou, ainda, pela ação do gelo, quando este atua expandindo o material no qual se infiltra a água congelada. A erosão destrói as estruturas (areias, argilas, óxidos e húmus) que compõem o solo. Estas são transportados para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão assorear cursos d'água. A erosão destrói os solos e as águas e é um problema muito sério em todo o mundo. Devem ser adaptadas práticas de conservação de solo para minimizar o problema. Em solos cobertos por floresta a erosão é muito pequena e quase inexistente, mas é um processo natural sempre presente e importante para a formação dos relevos. O problema ocorre quando o homem destrói as florestas, para uso agrícola e deixa o solo exposto, porque a erosão torna-se severa, e pode levar a desertificação

1.2 - Fatores que contribuem para Erosão

Muitas ações devidas ao homem apressam o processo de erosão, como por exemplo:

  • o desmatamento (desflorestação) desprotege o solo da chuva.
  • a construção de favelas em encostas que, além de desflorestar, provocam a erosão acelerada devido ao declive do terreno.
  • as técnicas agrícolas inadequadas, quando se promovem desflorestações extensivas para dar lugar a áreas plantadas.
  • (^) a ocupação do solo, impedindo grandes áreas de terrenos de cumprirem o seu papel de absorvedor de águas e aumentando, com isso, a potencialidade do transporte de materiais, devido ao escoamento superficial.

1.3 - Conseqüências da erosão

Efeitos poluidores da ação de arraste

  • Os arrastamentos podem encobrir porções de terrenos férteis e sepultá-los com materiais áridos.
  • Morte da fauna e flora do fundo dos rios e lagos por soterramento.
  • Turbidez nas águas, dificultando a ação da luz solar na realização da fotossíntese, importante para a purificação e oxigenação das águas.
  • Arraste de biocidas e adubos até os corpos d'água e causarem, com isso, desequilíbrio na fauna e flora nesses corpos d'água (causando eutroficação por exemplo).

1.3.1 - Outros danos da Erosão

  • Assoreamento: que preenche o volume original dos rios e lagos e como conseqüência, vindas as grandes chuvas, esses corpos d’água extravasam, causando as enchentes
  • Instabilidade causada nas partes mais elevadas podem levar a deslocamentos repentinos de grandes massas de terra e rochas que desabam talude abaixo, causando, no geral, grandes tragédias.

1.4 - Tipos de erosão

**- Erosão por gravidade

  • Erosão pluvial
  • Erosão eólica
  • Erosão marinha
  • Erosão química
  • Erosão glacial
  • 1.4.1 – Erosão pluvial**

Também chamado de deslizamento de terra: a água da chuva que provoca um desprendimento da camada superior, e esta camada desliza de encostas. Também ocorre nas margens de rios.

- 1.4.2 - Erosão por gravidade

Erosão por gravidade: Deslize numa montanha, a água debilitou o solo.

Consiste no movimento de rochas e sedimentos montanha abaixo principalmente devido à força da gravidade.

- 1.4.3 - Erosão eólica

Erosão eólica, rochas metamórficas nos arredores de Puno

Ocorre quando o vento transporta partículas diminutas que se chocam contra rochas e se dividem em mais partículas que se chocam contra outras rochas. Podem ser vistas nos desertos na forma de dunas e de montanhas retangulares ou também em zonas relativamente secas.

- 1.4.4 - Erosão marinha

A erosão marinha actua sobre o litoral modelando-o e deve-se fundamentalmente à acção de três factores: ondas, correntes e marés

. Tanto ocorre nas costas rochosas bem como nas praias arenosas. Nas primeiras a acção erosiva do mar forma as falésias, nas segundas ocorre o recuo da praia, onde o sedimento removido pelas ondas é transportado lateralmente pelas correntes de deriva litoral. - 1.4.5 - Erosão química

Envolve todos os processos químicos que ocorrem nas rochas. Há intervenção de fatores como calor, frio, água, compostos biológicos e reações químicas da água nas rochas. Este tipo

Por sua vez, o tipo de carga detrítica é responsável, muitas vezes, pelas diferentes sinuosidades dos canais. Os canais meandrantes relacionam-se aos elevados teores de siltes e argila, os canais anastomosados a uma carga mais arenosa, e o aumento da quantidade de carga detrítica podem diminuir a sinuosidade dos canais. É preciso definir o tipo de canal que está sendo estudado através do cálculo do índice de sinuosidade de um trecho ou vários trechos do rio, com o auxílio da carta topográfica ou no campo com o auxilio de uma trena. Poderá, também, relacionar a carga detrítica do fundo do leito com diferente tipos de canais. Ainda, poderá analisar o processo de variação dessa carga detrítica em função da mudança do tipo de canal.

2.2 - ALTERAÇÕES ANTROPOGÊNICAS

Os agentes de intemperismo destroem as rochas reduzindo-as a sedimentos, a destruição é potencializada nas zonas mais afetadas pela destruição das rochas, que vão sendo dilapidadas. A Denudação é o conjunto de processos que agem na remoção e na conseqüente abaixamento de uma superfície. Quanto as chuvas nas áreas florestadas, grande parte da água fica retida nas folhas que diminuem a energia cinética das gotas reduzindo o poder erosivo dos impactos no solo, por sua vez as raízes favorecem a retenção do solo minimizando o efeito da denudação.

Bacia Hidrográfica é a área de drenagem que abrange do ponto mais alto do relevo ao fundo do vale, receptora e produtora de água.

A ocupação desordenada e inadequada do solo em bacias hidrográficas para práticas agrícolas, desmatamento, mineração, superpastoreio e urbanização com exemplo, com ausência de uma política de conservação de solos, aliado a fatores naturais como pluviosidade média regional (volume x freqüência), cobertura vegetal, topografia (declividade) e geomorfologia do solo (características granulométricas, densidade aparente, porosidade, teor de matéria orgânica e estabilidade dos agregados), serão decisivos para a potencialização de processo erosivo de encostas e vales da bacia com aumento significativo da quantidade de material particulado (sedimentos) a ser transportado pelo processo de escoamento através de canais de drenagem natural da bacia até o rio promovendo então o assoreamento deste.

Deve-se levar em conta tais fatores naturais como ponto de partida da degradação da bacia o qual deverão ser estudados separadamente.

3 - EROSIVIDADE DA CHUVA

A erosividade deve ser medida seguindo parâmetros como:

1º) Intensidade - a intensidade influência nas taxas de infiltração, reduzindo-as favorecendo maior volume de água a ser escoado e portanto favorecendo a erosão;

2º) Momento- o momento é o produto entre a massa e velocidade da gota;

3º) Energia Cinética da Gota - a energia cinética da gota é definida como a energia de impacto da gota no solo.

1. - ERODIBILIDADE DO SOLO

A erodibilidade, ou seja, a resistência em ser erodido e transportado, deve ser avaliado segundo os parâmetros de:

1º) Textura- a textura ou teores granulométricos dos solos (areia, argila e slite) relaciona-se com a erosão pela facilidade de alguns grãos serem removidos mais facilmente em relação a outros;

2º) Teor de Matéria Orgânica- o teor de matéria orgânica do solo correlaciona-se na ordem inversa com a erodibilidade, tendo importante papel na agregação das partículas, conferindo- lhes maior estabilidade. A alta estabilidade dos agregados permitindo maior infiltração pelo elevado índice de porosidade, diminuindo o escoamento superficial, possibilitando maior resistência do solo ao impacto das gotas de chuva;

3º) Densidade Aparente- a densidade aparente refere-se à maior ou menor compactação do solo sendo inversamente proporcional a porosidade ou seja aumentando o escoamento superficial Atividade de cultivo aumentam a densidade aparente e reduzem o teor de matéria orgânica do solo.

3 – COBERTURA VEGETAL

A cobertura vegetal reduz as taxas de erosão do solo através de sua densidade, da possibilidade de reduzir a energia cinética das chuvas através da intercepção de suas copas, e de formar humos, importante para a estabilidade e teor de agregados dos solos estando diretamente proporcional com a taxa de infiltração, reduzindo portanto o escoamento.

Trabalho sério: canalização já é realidade 05/04/

Há tempos na pauta da administração municipal de Adamantina, a canalização do Córrego do Caldeira sempre foi intitulada como onerosa e de altos custo e complexibilidade por isso nunca foi saiu do papel. Mesmo diante destes desafios, a Administração por uma cidade melhor buscou, deste o primeiro dia de governo, a melhor forma de realização através de recursos próprios e estaduais. Com esta obra, sem dúvida alguma, a paisagem será drasticamente modificada e consequentemente o local será muito valorizado.

Desta forma, foi iniciada há alguns dias as obras de canalização do córrego, na região que engloba os bairros Jardim das Alamandas, Jardim das Acácias, Conjunto Mário Covas, Residencial Eldorado e Tangará. Serão investidos R$ 392 mil em dois trechos onde foram firmados convênios entre Prefeitura de Adamantina e FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos. Segundo o secretário de Planejamento, Reinaldo Turra Junior, serão canalizados 250 metros nestas duas etapas até a altura da Rua Arquimedes Mantovani, onde será estudada a possibilidade de haver uma interligação com a Rua Diamante, do Residencial Eldorado.

executando a obra é a ENG-VITA Engenharia e Assessoramento Técnico S/S. O término dessa fase está previsto para final de outubro.

Eli Ana C. Oliveira Assessoria de Imprensa Enviado por Webmaster 04/10/ Fonte: http://www.adamantina.sp.gov.br