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Trabalho em slide desenvolvido para conclusão em aula sobre Leucemia.
Tipologia: Slides
Oferta por tempo limitado
Compartilhado em 28/08/2019
2 documentos
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Integrantes: Aline, Ângela, Anny, Caroliny, Isabella
O quadro de coagulopatia envolve habitualmente hemorragia grave de órgãos vitais, os doentes que sobrevivem aos primeiros 30 dias de doença, período em que a coagulopatia e a síndrome de diferenciação pelo ATRA condicionam elevado risco de morbilidade e mortalidade, apresentam uma possibilidade de cura extremamente elevada.
Leucemia linfoide aguda: afeta células linfoides e agrava-se de maneira rápida. É o tipo mais comum em crianças pequenas, mas também ocorre em adultos.
A leucemia mielomonocítica crônica (LMMC) é um tipo de câncer que começa nas células formadoras do sangue da medula óssea. Os pacientes com LMMC podem ter falta de algumas células sanguíneas, mas o problema principal é o excesso de monócitos. Desta forma a LMMC é mais uma doença mieloproliferativa. A leucemia mieloide crônica é um exemplo de doença mieloproliferativa, onde existe uma superprodução de células brancas do sangue. Como a LMMC tem características de ambas as doenças é classificada como doença mielodisplásica/mieloproliferativa.
Os chamados inibidores da tirosina quinase são uma grande revolução da ciência e hoje tornaram-se o tratamento padrão para este tipo de leucemia. Também chamados de terapia alvo, eles apresentam resultados cada vez mais promissores, pois combatem apenas as células doentes e proporcionam uma vida normal aos pacientes, com poucos (ou sem) efeitos colaterais. São eles: · Imatinibe · Dasatinibe · Nilotinibe · Bosutinibe
Sua administração é feita em ciclos, com um período de tratamento, seguido por um período de descanso, para permitir ao corpo um momento de recuperação.
Este procedimento é bastante raro em leucemias, mas pode ser indicado antes do transplante de medula óssea, para diminuir o tamanho do baço e possíveis dores ósseas. Nele, são utilizadas radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais.
Também chamado por transplante de células-tronco hematopoéticas, este procedimento só será recomendado quando a quimioterapia não surtir resultado, e o paciente estiver com a doença bastante acelerada (a chamada crise blástica). O tipo de transplante indicado é o alogênico, ou seja, por meio de um doador 100% compatível.
Tratamento - LMA (^) Quimioterapia; (^) Transfusão de sangue; (^) Transplante de medula óssea; (^) Radioterapia
Tratamento - LLA Hoje o tratamento para a LLA está bastante avançado e possibilita resultados promissores aos pacientes, incluindo a remissão completa (quando os exames não apresentam mais sinal algum da leucemia). As opções existentes são: (^) Quimioterapia; (^) Transfusões de sangue; (^) Radioterapia; (^) Transplante de medula óssea Em crianças, este era um procedimento bastante comum alguns anos atrás. Mas hoje só é indicado quando as primeiras opções de tratamento não apresentam bons resultados. O tipo escolhido será o transplante alogênico, quando é preciso ter um doador 100% compatível. Terapia Alvo
Tratamento – LLC Caso o tratamento seja necessário, as opções são: (^) Quimioterapia; (^) Terapia alvo; (^) Imunoterapia; (^) Radioterapia; (^) Transplante de medula óssea ;
Em alguns casos da leucemia linfoide crônica um número muito elevado de células doentes provoca problemas na circulação sanguínea. É verdade que a quimioterapia objetiva normalizar o número de células, mas até que o primeiro ciclo seja aplicado, a leucoferese pode ser realizada. Neste procedimento, o sangue passa por uma máquina especial, que remove os glóbulos brancos, e depois retorna o restante das células e de plasma para a corrente sanguínea. O paciente pode ficar deitado ou sentado, e precisará colocar um cateter. Lembre-se! É fundamental seguir com o tratamento ininterruptamente, e sempre ser acompanhado por um especialista. De todos estes exames, o único que não está disponível no Sistema Único de Saúde é o FISH. Porém, ele pode ser feito pelo plano de saúde. Se você está enfrentando alguma dificuldade, saiba que a Abrale oferece gratuitamente Apoio Jurídico!
O trabalho da equipe de enfermagem é fundamental para a melhora deste paciente, tanto com a realização dos procedimentos na hora das medicações quanto para promover o bem estar.
As causas da leucemia ainda não estão definidas, mas, suspeita-se da associação entre determinados fatores com o risco aumentado de desenvolver alguns tipos específicos da doença: (^) Tabagismo (^) Benzeno (^) Radiação (^) Quimioterapia (^) Síndrome de down (^) Histórico familiar (^) Exposição a agrotóxico
Na maior parte das vezes, os pacientes que desenvolvem leucemia não apresentam nenhum fator de risco conhecido que possa ser modificado. Por isso, a maioria dos casos de leucemia não podem ser evitados. Muitos estudos examinaram o papel dos fatores de risco em leucemia mieloide aguda e Leucemia linfocítica aguda. A radiação ionizante e o benzeno são os fatores ambientais que até agora foram comprovadamente associados à leucemia aguda. Há outros fatores ambientais menos ligados à leucemia aguda.