Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Manual tcc unir, Notas de estudo de Cultura

Instruções

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 02/02/2011

andreia-feba-1
andreia-feba-1 🇧🇷

5

(1)

1 documento

1 / 42

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA – UNIR
CAMPUS DE CACOAL
DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS
MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO E
APRESENTAÇÃO DE ARTIGOS DE CONCLUSÃO DE
CURSO
CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS
CONTÁBEIS
ORGANIZADORES:
Creunice Borges
Geraldo da Silva Correia
Maria Bernadete Junkes
Nilza Duarte Aleixo de Oliveira
Wellington Silva Porto
Cacoal
2007
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Manual tcc unir e outras Notas de estudo em PDF para Cultura, somente na Docsity!

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA – UNIR

CAMPUS DE CACOAL

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO E

APRESENTAÇÃO DE ARTIGOS DE CONCLUSÃO DE

CURSO

CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS

CONTÁBEIS

ORGANIZADORES:

Creunice Borges

Geraldo da Silva Correia

Maria Bernadete Junkes

Nilza Duarte Aleixo de Oliveira

Wellington Silva Porto

Cacoal 2007

SUMÁRIO

  • RESUMO
  • INTRODUÇÃO
  • 1 CONCEITUAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
  • 2 ESTRUTURA DO ARTIGO
  • 2.1 2.1.1 E LEMENTOS T ÍTULO P RÉ- TEXTUAIS
  • 2.1.2 AUTOR
  • 2.1.32.1.4 RPALAVRASESUMO - CHAVE
  • 2.2 2.2.1 E LEMENTOS I NTRODUÇÃO TEXTUAIS – CORPO DO ARTIGO
  • 2.2.2 DESENVOLVIMENTO, RESULTADOS E DISCUSSÃO
  • 2.2.3 2.3 E LEMENTOS PÓS CONSIDERAÇÕES - TEXTUAIS FINAIS
  • 2.3.1 REFERÊNCIAS
  • 2.3.22.3.3 OABRAS CONSULTADASPÊNDICES
  • 2.3.4 ANEXOS
  • 3 LINGUAGEM
  • 4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO ARTIGO
    1. 1 P APEL, F ORMATO E IMPRESSÃO
  • 4.2 4.3 MP AGINAÇÃO ARGENS
  • 4.4 4.5 DAIVISÃO DOLÍNEAS TEXTO
  • 4.6 ILUSTRAÇÕES
  • 4.7 4.7.1 C ITAÇÕES CITAÇÃO DIRETA
  • 4.7.24.7.3 CCITAÇÃOITAÇÃO DE CITAÇÃO I NDIRETA
  • 4.8 NOTAS DE RODAPÉ
    1. PLÁGIO E FRAUDE – CONCEITOS NECESSÁRIOS
  • 5.1 5.2 PP LÁGIO E FRAUDE IRATARIA E PROPRIEDADE INTELECTUAL
    1. 3 ANONIMATO E SIGILO
  • 5.4 5.5 EANGODO NA PESQUISAUTORIA E CO - AUTORIA
  • 6 VERSÃO FINAL
  • 6.1 6.2 CDAPAORSO OU LOMBADA
  • 6.3 M ODELO DE CAPA DO ESTOJO DE CD
  • 6.4 M ODELO DE ETIQUETA DE CD
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • REFERÊNCIAS
  • OBRAS CONSULTADAS
  • APÊNDICES
  • APÊNDICE APÊNDICE AB – - EEXEMPLO DEXEMPLO DE CF OLHA DE APA ROSTO
  • APÊNDICE C – EXEMPLO DE F OLHA DE APROVAÇÃO
  • APÊNDICE APÊNDICE DE – – EEXEMPLO DEXEMPLO DE AD GRADECIMENTOEDICATÓRIA
  • APÊNDICE F – EXEMPLOS DE REFERÊNCIAS

Modelo de estrutura da versão final do artigo

Capa (obrigatório - modelo Apêndice A) Folha de rosto (obrigatório - modelo Apêndice B) Folha de aprovação (obrigatório - modelo apêndice C) Dedicatória (opcional – modelo Apêndice D) Agradecimentos (opcional - modelo Apêndice E) Título (obrigatório) Autor (obrigatório) Resumo (obrigatório) Palavras-chave (obrigatório) Introdução (obrigatório) Desenvolvimento, resultados e discussões (obrigatório) Considerações finais (obrigatório) Referências (modelo apêndice F) (obrigatório) Obras consultadas (Opcional) Apêndices (depende do tipo de pesquisa, ex.: estudo de caso e pesquisa de campo) Anexos (opcional)

2.1 Elementos Pré-textuais

Capa (obrigatório - modelo Apêndice A) Folha de rosto (obrigatório - modelo Apêndice B) Folha de aprovação (obrigatório - modelo apêndice C) Dedicatória (opcional – modelo Apêndice D) Agradecimentos (opcional - modelo Apêndice E) Título (obrigatório) Autor (obrigatório) Resumo (obrigatório) Palavras-chave (obrigatório)

2.1.1 Título

O título expressa a idéia geral do tema estudado e o subtítulo especifica a abordagem dada a ele.

2.1.2 Autor

O autor do artigo deve ser identificado com nome completo e os dados de sua qualificação em notas de rodapé.

2.1.3 Resumo

Texto, com uma quantidade predeterminada de 250 palavras, onde se expõe uma breve introdução do assunto, os objetivos do artigo, a metodologia utilizada para solucionar o problema, os resultados alcançados e as principais conclusões.

2.1.4 Palavras-chave

São palavras características do tema que servem para indexar o artigo, máximo de 5 (cinco) palavras.

2.2 Elementos Textuais – corpo do artigo

Introdução (obrigatório) Desenvolvimento, resultados e discussões (obrigatório) Considerações finais (obrigatório)

2.2.1 Introdução

Uma boa introdução deve criar uma expectativa positiva no leitor e despertar seu interesse pela leitura do restante do artigo. Serve para o leitor ter uma noção do tema pesquisado, oferecendo uma visão global do estudo realizado, esclarecendo as delimitações estabelecidas na abordagem do assunto, os objetivos e as justificativas que levaram o autor a tal investigação para, em seguida, apontar as questões de pesquisa para as quais buscará as respostas. Deve-se, ainda, destacar a Metodologia utilizada no trabalho. Obs.: a introdução não deve ser dividida em subtópicos.

2.2.2 Desenvolvimento, resultados e discussão

Nesta parte do artigo, o autor deve fazer uma exposição e uma discussão das teorias que foram utilizadas para entender e esclarecer o problema, apresentando-as e relacionando-as com a dúvida investigada;

2.3.1 Referências

Referências são um conjunto de elementos que permitem a identificação, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diferentes tipos de materiais. As publicações devem ter sido mencionadas no texto do trabalho e devem obedecer as Normas da ABNT 6023/2000. Trata-se de uma listagem dos livros, artigos e outros elementos de autores efetivamente utilizados e referenciados ao longo do artigo. O termo Referências Bibliográficas pode ser usado somente se o material utilizado se constituir apenas de livros. Se houver materiais diferenciados, como artigos da Internet, por exemplo, o recomendado é utilizar apenas Referências. As referências mais utilizadas em trabalhos científicos estão exemplificadas e podem ser consultadas no Apêndice F deste trabalho.

2.3.2 Obras consultadas

Englobam todas as obras utilizadas pelo autor para a realização do trabalho e que não foram mencionadas no trabalho. Para listar as obras consultadas seguem-se as mesmas regras das referências.

2.3.3 Apêndices

Segundo Furasté (2005, p. 141) apêndice é “elemento opcional. Trata-se de um documento, texto, artigo ou outro material qualquer, elaborado pelo próprio autor, e que se destinam apenas a complementar as idéias desenvolvidas no decorrer do trabalho”, conforme exemplo: APÊNDICE A - Experiência com o Ensino Superior

2.3.4 Anexos

Para Furasté (2005, p. 141) anexo é “elemento opcional. Os anexos constituem-se em suportes para fundamentação, comprovação, elucidação e ilustração do texto São elementos não elaborados pelo autor. Devem ser destacados do texto para evitar uma ruptura em sua seqüência e continuidade. Sua paginação é progressiva e deve dar seguimento à do trabalho”, conforme exemplo: ANEXO A – Regulamento Interno

3 LINGUAGEM

Quanto à linguagem científica, Pádua (1996) recomenda que sejam analisados os seguintes procedimentos no artigo científico: a) impessoalidade: redigir o trabalho na 3ª pessoa do singular; b) objetividade: a linguagem objetiva deve afastar as expressões: “eu penso”, “eu acho”, “parece-me” que dão margem a interpretações simplórias e sem valor científico; c) estilo científico: a linguagem científica é informativa, de ordem racional, firmada em dados concretos, onde pode-se apresentar argumentos de ordem subjetiva, porém dentro de um ponto de vista científico; d) vocabulário técnico: a linguagem científica serve-se do vocabulário comum, utilizado com clareza e precisão, mas cada ramo da ciência possui uma terminologia técnica própria que deve ser observada; e) correção gramatical: é indispensável, onde se deve procurar relatar a pesquisa com frases curtas, evitando muitas orações subordinadas, intercaladas com parênteses, num único período. O uso de parágrafos deve ser dosado na medida necessária para articular o raciocínio: toda vez que se dá um passo a mais no desenvolvimento do raciocínio, muda-se o parágrafo. f) os recursos ilustrativos como gráficos estatísticos, desenhos, tabelas são considerados como figuras e devem ser criteriosamente distribuídos no texto.

4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO ARTIGO

4. 1 Papel, Formato e Impressão

O artigo completo não deve ser inferior a 20 (vinte) páginas e nem superior a 30 (trinta) páginas. A contagem inicia na folha de rosto e termina nas referências ou obras consultadas. Não são contadas as páginas de apêndices e anexos para determinação do número máximo de páginas do artigo. De acordo com a ABNT “ o projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho ”. (ABNT, 2002, p. 5, grifo nosso). Segundo a NBR 14724, o texto deve ser digitado no anverso da folha, utilizando-se papel de boa qualidade, formato A4, formato A4 (210 x 297 mm), e impresso na cor preta, com exceção das ilustrações. A letra deve ser tipo Arial ou Times New Roman.

alfabética, não devendo ser numeradas. Indica-se a edição da obra apenas a partir da segunda. Coloca-se a indicação da edição logo após o título da obra. As referências listadas no final do trabalho devem ser digitadas em espaço simples e separadas entre si por um espaço duplo. As referências devem ser alinhadas, da segunda linha em diante, somente à margem esquerda. A listagem das obras consultadas segue as mesmas normas das referências. Apêndices: são identificados por letras maiúsculas consecutivas e em negrito, seguidas de um travessão e o respectivo título. Essa indicação pode ser feita numa folha anterior para não interferir na estrutura física do apêndice, nesse caso, centraliza-se o título do apêndice na extensão da folha. Sua paginação é progressiva e deve dar seguimento à do trabalho. Anexos: deve ser feita com letras maiúsculas consecutivas e em negrito, seguida do travessão e do título. Essa indicação pode ser feita numa folha anterior para não interferir na estrutura física do anexo, nesse caso, centraliza-se o título do anexo na extensão da folha.

4.2 Margens

As margens são formadas pela distribuição do próprio texto, no modo justificado, dentro dos limites padronizados, de modo que a margem direita fique reta no sentido vertical, com as seguintes medidas:

Superior: 3,0 cm. da borda superior da folha Esquerda: 3,0 cm da borda esquerda da folha. Direita: 2,0 cm. da borda direita da folha; Inferior: 2,0 cm. da borda inferior da folha.

4.3 Paginação

A numeração deve ser colocada no canto superior direito, a 2 cm. da borda do papel em algarismos arábicos e tamanho da fonte 10. Inicia-se a contagem pela folha de rosto, porém a numeração só passa a ser colocada (impressa) a partir da primeira página da parte textual (que corresponde à introdução do trabalho). Então as páginas anteriores à introdução, não aparecem os números.

4.4 Divisão do Texto

Os capítulos são chamados pela ABNT de seções primárias e podem ser divididos em seções secundárias, terciárias, etc. As seções têm seus títulos alinhados à esquerda com o mesmo tamanho de letra utilizado no texto.

O algarismo que antecede a cada título e seção recebe a denominação de “Indicativo”. Para esse indicativo, devem ser utilizados algarismos arábicos que são separados do título apenas por um espaço. Não se usa ponto, traço ou qualquer outro sinal entre eles. O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence, seguido do número que lhe foi atribuído na seqüência do assunto, separado apenas por um ponto: 1.1; 1.2... O exemplo a seguir mostra como ficam os indicativos das seções de um capítulo ou parte dele. 1 HISTÓRIA DO CINEMA (MAIÚSCULA COM NEGRITO) 1.1 O Cinema Europeu ( Maiúscula e Minúscula com negrito) 1.1.1 O Cinema Italiano (Maiúscula e Minúscula sem negrito) 1.1.1.1 Bangue-bangues (Maiúscula e Minúscula sem negrito)

É importante lembrar que é necessário limitar-se o número de seção ou capítulo em, no máximo até cinco vezes; se houver necessidade de mais subdivisões, estas devem ser feitas por meio de alíneas. Resumo, introdução, considerações finais, referências, obras consultadas, apêndices, anexos, glossário, por se constituírem partes independentes, jamais devem ser numeradas, tanto no decorrer do texto como no sumário. Os títulos e seções não devem ficar isolados no final da página, sem os seus respectivos textos. Os termos em outros idiomas devem constar em itálico, sem aspas. Exemplos: a priori, on-line, savoir-faires, know-how, apud, et alii, idem, ibidem, op. cit. Para dar destaque a termos ou expressões deve ser utilizado o itálico. Evitar o uso excessivo de aspas que “poluem” visualmente o texto;

4.5 Alíneas

De acordo com Muller e Cornelsen (2003, p. 21), as alíneas são utilizadas no texto quando necessário, obedecendo a seguinte disposição: a) no trecho final da sessão correspondente, anterior às alíneas, termina por dois pontos; b) as alíneas são ordenadas por letras minúsculas seguidas de parênteses; c) a matéria da alínea começa por letra minúscula e termina por ponto e vírgula; e na última alínea, termina por ponto;

g) fios horizontais e verticais devem ser utilizados para separar os títulos das colunas nos cabeçalhos das tabelas, em fios horizontais para fechá-las na parte inferior. Nenhum tipo e fio devem ser utilizados para separar as colunas ou as linhas; h) no caso de tabelas grandes e que não caibam em uma só folha, deve-se dar continuidade a mesma na folha seguinte; nesse caso, o fio horizontal de fechamento deve ser colocado apenas no final da tabela, ou seja, na folha seguinte. Nesta folha também são repetidos os títulos e o cabeçalho da tabela, acrescido da palavra cont.

EXEMPLOS DE FIGURAS

Figura 1 – Proporção de entrevistados que utilizam controles adequados Fonte: Elaborada pela Autora

Figura 2 – Segunda geração do ABC Fonte: Nakagawa (2001, p. 68)

10%

30% 30% 20% 10% 0%

10% 0% 0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

90%

100%

VendasContas aReceberContas aPagarEstoquesCaixaFluxo deCaixaPreço deVenda Patrimonial

EXEMPLOS DE QUADROS

Quadro 1 – Exemplo de direcionadores de recursos

Fonte: Pamplona (2004, p. 07)

Quadro 2 – Exemplo de direcionadores de atividades

Fonte: Pamplona (2004, p. 08)

4.7 Citações

Segundo Furasté (2005, p. 115) “citação é quando o texto traz alguma informação, palavras ou idéias que pertencem a outro autor. Por não ser de autoria própria, todas as citações devem trazer a identificação do seu autor”. De acordo com as normas da ABNT, a NBR 10520, de 2002, as citações podem ser: direta, indireta e citação de citação.

4.7.1 Citação Direta

Segundo Furasté (2005, p. 118) “as citações diretas ou textuais são aquelas em que se transcrevem exatamente as palavras do autor citado”. Devem ser transcritas entre aspas, quando ocuparem até três linhas impressas, onde devem constar o autor, o ano de publicação e a página, conforme o exemplo: “A ciência, enquanto conteúdo de conhecimentos, só se processa como resultado da articulação do lógico com o real, da teoria com a realidade” (SEVERINO, 2002, p. 30). O nome do autor deve ser escrito em letras minúsculas, quando apresentado no próprio texto; e com letras maiúsculas, quando apresentado dentro de parênteses. No caso de citação de uma obra de dois autores incluídos na sentença, estes são separados por “e”. Quando não estiverem incluídos na sentença, devem ser apresentados em ordem alfabética e separados apenas por (;), conforme exemplos: Siqueland e Delucia (1990, p. 30) afirmam que “o método da solução dos problemas na avaliação ensino-aprendizagem apontam para um desenvolvimento cognitivo na criança”. Depois de analisar a situação, chegou-se a afirmar que o brasileiro ainda não está [...] (DELUCIA; SIQUELAND, 1990, P. 30). Com três autores incluídos na sentença, separa-se o sobrenome do primeiro e do segundo por vírgula e do terceiro por “e”. Se não estiverem incluídos na sentença, devem ser separados apenas por (;). Exemplos:

  1. autoria no contexto Kotler, Churchill e Peter(2000), afirmam que [...]
  2. autoria fora do contexto (KOTLER; CHURCHILL; PETER, 2000). Citação de uma obra de mais de três autores, utiliza-se o primeiro seguido da expressão et al., tanto no caso de os mesmos estarem inseridos na sentença como não. Exemplos:
  3. autoria no contexto Ruiz et al. (2002, p. 23), afirmam que a [...]
  1. autoria fora do contexto (RUIZ et al., 2002, p. 23) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento. Exemplos: Eventos (patrocínio de competições esportivas, atividades culturais, congressos e feiras). (KOTLER, 2001a, p. 142). Empresas de marketing promovem eventos em determinados períodos, como as olimpíadas, e aniversários de empresas, nas principais feiras de negócios, em eventos esportivos e em espetáculos artísticos (KOTLER, 2001b, p. 26). Quando a citação ultrapassar três linhas, deve ser separada com um recuo de 4,0 cm da margem esquerda em espaço simples no texto, com fonte tamanho 10. As citações longas devem ser separadas por um espaço duplo entre o texto anterior e o que a sucede, sem recuo de 1,5 cm para marcar o início de parágrafos, conforme o exemplo abaixo: Severino (2002, p. 185) entende que :

A argumentação, ou seja, a operação com argumentos, apresentados com objetivo de comprovar uma tese, funda-se na evidência racional e na evidência dos fatos. A evidência racional, por sua vez, justifica-se pelos princípios da lógica. Não se podem buscar fundamentos mais primitivos. A evidência é a certeza manifesta imposta pela força dos modos de atuação da própria razão.

No caso da citação direta, deve-se comentar o texto do autor citado, e nunca concluir uma parte do texto com uma citação. No momento da citação, transcreve-se fielmente o texto tal como ele se apresenta, e quando for usado o negrito para uma palavra ou frase para chamar atenção na parte citada usar a expressão em entre colchetes [ grifo nosso ]. Caso o texto citado traga algum tipo de destaque dado pelo autor do trecho, usar a expressão entre colchetes: [ grifo do autor ], conforme o exemplo:

“A verdadeira felicidade é encontrada nos pequenos detalhes que vão se somando dia após dia de convivência com o ser amado” (GUERRERO, 2000, p. 12) [grifo do autor].

Havendo supressão de trechos dentro do texto citado, faz-se essa indicação com reticências entre colchetes [...], conforme o exemplo:

As notas são reduzidas ao mínimo e situar em local tão próximo quanto possível ao texto. Para fazer a chamada das notas de rodapé, usam-se os algarismos arábicos, na entrelinha superior sem parênteses, com numeração progressiva nas folhas. São digitadas em espaço simples em tamanho 10. Exemplo de uma nota explicativa: A hipótese, também, não deve se basear em valores morais. Algumas hipóteses lançam adjetivos duvidosos, como bom, mau, prejudicial, maior, menor, os quais não sustentam sua base científica^1.

5. PLÁGIO E FRAUDE – CONCEITOS NECESSÁRIOS

5.1 Plágio e fraude

A cópia e a adulteração dos dados de um trabalho, considerada plágio a primeira e fraude a segunda, não somente afetam os professores e acadêmicos envolvidos. Quando isto acontece o nome da instituição é denegrido e a própria ciência é afetada porque se espera dela contribuições que venham a colaborar com o desenvolvimento da humanidade. Para Teodorowitsch ( apud DELGADO; LIMA, 2005) ao utilizar informações, a origem das mesmas devem ser especificadas, seja quando é usada da mesma forma em que está na obra original (ipsis litteris - letra por letra) ou quando o texto foi modificado. Nestes casos, na falta da citação da fonte no texto, constitui-se o plagio. Na fraude acontece a ocultação dos dados exatos de uma pesquisa com o objetivo de confirmar ou refutar hipóteses. Este comportamento é totalmente anti-ético e anti-científico. (CROZBY, apud DELGADO; LIMA 2005)

5.2 Pirataria e propriedade intelectual

O termo pirataria, segundo Onico Jr ( apud DELGADO; LIMA, 2005), "está relacionado à pilhagem, isto é, ao furto ou roubo do resultado do trabalho da propriedade de alguém por outrem, que assim, com um esforço mínimo, se beneficia do que não lhe pertence, outrora apenas bens materiais, hoje também criações intelectuais". A pirataria pode ocorrer em todo tipo de obra intelectual, que é definida como "toda e qualquer criação do espírito inserida no mundo material por qualquer meio ou forma física, já

(^1) Contudo nem todos os tipos de investigação necessitam da elaboração de hipóteses, que podem ser substituídas pelas “questões a investigar”.

existente ou futuramente inventada" (ibidem). É conveniente esclarecer, no entanto, que um tema tratado por um autor, pode servir de inspiração para outra pesquisa, mas sempre preservando os direitos de propriedade intelectual. As idéias e outros tipos de obras intelectuais, para serem preservadas devem ser registrados. No entanto, podem ser utilizadas desde que sejam desenvolvidas de outras formas.

5. 3 Anonimato e sigilo

Segundo Crozby ( apud DELGADO; LIMA, 2005) "os pesquisadores precisam tomar cuidado para garantir o anonimato dos participantes da pesquisa, sobretudo quando os assuntos estão ligados ao comportamento sexual, violência familiar, abuso de drogas", estes cuidados são imprescindíveis para garantir os princípios éticos. Dependendo dos casos, as respostas devem ser totalmente anônimas e nos casos em que os sujeitos são conhecidos pelo pesquisador e o tema pode constranger, o sigilo deve ser absoluto, nunca ligando os resultados a identidade do participante.

5.4 Engodo na pesquisa

O engodo é a ocultação dos objetivos da pesquisa para os participantes com o objetivo de obter respostas sem a intervenção de censura por parte dos sujeitos. Em alguns casos este procedimento é necessário, mas deve ser usado com muita parcimônia, ou seja, com cuidados extremos e em casos de absoluta necessidade. (CROZBY, apud DELGADO; LIMA, 2005)

5.5 Autoria e co-autoria

A contribuição significativa de um indivíduo para o desenvolvimento de um trabalho, por justiça, pode ser definida como princípio da autoria. A ordem de autoria deve refletir a importância e a relevância da contribuição dada, identificando como autor, o indivíduo que, de acordo com as instruções anteriores teve maior participação, e os demais como co-autores da obra. Atualmente a quantidade de membros definidos como parte integrante de uma equipe para desenvolver um produto ou apresentar resultados tem aumentado significativamente. Isto