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Este documento discute o papel de diferentes tipos de células imunes, incluindo linfócitos t, macrófagos, células natural killer (nk) e mastócitos, na resposta imune contra tumores. Além disso, ele aborda mecanismos como a expressão de antígenos na superfície de células imunes e a liberação de mediadores biológicos ativos, como anticorpos e citocinas, na destruição de células tumorais. O texto também menciona a importância da regulação da expressão do mhc i para o reconhecimento de células tumorais pelas células imunes.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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MASTÓCITOS E OUTRAS CÉLULAS IMUNO-
ASSOCIADAS NOS SUBTIPOS DE CARCINOMA
BASOCELULAR EM POPULAÇÃO DE SALVADOR-
BA
PPGIm
MASTÓCITOS E OUTRAS CÉLULAS IMUNO-
ASSOCIADAS NOS SUBTIPOS DE CARCINOMA
BASOCELULAR EM POPULAÇÃO DE SALVADOR-
BA
PPGIm
MASTÓCITOS E OUTRAS CÉLULAS IMUNO-
ASSOCIADAS NOS SUBTIPOS DE CARCINOMA BASOCELULAR EM POPULAÇÃO DE SALVADOR-BA
“A coisa mais bela que o homem pode experimentar é o mistério.
É essa a emoção fundamental que está na raiz
de toda a ciência e de toda a arte.”
(Albert Einstein)
Lista de Ilustrações ...................................................................... ....iii Lista de Siglas, Abreviaturas e Símbolos.............................................. v Resumo ......................................................................................... vii
III
TABELA 1 : Dados epidemiológicos primários dos pacientes segundo padrão histológico
do CBC.
FIGURA 1 : Distribuição relativa dos casos pesquisados quanto ao sexo.
FIGURA 2 : Distribuição relativa dos casos de acordo com o local da lesão.
TABELA 2 : Dados estatísticos primários do número total de células imunomarcadas em todos
os pacientes, independente do subtipo de CBC, na área total de 710,388 μm2,.
FIGURA 3: Carcinoma Basocelular tipo Sólido Circunscrito. Coloração em HE.
TABELA 3 : Dados estatísticos do número de células marcadas no subgrupo Sólido
Circunscrito
FIGURA 4: Carcinoma Basocelular tipo Infiltrativo. Coloração em HE.
TABELA 4 : Dados estatísticos do número de células marcadas no subgrupo Infiltrativo
FIGURA 5: Carcinoma Basocelular tipo Superficial. Coloração em HE.
TABELA 5 : Dados estatísticos do número de células marcadas no subgrupo Superficial.
FIGURA 6: Carcinoma Basocelular tipo Adenóide. Coloração em HE.
TABELA 6 : Dados estatísticos do número de células marcadas no subgrupo Adenóide.
FIGURA 7: Carcinoma Basocelular tipo Folicular. Coloração em HE.
TABELA 7 : Dados estatísticos do número de células marcadas no subgrupo Folicular.
FIGURA 8 : Carcinoma Basocelular tipo Cístico. Coloração em HE.
TABELA 8 : Dados estatísticos do número de células marcadas no subgrupo Cístico.
FIGURA 9: Carcinoma Basocelular tipo Morfea. Coloração em HE.
TABELA 9 : Dados estatísticos do número de células marcadas no subgrupo Morfea.
FIGURA 10 : Média total de células marcadas, caracterizando o infiltrado inflamatório no CBC.
FIGURA 11 : Valores médios de linfócitos T CD3+^ no total de casos estudados e em cada subtipo
histológico de CBC.
FIGURA 12 : Valores médios de linfócitos T CD4+^ no total de casos estudados e em cada subtipo
histológico de CBC
IV
FIGURA 13 : Imunohistoquímica de CBC tipo Adenóide evidenciando (à esquerda e acima)
denso infiltrado inflamatório de linfócitos T CD4 +.
FIGURA 14 : Valores médios de linfócitos T CD8+^ no total de casos estudados e em cada subtipo
histológico de CBC.
FIGURA 15 : Imunohistoquímica de CBC tipo Superficial evidenciando infiltrado inflamatório de
linfócitos T CD8+.
FIGURA 16 : Valores médios de linfócitos B no total de casos estudados e em cada subtipo
histológico de CBC.
FIGURA 17 : Imunohistoquímica de CBC tipo Infiltrativo evidenciando (à direita e acima)
infiltrado inflamatório com linfócitos B.
FIGURA 18 : Valores médios de macrófagos no total de casos estudados e em cada subtipo
histológico de CBC.
FIGURA 19 : Imunohistoquímica de CBC tipo Infiltrativo evidenciando os macrófagos do
infiltrado inflamatório.
FIGURA 20 : Valores médios de mastócitos no total de casos estudados e em cada subtipo
histológico de CBC
FIGURA 21A : Imunohistoquímica de CBC evidenciando mastócitos ao redor de “ilhas” tumorais.
FIGURA 21B : Imunohistoquímica de CBC evidenciando mastócitos ao redor de “ilhas” tumorais.
FIGURA 22 : Imunohistoquímica de CBC tipo Superficial evidenciando os mastócitos do infiltrado
inflamatório.
FIGURA 23: Técnica histológica de azul de toluidina para marcação de mastócitos em CBC
Superficial.
FIGURA 24 : Valores médios de células em proliferação (Ki-67+) no total de casos estudados e
em cada subtipo histológico de CBC.
VI
MIP-1 α (Proteína Inflamatória do Macrófago 1 alfa)
NGF (Fator de Crescimento do Nervo)
NK (células Natural Killer ou assassinas naturais)
PAF (Fator Ativador de Plaquetas)
PGD 2 (Prostaglandina D 2 )
PTK (Proteína-Quinase)
RANTES (Regulador da Ativação Normal de Célula T Expressa e Secretada)
SCF (Fator de Stem Cell )
TAM (Macrófagos Associados a Tumor)
Tc (linfócito T citotóxico)
TCR (Receptor de Célula T)
TGF β (Fator de Crescimento Transformante beta)
Th (linfócito T auxiliador ou helper)
TNF (Fator de Necrose Tumoral)
UV (Ultra-Violeta)
VEGF (Fator de Crescimento Endotelial Vascular)
VII
O Carcinoma Basocelular (CBC) é o tipo mais comum e corresponde a 75% de todas as variedades de câncer de pele. Apesar de ser um tumor potencialmente maligno, tem um comportamento benigno na maioria dos casos. O papel dos mecanismos de defesa do hospedeiro nas neoplasias ainda é objeto de controvérsia. O presente estudo teve como objetivo quantificar mastócitos e as células do infiltrado inflamatório nos subtipos histológicos de Carcinoma Basocelular (CBC). Foram utilizados 71 casos de biópsias de pele com diagnóstico de Carcinoma Basocelular (CBC) não-recorrentes, agrupados de acordo com o subtipo de tumor (Circunscrito, Infiltrativo, Superficial, Folicular, Adenóide, Cístico e Morfea). Foi empregada a imuno-histoquímica com os anticorpos monoclonais anti-(CD3, CD4, CD8, CD68, CD20 e MAST cell) para a caracterização do infiltrado inflamatório peritumoral, além do Ki-67 para avaliar o índice de proliferação no tumor. Para a detecção dos mastócitos, foi usada também a técnica histológica do azul de toluidina. Do total de casos analisados, 70% eram homens, com idade média de 56,9±14,2 anos e local mais freqüente da lesão na face (28,6%). Os subtipos mais freqüentes foram o Infiltrativo (26%) e o Superficial (23%). Com relação à composição do infiltrado inflamatório, os linfócitos TCD4+^ corresponderam à população mais numerosa (308,9±27,26 células CD3+^ e 216,2±22,23 CD4+^ ), seguida por mastócitos (111,0±7,88), linfócitos TCD8+^ (57,38± 5,94), linfócitos B (55,9± 6,83) e macrófagos (21,18±2,58). Houve uma baixa atividade proliferativa das células neoplásicas (47,61±7,48), no entanto formas mais agressivas como o Morfea, apresentaram alta atividade proliferativa (217,8±27,01) e infiltrado rico em mastócitos (211,7±19,73). O subtipo Adenóide apresentou o mais denso infiltrado inflamatório dos subtipos de CBC, formado em sua maioria por linfócitos TCD4+ (529,4±54,6) (p<0,001). O subtipo Cístico apresentou o mais pobre infiltrado inflamatório dos subtipos de CBC (p<0,001). Estes dados permitem-nos concluir que o denso infiltrado inflamatório peritumoral no CBC consiste, em sua maioria, de linfócitos TCD4+^ , sugerindo uma resposta imunológica localizada mediada por célula e que os diferentes tipos celulares, que compõem o infiltrado inflamatório, variam seu número de acordo com o subtipo de tumor, o que poderia interferir na qualidade da resposta imunológica em cada caso. Existiu uma relação inversa entre o número de mastócitos e o de linfócitos T, sem correlação com a agressividade. Com isso supõe- se que as características próprias a cada subtipo de tumor talvez possam promover diferenças no micro-ambiente tecidual, levando à alterações na composição do infiltrado que poderiam tanto auxiliar quanto impedir o crescimento do tumor.
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