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Lazer,aprendizagem,inclusão e acessibilidade de crianças com deficiência
Tipologia: Trabalhos
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Bruna Rodriguês da Silva ra: 2633019101 LAZER,APRENDIZAGEM,INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA
Trabalho apresentado à Anhanguera,Curso Pedagogia para a disciplina:. Educação Inclusiva e Língua Brasileira de Sinais. Educação Inclusiva e Língua Brasileira de Sinais. Educação,Cidadania e Diversidade:Relações Étnico- Raciais.Educação e Tecnologias.Pedagogia em Espaços Escolares e Não Escolares.Atividades
With the proposal to study the accessibility of children with disabilities to leisure and learning and their inclusion I society. Thus, we believe it is necessary to identify the cultural contents and in which places they take place and what is the form of participation and organization of activities in the lei sure and school environment. These were the parameters in the literature review. The difficulties thatpeople encounter to have access to leisure, education and other basic needs are the barriers, which can be architectural or physical, transportation, or lack of access. Bearing in mind that this can contribute to the foundation of future political discussions tha will further promote accessibility for people with disabilities to leisure and studies. Keywords: Disability; People with special needs; Accessibility; Recreation; studies.
Este novo olhar da escola implica na busca de alternativas que garantam o acesso e a permanência de todas as crianças e adolescentes no seu interior. Assim,o que se deseja é a construção de uma sociedade inclusiva compromissada com as minorias,cujo grupo inclui os portadores de necessidades educacionais especiais. O espaço escolar,hoje tem de ser visto como espaço de todos e para todos.
2.1Uma escola inclusiva de qualidade A escola inclusiva com equidade é um desafio que implica e rever alguns aspectos,que envolvem desde o setor administrativo até o pedagógico. As Unidades Escolares de Ensino Regular devem oferecer vagas e matricular todos os alunos,organizando-se para o atendimento com equidade aos educadores com necessidades educacionais especiais e assegurar-lhes condições necessárias para a permanência e aprendizagem. Em relação à educação especial, o artigo 3º da Resolução CNE/CEB Nº 2, de 11 de setembro de 2001 especifica que: Por educação especial, modalidade da educação escolar entende-se um processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais e especiais, organizados institucionalmente para apoiar,complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais
comuns,de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educadores que apresentem necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica (BRASIL- MEC/SEESP, 2001, p.1) A política de inclusão de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino não consiste apenas na permanência física desses alunos junto aos demais educadores,mas representa a ousadia de rever concepções e paradigmas, bem,como desenvolver o potencial dessas pessoas,respeitando suas diferenças e atendendo suas necessidades. A diversidade deve ser respeitada e valorizada entre os alunos. Daí a importância do papel da escola em definir atividades e procedimentos de relações, que envolvam alunos, funcionários, corpo docente e gestores, para que possibilite espaços inclusivos,de acessibilidade,para que todos possam fazer parte de um todo,isto é,que as atividades extraclasses nunca deixam de atender os alunos com necessidades especiais. O atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais deve ser realizado em classes comuns do ensino regular, em qualquer etapa ou modalidade da Educação Básica. De acordo com o artigo 4º da Resolução CNE/CEB Nº 2,de 11 de setembro de 2001, a educação especial considera as situações singulares,os perfis dos estudantes, as características biopsicossociais dos alunos e suas faixas Etárias e se pauta em princípios éticos, políticos e estéticos de modo a assegurar: I - a dignidade humana e a observância do direito de cada aluno de realizar seus projetos de estudo, de trabalho e de inserção na vida social;
inclusiva é o de desenvolver uma pedagogia capaz de educar com sucesso todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência e desvantagens severas (SALAMANCA, 1994, p.6) Mantoan (2003),enfatiza que reconstruir os fundamentos com necessidades educacionais especiais, aponta algumas estratégias que ajudam no trabalho do corpo docente,como na aprendizagem dos alunos;
Segundo Sassaki (1997), a igualdade entre as pessoas é o valor fundamental quando tratamos de escolas para todos. Podemos encará-los de vários ângulos,mas em todo o sentido da igualdade não se esgota no indivíduo,expandindo as considerações para aspectos da natureza política, social, econômica. Para Delours (1998), a igualdade não está em desacordo com o respeito às diferenças entre as pessoas,mas sim na valorização na capacidade de cada ser humano em suas realizações. Assim quando se trata de proporcionar oportunidades iguais e justas para todos, tem-se muito ainda por fazer nas escolas para corresponder ao princípio segundo o qual os seres humanos têm direito à dignidade, sejam quais forem as suas capacidades ou realizações. A observância deste princípio é limitada por predisposições que nos levam a responder situações ou a outras pessoas de modo desfavorável, tendo em vista um dado valor. No caso da igualdade entre pessoas, as barreiras se materializam na recusa em reconhecer e defender este valor, por meio de comportamentos, reações, emoções e palavras. Para Delours (1998), a existência dessas barreiras comprova a cultura de desigualdade marcante nas escolas,influenciando todos os procedimentos e discursos de seus membros,chegando mesmo ao atingir os alunos e os pais.Em uma palavra, a igualdade entre as pessoas é um valor esquecido nos padrões e concepções da escola tradicional. Segundo Machado (2001) ainda existem diretores,professores e pais que apresentam um a certa “ignorância” em aceitar que o perfil dos alunos mudou que as crianças e adolescentes de hoje não são mais os mesmos que tiveram acesso à
O envolvimento da família no processo educacional da criança é uma necessidade e de muita importância. A família deve ser orientada e motivada a colaborar e participar do programa educacional,promovendo desta forma uma interação maior com a criança.Também é fundamental que a família incentive a pratica de tudo que a criança assimila. A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino não se restringe aos esforços da escola, inclui também a construção de redes de colaboração com a família e a sociedade fortalecendo o combate à intolerância e às barreiras atitudinais,bem como a compreensão da diversidade no desenvolvimento infantil (ARRUDA; AL MEIDA, 2004, p. 16) A criança, como todo ser humano, é um sujeito social e histórico e faz parte de uma organização familiar que está inserida em uma sociedade,com uma determinada cultura. Assim, a qualidade da estimulação no lar e a interação dos pais com a criança se associam ao desenvolvimento e a aprendizagem de crianças com necessidades educacionais especiais. Os pais e familiares de crianças com necessidades educacionais especiais necessitam de informações sobre a natureza e extensão da excepcionalidade;quanto aos recursos e serviços existentes para a assistência, tratamento e educação, e quanto ao futuro que se reserva ao portador de necessidades especiais. O objetivo principal é ajudar pessoas a lidar mais adequadamente com os problemas decorrentes das deficiências,e no aconselhamento alguns pontos são independência,interação,satisfação pessoal e atitudes positivas. Alunos com necessidades
educacionais especiais devem ter a oportunidade de participar de forma significativa e integral nas atividades escolares regulares (ARRUDA; ALMEIDA, 2004, p. 16)
A legislação e os textos pesquisados para a elaboração desse trabalho sobre educação inclusiva deixam bem claro que renovação pedagógica exige,em primeiro lugar,que a sociedade e a escola adaptem-se ao aluno com necessidades especiais,e não o contrário. Em segundo,que o professor, que é considerado o agente determinante da transformação da escola,deve ser preparado adequadamente para gerenciar o acesso às informações e conhecimentos por parte dos alunos. Demonstra-se,mais do que nunca,que os professores devem cada um,assim, a sua sala de aula um ambiente propício à construção do conhecimento, tanto do aluno com necessidades especiais, quanto dos demais. Portanto, a escola como espaço inclusivo deve considerar como seu principal desafio,o sucesso de todos os alunos, sem nenhuma exceção.