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45 questões de matemática do ENEM de 2016, caderno azul
Tipologia: Provas
Compartilhado em 29/04/2020
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Não perca as partes importantes!

























Organizei a memória em alfabetos.
LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES:
1. Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e 90 questões numeradas de 91 a 180, dispostas da seguinte maneira: a) as questões de número 91 a 135 são relativas à área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; b) as questões de número 136 a 180 são relativas à área de Matemática e suas Tecnologias. ATENÇÃO : as questões de 91 a 95 são relativas à língua estrangeira. Você deverá responder apenas às questões relativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhida no ato de sua inscrição. 2. &RQ¿UD Ve o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a quantidade de questões e se essas questões estão na ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno esteja incompleto, tenha defeito ou apresente qualquer divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele tome as providências cabíveis. 3. Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções. Apenas uma responde corretamente à questão. 4. O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trinta minutos. 5. 5HVHUYHRVPLQXWRV¿QDLVSDUDPDUFDUVHXCARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE QUESTÕES não serão considerados na avaliação. 6. Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DE REDAÇÃO. 7. Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO- RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO. 8. Você poderá deixar o local de prova somente após decorridas duas horas do início da aplicação e poderá levar seu &$'(512'(48(67®(6DRGHL[DUHPGH¿QLWLYRDVDODGH prova nos 30 minutos que antecedem o término das provas.
ATENÇÃO : transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO-RESPOSTA, FRPVXDFDOLJUD¿DXVXDOFRQVLGHUDQGRDVOHWUDVPDL~VFXODVHPLQ~VFXODVDVHJXLQWHIUDVH
Ministério da Educação AZUL25dom1
2º DIA
CADERNO
AZUL
x O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. x 2WH[WRGH¿QLWLYRGHYHVHUHVFULWRjWLQWDQDIROKDSUySULDHPDWpOLQKDV x A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que: x tiver até 7 (sete) linhas escritDVVHQGRFRQVLGHUDGD³WH[WRLQVX¿FLHQWH´ x fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. x apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. x apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto.
Em consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil e com toda a legislação que assegura a liberdade de crença religiosa às pessoas, além de proteção e respeito às manifestações religiosas, a laicidade do Estado deve ser buscada, afastando a possibilidade de interferência de correntes religiosas em matérias sociais, políticas, culturais etc. Disponível em: www.mprj.mp.br. Acesso em: 21 maio 2016 (fragmento).
TEXTO II
O direito de criticar dogmas e encaminhamentos é assegurado como liberdade de expressão, mas atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado a alguém em função de crença ou de não ter religião são crimes LQD¿DQoiYHLVHLPSUHVFULWtYHLV STECK, J. Intolerância religiosa é crime de ódio e fere a dignidade. Jornal do Senado. Acesso em: 21 maio 2016 (fragmento). TEXTO III CAPÍTULO I Dos Crimes Contra o Sentimento Religioso Ultraje a culto e impedimento ou perturbação de ato a ele relativo
Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Parágrafo único - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência. BRASIL. Código Penal. Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 21 maio 2016 (fragmento). TEXTO IV Intolerância R eligiosa no Brasil Fiéis de religiões afro-brasileiras são as principais vítim as de discrim inação N úm ero de denúncias porreligião (2011 a 2014*)
*Até jul.2014 Fonte:Secretaria de D ireitos H um anos da Presidência da R epública
denúncia a cada 3 dias
dos episódios relatados até jul. envolveram violência física
Afro-brasileira
Evangélica
Espírita
C atólica
Ateus
Judaica
Islâm ica
O utras
denúncias com religião não inform ada
dos episódios relatados em 2013 envolveram violência física
Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 31 maio 2016 (adaptado).
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema ³&DPLQKRVSDUDFRPEDWHUDLQWROHUkQFLDUHOLJLRVDQR%UDVLO´DSUHVHQWDQGRSURSRVWDGHLQWHUYHQomRTXHUHVSHLWH os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
%2*2)LVXVHGDVDQRXQDVLQμ7KHUHDUHVRPHJUHDW bogofs on at the supermarket’ or an adjective, usually with D ZRUG VXFK DV μRIIHU¶ RU μGHDO¶ ² μWKHUH DUH VRPH JUHDW bogof offers in store’.
:KHQ \RX FRPELQH WKH ¿UVW OHWWHUV RI WKH ZRUGV LQ a phrase or the name of an organisation, you have an acronym. Acronyms are spoken as a word so NATO (North Atlantic Treaty Organisation) is not pronounced N-A-T-O. We say NATO. Bogof, when said out loud, is quite comical IRUDQDWLYHVSHDNHUDVLWVRXQGVOLNHDQLQVXOWμ%RJRII¶ meaning go away, leave me alone, slightly childish and a little old-fashioned.
%2*2) LV WKH EHVWNQRZQ RI WKH VXSHUPDUNHW PDUNHWLQJVWUDWHJLHV7KHFRQFHSWZDV¿UVWLPSRUWHGIURP the USA during the 1970s recession, when food prices were very high. It came back into fashion in the late 1990s, led by big supermarket chains trying to gain a competitive advantage over each other. Consumers were attracted by the idea that they could get something for nothing. Who FRXOGSRVVLEO\VD\μQR¶" Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 2 ago. 2012 (adaptado).
Considerando-se as informações do texto, a expressão ³ERJRI´pXVDGDSDUD
A anunciar mercadorias em promoção.
B pedir para uma pessoa se retirar.
C comprar produtos fora de moda.
D indicar recessão na economia. E chamar alguém em voz alta.
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS
TECNOLOGIAS
Questões de 91 a 135
Questões de 91 a 95 (opção espanhol)
QUESTÃO 91
La Sala II de la Cámara de Casación Penal ordenó que Marcela y Felipe Noble Herrera, los hijos adoptivos de la dueña de Clarín, se sometan “a la extracción directa, con o sin consentimiento, de mínimas muestras de VDQJUHVDOLYDSLHOFDEHOORXRWUDVPXHVWUDVELROyJLFDV´ TXHOHVSHUWHQH]FDQGH³PDQHUDLQGXELWDEOH´SDUDSRGHU determinar si son hijos de desaparecidos. El tribunal, así, hizo lugar a un reclamo de las Abuelas de Plaza de Mayo y movió un casillero una causa judicial que ya lleva diez DxRVGHLQGH¿QLFLyQ6LQHPEDUJRVLPXOWiQHDPHQWH¿My XQ OtPLWH \ VyOR KDELOLWy OD FRPSDUDFLyQ GH ORV SHU¿OHV genéticos de los jóvenes con el ADN de las familias de SHUVRQDV³GHWHQLGDVRGHVDSDUHFLGDVFRQFHUWH]D´KDVWD el 13 de mayo de 1976, en el caso de Marcela, y hasta el 7 de julio del mismo año en el de Felipe. La obtención del material genético no será inmediata, ya que algunas de las partes apelarán y el tema inevitablemente desembocará DOD&RUWH6XSUHPDTXHWHQGUiODSDODEUD¿QDOVREUHOD discusión de fondo. “Es una de cal y otra de arena, es querer quedar bien FRQ'LRV\FRQHOGLDEOR´UHVXPLyODSUHVLGHQWDGH$EXHODV
Estela Carlotto, su primera impresión de la resolución TXH ¿UPDURQ *XLOOHUPR <DFREXFFL /XLV *DUFtD \ 5D~O 0DGXHxR$XQ DVt OD HYDOXy FRPR ³XQ SDVR LPSRUWDQWH´ porque determina que “sí o sí la extracción de sangre o GH HOHPHQWRV TXH FRQWHQJDQ $'1 GHEH SURFHGHU´ ³/R TXH QRV FD\y PDO´ DFRWy HV ³OD OLPLWDFLyQ´ WHPSRUDO que permitirá que la comparación se haga sólo con un grupo de familias. “Seguimos con la historia de que acá hay de primera y de segunda. ¿Por qué todos los demás casos siempre se han comparado con el Banco (de Datos *HQpWLFRV FRPSOHWR\HQpVWHQR"´VHSUHJXQWy HAUSER, I. Disponível em: www.pagina12.com.ar. Acesso em: 30 maio 2016. Nessa notícia, publicada no jornal argentino Página 12, citam-se comentários de Estela Carlotto, presidente da associação Abuelas de Plaza de Mayo, com relação a uma decisão do tribunal argentino. No contexto da fala, DH[SUHVVmR³XQDGHFDO\RWUDGHDUHQD´pXWLOL]DGDSDUD A referir-se ao fato de a decisão judicial não implicar a sua imediata aplicação. B destacar a inevitável execução da sentença. C ironizar a parcialidade da Justiça nessa ação. D criticar a coleta compulsória do material genético. E enfatizar a determinação judicial como algo consolidado.
QUESTÃO 92
Preámbulo a las instrucciones para dar cuerda al reloj Piensa en esto: cuando te regalan un reloj te regalan XQ SHTXHxR LQ¿HUQR ÀRULGR XQD FDGHQD GH URVDV XQ calabozo de aire. No te dan solamente el reloj, que los cumplas muy felices y esperamos que te dure porque es de buena marca, suizo con áncora de rubíes; no te regalan solamente ese menudo picapedrero que te atarás a la muñeca y pasearás contigo. Te regalan — no lo saben, lo terrible es que no lo saben —, te regalan un nuevo pedazo frágil y precario de ti mismo, algo que es tuyo pero no es tu cuerpo, que hay que atar a tu cuerpo con su correa como un bracito desesperado colgándose de tu muñeca. Te regalan la necesidad de darle cuerda todos los días, la obligación de darle cuerda para que siga siendo un reloj; te regalan la obsesión de atender a la hora exacta en las vitrinas de las joyerías, en el anuncio por la radio, en el servicio telefónico. Te regalan el miedo de perderlo, de que te lo roben, de que se te caiga al suelo y se rompa. Te regalan su marca, y la seguridad de que es una marca mejor que las otras, te regalan la tendencia de comparar tu reloj con los demás relojes. No te regalan un reloj, tú eres el regalado, a ti te ofrecen para el cumpleaños del reloj. CORTÁZAR, J. Historias de cronopios y de famas. Buenos Aires: Sudamericana, 1963 (fragmento). Nesse texto, Júlio Cortázar transforma pequenas ações cotidianas em criação literária, A denunciando a má qualidade dos relógios modernos em relação aos antigos. B apresentando possibilidades de sermos presenteados com um relógio. C FRQYLGDQGR R OHLWRU D UHÀHWLU VREUH D FRLVL¿FDomR GR ser humano. D GHVD¿DQGR R OHLWRU D SHQVDU VREUH D HIHPHULGDGH do tempo. E criticando o leitor por ignorar os malefícios do relógio.
Agua al soñar que un cántaro en la cabeza acarreas, será éxito y triunfo lo que tú veas. Bañarse en un río donde el agua escalda, es augurio de enemigos y de cuchillo en la espalda. Bañarse en un río de agua puerca, es perder a alguien cerca. ORTIZ, A.; FLORES FARFÁN, J. A. Sueños mexicanos. México: Artes de México, 2012.
O poema retoma elementos da cultura popular PH[LFDQDTXHUHÀHWHPXPGRVDVSHFWRVTXHDFRQVWLWXL caracterizado pela
A percepção dos perigos de banhar-se em rios de águas poluídas.
B crença na relevância dos sonhos como premonições ou conselhos.
C necessidade de resgate da tradição de carregar água em cântaros.
D exaltação da importância da preservação da água.
E cautela no trato com inimigos e pessoas traiçoeiras.
QUESTÃO 94
Inestabilidad estable Los que llevan toda la vida esforzándose por conseguir XQSHQVDPLHQWRHVWDEOHFRQVX¿FLHQWHVROLGH]FRPRSDUD evitar que la incertidumbre se apodere de sus habilidades, todas esas lecciones sobre cómo asegurarse el porvenir, aquellos que nos aconsejaban que nos dejáramos de EDJDWHODV SRpWLFDV \ HQFRQWUiUDPRV XQ WUDEDMR ¿MR \ etcétera, abuelos, padres, maestros, suegros, bancos y seguradoras, nos estaban dando gato por liebre.
Y el mundo, este mundo que nos han creado, que al tocarlo en la pantalla creemos estar transformando a medida de nuestro deseo, nos está modelando según XQ FRH¿FLHQWH GH UHQWDELOLGDG QRV HVWi OLFXDQGR SDUD LQWHJUDUQRVDVXPHWDEROLVPRUHÀHMR )(51È1'(=52-$12*'LVSRQtYHOHPKWWSGLDULRMDHQHV$FHVVRHPPDLR
O título do texto antecipa a opinião do autor pelo uso de dois termos contraditórios que expressam o sentido de
A competitividade e busca do lucro, que caracterizam a sociedade contemporânea.
B EXVFD GH HVWDELOLGDGH ¿QDQFHLUD H HPRFLRQDO TXH marca o mundo atual.
C negação dos valores defendidos pelas gerações anteriores em relação ao trabalho.
D QHFHVVLGDGHGHUHDOL]DomRSHVVRDOHSUR¿VVLRQDOQR sistema vigente.
E permanência da inconstância em uma sociedade marcada por contínuas mudanças.
ACCIÓN POÉTICA LIMA. Disponível em: https://twitter.com. Acesso em: 30 maio 2016. 1HVVHJUD¿WHUHDOL]DGRSRUXPJUXSRTXHID]LQWHUYHQo}HV artísticas na cidade de Lima, há um jogo de palavras com RYHUER³SRQHU´1DSULPHLUDRFRUUrQFLDRYHUERHTXLYDOH D³YHVWLUXPDURXSD´MiQDVHJXQGDLQGLFD A início de ação. B mudança de estado. C conclusão de ideia. D simultaneidade de fatos. E continuidade de processo.
Questões de 96 a 135
QUESTÃO 96 Ler não é decifrar, como num jogo de adivinhações, o sentido de um texto. É, a partir do texto, ser capaz de DWULEXLUOKHVLJQL¿FDGRFRQVHJXLUUHODFLRQiORDWRGRVRV RXWURV WH[WRV VLJQL¿FDWLYRV SDUD FDGD XP UHFRQKHFHU nele o tipo de leitura que o seu autor pretendia e, dono da própria vontade, entregar-se a essa leitura, ou rebelar-se contra ela, propondo uma outra não prevista. LAJOLO, M. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1993. 1HVVHWH[WRDDXWRUDDSUHVHQWDUHÀH[}HVVREUHRSURFHVVR de produção de sentidos, valendo-se da metalinguagem. Essa função da linguagem torna-se evidente pelo fato de o texto A ressaltar a importância da intertextualidade. B propor leituras diferentes das previsíveis. C apresentar o ponto de vista da autora. D discorrer sobre o ato de leitura. E focar a participação do leitor.
O senso comum é que só os seres humanos são capazes de rir. Isso não é verdade?
Não. O riso básico — o da brincadeira, da diversão, da expressão física do riso, do movimento da face e da vocalização — nós compartilhamos com diversos animais. Em ratos, já foram observadas vocalizações ultrassônicas
— que nós não somos capazes de perceber — e que HOHV HPLWHP TXDQGR HVWmR EULQFDQGR GH ³URODU QR FKmR´ Acontecendo de o cientista provocar um dano em um ORFDO HVSHFt¿FR QR FpUHEUR R UDWR GHL[D GH ID]HU HVVD vocalização e a brincadeira vira briga séria. Sem o riso, o
outro pensa que está sendo atacado. O que nos diferencia dos animais é que não temos apenas esse mecanismo básico. Temos um outro mais evoluído. Os animais têm o senso de brincadeira, como nós, mas não têm senso de KXPRU2FyUWH[DSDUWHVXSHU¿FLDOGRFpUHEURGHOHVQmR
é tão evoluído como o nosso. Temos mecanismos corticais que nos permitem, por exemplo, interpretar uma piada.
Disponível em: http://globonews.globo.com. Acesso em: 31 maio 2012 (adaptado).
A coesão textual é responsável por estabelecer relações entre as partes do texto. Analisando o trecho “Acontecendo
GHRFLHQWLVWDSURYRFDUXPGDQRHPXPORFDOHVSHFt¿FR QRFpUHEUR´YHUL¿FDVHTXHHOHHVWDEHOHFHFRPDRUDomR seguinte uma relação de
A ¿QDOLGDGHSRUTXHRVGDQRVFDXVDGRVDRFpUHEURWrP SRU¿QDOLGDGHSURYRFDUDIDOWDGHYRFDOL]DomRGRVUDWRV
B oposição, visto que o dano causado em um local HVSHFt¿FRQRFpUHEURpFRQWUiULRjYRFDOL]DomRGRVUDWRV
C FRQGLomRSRLVpSUHFLVRTXHVHWHQKDOHVmRHVSHFt¿FD no cérebro para que não haja vocalização dos ratos.
D consequência, uma vez que o motivo de não haver mais vocalização dos ratos é o dano causado no cérebro.
E proporção, já que à medida que se lesiona o cérebro
não é mais possível que haja vocalização dos ratos.
QUESTÃO 102
Mandinga — Era a denominação que, no período das grandes navegações, os portugueses davam à costa ocidental da África. A palavra se tornou sinônimo de feitiçaria porque os exploradores lusitanos consideravam bruxos os africanos que ali habitavam — é que eles davam indicações sobre a existência de ouro na região. Em idioma nativo, manding designava terra de feiticeiros. A palavra acabou virando sinônimo de feitiço, sortilégio. COTRIM, M. O pulo do gato 3. 6mR3DXOR*HUDomR(GLWRULDO IUDJPHQWR
1RWH[WRHYLGHQFLDVHTXHDFRQVWUXomRGRVLJQL¿FDGRGD palavra mandinga resulta de um(a)
A contexto sócio-histórico.
B diversidade étnica.
C GHVFREHUWDJHRJUi¿FD
D apropriação religiosa.
E contraste cultural.
Nesta época do ano, em que comprar compulsivamente é a principal preocupação de boa SDUWH GD SRSXODomR p LPSUHVFLQGtYHO UHÀHWLUPRV VREUH a importância da mídia na propagação de determinados comportamentos que induzem ao consumismo exacerbado. No clássico livro O capital , Karl Marx aponta que no capitalismo os bens materiais, ao serem fetichizados , passam a assumir qualidades que vão além GD PHUD PDWHULDOLGDGH $V FRLVDV VmR SHUVRQL¿FDGDV H DV SHVVRDV VmR FRLVL¿FDGDV (P RXWURV WHUPRV XP automóvel de luxo, uma mansão em um bairro nobre ou a ostentação de objetos de determinadas marcas famosas são alguns dos fatores que conferem maior valorização e visibilidade social a um indivíduo. LADEIRA, F. F. 5HÀH[}HVVREUHRFRnsumismo. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 18 jan. 2015. TEXTO II Todos os dias, em algum nível, o consumo atinge nossa YLGD PRGL¿FD QRVVDV UHODo}HV JHUD H UHJH VHQWLPHQWRV engendra fantasias, aciona comportamentos, faz sofrer, faz gozar. Às vezes constrangendo-nos em nossas ações no mundo, humilhando e aprisionando, às vezes ampliando nossa imaginação e nossa capacidade de desejar, consumimos e somos consumidos. Numa época toda FRGL¿FDGD FRPR D QRVVD R FyGLJR GD DOPD R FyGLJR GR VHU YLURX FyGLJR GR FRQVXPLGRU )DVFtQLR SHOR FRQVXPR fascínio do consumo. Felicidade, luxo, bem-estar, boa forma, lazer, elevação espiritual, saúde, turismo, sexo, família e corpo são hoje reféns da engrenagem do consumo. %$5&(//26* A alma do consumo. Disponível em: www.diplomatique.org.br. Acesso em: 18 jan. 2015. (VVHV WH[WRV SURS}HP XPD UHÀH[mR FUtWLFD VREUH R consumismo. Ambos partem do ponto de vista de que esse hábito A desperta o desejo de ascensão social. B provoca mudanças nos valores sociais. C advém de necessidades suscitadas pela publicidade. D deriva da inerente busca por felicidade pelo ser humano. E resulta de um apelo do mercado em determinadas datas.
QUESTÃO 104 Quem procura a essência de um conto no espaço que ¿FD HQWUH D REUD H VHX DXWRU FRPHWH XP HUUR p PXLWR PHOKRUSURFXUDUQmRQRWHUUHQRTXH¿FDHQWUHRHVFULWRU H VXD REUD PDV MXVWDPHQWH QR WHUUHQR TXH ¿FD HQWUH R texto e seu leitor. OZ, A. De amor e trevas. São Paulo: Cia. das Letras, 2005 (fragmento). A progressão temática de um texto pode ser estruturada por meio de diferentes recursos coesivos, entre os quais se destaca a pontuação. Nesse texto, o emprego dos dois pontos caracteriza uma operação textual realizada com a ¿QDOLGDGHGH A comparar elementos opostos. B relacionar informações gradativas. C LQWHQVL¿FDUXPSUREOHPDFRQFHLWXDO D introduzir um argumento esclarecedor. E assinalar uma consequência hipotética.
A ÁG U A
IN VISÍVEL Assim com o a água corresponde a até 70% do nosso peso, ela tam bém com põe m uito daquilo que com em os, vestim os e usam os, ainda que C ada quilo de carne indiretam ente. bovina,por exem plo, exige em m édia 15 m illitros de água para ser produzido — desde a produção do alim ento do gado até a lim peza de seus dejetos. O Brasilé um grande exportadorde água na form a de soja e cereais.
EC O N O M IZAR BEN S D E C O N SU M O E EVITAR O D ESPER D ÍC IO TAM BÉM É PO U PAR ÁG U A.
1 le
nç
oldealgodã o=
1 ov
o=
1 k
gdepão=
c 1 op
od
ecervej 75 a= litros
National Geographic Brasil , n. 151, out. 2012 (adaptado).
Nessa campanha publicitária, para estimular a economia de água, o leitor é incitado a
A adotar práticas de consumo consciente.
B alterar hábitos de higienização pessoal e residencial.
C contrapor-se a formas indiretas de exportação de água.
D optar por vestuário produzido com matéria-prima reciclável.
E conscientizar produtores rurais sobre os custos de produção.
Até que ponto replicar conteúdo é crime? “A internet HDSLUDWDULDVmRLQVHSDUiYHLV´GL]RGLUHWRUGRLQVWLWXWR de pesquisas americano Social Science Research Council. “Há uma infraestrutura pequena para controlar quem é o dono dos arquivos que circulam na rede. Isso acabou com o controle sobre a propriedade e tem sido GHVFULWR FRPR SLUDWDULD PDV p LQHUHQWH j WHFQRORJLD´ D¿UPD R GLUHWRU 2 DWR GH GLVWULEXLU FySLDV GH XP trabalho sem a autorização dos seus produtores pode, sim, ser considerado crime, mas nem sempre essa distribuição gratuita lesa os donos dos direitos autorais. Pelo contrário. Veja o caso do livro O alquimista , do escritor Paulo Coelho. Após publicar, para download gratuito, uma versão traduzida da obra em seu blog , Coelho viu as vendas do livro em papel explodirem. BARRETO, J.; MORAES, M. A internet existe sem pirataria? Veja , n. 2 308, 13 fev. 2013 (adaptado). De acordo com o texto, o impacto causado pela internet propicia a A banalização da pirataria na rede. B adoção de medidas favoráveis aos editores. C implementação de leis contra crimes eletrônicos. D reavaliação do conceito de propriedade intelectual. E ampliação do acesso a obras de autores reconhecidos.
QUESTÃO 107 (PFDVD+LGHRDLQGDSRGLDVHJXLU¿HODRLPSHUDGRU japonês e às tradições que trouxera no navio que aportara em Santos. […] Por isso Hideo exigia que, aos domingos, todos estivessem juntos durante o almoço. (OH VH VHQWDYD j FDEHFHLUD GD PHVD j GLUHLWD ¿FDYD +DQDVKLURTXHHUDRSULPHLUR¿OKRH+LWRVKLRVHJXQGR e à esquerda, Haruo, depois Hiroshi, que era o mais QRYR >«@$ HVSRVD TXH WDPEpP HUD PmH H DV ¿OKDV que também eram irmãs, aguardavam de pé ao redor da mesa […]. Haruo reclamava, não se cansava de reclamar: que se sentassem também as mulheres à mesa, que era um absurdo aquele costume. Quando se casasse, se sentariam à mesa a esposa e o marido, um em frente ao outro, porque não era o homem melhor que a mulher para ser o primeiro […]. Elas seguiam de pé, a mãe um SRXFRFDQVDGDGRVSURWHVWRVGR¿OKRSRLVRPRPHQWRGR almoço era sagrado, não era hora de levantar bandeiras inúteis […]. NAKASATO, O. Nihonjin. São Paulo: Benvirá, 2011 (fragmento). Referindo-se a práticas culturais de origem nipônica, o narrador registra as reações que elas provocam na família e mostra um contexto em que
A a obediência ao imperador leva ao prestígio pessoal. B as novas gerações abandonam seus antigos hábitos. C a refeição é o que determina a agregação familiar. D RVFRQÀLWRVGHJrQHURWHQGHPDVHUQHXWUDOL]DGRV E o lugar à mesa metaforiza uma estrutura de poder.
Galinha cega O dono correu atrás de sua branquinha, agarrou-a, lhe examinou os olhos. Estavam direitinhos, graças a Deus, e muito pretos. Soltou-a no terreiro e lhe atirou mais milho. A galinha continuou a bicar o chão desorientada. Atirou ainda mais, com paciência, até que ela se fartasse. Mas não conseguiu com o gasto de milho, de que as outras se aproveitaram, atinar com a origem daquela desorientação. Que é que seria aquilo, meu Deus do céu? Se fosse efeito de uma pedrada na cabeça e se soubesse quem havia mandado a pedra, algum moleque da vizinhança, aí… Nem por sombra imaginou que era a cegueira irremediável que principiava.
Também a galinha, coitada, não compreendia nada, absolutamente nada daquilo. Por que não vinham mais os dias luminosos em que procurava a sombra das pitangueiras? Sentia ainda o calor do sol, mas tudo quase sempre tão escuro. Quase que já não sabia onde é que estava a luz, onde é que estava a sombra. *8,0$5$(16-$ Contos e novelas. Rio de Janeiro: Imago, 1976 (fragmento).
Ao apresentar uma cena em que um menino atira milho às galinhas e observa com atenção uma delas, o narrador explora um recurso que conduz a uma expressividade fundamentada na
A captura de elementos da vida rural, de feições peculiares.
B caracterização de um quintal de sítio, espaço de descobertas.
C confusão intencional da marcação do tempo, centrado na infância.
D apropriação de diferentes pontos de vista, incorporados afetivamente.
E IUDJPHQWDomR GR FRQÀLWR JHUDGRU GLVWHQGLGR FRPR apoio à emotividade.
QUESTÃO 113
Sem acessórios nem som Escrever só para me livrar de escrever. Escrever sem ver, com riscos sentindo falta dos acompanhamentos com as mesmas lesmas H¿JXUDVVHPIRUoDGHH[SUHVVmR 0DVWXGRGHVD¿QD o pensamento pesa tanto quanto o corpo enquanto corto os conectivos corto as palavras rentes com tesoura de jardim cega e bruta com facão de mato. Mas a marca deste corte WHPTXH¿FDU nas palavras que sobraram. Qualquer coisa do que desapareceu continuou nas margens, nos talos no atalho aberto a talhe de foice no caminho de rato. FREITAS FILHO, A. Máquina de escrever : poesia reunida e revista. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003.
1HVVHWH[WRDUHÀH[mRVREUH o processo criativo aponta para uma concepção de atividade poética que põe em evidência o(a) A angustiante necessidade de produção, presente em ³(VFUHYHUVySDUDPHOLYUDUGHHVFUHYHU´ B imprevisível percurso da composição, presente em ³QRDWDOKRDEHUWRDWDOKHGHIRLFHQRFDPLQKRGHUDWR´ C agressivo trabalho de supressão, presente em “corto as SDODYUDVUHQWHVFRPWHVRXUDGHMDUGLPFHJDHEUXWD´ D inevitável frustração diante do poema, presente HP ³0DV WXGR GHVD¿QD R SHQVDPHQWR SHVD WDQWR TXDQWRRFRUSR´ E FRQÀLWXRVD UHODomR FRP D LQVSLUDomR SUHVHQWH HP ³VHQWLQGRIDOWDGRVDFRPSDQKDPHQWRVH¿JXUDVVHP IRUoDGHH[SUHVVmR´
QUESTÃO 114
A origem da obra de arte (2002) é uma instalação seminal na obra de Marilá Dardot. Apresentada originalmente em sua primeira exposição individual, no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte, a obra constitui um convite para a interação do espectador, instigado a compor palavras e sentenças e a distribuí-las pelo campo. Cada letra tem o feitio de um vaso de cerâmica (ou será o contrário?) e, à disposição do espectador, encontram-se utensílios de plantio, terra e sementes. Para abrigar a obra e servir de ponto de partida para a criação dos textos, foi construído um pequeno galpão, evocando uma estufa ou um ateliê de jardinagem. As 1 500 letras-vaso foram produzidas pela cerâmica que funciona no Instituto Inhotim, em Minas *HUDLVQXPSURFHVVRTXHGXURXYiULRVPHVHVHFRQWRXFRP a participação de dezenas de mulheres das comunidades do entorno. Plantar palavras, semear ideias é o que nos propõe o trabalho. No contexto de Inhotim, onde natureza e arte dialogam de maneira privilegiada, esta proposição se torna, de certa maneira, mais perto da possibilidade. Disponível em: www.inhotim.org.br. Acesso em: 22 maio 2013 (adaptado). A função da obra de arte como possibilidade de experimentação e de construção pode ser constatada no trabalho de Marilá Dardot porque A o projeto artístico acontece ao ar livre. B o observador da obra atua como seu criador. C a obra integra-se ao espaço artístico e botânico. D as letras-vaso são utilizadas para o plantio de mudas. E as mulheres da comunidade participam na confecção das peças.
O nome do inseto pirilampo (vaga-lume) tem uma interessante certidão de nascimento. De repente, no ¿P GR VpFXOR ;9,, RV SRHWDV GH /LVERD UHSDUDUDP TXH não podiam cantar o inseto luminoso, apesar de ele ser um manancial de metáforas, pois possuía um nome ³LQGHFRURVR´TXHQmRSRGLDVHU³XVDGRHPSDSpLVVpULRV´ caga-lume. Foi então que o dicionarista Raphael Bluteau inventou a nova palavra, pirilampo, a partir do grego pyr , VLJQL¿FDQGRμIRJR¶H lampas μFDQGHLD¶ FERREIRA, M. B. Caminhos do português : exposição comemorativa do Ano Europeu das Línguas. Portugal: Biblioteca Nacional, 2001 (adaptado).
O texto descreve a mudança ocorrida na nomeação do inseto, por questões de tabu linguístico. Esse tabu diz respeito à
A UHFXSHUDomRKLVWyULFDGRVLJQL¿FDGR
B ampliação do sentido de uma palavra.
C produção imprópria de poetas portugueses.
D GHQRPLQDomRFLHQWt¿FDFRPEDVHHPWHUPRVJUHJRV
E restrição ao uso de um vocábulo pouco aceito socialmente.
QUESTÃO 116
Primeira lição
Os gêneros de poesia são: lírico, satírico, didático, épico, ligeiro. O gênero lírico compreende o lirismo. Lirismo é a tradução de um sentimento subjetivo, sincero e pessoal. É a linguagem do coração, do amor. O lirismo é assim denominado porque em outros tempos os versos sentimentais eram declamados ao som da lira. O lirismo pode ser: a) Elegíaco, quando trata de assuntos tristes, quase sempre a morte. b) Bucólico, quando versa sobre assuntos campestres. c) Erótico, quando versa sobre o amor. O lirismo elegíaco compreende a elegia, a nênia, a HQGHFKDRHSLWi¿RHRHSLFpGLR Elegia é uma poesia que trata de assuntos tristes. Nênia é uma poesia em homenagem a uma pessoa morta. Era declamada junto à fogueira onde o cadáver era incinerado. Endecha é uma poesia que revela as dores do coração. (SLWi¿RpXPSHTXHQRYHUVRJUDYDGRHPSHGUDVWXPXODUHV Epicédio é uma poesia onde o poeta relata a vida de uma pessoa morta. CESAR, A. C. Poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
No poema de Ana Cristina Cesar, a relação entre as GH¿QLo}HVDSUHVHQWDGDVHRSURFHVVRGHFRQVWUXomRGR texto indica que o(a)
A caráter descritivo dos versos assinala uma concepção irônica de lirismo. B tom explicativo e contido constitui uma forma peculiar de expressão poética. C seleção e o recorte do tema revelam uma visão pessimista da criação artística. D enumeração de distintas manifestações líricas produz um efeito de impessoalidade. E referência a gêneros poéticos clássicos expressa a adesão do eu lírico às tradições literárias.
Você pode não acreditar Você pode não acreditar: mas houve um tempo em TXHRVOHLWHLURVGHL[DYDPDVJDUUD¿QKDVGHOHLWHGRODGR de fora das casas, seja ao pé da porta, seja na janela. A gente ia de uniforme azul e branco para o grupo, de manhãzinha, passava pelas casas e não ocorria que alguém pudesse roubar aquilo. Você pode não acreditar: mas houve um tempo em que os padeiros deixavam o pão na soleira da porta ou na janela que dava para a rua. A gente passava e via aquilo como uma coisa normal. Você pode não acreditar: mas houve um tempo em que você saía à noite para namorar e voltava andando pelas ruas da cidade, caminhando displicentemente, sentindo cheiro de jasmim e de alecrim, sem olhar para trás, sem temer as sombras. Você pode não acreditar: houve um tempo em que as pessoas se visitavam airosamente. Chegavam no meio da tarde ou à noite, contavam casos, tomavam café, falavam da saúde, tricotavam sobre a vida alheia e voltavam de bonde às suas casas. Você pode não acreditar: mas houve um tempo em que o namorado primeiro ficava andando com a moça numa rua perto da casa dela, depois passava a namorar no portão, depois tinha ingresso na sala da família. Era sinal de que já estava praticamente noivo e seguro. Houve um tempo em que havia tempo. Houve um tempo. SANT’ANNA, A. R. Estado de Minas , 5 maio 2013 (fragmento). Nessa crônica, a repetição do trecho “Você pode não DFUHGLWDU PDV KRXYH XP WHPSR HP TXH´ FRQ¿JXUDVH como uma estratégia argumentativa que visa A surpreender o leitor com a descrição do que as pessoas faziam durante o seu tempo livre antigamente. B sensibilizar o leitor sobre o modo como as pessoas se relacionavam entre si num tempo mais aprazível. C advertir o leitor mais jovem sobre o mau uso que se faz do tempo nos dias atuais. D incentivar o leitor a organizar melhor o seu tempo sem deixar de ser nostálgico. E convencer o leitor sobre a veracidade de fatos relativos à vida no passado.
Antiode Poesia, não será esse o sentido em que ainda te escrevo: ÀRU 7HHVFUHYR ÀRU1mRXPD ÀRUQHPDTXHOD ÀRUYLUWXGH²HP disfarçados urinóis). Flor é a palavra ÀRUYHUVRLQVFULWR no verso, como as manhãs no tempo. Flor é o salto da ave para o voo: o salto fora do sono quando seu tecido se rompe; é uma explosão posta a funcionar, como uma máquina, XPDMDUUDGHÀRUHV MELO NETO, J. C. Psicologia da composição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997 (fragmento).
A poesia é marcada pela recriação do objeto por meio da linguagem, sem necessariamente explicá-lo. Nesse fragmento de João Cabral de Melo Neto, poeta da geração de 1945, o sujeito lírico propõe a recriação poética de
A uma palavra, a partir de imagens com as quais HOD SRGH VHU FRPSDUDGD D ¿P GH DVVXPLU QRYRV VLJQL¿FDGRV B um urinol, em referência às artes visuais ligadas às vanguardas do início do século XX. C uma ave, que compõe, com seus movimentos, uma imagem historicamente ligada à palavra poética. D uma máquina, levando em consideração a relevância GRGLVFXUVRWpFQLFRFLHQWt¿FRSyV5HYROXomR,QGXVWULDO E um tecido, visto que sua composição depende de elementos intrínsecos ao eu lírico.
QUESTÃO 122
Qual é a segurança do sangue? Para que o sangue esteja disponível para aqueles que necessitam, os indivíduos saudáveis devem criar o hábito de doar sangue e encorajar amigos e familiares saudáveis a praticarem o mesmo ato.
A prática de selecionar criteriosamente os doadores, bem como as rígidas normas aplicadas para testar, transportar, estocar e transfundir o sangue doado ¿]HUDPGHOHXPSURGXWRPXLWRPDLVVHJXURGRTXHMiIRL anteriormente.
Apenas pessoas saudáveis e que não sejam de risco para adquirir doenças infecciosas transmissíveis pelo VDQJXH FRPR KHSDWLWHV % H & +,9 Vt¿OLV H &KDJDV podem doar sangue.
Se você acha que sua saúde ou comportamento pode colocar em risco a vida de quem for receber seu sangue, ou tem a real intenção de apenas realizar o teste para o YtUXV+,912'2(6$1*8(.
Cumpre destacar que apesar de o sangue doado ser testado para as doenças transmissíveis conhecidas no momento, existe um período chamado de janela imunológica em que um doador contaminado por um determinado vírus pode transmitir a doença através do seu sangue. DA SUA HONESTIDADE DEPENDE A VIDA DE 48(09$,5(&(%(56(86$1*8( Disponível em: www.prosangue.sp.gov.br. Acesso em: 24 abr. 2015 (adaptado). Nessa campanha, as informações apresentadas têm como objetivo principal A conscientizar o doador de sua corresponsabilidade pela qualidade do sangue. B garantir a segurança de pessoas de grupos de risco durante a doação de sangue. C esclarecer o público sobre a segurança do processo de captação do sangue. D DOHUWDURVGRDGRUHVVREUHDVGL¿FXOGDGHVHQIUHQWDGDV na coleta de sangue. E ampliar o número de doadores para manter o banco de sangue.
QUESTÃO 123 TEXTO I Entrevistadora — eu vou conversar aqui com a professora A. D. ... o português então não é uma língua difícil? Professora — olha se você parte do princípio… que a língua portuguesa não é só regras gramaticais… não se você se apaixona pela língua que você… já domina que você já fala ao chegar na escola se o teu professor cativa você a ler obras da literatura… obras da/ dos meios de comunicação… se você tem acesso a revistas… é... a livros didáticos… a... livros de literatura o mais formal o e/ o difícil é porque a escola transforma como eu já disse as aulas de língua portuguesa em análises gramaticais. TEXTO II Entrevistadora — Vou conversar com a professora A. D. O português é uma língua difícil? Professora — Não, se você parte do princípio que a língua portuguesa não é só regras gramaticais. Ao chegar à escola, o aluno já domina e fala a língua. Se o professor motivá-lo a ler obras literárias, e se tem acesso a revistas, a livros didáticos, você se apaixona pela língua. O que torna difícil é que a escola transforma as aulas de língua portuguesa em análises gramaticais. MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita : atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001 (adaptado). O Texto I é a transcrição de uma entrevista concedida por uma professora de português a um programa de rádio. O Texto II é a adaptação dessa entrevista para a modalidade escrita. Em comum, esses textos A apresentam ocorrências de hesitações e reformulações. B são modelos de emprego de regras gramaticais. C são exemplos de uso não planejado da língua. D apresentam marcas da linguagem literária. E são amostras do português culto urbano.
De domingo — Outrossim… — O quê? — O que o quê? — O que você disse. — Outrossim? — É. — O que é que tem? — Nada. Só achei engraçado. — Não vejo a graça. — Você vai concordar que não é uma palavra de todos os dias. — Ah, não é. Aliás, eu só uso domingo. — Se bem que parece mais uma palavra de segunda-feira. ²1mR3DODYUDGHVHJXQGDIHLUDp³yELFH´ ²³ÐQXV´ ²³ÐQXV´WDPEpP³'HVLGHUDWR´³5HVTXtFLR´ ²³5HVTXtFLR´pGHGRPLQJR — Não, não. Segunda. No máximo terça. ²0DV³RXWURVVLP´IUDQFDPHQWH — Qual o problema? ²5HWLUDR³RXWURVVLP´ — Não retiro. É uma ótima palavra. Aliás é uma palavra difícil GHXVDU1mRpTXDOTXHUXPTXHXVD³RXWURVVLP´ VERISSIMO, L. F. Comédias da vida privada. Porto Alegre: L&PM, 1996 (fragmento). No texto, há uma discussão sobre o uso de algumas palavras da língua portuguesa. Esse uso promove o(a)
A marcação temporal, evidenciada pela presença de palavras indicativas dos dias da semana. B tom humorístico, ocasionado pela ocorrência de palavras empregadas em contextos formais. C caracterização da identidade linguística dos interlocutores, percebida pela recorrência de palavras regionais. D distanciamento entre os interlocutores, provocado SHOR HPSUHJR GH SDODYUDV FRP VLJQL¿FDGRV SRXFR conhecidos. E inadequação vocabular, demonstrada pela seleção de palavras desconhecidas por parte de um dos interlocutores do diálogo.
QUESTÃO 125
Receita Tome-se um poeta não cansado, 8PDQXYHPGHVRQKRHXPDÀRU Três gotas de tristeza, um tom dourado, Uma veia sangrando de pavor. Quando a massa já ferve e se retorce Deita-se a luz dum corpo de mulher, Duma pitada de morte se reforce, Que um amor de poeta assim requer. 6$5$0$*2- Os poemas possíveis. Alfragide: Caminho, 1997.
Os gêneros textuais caracterizam-se por serem UHODWLYDPHQWH HVWiYHLV H SRGHP UHFRQ¿JXUDUVH HP função do propósito comunicativo. Esse texto constitui uma mescla de gêneros, pois
A introduz procedimentos prescritivos na composição do poema. B explicita as etapas essenciais à preparação de uma receita. C explora elementos temáticos presentes em uma receita. D apresenta organização estrutural típica de um poema. E XWLOL]DOLQJXDJHP¿JXUDGDQDFRQVWUXomRGRSRHPD
Espetáculo Romeu e Julieta UXSRDOSmR *872081,='LVSRQtYHOHPZZZIRFRLQFHQDFRPEU$FHVVRHPPDLR A principal razão pela qual se infere que o espetáculo UHWUDWDGRQDIRWRJUD¿DpXPDPDQLIHVWDomRGRWHDWURGH rua é o fato de A dispensar o edifício teatral para a sua realização. B XWLOL]DU¿JXULQRVFRPDGHUHoRVF{PLFRV C empregar elementos circenses na atuação. D excluir o uso de cenário na ambientação. E QHJDURXVRGHLOXPLQDomRDUWL¿FLDO
QUESTÃO 127
O humor e a língua Há algum tempo, venho estudando as piadas, com ênfase em sua constituição linguística. Por isso, embora a D¿UPDomRDVHJXLUSRVVDSDUHFHUVXUSUHHQGHQWHFUHLRTXH posso garantir que se trata de uma verdade quase banal: as piadas fornecem simultaneamente um dos melhores retratos dos valores e problemas de uma sociedade, por um lado, e uma coleção de fatos e dados impressionantes para quem quer saber o que é e como funciona uma língua, por outro. Se se quiser descobrir os problemas com os quais uma sociedade se debate, uma coleção de piadas fornecerá excelente pista: sexualidade, etnia/raça e outras diferenças, instituições (igreja, escola, casamento, política), morte, tudo isso está sempre presente nas piadas que circulam anonimamente e que são ouvidas e contadas por todo mundo em todo o mundo. Os antropólogos ainda não prestaram a devida atenção a esse material, que poderia substituir com vantagem muitas entrevistas e pesquisas participantes. Saberemos mais a quantas andam o machismo e o racismo, por exemplo, se pesquisarmos uma coleção de piadas do que qualquer outro corpus. POSSENTI, S. Ciência Hoje , n. 176, out. 2001 (adaptado). $ SLDGD p XP JrQHUR WH[WXDO TXH ¿JXUD HQWUH RV PDLV recorrentes na cultura brasileira, sobretudo na tradição RUDO1HVVDUHÀH[mRDSLDGDpHQIDWL]DGDSRU A sua função humorística. B sua ocorrência universal. C sua diversidade temática. D seu papel como veículo de preconceitos. E seu potencial como objeto de investigação.
BACON, F. Três estudos para um autorretrato. Óleo sobre tela, 37,5 x 31,8 cm (cada), 1974. Disponível em: www.metmuseum.org. Acesso em: 30 maio 2016.
TEXTO II
Tenho um rosto lacerado por rugas secas e profundas, sulcos na pele. Não é um rosto desfeito, como acontece com pessoas de traços delicados, o contorno é o mesmo mas a matéria foi destruída. Tenho um rosto destruído. DURAS, M. O amante. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
Na imagem e no texto do romance de Marguerite Duras, os dois autorretratos apontam para o modo de representação da subjetividade moderna. Na pintura e na literatura modernas, o rosto humano deforma-se, destrói-se ou fragmenta-se em razão
A da adesão à estética do grotesco, herdada do romantismo europeu, que trouxe novas possibilidades de representação.
B das catástrofes que assolaram o século XX e da descoberta de uma realidade psíquica pela psicanálise.
C da opção em demonstrarem oposição aos limites estéticos da revolução permanente trazida pela arte moderna.
D do posicionamento do artista do século XX contra a negação do passado, que se torna prática dominante na sociedade burguesa.
E da intenção de garantir uma forma de criar obras de arte independentes da matéria presente em sua história pessoal.
QUESTÃO 133
Lições de motim
DONA COTINHA ²eFODUR6yJRVWDGHVROLGmRTXHP nasceu pra ser solitário. Só o solitário gosta de solidão. Quem vive só e não gosta da solidão não é um solitário, p Vy XP GHVDFRPSDQKDGR $ UHÀH[mR HVFRUUHJD Oi pro fundo da alma.) Solidão é vocação, besta de quem pensa que é sina. Por isso, tem de ser valorizada. E não é qualquer um que pode ser solitário, não. Ah, mas não pPHVPReSUHFLVRWHUFRPSHWrQFLDSUDLVVR 'HV~ELWR pedagógica, volta-se para o homem.) É como poesia, sabe, moço? Tem de ser recitada em voz alta, que é pra gente sentir o gosto. (FAZ UMA PAUSA.) Você gosta de poesia? (O HOMEM TORNA A SE DEBATER. A VELHA INTERROMPE O DISCURSO E VOLTA A LHE DAR AS COSTAS, COMO SEMPRE, IMPASSÍVEL. O HOMEM,
MAIS UMA VEZ, CANSADO, DESISTE.) Bem, como eu ia dizendo, pra viver bem com a solidão temos de ser proprietários dela e não inquilinos, me entende? Quem é inquilino da solidão não passa de um abandonado. É isso aí. ZORZETTI, H. Lições de motim *RLkQLD.HOSV DGDSWDGR Nesse trecho, o que caracteriza Lições de motim como texto teatral? A O tom melancólico presente na cena. B As perguntas retóricas da personagem. C A interferência do narrador no desfecho da cena. D O uso de rubricas para construir a ação dramática. E As analogias sobre a solidão feitas pela personagem.
QUESTÃO 134 A obra de Túlio Piva poderia ser objeto de estudo nos bancos escolares, ao lado de Noel, Ataulfo e Lupicínio. Se o criador optou por permanecer em sua querência — Santiago, e depois Porto Alegre, a obra alçou voos mais altos, com passagens na Rússia, Estados Unidos e Venezuela. Tem que ter mulata , seu samba maior, é coisa de craque. Um retrato feito de ritmo e poesia, uma ode ao gênero que amou desde sempre. E o paradoxo: misto de gaúcho e italiano, nascido na fronteira com a Argentina, falando de samba, morro e mulata, com categoria. E que FDWHJRULD8PDEDWLGDGHYLROmRTXHIH]KLVWyULD2WDQJR transmudado em samba. RAMIREZ, H.; PIVA, R. (Org.). Túlio Piva : pra ser samba brasileiro. Porto Alegre: Programa Petrobras Cultural, 2005 (adaptado). O texto é um trecho da crítica musical sobre a obra de Túlio Piva. Para enfatizar a qualidade do artista, usou-se como recurso argumentativo o(a) A contraste entre o local de nascimento e a escolha pelo gênero samba. B exemplo de temáticas gaúchas abordadas nas letras de sambas. C alusão a gêneros musicais brasileiros e argentinos. D comparação entre sambistas de diferentes regiões. E aproximação entre a cultura brasileira e a argentina.
QUESTÃO 135
L.J.C. — 5 tiros? — É. — Brincando de pegador? — É. O PM pensou que… — Hoje? — Cedinho. COELHO, M. In: FREIRE, M. (Org.). Os cem menores contos brasileiros do século. São Paulo: Ateliê Editorial, 2004. Os sinais de pontuação são elementos com importantes funções para a progressão temática. Nesse miniconto, as reticências foram utilizadas para indicar A uma fala hesitante. B uma informação implícita. C uma situação incoerente. D a eliminação de uma ideia. E a interrupção de uma ação.
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MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
Questões de 136 a 180
QUESTÃO 136
Em regiões agrícolas, é comum a presença de silos para armazenamento e secagem da produção de grãos, no formato de um cilindro reto, sobreposto por um cone, H GLPHQV}HV LQGLFDGDV QD ¿JXUD 2 VLOR ¿FD FKHLR H R transporte dos grãos é feito em caminhões de carga cuja capacidade é de 20 m³. Uma região possui um silo cheio e apenas um caminhão para transportar os grãos para a XVLQDGHEHQH¿FLDPHQWR
3 m
12 m
3 m
Utilize 3 como aproximação para S.
O número mínimo de viagens que o caminhão precisará fazer para transportar todo o volume de grãos armazenados no silo é
A 6.
B 16.
C 17.
D 18.
E 21.
QUESTÃO 137
Em uma empresa de móveis, um cliente encomenda um guarda-roupa nas dimensões 220 cm de altura, 120 cm de largura e 50 cm de profundidade. Alguns dias depois, o projetista, com o desenho elaborado na escala 1 : 8, entra em contato com o cliente para fazer sua apresentação. 1R PRPHQWR GD LPSUHVVmR R SUR¿VVLRQDO SHUFHEH TXH o desenho não caberia na folha de papel que costumava XVDU3DUDUHVROYHURSUREOHPDFRQ¿JXURXDLPSUHVVRUD SDUDTXHD¿JXUDIRVVHUHGX]LGDHP
A altura, a largura e a profundidade do desenho impresso para a apresentação serão, respectivamente,
A 22,00 cm, 12,00 cm e 5,00 cm.
B 27,50 cm, 15,00 cm e 6,25 cm.
C 34,37 cm, 18,75 cm e 7,81 cm.
D 35,20 cm, 19,20 cm e 8,00 cm.
E 44,00 cm, 24,00 cm e 10,00 cm.
A London Eye é uma enorme roda-gigante na capital inglesa. Por ser um dos monumentos construídos para celebrar a entrada do terceiro milênio, ela também é conhecida como Roda do Milênio. Um turista brasileiro, em visita à Inglaterra, perguntou a um londrino o diâmetro (destacado na imagem) da Roda do Milênio e ele respondeu que ele tem 443 pés.
Disponível em: www.mapadelondres.org. Acesso em: 14 maio 2015 (adaptado). Não habituado com a unidade pé, e querendo satisfazer sua curiosidade, esse turista consultou um manual de unidades de medidas e constatou que 1 pé equivale a 12 polegadas, e que 1 polegada equivale a 2,54 cm. Após alguns cálculos de conversão, o turista ¿FRXVXUSUHHQGLGRFRPRUHVXOWDGRREWLGRHPPHWURV Qual a medida que mais se aproxima do diâmetro da Roda do Milênio, em metro? A 53 B 94 C 113 D 135 E 145
MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 19
Uma família resolveu comprar um imóvel num bairro FXMDV UXDV HVWmR UHSUHVHQWDGDV QD ¿JXUD$V UXDV FRP nomes de letras são paralelas entre si e perpendiculares jVUXDVLGHQWL¿FDGDVFRPQ~PHURV7RGRVRVTXDUWHLU}HV são quadrados, com as mesmas medidas, e todas as ruas têm a mesma largura, permitindo caminhar somente nas direções vertical e horizontal. Desconsidere a largura das ruas.
Rua A
Rua B
Rua C
Rua E
Rua D
Rua F
Rua 1 Rua 2 Rua 3 Rua 4 Rua 5 Rua 6
A família pretende que esse imóvel tenha a mesma distância de percurso até o local de trabalho da mãe, localizado na rua 6 com a rua E, o consultório do pai, na rua 2 com a rua E, e a escola das crianças, na rua 4 com a rua A.
Com base nesses dados, o imóvel que atende as pretensões da família deverá ser localizado no encontro das ruas
A 3 e C.
B 4 e C.
C 4 e D.
D 4 e E.
E 5 e C.
terrenos, com áreas de mesma medida, um para cada ¿OKR 8P GRV WHUUHQRV YLVLWDGRV Mi HVWi GHPDUFDGR H embora não tenha um formato convencional (como se REVHUYDQD)LJXUD% DJUDGRXDR¿OKRPDLVYHOKRHSRU LVVRIRLFRPSUDGR2¿OKRPDLVQRYRSRVVXLXPSURMHWR arquitetônico de uma casa que quer construir, mas, para isso, precisa de um terreno na forma retangular (como mostrado na Figura A) cujo comprimento seja 7 m maior do que a largura.
21 m
15 m
3 m
15 m
Figura B
x + 7 Figura A
x
encontrar um terreno retangular cujas medidas, em metro, do comprimento e da largura sejam iguais, respectivamente, a A 7,5 e 14,5. B 9,0 e 16,0. C 9,3 e 16,3. D 10,0 e 17,0. E 13,5 e 20,5.
QUESTÃO 144 Preocupada com seus resultados, uma empresa fez um balanço dos lucros obtidos nos últimos sete meses, conforme dados do quadro.
Mês I II III IV V VI VII
Lucro (em milhões de reais)
Avaliando os resultados, o conselho diretor da empresa decidiu comprar, nos dois meses subsequentes, a mesma quantidade de matéria-prima comprada no mês em que o lucro mais se aproximou da média dos lucros mensais dessa empresa nesse período de sete meses. Nos próximos dois meses, essa empresa deverá comprar a mesma quantidade de matéria-prima comprada no mês A I. B II. C IV. D V. E VII.
MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 20
O setor de recursos humanos de uma empresa pretende fazer contratações para adequar-se ao artigo 93
da Lei n° 8.213/91, que dispõe:
Art. 93. A empresa com 100 (cem) ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% (dois por cento) a 5%
FLQFR SRU FHQWR GRV VHXV FDUJRV FRP EHQH¿FLiULRV UHDELOLWDGRV RX SHVVRDV FRP GH¿FLrQFLD KDELOLWDGDV QD seguinte proporção:
I. até 200 empregados ...................................... 2%; II. de 201 a 500 empregados.............................. 3%; III. de 501 a 1 000 empregados........................... 4%; IV. de 1 001 em diante......................................... 5%. Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 3 fev. 2015.
Constatou-se que a empresa possui 1 200 funcionários, GRV TXDLV VmR UHDELOLWDGRV RX FRP GH¿FLrQFLD habilitados.
Para adequar-se à referida lei, a empresa contratará DSHQDV HPSUHJDGRV TXH DWHQGHP DR SHU¿O LQGLFDGR QR artigo 93.
O número mínimo de empregados reabilitados ou com GH¿FLrQFLD KDELOLWDGRV TXH GHYHUi VHU FRQWUDWDGR SHOD empresa é
A 74.
B 70.
C 64.
D 60.
E 53.
QUESTÃO 146
Uma pessoa comercializa picolés. No segundo dia de certo evento ela comprou 4 caixas de picolés, pagando
R$ 16,00 a caixa com 20 picolés para revendê-los no evento. No dia anterior, ela havia comprado a mesma
quantidade de picolés, pagando a mesma quantia, e obtendo um lucro de R$ 40,00 (obtido exclusivamente pela diferença entre o valor de venda e o de compra dos
picolés) com a venda de todos os picolés que possuía.
3HVTXLVDQGRRSHU¿OGRS~EOLFRTXHHVWDUiSUHVHQWH no evento, a pessoa avalia que será possível obter um
OXFURPDLRUGRTXHRREWLGRFRPDYHQGDQRSULPHLUR dia do evento.
Para atingir seu objetivo, e supondo que todos os picolés
disponíveis foram vendidos no segundo dia, o valor de venda de cada picolé, no segundo dia, deve ser
A R$ 0,96.
B R$ 1,00.
C R$ 1,40.
D R$ 1,50.
E R$ 1,56.
O tênis é um esporte em que a estratégia de jogo a ser adotada depende, entre outros fatores, de o adversário ser canhoto ou destro. Um clube tem um grupo de 10 tenistas, sendo que 4 são canhotos e 6 são destros. O técnico do clube deseja realizar uma partida de exibição entre dois desses jogadores, porém, não poderão ser ambos canhotos. Qual o número de possibilidades de escolha dos tenistas para a partida de exibição?
u u
u
4 u 4
6 u 4 QUESTÃO 148 O ábaco é um antigo instrumento de cálculo que usa notação posicional de base dez para representar números naturais. Ele pode ser apresentado em vários modelos, um deles é formado por hastes apoiadas em uma base. Cada haste corresponde a uma posição no sistema decimal e nelas são colocadas argolas; a quantidade de argolas na haste representa o algarismo daquela posição. Em geral, colocam-se adesivos abaixo das hastes com os símbolos U, D, C, M, DM e CM que correspondem, respectivamente, a unidades, dezenas, centenas, unidades de milhar, dezenas de milhar e centenas de milhar, sempre começando com a unidade na haste da direita e as demais ordens do número no sistema decimal nas hastes subsequentes (da direita para esquerda), até a haste que se encontra mais à esquerda. (QWUHWDQWR QR iEDFR GD ¿JXUD RV DGHVLYRV QmR seguiram a disposição usual.
U C M D M C D M
Nessa disposição, o número que está representado na ¿JXUDp A 46 171. B 147 016. C 171 064. D 460 171. E 610 741.