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livro com diversas e simples experiências de eletricidade.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Não perca as partes importantes!
































































Este trabalho foi desenvolvido no programa de mestrado do Instituto de Física de São Carlos pela Alessandra Riposati Arantes com a orientação do professor Luiz Antônio de Oliveira Nunes.
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Aproxime o c a n u d o ( s e m encostá-lo) dos pedacinhos de papel e o b s e r v e o q u e acontece com eles.
Quatro adolescentes estavam conversando em uma lanchonete. Pedro, de 16 anos, um garoto curioso que cursa a 2 série^ a do ensino médio; Patrícia, de 15 anos, adora ler e cursa a 1 série do^ a ensino médio; Marcelo, de 15 anos, um adolescente que tem fascínio por computador, está na mesma sala de aula de Patrícia; e Tales, irmão de Marcelo, um menino de 12 anos, que cursa a 6 série do^ a ensino fundamental. No meio da conversa, Tales contou que na noite anterior estava navegando na Internet e encontrou a história de um filósofo chamado Tales de Mileto. Devido à semelhança com seu nome, ele acabou se interessando pelo site. A história relatava um episódio que havia ocorrido em 600 a.C, quando Tales de Mileto, esfregando um pedaço de âmbar (”resina petrificada”, originária de árvores diversas), percebeu que ele atraía objetos leves como cabelos soltos, penas, etc., mas ninguém na época entendia por que isso acontecia. Intrigados com aquela história, discutiram sobre o assunto por um longo tempo. Para finalizar a discussão, Pedro sugeriu que fizessem a experiência discutida no site (Atividade 01).
Essa questão s e r á compreendida c o m a atividade que estou enviando. Caso vocês não consigam explicar o fenômeno escrevam-me.
Pág.
FORÇA DE ATRAÇÃO
Você vai precisar de: 1 canudo de plástico usado para tomar refresco, papel picado e papel higiênico
Olhar pag.
- E mais – ressaltou Patrícia – o canudo é atraído pelo papel higiênico que nós utilizamos para atritá-los.
Bastante entusiasmados, os jovens fizeram o que foi sugerido.
FORÇA DE REPULSÃO
Você vai precisar de: 2 canudos de plástico, linha e papel higiênico.
Suspenda-os de modo que estejam próximos. Observe que eles se afastam.
Esfregue os canudos, um a um, com papel higiênico.
E m c a d a e x t r e m i d a d e d a linha, amarre um canudo.
Aproxime dos canu- dos o pedaço de papel higiênico que você utilizou para esfregá-los.Veja o que acontece.
Pág.
Olhar pag.
negativamente dos pedacinhos de papel, ele provocou uma separação de cargas, isto é, repeliu no papel as cargas negativas para a extremidade oposta e os átomos da extremidade próxima passaram a apresentar um excesso de cargas positivas, como mostra a figura abaixo.
Tales ficou espantado quando viu o canudo grudado na parede. Então, Pedro pediu que ele colocasse na parede um outro canudo que ainda não tivesse sido atritado com papel higiênico. Como resultado, observaram que o segundo canudo não aderia na parede. Antes de qualquer comentário, Pedro questionou o porquê daquilo, mas Tales não soube lhe responder. Ele insistiu para que o amigo tentasse pelo menos um palpite e sugeriu que começasse esquematizando o problema. E imediatamente ele pegou um papel e um lápis, lembrando da explicação do Luiz Antônio sobre a atração dos pedacinhos de papel pelo canudo eletrizado.
CORPO ELETRIZADO ATRAI CORPO NEUTRO?
Você vai precisar de: 1 canudo de plástico e papel higiênico.
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Atrite o canudo com um pedaço de papel h i g i ê n i c o. E m s e g u i d a , j o g u e - o n a parede. O que acontece?
Pág.
Note que houve apenas uma separação de cargas no papel, sendo assim ele ainda continua neutro. Como as cargas positivas do papel estão mais próximas do canudo, a força de atração deste sobre elas será maior que a força de repulsão sobre as cargas negativas mais afastadas. Por isso, os pedacinhos de papel grudaram no canudo. Vale lembrar que, vários estudiosos do assunto durante muitos séculos fizeram vários experimentos com diferentes materiais e foram pouco a pouco propondo explicações, verificando que elas não explicavam todas as observações, outros pesquisadores propunham novas idéias, até chegar às conclusões que descrevi, que são aquelas hoje aceitas até hoje.
- Os papéis soltaram porque houve passagem de cargas negativas do canudo para os pedacinhos de papel, assim ambos ficaram com cargas negativas. Como cargas iguais se repelem os pedacinhos de papel saltaram do canudo – respondeu Pedro, com um livro na mão, onde encontrou a explicação para dúvida de Tales. - Legal! – exclamou Tales. – Você está aprendendo tudo direitinho!!!! Tales, brincando com um canudo eletrizado, encostou-o na parede (Atividade 03).
Pág.
Você vai precisar de: 2 canudos de plástico sanfonados, linha, folha de alumínio, papel higiênico, isopor, fita adesiva e tesoura.
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Agora encoste o canudo atritado no disco de alumínio. Qual será então, o sentido do movimento do disco? Tentem explicar o ocorrido.
Mais uma vez os garotos foram executar a tarefa proposta no site. Reuniram-se na casa do Marcelo para montar o pêndulo e o local passou a ser o ponto de encontro deles, pela comodidade de ter um quarto desocupado no fundo da casa.
1
Dobre o canudo de modo que ele forme um L e fixe-o no isopor. Amarre um fio com 20 cm de comprimento na extremidade do canudo e, em seguida, fixe um pequeno disco de alumínio na ponta do fio. Atrite um canudo com papel higiênico e aproxime-o do disco de alumínio, mas sem tocá-lo. Observe o movimento do disco.
Olhar pag.
Essa questão será esclarecida com a construção de um aparelho chamado p ê n d u l o e l e t r o s t á t i c o o u eletroscópio simples (Atividade 04).
de carga do canudo para a esfera e dela para as tiras de alumínio. Marcelo então complementa:
É interessante notar que, ao afastar o canudo eletrizado do eletroscópio, as tiras juntam-se novamente, porque as cargas se redistribuem voltando às posições anteriores à aproximação do canudo. Entendeu? Após a pergunta o garoto continuou sem esperar a resposta dos colegas:
No começo eles tiveram alguns problemas com a montagem do eletroscópio, pois o frasco estava úmido, consequentemente o ar no seu interior tornou-se condutor impedindo que as tiras de folhas de alumínio se afastassem, mas com persistência conseguiram fazê-lo funcionar. Perceberam que as tiras de papel de alumínio afastavam-se umas das outras, ao aproximar ou encostar o canudo eletrizado na esfera encapada com alumínio. Marcelo comentou que tinha visto aquele aparelho em uma feira de ciência na escola e foi logo explicando o funcionamento do eletroscópio.
Pág.
Pág,
- As tiras ficaram mais próximas – falou Patrícia, após a demonstração de Marcelo. - Por que isso aconteceu? – perguntou Tales. - Veja bem! O bastão de vidro fica eletrizado positivamente e atrai mais cargas negativas para a esfera. Com isso as tiras ficaram c o m m e n o s c a r g a s n e g a t i v a s e , consequentemente a força de repulsão entre elas diminui e elas aproximam-se – respondeu Marcelo. - Eu tenho uma dúvida! – exclamou Pedro. – É possível um canudo plástico eletrizar- se positivamente?
U m m e s m o o b j e t o poderá eletrizar-se por atrito positivamente ou n e g a t i v a m e n t e depedendo do material com o qual foi atritado. Por exemplo: o canudo de plástico quando atritado com o papel, fica eletrizado negativamente. Já o bastão de vidro quando atritado com o papel, fica eletrizado positivamente. Isso ocorre porque o papel cede elétrons para uns e retira elétrons de outros. Por volta de 1760, J.C. Wilcke observou que os materiais poderiam ser dispostos em uma seqüência em função de sua capacidade de ganhar ou perder elétrons, como está representado abaixo.
Vidro Mica Lã Madeira Papel Âmbar Plástico
Série Triboelétrica:
Percebem que as tiras se afastam ainda mais? – disse Marcelo fazendo uma demonstração. – As cargas negativas que estão na esfera tendem a ficar o mais distante possível do canudo, acumulando-se nas tiras. Recebendo mais cargas as tiras se afastam mais, pois a força de repulsão aumenta como procuraremos entender com outra experiência. Agora, vejamos o que acontece com as tiras do eletroscópio, quando aproximamos da esfera um bastão de vidro que foi eletrizado com papel higiênico.
Atritando esses materiais entre si, verifica-se que os materiais que estiverem mais acima na série, ficarão eletrizados positivamente (perderão elétrons para o outro), quando atritados com qualquer outro que o segue e, ficará eletrizado negativamente (recebe elétrons do outro) ao ser atritado com aqueles que os precedem. Tomemos como exemplo o papel: quando atritado com o canudo de plástico, fica eletrizado positivamente, ou seja, o papel doa elétrons para o canudo. O contrário acontece quando o papel é atritado com vidro, ele fica eletrizado negativamente, ou seja, rouba elétrons do vidro. Essa seqüência é chamada de triboelétrica.
Parabéns. As suas conclusões estão corretas. O caminho é justamente esse. Sempre que vocês tiverem uma situação nova que não saibam resolver, discutam o problema esquematizando-o. Agora eu gostaria que vocês, fazendo uma pesquisa bibliográfica, respondessem as seguintes perguntas: Quem é mais pesado o próton ou o elétron? Qual o valor da carga do elétron? Quem a mediu? Por que se diz que toda carga é quantizada?
Pag.
- Um desenho sempre ajuda a entender melhor o processo – comentou Pedro_.
A seguir, a face da cartolina que perdeu elétrons também fica eletrizada positivamente porque a há uma redistribuição de cargas. Vale lembrar que são os elétrons que se movem para que isto aconteça. Como cargas de mesma natureza se repelem, a tira se afasta da cartolina como mostra a figura.
Quando colocamos o dedo na parte da cartolina com excesso de elétrons, as cargas negativas se escoarão por ele, pois o canudo as repelirão para que fiquem bem longe. Nosso corpo se presta a isso levando as cargas negativas em excesso para o chão. Depois que afastamos o dedo, elas não poderão mais retornar à cartolina.
e N N
A massa do próton é 1,7 x 10^ -27 kg e a massa do elétron é 9,1 x 10^ -31 kg. Como vocês podem perceber a massa do próton é muito maior, cerca de 2000 vezes maior do que a massa do elétron.
O valor da carga do elétron, é dada por:
A carga do elétron é a menor quantidade de carga detectável experimentalmente.. A unidade para medir carga, o Coulomb, representada por C, foi criada em homenagem ao físico francês, Charles Augustin Coulomb (1736 - 1806), pois ele conseguiu determinar a fórmula para calcular a intensidade da força elétrica entre corpos eletrizados.
O valor da carga do elétron também denominada carga elementar foi medido em 1911 pelo físico norte- americano Robert Andrews Millikan (1868 - 1953).
Um canudo eletrizado possui um número de cargas em excesso que é sempre um múltiplo inteiro do valor da carga do elétron, por isso dizemos que a carga elétrica é quantizada sempre que a carga elétrica de um objeto varia (aumenta ou diminui) essa variação se observa por um número inteiro de elétrons. Por exemplo, quando atritamos um objeto tiramos ou liberamos um número inteiro de elétrons. E pode ser calculada da seguinte forma:
Sendo carga do elétron, = 1000, 2000, 3000... Esse fato foi comprovado por Millikan quando mediu a carga do elétron.
Marcelo muito atento na explicação da colega, mal pôde esperar Patrícia terminar sua explicação para perguntar:
a um número inteiro qualquer, isto é,
O esclarecimento para essa dúvida será dado gradativamente. Estou enviando uma atividade para que vocês possam, depois de realizá-la, concluir se a força elétrica depende da quantidade de cargas existentes no material eletrizado.
Q = N.e
FORÇA DE COULOMB
ATIVIDADE 07
Você vai precisar de: 2 canudos de plástico, linha e papel higiênico.
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E m c a d a extremidade da linha, amarre um canu do.
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Atrite somente metade dos canudos separada- mente com um pedaço de papel higiênico. Suspenda-os e observe a distância entre os canudos (ângulo que farão entre si)..
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A g o r a a t r i t e o s canudos por inteiro. E m s e g u i d a , suspenda-os e observe a n o v a s e p a r a ç ã o d o s canudos.
Pag.
Inesperadamente, o pai de Marcelo, uma pessoa de pouco estudo mas muito curioso, entrou no quarto para avisá-lo que iriam viajar no outro dia, logo cedo, e r e t o r n a r i a m s o m e n t e n a s e m a n a s e g u i n t e. Instantaneamente, os garotos começaram a se despedir. Marcelo insistiu para que ficassem, mas de nada adiantou. Combinaram de se reencontrarem ali mesmo assim que ele voltasse. Após uma semana lá estavam eles, reunidos novamente. Entre uma história e outra, Marcelo contou para seu pai durante a viagem sobre o que estavam descobrindo nas suas brincadeiras e surgiu uma dúvida.
Vocês esclarecerão essa d ú v i d a d e p o i s q u e executarem a atividade que estou enviando. Para que a experiência seja b e m e n t e n d i d a , proponho que procurem o título “poder das pontas” e leiam o que ali estiver explicado sobre este fenômeno.
To d a s e s s a s o b s e r v a ç õ e s são resumidas e m u m a e x p r e s s ã o matemática:
sendo a força elétrica, também chamada força de Coulomb, é uma constante que caracteriza o meio (ar, vácuo, água etc.) onde o fenômeno está sendo observado, e os valores das cargas em excesso em cada corpo e a distância entre elas. Note que, conforme se aumenta a quantidade de cargas em excesso ( nos objetos eletrizados a força elétrica também aumenta. É importante enfatizar que, primeiramente foi observado que a força elétrica variava com o inverso da distância, somente depois de muito trabalho e dedicação que descobriu- se que a força elétrica, como pode ser observado pela fórmula, variava com o inverso do quadrado da distância. Os passos seguidos por Charles Augustin Coulomb para descobrir essa equação, em meados de 1785, foram semelhantes aos de
Q q
r
Q e q)
Ir
F=kQq 2
vocês: primeiro ele observou os resultados experimentais e depois e q u a c i o n o u s u a s o b s e r v a ç õ e s. I s t o depois de repetir as experiências várias vezes, procurando as condições mais favoráveis às medidas e ainda desprezando possíveis erros cometidos.
Pág.
Pág.
PODER DAS PONTAS
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Mantendo o canudo n a p o s i ç ã o r e c o m e n d a d a , encoste a ponta do seu dedo na frente da gota.
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Afaste a mão e, depois o canudo. O b s e r v e o q u e acontece com as tiras.
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Atrite um canudo com um pedaço de papel higiênico. Em seguida, aproxime o canudo a trás da gota.
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Corte uma cartolina na forma de u m a g o t a d e 1 5 c m d e comprimento. Cole duas tiras de papel de seda, cada uma de 5 cm de comprimento aproximadamente, uma na ponta e outra no meio da gota. Em seguida, pregue com fita adesiva a cartolina em um canudo e fixe-o em um pedaço de isopor.
Você vai precisar de: Cartolina, 2 tiras de papel de seda, 2 canudos de plástico, isopor, papel higiênico, tesoura, cola branca e fita adesiva.
Logo que chegaram à casa de Marcelo, começou uma tempestade. Patrícia, que tinha medo de relâmpagos, perguntou se sabiam explicar como eles eram formados, apontando para um que estava caindo naquele momento.
Garotos! Primeiramente, raio é uma descarga elétrica causada pelo movimento de cargas de uma nuvem até a Terra. Quanto ao funcionameto do pára-raios estou enviando uma tarefa que os ajudará a entendê-lo. Aliás, no pára-raios aplica-se o conceito do poder das pontas, que vocês já estudaram.
SIMULAÇÃO DO PÁRA-RAIOS
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Coloque a ponta do seu dedo na igreja. E observe o que acontece com a tira.
Você vai precisar de: Cartolina, 1 tira de papel de seda para balas, 2 canudos de plástico, isopor, agulha, papel higiênico, tesoura, cola branca e fita adesiva.
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Retire o canudo. O b s e r v e o q u e acontece com a tira.
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Aproxime um canudo eletrizado da agulha, sem encostar. Observe a tira de papel de seda.
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R e c o r t e u m a c a r t o l i n a (aproximadamente 8 cm de comprimento) na forma de uma igreja. Em seguida, cole a tira de papel de seda no meio da torre da igreja. Depois, com uma fita adesiva, pregue uma agulha na ponta da torre. Use um canudo como suporte para sustentar a igreja e pregue-o com a fita adesiva. Por último, fixe o canudo em um pedaço de isopor.
Pág.
Garotos, quando vocês aproximaram o canudo eletrizado negativamente na , uma grande quantidade de cargas positivas foram induzidas nela. Isto causou um intenso campo elétrico, no ar, entre a ponta e o canudo. Esse campo, por sua vez, ionizou o ar, isto é, provocou uma força suficiente para arrancar elétrons das moléculas constituintes do ar. Nessa situação, ele tornou-se condutor, propiciando a passagem de elétrons do canudo para a ponta da agulha. Por isso, a igreja e a tira ficaram carregadas negativamente. Como cargas iguais se repelem, a tira levantou-se. O pára-raios, que nos protege de relâmpagos, também utiliza o poder das pontas. Ele é composto de uma ou mais pontas metálicas ligadas à terra por um fio de metal. Ele deve ser colocado no ponto mais elevado do local a ser protegido, como por exemplo: torres, prédios e igrejas. Durante as tempestades as nuvens tornam-se carregadas, faremos nossa análise para uma nuvem carregada negativamente. Por onde ela passa, induz cargas positivas na Terra, criando um campo elétrico intenso entre a nuvem e a Terra. Como vocês viram na atividade “Simulação do pára-raios”, isso possibilitará uma descarga elétrica (relâmpago), que dependendo da carga acumulada pode causar acidentes fatais.
ponta da agulha
Caso o local tenha pára-raios, as cargas induzidas se acumularão em suas pontas. Nesta situação o campo elétrico ioniza o ar, permitindo a passagem de cargas da nuvem para o pára- raios. Como o mesmo está apropriadamente conectado ao solo (atraves de um fio grosso), esta carga será totalmente transferida para a Terra. Devido ao poder das pontas, evite ficar de pé durante tempestades em locais abertos (pois você será a própria ponta) ou próximo a objetos pontiagudos, como árvores ou postes.
Alerta:
Pág.