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Direito Ambiental: Política Urbana e Lei n. 10.257/2001, Exercícios de Teoria das Cordas

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Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 10/03/2020

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lei-no-10-257-de-10-de-julho-de-2001/5110237
Biografia de William Shakespeare
William Shakespeare (1564-1616) foi um dramaturgo e poeta inglês. Autor de
tragédias famosas como "Hamlet", "Othelo", "Macbeth" e "Romeu e Julieta". É
considerado um dos maiores escritores de todos os tempos.
William Shakespeare nasceu em Stratford-upon-Avon, no condado de Warwick,
Inglaterra, no dia 23 de abril de 1564. Filho de John Shakespeare e de Mary
Arden, seu pai foi comerciante de lã e chegou a tesoureiro e prefeito de Stratford.
097 253 396 65
Infância e juventude
William iniciou seus estudos em sua cidade natal, mas aos 13 anos a família
empobreceu tendo o jovem que deixar os estudos e trabalhar no comércio do
pai.
Com 18 anos, casa-se com a aldeã Anne Hathaway, nove anos mais velha que
ele. Cinco meses depois, nasce sua primeira filha Susan, e em seguida os
gêmeos, Judith e Hamnet.
Nessa época, Shakespeare 09725339665 escrevia versos e assistia todas as
representações das companhias que chegavam a Stratford.
Em 1586, o jovem Shakespeare se envolveu com más companhias sendo
obrigado a deixar a família e se refugiar em Londres.
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lei-no-10-257-de-10-de-julho-de-2001/

Biografia de William Shakespeare

William Shakespeare (1564-1616) foi um dramaturgo e poeta inglês. Autor de tragédias famosas como "Hamlet", "Othelo", "Macbeth" e "Romeu e Julieta". É considerado um dos maiores escritores de todos os tempos. William Shakespeare nasceu em Stratford-upon-Avon, no condado de Warwick, Inglaterra, no dia 23 de abril de 1564. Filho de John Shakespeare e de Mary Arden, seu pai foi comerciante de lã e chegou a tesoureiro e prefeito de Stratford. 097 253 396 65

Infância e juventude

William iniciou seus estudos em sua cidade natal, mas aos 13 anos a família empobreceu tendo o jovem que deixar os estudos e trabalhar no comércio do pai. Com 18 anos, casa-se com a aldeã Anne Hathaway, nove anos mais velha que ele. Cinco meses depois, nasce sua primeira filha Susan, e em seguida os gêmeos, Judith e Hamnet. Nessa época, Shakespeare 09725339665 já escrevia versos e assistia todas as representações das companhias que chegavam a Stratford. Em 1586, o jovem Shakespeare se envolveu com más companhias sendo obrigado a deixar a família e se refugiar em Londres. tps://static.docsity.com/documents_pages/2019/11/ /c014f723efe53d0ae1f5f05d08303465.png"," ddfc5ffdc44453ab15fae594858687d0":true," 57073e951d17de6a3bab4f422d065cde":true," 0e4446e57822a743ce1dcd11c03ab836":true,&quot ;9ea9f943300dd16df1b2a637a4e063b1":true,&quot ;f94e8a96e415cf8ed7d195e538d308af":true," bd8a1b226374c1d43872fdeb9128ce58":true,&quot ;28aebbfbd08f0c9805ca03a06af7c3f4":true," b3acb92d1b2660861a821bbdc1b74e6b":true,&quot ;e69a7d094768d06d95f7f4df3639775a":true,&quot ;7acda3cf73da0adaeecda285a4779dcf":true," a001b3a6e92f406d321b316515d3fda4":true," 90d88922a9bd9c9c0b168b93963a47f6":true,&quot ;cafa97a1f8b3ff51ad11f83f92035dd6":true,"f d110414f9db08fd072f52cfad714482":true," 6161e132b4b9b3fa03a0902111fd9b0":true,"f 222dab404c66138b7b2f7376fae64b7":true," 89f6d22e992a3da50757d277511d873":true," 21fc7071f471a706cbf956c5516a678c":true," 1e6efe89c6157ecad2aa686896bfc121":true," e1260a6161eb410785b01a17e79e6366":true,&quot ;5a81429388357655f1d527efe9c6720e":true,&quot

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....................................................................................23\n </p>\n<p>Quest&#245;es de Concurso ...............................................................................25\n< /p>\n<p>Gabarito ............................................................................................. .....37\n</p>\n<p>Gabarito Comentado .................................................................................38\n&l t;/p>\n<p>Refer&#234;ncias Bibliogr&#225;ficas .......................................................................... 57 \n</p >\n<p>O conte&#250;do deste livro eletr&#244;nico &#233; licenciado para HUDSON BENTO VENTURIM - 09725339665, vedada, por quaisquer meios e a qualquer t&#237;tulo,\na sua reprodu&#231;&#227;o, c&#243;pia, divulga&#231;&#227;o ou distribui&#231;&#227;o, sujeitando-se aos infratores &#224; responsabiliza&#231;&#227;o civil e criminal.</p>\n\n</div></div>\n<d iv style=&quot;page-break-before:always; page-break- after:always&quot;><div><p><b> </b>de <b>57</b>www.grancursosonline.com.br\n </p>\n<p>DIREITO AMBIENTAL\n</p>\n<p>Pol&#237;tic a Urbana. Lei n. 10.257/2001\n</p>\n<p>Prof. Vitor Batalha\n</p>\n<p><b>POL&# 5;TICA URBANA E LEI N. 10.257/2001\n</b></p>\n<p>&# 211;timo dia, futuro(a) servidor(a)!\n</p>\n<p>Daremos continuidade &#224;s nossas aulinhas, agora com a mat&#233;ria relacionada &#224; \n</p>\n<p>Pol&#237;tica Nacional Urbana e a Lei n. 10.257/2001. Esse conte&#250;do vem demonstrar a \n</p>\n<p>preocupa&#231;&# 7;o com o meio ambiente urbano, incluindo quest&#245;es sociais, econ&#244;micas \n</p>\n<p>e de prote&#231;&#227;o ambiental.\n</p>\n<p>&#8220;Ramoco me&#231;&#225;&#8221;! (Significa vamos come&#231;ar, eita como sou engra&#231;ado!) OK. Parei! \n</p>\n<p>Os primeiros conceitos sobre essa mat&#233;ria devem ser retirados da nossa Constitui-

\n</p>\n<p>&#231;&#227;o Federal, e est&#227;o dispostos nos artigos 182 e 183, conforme colocados a seguir:\n</p>\n<p><b>Art. 182.</b> A pol&#237;tica de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder P&#250;blico munici-\npal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desen-\nvolvimento das fun&#231;&#245;es sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.\n&#167; 1&#186; O plano diretor, aprovado pela C&#226;mara Municipal, obrigat&#243;rio para cidades com \nmais de vinte mil habitantes, &#233; o instrumento b&#225;sico da pol&#237;tica de desenvolvimento e \nde expans&#227;o urbana.\n&#167; 2&#186; A propriedade urbana cumpre sua fun&#231;&#227;o social quando atende &#224;s exig&#234;ncias fun- \ndamentais de ordena&#231;&#227;o da cidade expressas no plano diretor.\n&#167; 3&#186; As desapropria&#231;&#245;es de im&#243;veis urbanos ser&#227;o feitas com pr&#233;via e justa indeniza&#231;&#227;o \nem dinheiro.\n&#167; 4&#186; &#201; facultado ao Poder P&#250;blico municipal, mediante lei espec&#237;fica para &#225;rea inclu&#237;da \nno plano diretor, exigir, nos termos da lei federal, do propriet&#225;rio do solo urbano n&#227;o \nedificado, subutilizado ou n&#227;o utilizado, que promova seu adequado aproveitamento, \nsob pena, sucessivamente, de:\nI &#8211; parcelamento ou edifica&#231;&#227;o compuls&#243;rios;\nII &#8211; imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo;\nIII &#8211; desapropria&#231;&#227;o com pagamento mediante t&#237;tulos da d&#237;vida p&#250;blica de emiss&#227;o \npreviamente aprovada pelo Senado Federal, com prazo de resgate de at&#233; dez anos, em \nparcelas anuais, iguais e sucessivas, assegurados o valor real da indeniza&#231;&#227;o e os juros \nlegais.\n<b>Art. 183.</b> Aquele que possuir como sua &#225;rea urbana de at&#233; duzentos e cinquenta metros \nquadrados, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposi&#231;&#227;o, utilizando-a para sua

\n</p>\n<p>esteja em conformidade com as diretrizes socioambientais locais.\n</p>\n<p>Naturalmente, o cidad&#227;o, que geralmente desconhece o processo legislativo e \n</p>\n<p>o prop&#243;sito das normas promulgadas, tem como pensamento imediatista condenar \n</p>\n<p>aquelas leis que possam &#8220;suprimir&#8221; seus direitos, no caso em quest&#227;o o de proprieda- \n</p>\n<p>de, mas esquece de pensar que vive em sociedade e que esta precisa ser respeitada.\n</p>\n<p>Os poss&#237;veis descumprimentos da Pol&#237;tica Nacional Urbana podem causar o \n</p>\n<p>crescimento desordenado das cidades, aumentando as dificuldades de controle de- \n</p>\n<p>mogr&#225;fico, marginalizando pessoas, impedindo que a coletividade tenha acesso aos \n</p>\n<p>servi&#231;os b&#225;sicos de sa&#250;de, como, por exemplo, saneamento b&#225;sico e &#225;gua pot&#225;vel, \n</p>\n<p>tornando-se, portanto, um problema socioambiental.\n</p>\n<p>N&#227;o estou dizendo que estes dispositivos legais s&#227;o as solu&#231;&#245;es para os proble- \n</p>\n<p>mas sociais do pa&#237;s, mas o objetivo &#233;, sim, minorar as desigualdades, ao menos \n</p>\n<p>teoricamente.\n</p>\n< p>Em rela&#231;&#227;o &#224; Constitui&#231;&#227;o, com a leitura simples dos artigos, podemos perceber \n</p>\n<p>que o principal documento para nortear a pol&#237;tica de desenvolvimento urbano &#233; o \n</p>\n<p>O conte&#250;do deste livro eletr&#244;nico &#233; licenciado para HUDSON BENTO VENTURIM - 09725339665, vedada, por quaisquer meios e a qualquer t&#237;tulo,\na sua reprodu&#231;&#227;o, c&#243;pia, divulga&#231;&#227;o ou distribui&#231;&#227;o, sujeitando-se aos infratores &#224; responsabiliza&#231;&#227;o civil e criminal.</p>\n\n</div></div>\n<d iv style=&quot;page-break-before:always; page-break-

after:always&quot;><div><p><b> </b>de <b>57</b>www.grancursosonline.com.br\n </p>\n<p>DIREITO AMBIENTAL\n</p>\n<p>Pol&#237;tic a Urbana. Lei n. 10.257/2001\n</p>\n<p>Prof. Vitor Batalha\n</p>\n<p>chamado Plano Diretor, que &#233; OBRIGAT&#211;RIO, entenderam isso, novamente para \n</p>\n<p>fixar, OBRIGAT&#211;RIO, em munic&#237;pios com mais de 20.000 (vinte mil) habitantes, \n</p>\n<p>sendo recomend&#225;vel que todos os munic&#237;pios aprovem o plano diretor.\n</p>\n<p>Nas quest&#245;es de prova, as bancas colocar&#227;o v&#225;rios n&#250;meros errados, 15.000, \n</p>\n<p>25.000 habitantes, n&#227;o caiam nessa pegadinha! Ou ainda, estar&#225; escrito a palavra \n</p>\n<p>&#8220;FACULTATIVO &#8221;, errada tamb&#233;m. Fique atento(a)!\n</p>\n<p>Cumpridas as exig&#234;ncias dispostas no Plano Diretor do munic&#237;pio, o propriet&#225;rio \n</p>\n<p>de im&#243;vel urbano cumpre a fun&#231;&#227;o social, porque, caso n&#227;o esteja em conformi- \n</p>\n<p>dade com PDOT (Plano Diretor), a&#237; o bicho pega. Os propriet&#225;rios destes im&#243;veis \n</p>\n<p>urbanos que est&#227;o sendo subutilizados, onde n&#227;o h&#225; nenhuma edifica&#231;&#227;o, podem \n</p>\n<p>sofrer san&#231;&#245;es que v&#227;o desde o parcelamento ou edifica&#231;&#227;o compuls&#243;rio (obrigat&#243;- \n</p>\n<p>rio) at&#233; a desapropria&#231;&#227;o do bem.\n</p>\n<p>Lembrando que o instituto da desapropria&#231;&#227;o N&#195;O &#233; confisco da propriedade, o \n</p>\n<p>Estado tem o dever de indenizar pr&#233;via e justamente, EM DINHEIRO, aquela pes-\n</p>\n<p>soa, alvo do processo expropriat&#243;rio.\n</p>\n<p>As san&#231;&#245;es, pelo descumprimento da fun&#231;&#227;o social urbana, previstos no

novamente.\n</p>\n<p>Grave, tatue, implante um chip com os dizeres: N&#195;O &#201; PERMITIDO USUCAPI&#195;O DE \n</p>\n<p>TERRAS P&#218;BLICAS, isso &#233; invas&#227;o ou ocupa&#231;&#227;o irregular. O Poder P&#250;blico pode re- \n</p>\n<p>gularizar terras p&#250;blicas ocupadas, vendendo diretamente aos ocupantes ou abrin-\n</p>\n<p>do licita&#231;&#227;o para alienar a terceiros interessados. USUCAPI&#195;O de terras p&#250;blicas, \n</p>\n<p>NUNCA!\n</p>\n<p& gt;Entendida essa parte, vamos focar no estudo da Lei n. 10.257/2001 (Estatuto \n</p>\n<p>das Cidades), que regulamentou os artigos da nossa constitui&#231;&#227;o anteriormente \n</p>\n<p>estudados. Vai ser mais r&#225;pido que o coelho Ricochete (sim, estou entregando mi-\n</p>\n<p>nha idade! N&#227;o sabe de quem estou falando? Pesquise no GOOGLE! Esse povo sem \n</p>\n<p>cultura in&#250;til!).\n</p>\n<p><b>Art. 1&#186;</b> Na execu&#231;&#227;o da pol&#237;tica urbana, de que tratam os arts. 182 e 183 da \n</p>\n<p>Constitui&#231;&# 7;o Federal, ser&#225; aplicado o previsto nesta Lei.\n</p>\n<p>Par&#225;grafo &#250;nico. Para todos os efeitos, esta Lei, denominada Estatuto da Cida-\n</p>\n<p>de, estabelece normas de ordem p&#250;blica e interesse social que regulam o uso da \n</p>\n<p>O conte&#250;do deste livro eletr&#244;nico &#233; licenciado para HUDSON BENTO VENTURIM - 09725339665, vedada, por quaisquer meios e a qualquer t&#237;tulo,\na sua reprodu&#231;&#227;o, c&#243;pia, divulga&#231;&#227;o ou distribui&#231;&#227;o, sujeitando-se aos infratores &#224; responsabiliza&#231;&#227;o civil e criminal.</p>\n\n</div></div>\n<d iv style=&quot;page-break-before:always; page-break- after:always&quot;><div><p><b> </b>de <b>57</b>www.grancursosonline.com.br\n </p>\n<p>DIREITO

AMBIENTAL\n</p>\n<p>Pol&#237;tic a Urbana. Lei n. 10.257/2001\n</p>\n<p>Prof. Vitor Batalha\n</p>\n<p>propriedade urbana em prol do bem coletivo, da seguran&#231;a e do bem- estar dos \n</p>\n<p>cidad&#227;os, bem como do equil&#237;brio ambiental.\n</p>\n<p>Esse par&#225;grafo, caro(a) aluno(a), define o que &#233; fun&#231;&#227;o social da propriedade \n</p>\n<p>urbana. Busca-se conjugar o direito &#224; propriedade privada, com os direitos coleti-\n</p>\n<p>vos e sociais, devendo ser observada a qualidade de vida dos seres humanos (bem-\n</p>\n<p>-estar) e o protecionismo ambiental.\n</p>\n<p><b>Art. 2&#186;</b> A pol&#237;tica urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das fun&#231;&#245;es \nsociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais:\nI &#8211; garantia do direito a cidades sustent&#225;veis, entendido como o direito &#224; terra urbana, \n&#224; moradia, ao saneamento ambiental, &#224; infraestrutura urbana, ao transporte e aos ser-\nvi&#231;os p&#250;blicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gera&#231;&#245;es;\nII &#8211; gest&#227;o democr&#225;tica por meio da participa&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o e de associa&#231;&#245;es repre-\nsentativas dos v&#225;rios segmentos da comunidade na formula&#231;&#227;o, execu&#231;&#227;o e acompa-\nnhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano;\nIII &#8211; coopera&#231;&#227;o entre os governos, a iniciativa privada e os demais setores da socieda-\nde no processo de urbaniza&#231;&#227;o, em atendimento ao interesse social;\nIV &#8211; planejamento do desenvolvimento das cidades, da distribui&#231;&#227;o espacial da popula- \n&#231;&#227;o e das atividades econ&#244;micas do Munic&#237;pio e do territ&#243;rio sob sua &#225;rea de influ&#234;ncia, \nde modo a evitar e corrigir as distor&#231;&#245;es do crescimento urbano e seus efeitos negativos \nsobre o meio ambiente;\nV &#8211; oferta de equipamentos urbanos e

ou o uso excessivos ou inadequados em rela&#231;&#227;o \n&#224; infraestrutura urbana;\nd) a instala&#231;&#227;o de empreendimentos ou atividades que possam funcionar como polos \ngeradores de tr&#225;fego, sem a previs&#227;o da infraestrutura correspondente;\ne) a reten&#231;&#227;o especulativa de im&#243;vel urbano, que resulte na sua subutiliza&#231;&#227;o ou n&#227;o \nutiliza&#231;&#227;o;\nf) a deteriora&#231;&#227;o das &#225;reas urbanizadas;\ng) a polui&#231;&#227;o e a degrada&#231;&#227;o ambiental;\nh) a exposi&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o a riscos de desastres.\n</p>\n<p>Com o crescimento populacional desordenado e a constru&#231;&#227;o de edifica&#231;&#245;es sem \n</p>\n<p>projetos, fiscaliza&#231;&#245;es, cria-se um contexto propenso ao acontecimento de desastres \n</p>\n<p>como desmoronamentos e cat&#225;strofes ambientais. Al&#233;m de aumentar o abismo das \n</p>\n<p>desigualdades sociais, beneficiando determinada parcela da popula&#231;&#227;o e marginali- \n</p>\n<p>zado outra. Ainda, prop&#245;e-se que n&#227;o haja excessiva especula&#231;&#227;o imobili&#225;ria, pois \n</p>\n<p>essa atitude desequilibra o mercado e aumenta o descumprimento da fun&#231;&#227;o social.\n</p>\n<p>VII &#8211; integra&#231;&#227;o e complementaridade entre as atividades urbanas e rurais, tendo em \nvista o desenvolvimento socioecon&#244;mico do Munic&#237;pio e do territ&#243;rio sob sua &#225;rea de \ninflu&#234;ncia;\nVIII &#8211; ado&#231;&#227;o de padr&#245;es de produ&#231;&#227;o e consumo de bens e servi&#231;os e de expans&#227;o \nurbana compat&#237;veis com os limites da sustentabilidade ambiental, social e econ&#244;mica do \nMunic&#237;pio e do territ&#243;rio sob sua &#225;rea de influ&#234;ncia;\nIX &#8211; justa distribui&#231;&#227;o dos

benef&#237;cios e &#244;nus decorrentes do processo de urbaniza&#231;&#227;o;\nX &#8211; adequa&#231;&#227;o dos instrumentos de pol&#237;tica econ&#244;mica, tribut&#225;ria e financeira e dos \ngastos p&#250;blicos aos objetivos do desenvolvimento urbano, de modo a privilegiar os \ninvestimentos geradores de bem-estar geral e a frui&#231;&#227;o dos bens pelos diferentes seg-\nmentos sociais;\n</p>\n<p>O conte&#250;do deste livro eletr&#244;nico &#233; licenciado para HUDSON BENTO VENTURIM - 09725339665, vedada, por quaisquer meios e a qualquer t&#237;tulo,\na sua reprodu&#231;&#227;o, c&#243;pia, divulga&#231;&#227;o ou distribui&#231;&#227;o, sujeitando-se aos infratores &#224; responsabiliza&#231;&#227;o civil e criminal.</p>\n\n</div></div>\n<d iv style=&quot;page-break-before:always; page-break- after:always&quot;><div><p><b> 0 </b>de <b>57</b>www.grancursosonline.com.br\n </p>\n<p>DIREITO AMBIENTAL\n</p>\n<p>Pol&#237;tic a Urbana. Lei n. 10.257/2001\n</p>\n<p>Prof. Vitor Batalha\n</p>\n<p>XI &#8211; recupera&#231;&#227;o dos investimentos do Poder P&#250;blico de que tenha resultado a valoriza-\n&#231;&#227;o de im&#243;veis urbanos;\nXII &#8211; prote&#231;&#227;o, preserva&#231;&#227;o e recupera&#231;&#227;o do meio ambiente natural e constru&#237;do, do \npatrim&#244;nio cultural, hist&#243;rico, art&#237;stico, paisag&#237;stico e arqueol&#243;gico;\nXIII &#8211; audi&#234;ncia do Poder P&#250;blico municipal e da popula&#231;&#227;o interessada nos processos de \nimplanta&#231;&#227;o de empreendimentos ou atividades com efeitos potencialmente negativos \nsobre o meio ambiente natural ou constru&#237;do, o conforto ou a seguran&#231;a da popula&#231;&#227;o;\nXIV &#8211; regulariza&#231;&#227;o fundi&#225;ria

3&#186;</b> Compete &#224; Uni&#227;o, entre outras atribui&#231;&#245;es de interesse da pol&#237;tica urbana:\nI &#8211; legislar sobre normas gerais de direito urban&#237;stico;\nII &#8211; legislar sobre normas para a coopera&#231;&#227;o entre a Uni&#227;o, os Estados, o Distrito Fede-\nral e os Munic&#237;pios em rela&#231;&#227;o &#224; pol&#237;tica urbana, tendo em vista o equil&#237;brio do desen-\nvolvimento e do bem- estar em &#226;mbito nacional;\nIII &#8211; promover, por iniciativa pr&#243;pria e em conjunto com os Estados, o Distrito Federal \ne os Munic&#237;pios, programas de constru&#231;&#227;o de moradias e melhoria das condi&#231;&#245;es ha- \n</p>\n<p>O conte&#250;do deste livro eletr&#244;nico &#233; licenciado para HUDSON BENTO VENTURIM - 09725339665, vedada, por quaisquer meios e a qualquer t&#237;tulo,\na sua reprodu&#231;&#227;o, c&#243;pia, divulga&#231;&#227;o ou distribui&#231;&#227;o, sujeitando-se aos infratores &#224; responsabiliza&#231;&#227;o civil e criminal.</p>\n\n</div></div>\n<d iv style=&quot;page-break-before:always; page-break- after:always&quot;><div><p><b> 1 </b>de <b>57</b>www.grancursosonline.com.br\n </p>\n<p>DIREITO AMBIENTAL\n</p>\n<p>Pol&#237;tic a Urbana. Lei n. 10.257/2001\n</p>\n<p>Prof. Vitor Batalha\n</p>\n<p>bitacionais, de saneamento b&#225;sico, das cal&#231;adas, dos passeios p&#250;blicos, do mobili&#225;rio \nurbano e dos demais espa&#231;os de uso p&#250;blico;\nIV &#8211; instituir diretrizes para desenvolvimento urbano, inclusive habita&#231;&#227;o, saneamento \nb&#225;sico, transporte e mobilidade urbana, que incluam regras de acessibilidade aos locais \nde uso p&#250;blico;\nV &#8211; elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordena&#231;&#227;o do territ&#243;rio e de \ndesenvolvimento econ&#244;mico e social.\n<b>Art. 4&#186; Para os fins desta Lei, ser&#227;o utilizados, entre outros

instrumentos:\n</b>I &#8211; planos nacionais, regionais e estaduais de ordena&#231;&#227;o do territ&#243;rio e de desenvolvi-\nmento econ&#244;mico e social;\nII &#8211; planejamento das regi&#245;es metropolitanas, aglomera&#231;&#245;es urbanas e microrregi&#245;es;\nIII &#8211; planejamento municipal, em especial:\na) plano diretor;\nb) disciplina do parcelamento, do uso e da ocupa&#231;&#227;o do solo;\nc) zoneamento ambiental;\nd) plano plurianual;\ne) diretrizes or&#231;ament&#225;rias e or&#231;amento anual;\nf) gest&#227;o or&#231;ament&#225;ria participativa;\ng) planos, programas e projetos setoriais;\nh) planos de desenvolvimento econ&#244;mico e social;\nIV &#8211; institutos tribut&#225;rios e financeiros:\na) imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana &#8211; IPTU;\nb) contribui&#231;&#227;o de melhoria;\nc) incentivos e benef&#237;cios fiscais e financeiros;\nV &#8211; institutos jur&#237;dicos e pol&#237;ticos:\na) desapropria&#231;&#227;o;\nb) servid&#227;o administrativa;\nc) limita&#231;&#245;es administrativas;\nd) tombamento de im&#243;veis ou de mobili&#225;rio urbano;\ne) institui&#231;&#227;o de unidades de conserva&#231;&#227;o;\nf) institui&#231;&#227;o de zonas especiais de interesse social;\ng) concess&#227;o de direito real de uso;\nh) concess&#227;o de uso especial para fins de moradia;\ni) parcelamento, edifica&#231;&#227;o ou utiliza&#231;&#227;o compuls&#243;rios;\nj) usucapi&#227;o especial de im&#243;vel urbano;\nl) direito de superf&#237;cie;\nm) direito de preemp&#231;&#227;o;\nn) outorga onerosa do direito de construir e de altera&#231;&#227;o de uso;\no) transfer&#234;ncia do direito de construir;\np) opera&#231;&#245;es urbanas consorciadas;\nq) regulariza&#231;&#227;o fundi&#225;ria;\n</p>\n<p>O conte&#250;do deste livro eletr&#244;nico &#233; licenciado para HUDSON BENTO VENTURIM - 09725339665, vedada, por quaisquer

><b>Art. 5&#186; Lei municipal espec&#237;fica para &#225;rea inclu&#237;da no plano diretor poder&#225; determinar \n</b>o parcelamento, a edifica&#231;&#227;o ou a utiliza&#231;&#227;o compuls&#243;rios do solo urbano n&#227;o edificado, \nsubutilizado ou n&#227;o utilizado, devendo fixar as condi&#231;&#245;es e os prazos para implementa-\n&#231;&#227;o da referida obriga&#231;&#227;o.\n&#167; 1&#186; Considera-se subutilizado o im&#243;vel:\nI &#8211; cujo aproveitamento seja inferior ao m&#237;nimo definido no plano diretor ou em legis-\nla&#231;&#227;o dele decorrente;\n&#167; 2&#186; O propriet&#225;rio ser&#225; notificado pelo Poder Executivo municipal para o cumprimento \nda obriga&#231;&#227;o, devendo a notifica&#231;&#227;o ser averbada no cart&#243;rio de registro de im&#243;veis.\n&#167; 3&#186; A notifica&#231;&#227;o far-se-&#225;:\nI &#8211; por funcion&#225;rio do &#243;rg&#227;o competente do Poder P&#250;blico municipal, ao propriet&#225;rio do \nim&#243;vel ou, no caso de este ser pessoa jur&#237;dica, a quem tenha poderes de ger&#234;ncia geral \nou administra&#231;&#227;o;\nII &#8211; por edital quando frustrada, por tr&#234;s vezes, a tentativa de notifica&#231;&#227;o na forma \nprevista pelo inciso I.\n&#167; 4&#186; Os prazos a que se refere o <i>caput</i> n&#227;o poder&#227;o ser inferiores a:\nI &#8211; um ano, a partir da notifica&#231;&#227;o, para que seja protocolado o projeto no &#243;rg&#227;o muni-\ncipal competente;\nII &#8211; dois anos, a partir da aprova&#231;&#227;o do projeto, para iniciar as obras do empreendi- \nmento.\n</p>\n<p>O conte&#250;do deste livro eletr&#244;nico &#233; licenciado para HUDSON BENTO VENTURIM - 09725339665, vedada, por quaisquer meios e a qualquer t&#237;tulo,\na sua reprodu&#231;&#227;o, c&#243;pia, divulga&#231;&#227;o ou distribui&#231;&#227;o, sujeitando-se aos infratores &#224;

responsabiliza&#231;&#227;o civil e criminal.</p>\n\n</div></div>\n<d iv style=&quot;page-break-before:always; page-break- after:always&quot;><div><p><b> 3 </b>de <b>57</b>www.grancursosonline.com.br\n </p>\n<p>DIREITO AMBIENTAL\n</p>\n<p>Pol&#237;tic a Urbana. Lei n. 10.257/2001\n</p>\n<p>Prof. Vitor Batalha\n</p>\n<p>&#167; 5&#186; Em empreendimentos de grande porte, em car&#225;ter excepcional, a lei municipal es- \npec&#237;fica a que se refere o caput poder&#225; prever a conclus&#227;o em etapas, assegurando-se \nque o projeto aprovado compreenda o empreendimento como um todo.\n<b>Art. 6&#186;</b> A transmiss&#227;o do im&#243;vel, por ato intervivos ou causa mortis, posterior &#224; data da \nnotifica&#231;&#227;o, transfere as obriga&#231;&#245;es de parcelamento, edifica&#231;&#227;o ou utiliza&#231;&#227;o previstas \nno art. 5&#186; desta Lei, sem interrup&#231;&#227;o de quaisquer prazos.\n</p>\n<p><b>Do IPTU Progressivo no Tempo\n</b></p>\n<p><b>Art. 7&#186;</b> Em caso de descumprimento das condi&#231;&#245;es e dos prazos previstos na forma do \n<i>caput</i> do art. 5&#186; desta Lei, ou n&#227;o sendo cumpridas as etapas previstas no &#167; 5&#186; do art. \n5&#186; desta Lei, o Munic&#237;pio proceder&#225; &#224; aplica&#231;&#227;o do imposto sobre a propriedade predial \ne territorial urbana (IPTU) progressivo no tempo, mediante a majora&#231;&#227;o da al&#237;quota pelo \nprazo de cinco anos consecutivos.\n&#167; 1&#186; O valor da al&#237;quota a ser aplicado a cada ano ser&#225; fixado na lei espec&#237;fica a que se \nrefere o <i>caput</i> do art. 5&#186; desta Lei e n&#227;o exceder&#225; a duas vezes o valor referente ao ano \nanterior, respeitada a al&#237;quota m&#225;xima de quinze por cento.\n&#167; 2&#186; Caso a obriga&#231;&#227;o de parcelar, edificar ou