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manual sobre Unix, Manuais, Projetos, Pesquisas de Processamento de Dados

manual sobre unix

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2013

Compartilhado em 18/09/2013

vinicius-caldeira-rehem-9
vinicius-caldeira-rehem-9 🇧🇷

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TUTORIAL
UNIX
Este manual.
O objetivo deste manual é servir de referência inicial a usuários iniciais de Unix, e mais
particularmente do Sistema Operacional Linux, desenvolvido para Pcs. Estão contidos aqui, os
comandos mais utilizados numa primeira interação com esse sistema. O manual foi desenvolvido
baseado em livros e na prática em cima de máquinas Linux.
O que é o UNIX?
R. É um sistema operacional; uma coleção de programas projetados para controlar as
interações das funções de baixo nível da máquina com os programas de aplicação.
Como é tratado um arquivo no UNIX?
R. Um arquivo pode estar disponível somente para o próprio usuário ou ser compartilhado
com outros usuário. Quem decide é o usuário que cria-o. Ao digitar-se o comando “ls -l”, todos os
arquivos do diretório corrente serão listados. Nota-se que na primeira coluna da esquerda para
direita, teremos 10 caracteres. Estes caracteres são, em ordem:
d, l, c, b - Se estiver setado, quer dizer que esse é um diretório / link / dispositivo caracterer /
dispositivo bloco.
r - Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode ler o conteúdo do arquivo.
w - Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode escrever no arquivo.
x - Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode executar o arquivo.
r - Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário
podem ler o conteúdo do arquivo.
w - Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário
podem escrever no arquivo.
x - Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário
podem executar o arquivo.
r - Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem ler o conteúdo do arquivo.
w - Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem escrever no arquivo.
x - Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem executar o arquivo.
Ex: drwxrwxrwx
Não estar setado, significa que em vez de ter uma letra na coluna correspondente, teria um
“-”.
Ex: -rwxr--r--
Este exemplo quer dizer que é um arquivo, onde o usuário tem permissão de leitura, escrita
e execução do mesmo; onde o grupo só pode ler o arquivo, não podendo escrever e executar; e
onde os outros usuário também podem ler o arquivo, ficando sem a opção de escrever e
executar o mesmo.
O usuário pode mudar essas restrições, usando o comando chmod, que será explicado
posteriormente.
Comandos básicos do UNIX:
adduser - Cadastro de usuários. Comando válido somente para o superusuário.
banner - É usado para criar palavras com letras gigantes.
Ex: banner Ola Mundo
Normalmente a saída do banner é o vídeo, mas pode-se redirecionar para um arquivo:
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TUTORIAL

UNIX

Este manual. O objetivo deste manual é servir de referência inicial a usuários iniciais de Unix, e mais particularmente do Sistema Operacional Linux, desenvolvido para Pcs. Estão contidos aqui, os comandos mais utilizados numa primeira interação com esse sistema. O manual foi desenvolvido baseado em livros e na prática em cima de máquinas Linux.

O que é o UNIX? R. É um sistema operacional; uma coleção de programas projetados para controlar as interações das funções de baixo nível da máquina com os programas de aplicação.

Como é tratado um arquivo no UNIX? R. Um arquivo pode estar disponível somente para o próprio usuário ou ser compartilhado com outros usuário. Quem decide é o usuário que cria-o. Ao digitar-se o comando “ls -l”, todos os arquivos do diretório corrente serão listados. Nota-se que na primeira coluna da esquerda para direita, teremos 10 caracteres. Estes caracteres são, em ordem: d, l, c, b - Se estiver setado, quer dizer que esse é um diretório / link / dispositivo caracterer / dispositivo bloco. r - Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode ler o conteúdo do arquivo. w - Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode escrever no arquivo. x - Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode executar o arquivo. r - Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário podem ler o conteúdo do arquivo. w - Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário podem escrever no arquivo. x - Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário podem executar o arquivo. r - Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem ler o conteúdo do arquivo. w - Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem escrever no arquivo. x - Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem executar o arquivo. Ex: drwxrwxrwx

Não estar setado, significa que em vez de ter uma letra na coluna correspondente, teria um “-”. Ex: -rwxr--r-- Este exemplo quer dizer que é um arquivo, onde o usuário tem permissão de leitura, escrita e execução do mesmo; onde o grupo só pode ler o arquivo, não podendo escrever e executar; e onde os outros usuário também só podem ler o arquivo, ficando sem a opção de escrever e executar o mesmo. O usuário pode mudar essas restrições, usando o comando chmod , que será explicado posteriormente.

Comandos básicos do UNIX:

adduser - Cadastro de usuários. Comando válido somente para o superusuário.

banner - É usado para criar palavras com letras gigantes. Ex: banner Ola Mundo Normalmente a saída do banner é o vídeo, mas pode-se redirecionar para um arquivo:

Ex: banner Ola Mundo ola.mundo

cat - Esse comando é similar ao TYPE do DOS. Visualiza o arquivo, sem abrí-lo em um editor de texto. Pode-se usar o comando “|more”, que visualiza o arquivo em páginas.

cd - Passar entre diretórios. Ex: cd .. Esse comando volta para o diretório mãe do diretório onde estava. Ex: cd Esse comando volta para o diretório home. Ex: cd/users Esse comando passa do diretório atual para o diretório users se ele existir.

chfn - Esse comando muda informações do finger. Ex: chfn Muda informações como nome, trabalho, telefone do trabalho e telefone de casa.

chgrp - Esse comando é usado para mudar o atributo de pertinência de grupo de um arquivo. Ex: chgrp novo_grupo nome_do_arquivo

chmod - Esse comando é usado para mudar o modo de acesso de um arquivo Ex: chmod quem+-que nome_do_arquivo Ex: chmod go-rw arquivo Essa linha de comando faz com que o arquivo “arquivo” retire(-) as permissões de leitura(r) e escrita(w) do grupo(g) e dos outros(o). Quer dizer que os usuários do mesmo grupo e os outros não terão mais acesso sobre o arquivo. Opções: “quem” => u - usuário; g - grupo; o - outros. “+-” => + dá permissão; - retira permissão. “que” => r - ler(read); w - escrever(write); x - executar.

chown - Esse comando é usado para passar a proriedade de um arquivo para outra pessoa. Para mudar a propriedade de uma arquivo, o usuário tem de ser dono do arquivo. Se o usuário mudar acidentalmente a propriedade, tem de pedir ao novo usuário que mude a propriedade de volta. Ex: chown novo_dono nome_do_arquivo

clear - Limpa tela.

cp - O comando cp é usado para duplicar arquivos. Copia um ou vários arquivos.

Ex: cp arquivo1 arquivo Arquivo1 é o arquivo de entrada da operação de cópia, e o arquivo2 é a saída produzida. Arquivo1 e arquivo2 devem ter nomes distintos; se tiverem o mesmo nome, então será emitida uma mensagem de diagnóstico indicando que são identicos, e o arquivo não será copiado sobre si mesmo. Se o arquivo2 já existia, seu conteúdo será substituído pelo conteúdo do arquivo1.

Sintaxe: cp [-ipr] [arquivo ...]

Parâmetros:

listao.arj, que localizão-se no diretório /pub/vest.

grep - É a base da família de comandos grep(grep,egrep,fgrep). É um filtro que examina os arquivos de entrada em busca de padrões. Quando um batimento é encontrado, a linha que o contém é gravada na saída padrão, a menos que seja impedido por uma das opções. Múltiplos arquivos podem ser processados concorrentemente especificando-se seus nomes na linha de comando, embora usulamente seja usado em um arquivo por vez. Ex: grep opções expressão arquivo(s) As opções são:

  • -c : produz contagem das linhas que contém o padrão;
  • -i : instrui o grep a não lvar e conta a diferença entre letras maiúsculas e ninúsculas.
  • -l : especifica que somente devem ser exibidos os nomes dos arquivos que contém o padrão. Útil quando se processa grande quantidade de arquivos.
  • -n : ativa a numeração de linhas, na exibição das linhas que batem.
  • -s : causa a supressão das mensagens de erro quando são encontrados arquivos que não podem ser lidos ou quando não são encontrados os arquivos especificados.
  • -v : instrui o grep a imprimir na saída padrão todas as linhas, exceto aquelas que não contém o padrão. Se o usuário quiser ver sua entrada em um arquivo como o /etc/passwd, não é necessário listar o arquivo inteiro, ou editá-lo. O camando a seguir poderia ser usado para produzir a informação desejada: Ex: grep ‘tsm’ /etc/passwd

Tabela de Tipos de Arquivos:

Compactador Descompactador Extensão

Zip Unzip .zip

Pack Unpack .z

Compress Uncompress .Z

Gzip Gunzip ou Gzip –d .gz

Obs.:

zip e unzip são os equivalentes ao pkzip e pkunzip para DOS / Windows. gunzip - Esse comando é usado para descompactar arquivos com extenções “.gz”, “.tgz”, “.taz”, “.tar.gz” e “tar.Z”. Ex: gunzip nome_do_arquivo Esse comando pode ser substituído por gzip -d ou zcat.

Exercício: Descompactar o arquivo listao.txt.gz , que foi buscado por ftp na UFSM. Logo após, copie o arquivo para o diretório c: e visualize-o no MS-WordPad.

gzip - Esse comando é usado para compactar arquivos. É criada então a extensão “.gz”. Ex: gzip nome_do_arquivo Cria-se então, o arquivo “nome_do_arquivo.gz”. Para descompactá-lo, usa-se o comando gzip -d , gunzip ou zcat.

Exercício: Compactar o arquivo listao.txt , que foi buscado na UFSM e descompactado por gunzip.

Outros:

Awk Formatar saídas para aparecer determinadas colunas

Cb Embelezador de programas para C.

Split: Ex.: split -b 1440k arquivo.exe arquivo (Linux)

Ex.: copy /b arquivo.* arquivo.exe

Cal Mostra um calendário

Sed Substitui cadeias em arquivos

E.: sed s/4/9/g arqfonte arqdestino

OBS.:

Arquivos .ps PostScript é da Adobe Systems usado para traçar gráficos tridimensionais ou não em impressoras e vídeos.

kill - Esse é o comando usado para encerrar processos ativos no sistema UNIX. Não há um programa equivalente no DOS, porque o DOS é um sistema monotarefa. Para eliminar um processo, o usuário deve ter autorização. Apenas os processos iniciados pelo usuário podem ser por ele eliminados. O superusuário tem autorização para eliminar qualquer processo, inclusive o 0. Ex: kill -9 137 Neste exemplo, o processo com ID 137 seria imediatamente encerrado e retirado da memória. A opção -9 é um tiro imediato e fulminante. Para saber o número do processo a ser excluído, o comando é ps.

ln - Esse comando é usado para criar ligações (nomes alternativos) para outro arquivo. Quando

uma ligação é criada para um arquivo ou outra ligação, todas as mudanças nas ligações são, na

realidade, mudanças no arquivo ao qual estão ligadas. Cria links a arquivos ou diretórios.

A instrução ln cria o nome meuperfil para o arquivo /usr/tsm/.profil. Qualquer referência ao arquivo meuperfil é, na realidade, uma referência à /usr/tsm/.profile. A ligação pode ser removida com qualquer um dos seguintes comandos:

  • unlink meuperfil
  • rm meuperfil

Ex: ln /usrtsm/.profile meuperfil

ln [-fs] ln [-fs] [arquivo ...]

Parâmetros:

-f Cria o link mesmo se o arquivo destino não exista ou não estiver acesível. -s Cria um link simbólico (soft link).

Obs: ln pode criar tanto links simbólicos (soft links) como diretos (hard links); ln cria links diretos por default.

ls - É a listagem dos arquivos e diretórios do corrente diretório. Ex: ls Opções:

  • -l : listagem em formato de lista;
  • -a : listagem dos arquivos ocultos ( arquivos que inicial com “.” );
  • -d : listagem dos diretórios;

OBS: Essa nova password deve conter números e letras, e não apenas um deles. O comando passwd não aceita password’s “fáceis” de descobrir. Ex: passwd Depois de dar o comando, o sistema pedirá para digitar a password antiga. Após digitar, o sistema pedirá a nova password. Então digite o que você quiser. Repita a password. Se a mensagem for “Password Changed”, deu certo.

pine - Aplicativo que visualiza, envia, recebe e escreve-se fax. Ex: pine

Principais Funções: ? Help; C Composição de Mensagens; I Visualizar Mensagens que estão na Pasta Corrente; L Selecionar Pasta de Mail’s; A Endereços Particulares; S Setup; Q Exit.

C Composição de Mensagens: To : <endereço do destinatário> Cc : <endereço de quem manda> Attachment : <arquivos que o usuário deseja enviar com o mail> Subject : <título do mail> ---------------- Message Text -------------

L Selecionar Pasta de Mail’s: Para visualizar um mail novo, selecione a Pasta INBOX.

Exercício: Mandar um mail para um usuário vizinho.

ping - Esse comando vê a comunicação entre seu terminal e o endereço desejado. Ex: ping www.ibm.com Esse comando é necessário saber, pois com ele, verifica-se a velocidade da rede e se ela está parada. Para sair, click Ctrl-C.

Exercício: Compare as velocidades de transmissão de dados dos endereços:

  • www.microsoft.com
  • www.unijui.tche.br

ps - A finalidade do comando ps é reportar a situação de processos ativos no UNIX. O comando ps tem várias opções. As opções -e e -f são de maior interesse para os desenvolvedores, já que reportam todas as informações disponíveis para todos os processos. Essas opções são especificadas como -ef, que produz oito colunas de informação, como segue (as principais):

  • Coluna UID: identifica a ID do dono do processo. A ID correspondente ao nome de conexão do usuário, como especificado em seu registro no etc/passwd.
  • Coluna PID: identifica o número de ID do processo. É preciso conhecer esse número para tomar qualquer atitude com relação ao processo, como usar o comando kill.
  • Coluna PPID: identifica o pai do processo.
  • Coluna STIME: indica a hora em que o processo foi iniciado.
  • Coluna TTY: indica o terminal de controle associado ao processo, e podem conter o caracter ?, significando que o processo não tem um terminal de controle.
  • Coluna TIME: indica o tempo total de execução que o processo acumulou desde quando

foi começado.

  • Coluna COMMAND: descreve o nome do processo, indicando qual comando que está sendo executado, bem como seus argumentos. Ex: ps -ef

pwd - Esse comando é usado para mostrar o diretório corrente, e é, na realidade, um acrônimo de print working directory (mostre o diretório de trabalho). Ex: pwd

rm - Este comando é usado para remover arquivos do sistema de arquivos do UNIX. As opções são -f, -r e -i. A ação padrão, quando nenhuma opção é indicada, é tentar remover os objetos especificados. Cuidado com o uso de curingas, pois pode ter conseqüências desastrosas! Ao entrar este comando, esteja absolutamente certo do diretório em que será executado. Ex: rm * Este comando deleta tudo o que estiver no diretório corrente. Cuidado com esse comando.

rmdir - Esse comando é usado para remover somente diretórios vazios, e é uma forma relativamente segura de remover diretórios. Supondo que o diretório chamado “/usr/scr/cmd/lixo” não contenha arquivos, o comando a seguir pode ser usado para removê-lo do sistema de arquivos: Ex: rmdir /usr/scr/cmd/lixo Nesse exemplo, lixo deve ser um diretório, senão haverá uma mensagem de erro.

talk - Esse comando dá a permissão de conversar com outro usuário por meio do teclado. O outro usuário necessariamente deve estar logado no sistema UNIX. Ex: talk <nome_do_usuario>@dinf.unicruz.tche.br Para sair, Ctrl-C.

Exercício: Dê um talk para seu vizinho.

tar - Compacta vários arquivos, transformando em apenas um. Ex: tar cvf backup.tar * “Backup.tar” é o nome do arquivo criado.

  • são os arquivos a serem compactados.

v => mostra os arquivos processados;

telnet - Terminal remoto. Emula um terminal virtual do servidor remoto. Possibilita conectar- se em outros computadores da Internet com plataforma Unix. Ex: telnet www.unijui.tche.br Esse comando conecta o usuário com o servidor “www.unijui.tche.br”. Ao receber mensagem indicando conexão, o sistema irá pedir o seu login. Se o usuário estiver cadastrado no servidor, somente digita-se seu login e sua password. Se estiverem corretas, o usuário entrará no sistema automaticamente em seu diretório HOME.

traceroute - Esse comando traça toda a rota que o servidor faz para chegar em um endereço www. Ex: traceroute www.ibm.com O comando acima traça a rota de servidores até chegar no endereço ibm.com.

Exercício: Traçar a rota para o endereço da Microsoft. (www.microsoft.com).

  • posiciona no início do bloco;

  • dá o comando: 10yy (10 linhas);

  • posiciona o cursor e pressiona “p”

w - Esse comando lista os usuários que estão logados no sistema UNIX. A lista mostra o login, a hora em que foi o usuário logou-se, o aplicativo em que encontra-se e a quanto tempo, entre outras informações. Ex: w

wc - O comando wc é também chamado o comando de contagem de palaras. Ele pode contar e informar a quantidade de caracteres, palavras e linhas do(s) arquivo(s) especificado(s). Ex: wc arquivo

who - O comando who é usado para determinar a quantidade e identidade dos usuários que estão utilizando o sistema UNIX no momento. Além do nome dos usuários, pode tambem informar a hora de abertura da sessão; o terminal (registro/dev); o PID do interpretador de comando do usuário; e outras informações, todas obtidas no arquivo /etc/utmp que é dinamicamente modificado à medida que cada usuário abre ou fecha uma sessão. Ex: who Para saber quem está logado no terminal, digite: Ex: whoami

Comandos Unix:

Listagem das funções e comandos está em /usr/man/whatis

pwd ls mv cp rm mkdir rmdir

chmod chown chgrp grep ln users | wc -w

loop.c & ps kill Quando digitamos ^Z mandamos um sinal SIGSTOP. bg irá reiniciar o processo em

background.

A lista com os processos ativos é o comando jobs -l. fg coloca-o em foreground

kill -l = mostra os sinais. Uso da área de swap (memória secundária)

Exemplo de processo em background: remetende de uma mensagem. As mensagens

são transferidas no formato texto.

Processos = são gerenciados pelo núcleo do sistema UNIX.

Dutos ou pipes = é um meio de conexão entre a saída de uma aplicação e a entrada de

outra.

Executáveis = são os shell scripts e arquivos compilados. Multitarefa = não há programas residentes mas há processos sendo executados

Arquivos = Cada arquivo está ligado a um inodo. Temos que usar shutdown para evitar

discrepâncias na contagem de blocos livres e alocação de inodos que afetarão arquivos e

diretórios modificados durante a última sessão operacional do UNIX. O superbloco seria a

grossíssimo modo uma FAT, e é gravado periodicamente pelo núcleo.

Multiusuários = programas devem considerar o compartilhamento de arquivos

Disquetes = 1. Deve ter sido formatado; 2. O sistema de arquivo ser válido; 3. Deve ser

montado.

Shell Scripts = são os equivalentes aos arquivos .bat do DOS, mas identificados aqui com a extensão .sh.

Siglas

FTP - File Transfer Protocol HTML - Hipertext Markup Language HTTP - Hipertext Transfer Protocol ICMP - Internet Control Message Protocol. Controle entre gateways e hosts. IRC - Internet Relay Chat TCP-IP - Transmission Control Protocol / Internet Protocol. ARP, Rarp, ICMP, IGMP, UDP, SMTP, RPC, FTP, Telnet, DNS, SNMP, TFTP. TCP - Serviço de transporte orientado à conexão IP- Serviço de rede não orientado à conexão (protocolo do tipo datagrama) NFS – Network File System – Esquema de compartilhameto de diretórios em rede. Slip / PPP - Protocolos utilizados na conexão entre dois computadores via modem e linha telefônica. SLIP - Serial Line IP. Comunicação ponto a ponto assíncrono. SMPT – Simple Mail Transfer Protocol. UDP - User Datagram Protocol. Funcionalidades mais simplificadas que o TCP. ex.: DNS URL - Uniform Resource Locators WWW - World Wide Web

Endereços