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Mágica e números, Notas de estudo de Matemática

MÁGICA E NÚMEROS

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 03/09/2011

elaine-christina-5
elaine-christina-5 🇧🇷

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Assunto da aula “adição de números relativos”
O público: cerca de 40 garotos de 11 a 12 anos.
Na classe, 5 fileiras de 8 carteiras.
No início da aula o professor pediu um pequeno
deslocamento das carteiras para que a cada fileira
correspondesse um corredor, como no esquema ao
lado. Em seguida, pediu que uma reta numerada fos-
se desenhada, com giz, no chão de cada corredor e
nela se representassem os números de –10 a +10.
O primeiro jogo que o professor ensinou foi o
seguinte:
– Um aluno coloca-se na marca do “0”,
– Outro aluno dá uma instrução do tipo “ande –
3”, o aluno que estava no “0” anda até “ – 3”.
– Outro aluno vai para o “0”, a ordem “ande 5”
faz com que ele se desloque até +5.
– Rapidamente todos aprenderam o jogo.
A brincadeira seguinte envolvia 3 alunos de cada
fileira (os outros controlavam) e consistia no seguinte:
– um 1o aluno se colocava na marca do zero,
– um 2o aluno dava as ordens,
A primeira atividade “concre-
tiza” a noção de número ne-
gativo e a operação de adi-
ção com esses números. É
interessante para ser propos-
ta logo que os números ne-
gativos forem introduzidos.
A segunda pode ser propos-
ta desde a 5a série, como
um desafio. Ao longo do
ano pode-se propor aos es-
tudantes que tragam novas
soluções, discutam os casos
mais difíceis...
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Assunto da aula “adição de números relativos”

O público: cerca de 40 garotos de 11 a 12 anos.

Na classe, 5 fileiras de 8 carteiras.

No início da aula o professor pediu um pequeno deslocamento das carteiras para que a cada fileira correspondesse um corredor, como no esquema ao lado. Em seguida, pediu que uma reta numerada fos- se desenhada, com giz, no chão de cada corredor e nela se representassem os números de –10 a +10. O primeiro jogo que o professor ensinou foi o seguinte:

  • Um aluno coloca-se na marca do “0”,
  • Outro aluno dá uma instrução do tipo “ande – 3”, o aluno que estava no “0” anda até “ – 3”.
  • Outro aluno vai para o “0”, a ordem “ande 5” faz com que ele se desloque até +5.
  • Rapidamente todos aprenderam o jogo. A brincadeira seguinte envolvia 3 alunos de cada fileira (os outros controlavam) e consistia no seguinte:
  • um 1 o^ aluno se colocava na marca do zero,
  • um 2 o^ aluno dava as ordens,

A primeira atividade “concre- tiza” a noção de número ne- gativo e a operação de adi- ção com esses números. É interessante para ser propos- ta logo que os números ne- gativos forem introduzidos. A segunda pode ser propos- ta desde a 5 a^ série, como um desafio. Ao longo do ano pode-se propor aos es- tudantes que tragam novas soluções, discutam os casos mais difíceis...

Números

  • um 3o^ aluno registrava no quadro negro, dividido em 5 colunas, o que esta- va sendo feito. O 2 o^ aluno dava ordens do tipo: “ande – 2 e depois ande – 4 e diga onde parou”.

O 1o^ aluno executava as ordens e dizia: “– 6”. O 3o^ aluno escrevia:

(–2) + (–4) = (–6). Isto era repetido:

“ande – 3, depois + 5 e diga onde parou” – resposta: +2 – registrava-se:

(–3) + (+5) = (+2) A brincadeira continuou bastante tempo, com envolvimento total da classe. (Disse-me o professor que, às vezes, dividia cada fileira em 2 times: um time dando as ordens, e o outro executando e registrando os resultados. Quando al- guém errava, os times trocavam de papel).

Uns 10 minutos antes de terminar a aula, o professor pediu silêncio, dizen- do que agora era a vez de ele entrar na brincadeira.Desenhou no quadro negro a reta numerada.

e perguntou à classe:

“Quanto é – 4 + 7?” Foi muito interessante observar o movimento que os garotos faziam com os dedos:

e o grito: +3.

Disse-me o professor que nas aulas seguintes sempre desenhava a reta numerada no quadro negro mas, cada vez menos alunos precisavam mover o dedo para chegar ao resultado de uma adição. Aparentemente, os alunos vão percebendo como efetuar as adições, sem que jamais o professor preci- se dar a receita: “sinais iguais, soma e dá o sinal comum; sinais diferentes...”

Como e quando osComo e quando os Como e quando osComo e quando osComo e quando os

alunos utilizamalunos utilizamalunos utilizamalunos utilizamalunos utilizam

o conceito deo conceito deo conceito deo conceito deo conceito de

proporcionalidadeproporcionalidadeproporcionalidadeproporcionalidadeproporcionalidade

A seguir temos o relato de uma experiência rea-

lizada com alunos da 7a^ série trabalhando a noção de proporção e apresentando as dúvidas, inter- pretações e modos de resolver que ocorreram aos alunos envolvidos. A proporcionalidade é um dos conceitos matemáticos mais presentes na vida, todas as pessoas passam por experiências que possibilitam o contacto com algumas noções des- se conceito ou, pelo menos, a constatação da não aquisição de tais noções. A partir da observação de medidas de grande- zas proporcionais, que variam em situações do quotidiano dos alunos, o grupo do Setor Matemá- tico do Projeto Fundão acredita que o conceito de proporcionalidade pode ser construído. O trabalho dessa equipe envolve atividades com escala, receitas, merenda e outras coisas, ba- seadas na vida real, todas orientadas no sentido de levar o aluno a detectar os dados do problema e organizá-los, de preferência em tabelas, para melhor observar suas relações. A experiência foi feita com turmas da 7a^ série do ensino fundamental (12 a 14 anos).

Lúcia A. de A. Tinoco

Um primeiro exemplo de tais atividades

Entregar a cada aluno uma folha em branco a ser colocada num certo canto da carteira.

Entregar outra folha na qual estejam desenhadas quatro figuras: A, B, C e D (ver Figura abaixo). Destas, apenas duas, B e D , representam o tampo da carteira com a folha no canto, em escalas, por exemplo, de 1/5 e 1/10. Na primeira, A, a folha está com as dimensões proporcionais às da real, mas a carteira não; e na terceira, C, a carteira está reduzida corretamente, mas a folha não.

Discutir com os alunos as respostas a perguntas do tipo: qual (is) das figu- ras poderia(m) ser uma fotografia da carteira com a folha? Por quê?

A partir de respostas (em geral corretas), como “a segunda, porque, nessa outra, a folha está muito comprida” e outras, os alunos passam a medir todas as dimensões da figura real e dos desenhos. De início, essas medidas são anotadas sem qualquer ordem e, aos poucos, os alunos sentem a necessidade de alguma organização. Se for preciso, o professor sugere a utilização de tabelas. A partir daí, concluem que:

1 o^ ) quando há proporcionalidade, toda vez que um número de uma situação fica multiplicado (ou dividido) por um número c , o correspondente da outra situação também fica multiplicado (ou dividido) por esse número c ;

2 o^ ) a razão entre cada par de números correspondentes nas duas situações é sempre constante.

O raciocínio multiplicativo, necessário à construção da proporcionali- dade, só é adquirido pelos alunos a partir de muitas experiências, as mais variadas possíveis, desde que iniciando por situações que envolvam fatores simples (o dobro, a metade, ...).

Por exemplo, na primeira tabela, a 2 a^ linha será obtida da 1 a^ , por meio da multiplicação por 2, bem como a 3 a^ linha, por meio da divisão da 1 a^ por 2.

Além dos fatores envolvidos, o tipo de números que aparecem nos dados ou nos resultados influi decisivamente no desempenho dos alunos. Ainda ob- servando a primeira tabela, a dificuldade na 4 a^ linha surge, não porque envol- va fatores complicados (ela pode ser obtida da 3a^ por redução à metade), mas porque a resposta é um número fracionário (3/2 ou 1,5).

Modelo aditivo (^) ✕✕✕✕✕ modelo multiplicativo

Embora reconhecendo que a decomposição dos dados em parcelas e a utilização de multiplicações por fatores bem simples é suficiente para os alunos resolverem a grande maioria dos problemas a eles apresentados, deparamo-nos com duas questões, a saber:

(a) Os alunos, que resolvem os problemas de proporcionalidade pelo modelo aditivo (decomposição em parcelas), sabem por que podem fazer isso?

(b) É aconselhável levar esses alunos a resolver tais problemas pelo reconhecimento da igualdade de duas razões?

A esse respeito, relataremos, a título de exemplo, entrevista feita com aluna da 7 a^ série, ao final do estudo do tópico de proporções.

Ressaltamos a importância do método de entrevista para melhor conhe- cer o raciocínio do estudante, mas lembramos que o exemplo aqui apresenta- do não deve ser encarado como um modelo a ser repetido. Outros alunos darão outras respostas e outras respostas exigem novas perguntas.

E: entrevistador. A: aluna.

E – Resolva esse problema:

Numa creche, 4 litros de leite dão para preparar 22 mamadeiras iguais. Quantas mamadeiras iguais a essas poderão ser preparadas com 10 litros de leite?

A dificuldade essencial, nesse caso, é reconhecer 10 como um múltiplo de 4: muitos alunos acreditam que não existe um número que multiplicado por 4 dê 10.

Tal dificuldade é contornada pelo uso do modelo aditivo.

A :

55 mamadeiras

E – Explique o que você fez.

A – Se 4 litros dão 22 mamadeiras, 4 + 4 = 8 dão 22 + 22 = 44 e 2 dão 11 mamadeiras, logo, 10 litros dão 55 mamadeiras.

E – Por que você fez assim?

A – Porque é mais fácil.

E – É sempre possível resolver assim?

A – Depende do problema.

Para refletir sobre a questão, o entrevistador apresenta à aluna outro problema.

Com 24 metros de brim, podem-se fazer 16 calças iguais. Quantas cal- ças iguais a essas podem-se fazer com 15 metros do mesmo tecido?

A – No primeiro, eu multipliquei, e agora, de 24 para 15 não posso multiplicar. Então a resposta é 7.

E – O que voce fez?

A – 24 menos 16 dá 8. Então diminuí 8 de 15.

E – Observe o outro problema:

Com 24 metros de brim, podem-se fazer 8 calças iguais. Quantas cal- ças iguais a essas podem-se fazer com 12 metros do mesmo tecido?

E – As calças são iguais?

A – São.

E – Posso escrever um igual ao outro?

A – Pode.

E: =.

Agora você pode resolver.

A (demonstrando dificuldade no produto “em cruz”):

24 x = 16 ✕ 25

Conclusões

As dificuldades apontadas inicialmente são reais. Não se deve impor a solução dos problemas de proporcionalidade di- reta pela igualdade de duas razões; a solução pela decomposição em par- celas é válida (como outras não analisadas aqui).

O importante é que, ao utilizar qualquer método, o aluno saiba por que pode utilizá-lo.

É importante que o aluno saiba que existe a solução mais econômica da proporção, para que possa optar por ela, se julgar necessário.

A pesar de a “regra de três composta” ser tratada

em textos didáticos e já ter sido discutida em vários números da RPM , nossos leitores continuam con- sultando-nos a respeito de problemas envolvendo proporcionalidade, como os problemas A e B abai- xo. Há vários modos de resolver esses problemas e cada autor, bem como cada professor, acha, é claro, que o “seu jeito” é o melhor. Voltamos ao tema, apre- sentando duas soluções alternativas para cada um dos problemas A e B , consideradas, é claro, como as “melhores” pelos seus autores.

Problema A 21 pintores, trabalhando 8 horas por dia, pin- tam um edifício em 6 dias. Nas mesmas condi- ções, quantos dias serão necessários para que 9 pintores, trabalhando 7 horas por dia, pintem o mes- mo edifício?

Resolução 1 Sempre é possível resolver esse tipo de pro- blema com a chamada “redução à unidade”, que consiste no seguinte: 21 pintores, trabalhando 8 horas por dia, pintam o edifício em 6 dias;

Os problemas sugeri- dos aqui trabalham o raciocínio do aluno para que ele apreenda a idéia que está por trás da regra de três. É inte- ressante propor os problemas e discutir di- ferentes formas de solucioná-los.

Regra de três

composta

Resolução 1 Novamente, é possível resolver esse problema com a chamada “redu- ção à unidade”:

10 máquinas 6 horas por dia 60 dias 90 000 peças

1 máquina 6 horas por dia 60 dias 9 000 peças

1 máquina 1 hora por dia 60 dias peças

1 máquina hora por dia 1 dia = 25 peças

12 máquinas 1 hora por dia 1 dia 12 ✕ 25 = 300 peças

12 máquinas 8 horas por dia 1 dia 8 ✕ 300 = 2 400 peças

Então, 12 máquinas, trabalhando 8 horas por dia, fazem 2 400 peças. Logo, para produzir 192 000 peças serão necessários

dias.

Resolução 2 Montando uma equação algébrica que exprime a dependência entre as variáveis envolvidas no problema:

Sejam m o número de máquinas, h o número de horas de funcionamento por dia, d o número de dias, e p o número de peças produzidas.

Se k é o número de peças que cada máquina produz por hora, temos:

p = kmhd

ou

VOCÊ SABE POR QUE FUNCIONA?

Considere os exemplos abaixo:

867 86 – 9 ✕ 7 = 23

23 não é divisível por 13, logo 867 também não.

36 546 3 654 – 9 ✕ 6 = 351 0 351 – 9 ✕ 0 = 35 1 35 – 9 ✕ 1 = 26 23 é divisível por 13, logo 36 546 também é.

8 281 828 – 9 ✕ 1 = 81 9 81 – 9 ✕ 9 = 0

0 é divisível por 13, logo 8 281 também é.

77 741 7 774 – 9 ✕ 1 = 7 76 5 776 – 9 ✕ 5 = 73 1 73 – 9 ✕ 1 = 64 64 não é divisível por 13, logo 77 741 também não.

Que regra os exemplos sugerem? Como provar que é verdadeira ou não?

Substituindo na equação obtida as duas seqüências de valores dadas no problema, temos:

de onde

264 = 1,84467440737 ✕ 1019 = 18 446 744 073 700 000 000. Na realidade, isso é uma aproximação do verdadeiro resultado, dada a impossibilidade de a cal- culadora exibir todos os 20 algarismos desse número inteiro. Temos que nos precaver ainda contra o fato de que o último 7 pode não ser exato; ele pode ter sido aproximado para cima. (Por exemplo, se você preparar sua calcu- ladora para trabalhar com 4 dígitos no visor, ela vai dar: 264 = 1,845 ✕ 1019. Alguém poderia erradamente concluir que o quarto algarismo de 2^64 é 5, quan- do na realidade é 4, que foi aproximado para 5 porque o seguinte era 6 ≥ 5.) Portanto, o que sabemos mesmo é que 2^64 = 1,84467440737 xxx xxx xxx.. Nosso objetivo é descobrir quais são os 9 últimos algarismos desse número, sendo o primeiro deles igual a 6 ou 7.

Uma forma de proceder é a seguinte. A calculadora com 12 dígitos no visor consegue exibir todos os algarismos de

Denotando-se a = 42 949 e b = 67 296, tem-se:

2 64 = (2^32 )^2 = ( a ✕ 105 + b )^2 = a^2 ✕ 1010 + 2 ab ✕ 10 5 + b^2.

A primeira parcela é um inteiro terminado em 10 zeros e, portanto, não vai influir nos últimos 9 algarismos da soma. Os números 2 ab e b^2 podem ser calculados na calculadora, obtendo-se 2 ab ✕ 10 5 + b^2 = = 578 059 180 800 000 + 4 528 751 616. Neste ponto, não adianta fazer essa soma na calculadora, porque a primeira parcela não cabe no visor. Como porém estamos interessados apenas nos 9 últimos algarismos des- se número, fazemos: 180 800 000 + 528 751 616 = 709 551 616. Conclui- se finalmente que 2 64 = 18 446 744 073 709 551 616. A propósito de exercícios, o leitor pode experimentar outras maneiras de decompor 2^32 em parcelas. Verá que algumas funcionam melhor que outras. Por exemplo, na decomposição 2^32 = 429 ✕ 107 + 4 967 296, o quadrado da segunda parcela não caberá no visor. O que acontece, se só dispusermos de uma calculadora “do feirante”, com apenas 8 dígitos no visor? Neste caso, já 2^32 não cabe no visor, apare- cendo 42,949672 e 4,2949672 ✕ 109. Em primeiro lugar, deve ser lembrado que é perfeitamente possível calcu- lar rapidamente potências nesse tipo de calculadora. Em seguida, pode-se usar um procedimento análogo ao precedente, partindo de 2^16 = 65 536, para determinar os 3 algarismos de 2 32 = 4 294967 xxx.

Por exemplo: 2^32 = (2^16 )^2 = (65 ✕ 103 + 536)^2 = 4 225 ✕ 106 + 69 680 ´ 10^3 + 287 296. Aqui, a primeira parcela termina em 6 zeros e a segunda, em 4 zeros. De modo que os 3 últimos algarismos de 2^32 são 296 e, portanto, 2^32 = 4 294 967 296.

Na calculadora de 8 dígitos no visor, o número 2 64 aparece como

1,8446744 ✕ 1019 = 18 446 74x xxx xxx xxx xxx,

e precisamos descobrir seus 13 últimos algarismos. Agora, não adianta de- compor 2^32 como feito anteriormente, pois aparecerão números com mais de 8 algarismos.

Um caminho promissor é decompor 2^32 em 3 parcelas convenientemente escolhidas e, em seguida, utilizar a fórmula

( a + b + c ) 2 = a^2 + b^2 + c^2 + 2 ab + 2 ac + 2 bc. Assim:

2 64 = (2 32 ) 2 = (4 294 ✕ 10 6 + 967 ✕ 10 3 + 296) 2. Agora, a calculadora permite calcular:

4 294 ✕ 1012 = 18 438 436 000 000 000 000 2 ✕ 4 294 ✕ 967 ✕ 10 9 = 8 304 596 000 000 000 (967 2 + 2 ✕ 294 ✕ 296) ✕ 106 = 3 477 137 000 000 2 ✕ 967 ✕ 296 ✕ 10 3 = 572 464 000 2962 = 87 616

2 64 = 18 446 744 073 709 551 616

Esperamos que esses exemplos estimulem o leitor a usar inteligentemente a sua calculadora, para superar as limitações desse instrumento.

deverá proceder da mesma forma;

c) o time que terminar primeiro de preencher seu quadro, corretamente, será o campeão do dia.

Escreva com algarismos arábicos:

Observação

Nenhum aluno deverá ir à lousa pela segunda vez, antes que todos os outros do seu time tenham ido uma vez ao menos.

Horizontal Vertical

  1. MMDCXXI 1. MMDL
  2. CDXXXV 2. DCXLVIII
  3. DXLI 3. MMCLXXV
  4. MMMXL 4. XL
  5. DLXXXVII 5. MMMCDLXXVIII
  6. DCCVII 6. D
  7. DCXXXVIII 7. LXXXIX
  8. XCII 9. CCCXLVI
  9. CXII 12. DCCXCI
  10. CMXLVI 15. MMCCXXII
  11. CCCXXIV 16. MMMCDLXXXIX
  12. DLXXXIII 17. MCDII
  13. MMMXLII 18. CMLI
  14. MCMLXXIV 19. DCXXXVII 25.CMLII 21. CCXXXV

Duas “mágicas” intrigan- tes que levam ao estudo do critério de divisibili- dade por 9. A brincadei- ra da caixa de palitos de fósforos pode ser feita pelo professor na sala de aula e utilizada desde a 5 a^ série.

Adivinhação

P ede-se para alguém pensar em um número de

vários algarismos e somar esses algarismos. Em seguida pede-se que a pessoa subtraia a soma do número pensado. A pessoa deve então ocultar um algarismo desse último resultado obtido e informar o valor da soma dos algarismos restantes. Com isso o proponente da brincadeira “adivinha” o algaris- mo que foi ocultado.

Exemplo Número pensado: A = 6435879

A – S =

A pessoa oculta, por exemplo, o algarismo 8 e fornece a soma dos outros que é

Mágicas