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mecanoterapia - tópicos, Notas de estudo de Fisioterapia

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Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 23/11/2007

marcia-moretti-8
marcia-moretti-8 🇧🇷

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MECANOTERAPIA – 1 (Tamara)
A técnica: A mecanoterapia é o tratamento por meio de aparelhos mecânicos.
“É a cinesioterapia com aparelhos mecânicos”.
Histórico
1948, Delorm - Sistema de polias, cabos e roldanas.
Década de 50 - Surgimento das primeiras máquinas.
Final dos anos 60, início dos anos 70 - surgimento da primeira empresa que desenvolvia equipamentos para
resistir ao movimento.
Objetivos da mecanoterapia
- estimular a atividade funcional dos aparelhos e sistemas, diminuindo os efeitos da inatividade;
- corrigir a deficiência do músculo ou grupos musculares;
- obter ou manter a amplitude articular e, conseqüentemente, um movimento mais funcional;
- estimular o paciente a usar sua capacidade adquirida, integrando-o na sua reabilitação.
TIPOS DE FIBRA MUSCULAR
Aspecto cinesiológico: As fibras musculares são mistas, podendo ter predomínio de:
- Fibras tônicas (postura e movimentos rotineiros)
- Fibras fásicas (destreza ou alta velocidade de realização)
Unidades motoras tônicas
TIPO I - Vermelhas, oxidativas e de contração
lenta.
Fibras musculares vermelhas (Tipo I)
Ótima vascularização
Inervação neurônio Aα2
Fadiga lentamente
Função estática
Unidades motoras fásicas
TIPO II - Brancas, glicolíticas e de contração
rápida.
Fibras musculares brancas (Tipo II)
Capilarização inferior
Inervação neurônio Aα1
Fadiga com rapidez
Função mais dinâmica
% de fibras musculares tônicas
Gastrocnêmeo F 0
E 0 46,9 – 56,9%
Glúteo máximo F0
E 0 41,2 – 71,5%
Iliopsoas F 0
E 0 37 – 60,9%
Tibial anterior
F 0
E 0 56,6 – 80,5%
Sóleo F 0
E 0 69,8 – 100%
Vasto medial F0
E 0 53,5 – 79,8%
Obs: lembrando das fibras fásicas...
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MECANOTERAPIA – 1 (Tamara)

A técnica: A mecanoterapia é o tratamento por meio de aparelhos mecânicos. “É a cinesioterapia com aparelhos mecânicos”.

Histórico 1948, Delorm - Sistema de polias, cabos e roldanas. Década de 50 - Surgimento das primeiras máquinas. Final dos anos 60, início dos anos 70 - surgimento da primeira empresa que desenvolvia equipamentos para resistir ao movimento.

Objetivos da mecanoterapia

  • estimular a atividade funcional dos aparelhos e sistemas, diminuindo os efeitos da inatividade;
  • corrigir a deficiência do músculo ou grupos musculares;
  • obter ou manter a amplitude articular e, conseqüentemente, um movimento mais funcional;
  • estimular o paciente a usar sua capacidade adquirida, integrando-o na sua reabilitação.

TIPOS DE FIBRA MUSCULAR Aspecto cinesiológico: As fibras musculares são mistas, podendo ter predomínio de:

  • Fibras tônicas (postura e movimentos rotineiros)
  • Fibras fásicas (destreza ou alta velocidade de realização)

Unidades motoras tônicas TIPO I - Vermelhas, oxidativas e de contração lenta. Fibras musculares vermelhas (Tipo I) Ótima vascularização Inervação neurônio Aα 2 Fadiga lentamente Função estática

Unidades motoras fásicas TIPO II - Brancas, glicolíticas e de contração rápida. Fibras musculares brancas (Tipo II) Capilarização inferior Inervação neurônio Aα 1 Fadiga com rapidez Função mais dinâmica

% de fibras musculares tônicas Gastrocnêmeo F 0E 0 46,9 – 56,9% Glúteo máximo F 0E 0 41,2 – 71,5% Iliopsoas F 0E 0 37 – 60,9% Tibial anterior F 0E 0 56,6 – 80,5% Sóleo F 0E 0 69,8 – 100% Vasto medial F 0E 0 53,5 – 79,8% Obs: lembrando das fibras fásicas...

Tipos de exercícios utilizados na mecanoterapia

A) EXERCÍCIOS PASSIVOS: São produzidos por uma força externa devido ao relaxamento voluntário ou inatividade muscular. Exemplo: MPC (mobilização passiva contínua), executa o movimento passivo através de um dispositivo mecânico que move uma articulação de modo leve e contínuo por uma ADM controlada.

Sobre a MPC (criada por Robert Salter)

  • previne aderências;
  • estimula regeneração de tendões e ligamentos;
  • favorece regeneração de incisões;
  • lubrificação de fluido sinovial;
  • previne efeitos degradantes da imobilização;
  • retorno a ADM normal;
  • diminui dor pós-op.

B) EXERCÍCIOS ATIVOS

  1. Exercício ativo assistido: executa-se o movimento no aparelho mecânico com a ajuda do membro preservado, ou com a participação do terapeuta. Exemplo: polia de teto. Quando o paciente tem musculatura fraca e é incapaz de mover uma articulação por meio da amplitude desejada (em geral contra a gravidade), é empregado o exercício ativo assistido. O objetivo é proporcionar assistência suficiente aos músculos de forma controlada, de modo que o músculo possa funcionar em seu nível máximo.
  2. Exercício ativo livre: é executado em aparelhos sem o uso de resistência. Exemplo: bicicleta estacionária (s/resistência). O exercício ativo livre promove:
  • benefícios fisiológicos que resultam da contração muscular ativa e do aprendizado motor devido ao controle muscular voluntário;
  • elasticidade e contratilidade muscular;
  • feedback sensorial;
  • estímulo para integridade óssea e articular;
  • aumenta a circulação;
  • coordenação e habilidades motoras.
  1. Exercício ativo resistido: há oposição de uma força externa contra o movimento. Exemplo: tábua de quadríceps. FORMAS DE RESISTIR O MOVIMENTO

TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR:

Contração dinâmica concêntrica e excêntrica TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR ISOMÉTRICA (força = resistência) ISOTÔNICAS

  • Concêntrica (força > resistência)
  • Excêntrica (força < resistência) ISOCINÉTICA

ALAVANCAS

Alavanca de Primeira Classe - Interfixa Alavanca de Segunda Classe - Interresistente Alavanca de Terceira Classe - Interpotente

ALAVANCAS - Variação da Resistência

Pronadores (braquiorrad; pron red; flex radial curto; pron quadrado)

Supinadores (bíceps; braquiorrad; supinador; tríceps)

Musculatura do Punho Flexores (flex radial; abd longo pol; palmar longo; flex pol; flex ulnar carpo; flex sup e prof dedos) Extensores(ext radiais; ext dedos; ext ulnar; ext longo polegar) Desvio Radial (ext radiais; flex rad curto; ext dedos; abd longo pol; ext curto e longo pol) Desvio Ulnar (ext ulnar carpo; flex ulnar carpo)

Tronco: Flexores e Extensores

Mecanoterapia MMII Tronco: Flexores e Extensores

Musculatura do Quadril Abdutores (P.maior; ilíaco; sartório; tensor da fáscia lata; glúteo mín e médio; gem. Inf e sup; glútee máx fibras sup; piriforme e obt interno) Adutores ( pectíneo; ad. Longo; ad. Curto; grácil; ad. magno; obt. Externo; glúteo máximo fibras inf) Flexores (psoas maior; ilíaco; sartório; pectíneo; ad. longo e curto; reto femural; adutor magno fibras ant; tensor da fáscia lata; glúteo mínimo; glúteo médio fibras ant) Extensores (adutor magno fibras post; glúteo médio; semimembranoso; semitendinoso; glúteo máximo, piriforme; bíceps femural cabeça longa) Rotadores Externos (psoas maior; ilíaco; sartório; obt. Ext; glúteo médio fibras posteriores; gem. Inf; quadrado f; glúteo máximo; piriforme; gem. Sup; obt int; bíceps femural cabeça longa) Rotadores Internos (psoas maior; ilíaco; sartório; obt ext; glúteo médio fibras post; gem inf; quadrado f; glúteo máximo; piriforme; gem sup; obt int; bíceps femural cabeça longa)

Musculatura do Joelho Flexores (sartório; grácil; poplíteo; semimembranoso, semitendinoso; bíceps femural) Extensores (quadríceps; tensor da fáscia lata) Rotadores Internos (sartório; grácil; poplíteo; semimembranoso; semitendinoso) Rotadores Externos (bíceps femural)

Musculatura do Tornozelo Dorsi-flexores (tib ant; ext longo dedos; fibular ant; ext longo hálux) Flexores – plantares (fibular longo e curto; tibial post; plantar; fl longo dedos; flex longo hálux; sóleo; gastrocnêmeo) Inversores (tib ant; ext longo hálux; tib post; flex longo dedos; flex longo hálux) Eversores (ext longo dedos; fibular ant; fibular longo e curto)