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Executando um efeito eletrostático, para tal situação é escolhido uma superfície de modo que todos os pontos tenham o mesmo potencial. Desse modo mergulha-se uma ponta de prova móvel na solução, medindo em volts as linhas equipotenciais, onde para melhor compreendimento será mapeada tais linhas.
Tipologia: Notas de estudo
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CAMILlA CALDEIRA Samuel Coelho
Salvador Março, 2010
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Relatório de Experimento apresentado para avaliação da Disciplina Física Aplicada III do 3° semestre, do Curso de Engenharia da Produção, do Centro Universitário Jorge Amado, sob orientação do Prof. Clovis Andrade de Almeida.
Salvador Março, 2010
Obter superfícies equipotenciais em uma cuba eletrolítica. Fazendo então um mapeamento dessas superfícies equipotenciais. Desenvolvendo assim, o conceito de potencial.
Os campos elétricos são produzidos por cargas elétricas, que podem ser positivas ou negativas. Para simplificar, consideremos cargas pontuais ± q. O campo elétrico num ponto P é, por definição:
Podem ser interpretado como a força sentida por uma carga de teste positiva q nesse ponto. O campo elétrico numa dada região da superfície pode ser obtida por representação de uma série de linhas de campo desenhadas no espaço em torno das cargas. As linhas de campo (ou de força) para cargas pontuais, isoladas, têm simetria radial e podem ser representadas pela Fig.1-a) e Fig.-1-b). Na Fig.2 pode
ver-se um conjunto de curvas (equipotenciais e linhas de campo) devido a um sistema de duas cargas pontuais e que pertencem a duas famílias de curvas ortogonais entre si.
Fig.1-a) – Carga pontual positiva Fig.1-b) – Carga pontual negativa
Fig.2 – Linhas equipotenciais (tracejado) e linhas de campo para um sistema de duas cargas.
As linhas de força são oriundas de uma carga positiva, onde terminam sempre numa carga negativa. Tendo densidade proporcional à intensidade do campo elétrico. Tais linhas são sempre perpendiculares às superfícies condutoras (e às linhas equipotenciais). O campo elétrico devido a vários objetos carregados é calculado através do vetor soma dos campos elétricos de cada objeto, considerado individualmente (Princípio da sobreposição). O campo elétrico é nulo no interior de um condutor. [1]
Nas superfícies equipotenciais, onde se encontra tais linhas, se caracteriza por apresentar o mesmo potencial em todos os seus pontos. Pela própria definição de potencial compreende-se que por um ponto do campo passa uma e somente uma de tais superfícies. Em outras palavras, duas dessas superfícies nunca se interceptam. Desse modo fica fácil a compreensão que quando duas linhas se interceptam elas pertencem a mesma superfície equipotencial, caso contrário duas linhas se interceptariam. Num campo elétrico situado no espaço existem linhas equipotenciais cruzando-se umas com as outras, mas todas pertencentes à mesma superfície equipotencial. Essas linhas são analisadas bidimensionalmente. Para obter uma situação eletrostática em três dimensões poderíamos imaginar em um recipiente com volume maior, porem não seria satisfatório se o formato fosse côncavo, pois sendo retangular a disposição dos elétrons tenderiam a se distribuir uniformemente na superfície, já com formato “cuia” os elétrons se distribuiriam por completo em toda região. Tal fenômeno é compreendido pelo efeito das pontas, provocado pelas quinas do recipiente. [2-4]
O sistema eletrostático simulado proporcionou o mapeamento das linhas equipotenciais, a partir do campo elétrico produzido pelos eletrodos conectados a certa tensão. Conectado pela ponta de prova móvel, mergulhada em uma solução condutora. Desse modo foi possível levantar relevâncias sobre sua importância, como a dedução da existência de cargas puntiformes nesse lugar geométrico, pois como já foi dito, as linhas equipotenciais são oriundas a partir da existência de um campo elétrico. Foi constado que tal campo elétrico permanece constante para qualquer ponto, desde que estes sejam submetidos a uma mesma d.d.p. No experimento prático, entretanto, o campo variou, uma vez que o material não possuía a precisão necessária, mas mesmo assim não houve uma discrepância considerável encontrada em relação à teoria experimental.
[1] Disponível em: Acesso em: 06 de mar. de 2010
[2] Disponível em: Acesso em: 07 de mar. de 2010
[3] Disponível em: < http://www.scribd.com/doc/21712483/linhasequipotenciais> Acesso em: 07 de mar. de 2010
[4] Disponível em: < http://divulgarciencia.com/categoria/eletricidade/> Acesso em: 07 de mar. de 2010