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As atividades práticas realizadas na base de piscicultura ornamental e pesquisa marinha - popmar da universidade federal rural de pernambuco, com foco na avaliação de microbiologia do pescado. O relatório abrange a captura de peixes e outros organismos aquáticos, a coleta de resíduos sólidos e a educação ambiental, além de uma breve explanação sobre a reprodução de peixes ornamentais.
Tipologia: Exercícios
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FABIO REIS DOS SANTO, Apresentação de Resumo de Trabalho Científico, referentes a atividades avaliativas, apresentado como requisito para 1ª VA da disciplina de Microbiologia do pescado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco. Orientadora: Professora Dra. Ana Virginia Marinho
FOTO 1 – Arrasto na orla da paia do Pilar Após o arrasto, (Fotos de 2 a 4), foi capturada algumas espécies ali existentes, entre as zonas Itermareal e Zona infralitoral, que se caracterizam por ser uma área de influência da variação de marés, as áreas de preamar (maré alta) e baixa-mar (maré baixa), onde ocorre as áreas de arrebentação das ondas, com suspenção de nutrientes para alimentação dos animais que habitam este nicho específico, cujo assolho marinho arenoso com populações relativamente numerosas, com boa oferta de alimentos com a presença de macro e micro algas, como produtores primários essenciais como base da cadeia trófica lá existente, sendo constituída basicamente de animais, como vermes poliquetas, moluscos bivalves (filtradores), lulas, crustáceos, dentre outros espécies, os quais servem de alimento, tanto para peixes demersais e pelágicos, quer herbívoros, onívoros, quer carnívoros, como para outras espécies de organismos sapróvoros, detritívoras e etc, que habitam aquela zona de arrebentação e, os que ali vivem, são capazes de suportar grandes variações de suprimento de água e de temperatura. FOTO 2 – Peixe Manjuba paia do Pilar - Itamaracá, 04 de abril de 2023. FOTO 3 – Peixe Galo paia do Pilar - Itamaracá, 04 de abril de 2023.
Alguns deles, apresentam adaptações que lhes permitem ficar aderidos ao fundo mesmo em águas turbulentas, os Linguados Paralichthys brasiliensis (Ranzani, 1842) e os siris Callinectes sapidus (Rathbun, 1896). Foram capturados vários outros animais como o Peixe-Galo, Selene brownii (Linnaeus,1758); Peixe juvenil de Cioba, Lutjanus analis (Cuvier, 1828); Peixe Coró, Pomadasys corvinaeformis (Steindachner, 1868); Agulha- branca, Hyporhamphus unifasciatus (Ranzani, 1841); Peixe Manjuba, Anchoviella lepidentostole (Fowler, 1911) e o molusco Teuthida, Ancistrocheirus sp. Posteriormente, foram fornecidas pelo Professor Paulo, 11 (onze) sacolas plásticas de 100 litros, como atividade de conscientização e prática de educação ambiental, para a coleta de resíduos sólidos, encontrados largados por terceiros ou trazidos pela variação das marés, em diversos pontos na região supra litoral (região da linha de areia e vegetação de restinga), coletadas pelos alunos e professores manualmente, como plásticos de diversas classificações, garrafas pet, garrafas de vidro, etc. sendo estes coletados e descartados posteriormente pela coleta municipal no POPMAR. (Fotos 5).
2. Desenvolvimento da segunda parte da aula prática FOTO 4 – (Molusco) paia do Pilar - Itamaracá, 04 de abril de 2023. FOTO 4 – Prática de Educação Ambiental (Coleta de resíduos sólidos)
Existem várias espécies de barbos disponíveis no mercado, cada uma com suas próprias características estéticas distintas. Alguns dos mais populares incluem o barbo cereja, que tem um corpo vermelho brilhante com uma faixa preta ao longo das laterais, o barbo-ouro, que tem um corpo dourado brilhante, e o barbo-tigre, que tem listras pretas distintas ao longo de seu corpo prateado. Muitas espécies de barbos também têm nadadeiras longas e vistosas, que podem adicionar um toque de beleza ao aquário. Eles são fáceis de cuidar e adaptáveis, tornando-os uma ótima opção para aquaristas iniciantes ou aqueles que procuram adicionar variedade e interesse ao seu aquário. O Acará Bandeira é um dos peixes mais populares em aquários de água doce. Ele apresenta diversas características biológicas, comportamentais e estéticas. É um peixe de tamanho médio, podendo chegar até 20 centímetros de comprimento. Ele tem uma expectativa de vida média de cerca de 5 anos, mas pode viver mais tempo com os cuidados adequados. É um peixe ovíparo e coloca seus ovos em superfícies adequadas. É importante notar que eles precisam de um ambiente com água quente, entre 24 e 30 graus Celsius, e pH ligeiramente ácido. O Acará Bandeira apresenta diferenças significativas entre machos e fêmeas, sendo possível distinguir um do outro através de características físicas. O macho geralmente apresenta nadadeiras dorsal e anal mais pontiagudas e extensas, além de ser um pouco maior que a fêmea. Já a fêmea apresenta nadadeiras mais arredondadas e é menor que o macho. O Acará Bandeira é uma espécie monogâmica, onde os casais formam uma ligação forte e duradoura. Eles fazem a desova em superfícies adequadas e cuidam dos ovos até que eles eclodam. É importante garantir que o aquário tenha superfícies adequadas para a desova, como folhas de plantas, pedras ou outros substratos. O Acará Bandeira é um peixe pacífico que pode ser mantido em um aquário com outros peixes. No entanto, é importante garantir que não haja peixes menores que possam ser confundidos com alimento, já que o Acará Bandeira pode se alimentar de pequenos invertebrados. É importante também garantir que haja espaço suficiente no aquário para permitir que eles nadem livremente.
4. Conclusão Após explanação do Engenheiro de pesca Daniel e dos Professores Paulo Oliveira e Gelcirene Costa e após a leitura dos diversos artigos, e periódicos
disponibilizados na cadeira de Piscicultura Ornamental, indicados para a leitura, entendemos eu a piscicultura ornamental pode ser realizada em ambientes internos, como aquários e lagoas artificiais, ou em ambientes externos, como lagoas naturais e córregos. Os métodos de criação incluem reprodução natural, reprodução em cativeiro e importação de peixes selvagens. Hoje dentre os grandes desafios que a piscicultura ornamental enfrenta, incluem- se a falta de regulamentação, a proliferação de espécies invasoras e a concorrência de peixes selvagens. A falta de regulamentação pode levar à sobrepesca e à exploração de espécies ameaçadas de extinção. A proliferação de espécies invasoras pode ter um impacto negativo nos ecossistemas locais, e a concorrência de peixes selvagens pode prejudicar a sustentabilidade da indústria. Deste modo, conclui-se que a piscicultura ornamental é uma indústria em crescimento e que é altamente competitiva e que devemos levar em consideração também, que a qualidade dos peixes, bem como a variedade e a disponibilidade dos estoques, são fatores importantes que afetam a competitividade no mercado, o qual oferece uma ampla variedade de espécies de peixes e plantas para o mercado de aquários e lagos de jardim. No entanto, a indústria enfrenta desafios significativos que precisam ser abordados para garantir sua sustentabilidade e proteger as espécies selvagens e os ecossistemas locais com responsabilidade ambiental e eficiência econômica e social, onde todos os elos da cadeia produtiva se beneficiem mutuamente com o mercado de peixes ornamentais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA LENCIONI NETO, F. As praias arenosas. Série Ecossistemas Brasileiros. Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, Departamento de Ecologia Geral. 1993. SILVA, V. M. A. P. da, GROHMANN, P.A. & ESTEVES, A.M. Aspectos gerais do estudo da meiofauna de praias arenosas. In: ABSALÃO, R.S. & ESTEVES, A. M. (eds). Oecologia Brasiliensis III: Ecologia de praias arenosas do litoral brasileiro. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997, p. 67-92. VIEIRA, J. V. Efeitos dos distúrbios antrópicos associados ao uso recreativo na fauna de praias: implicações para o manejo e conservação. 2015. 156f. Tese (Doutorado em Ecologia e Conservação). Setor de Ciências Biológicas, UFPR Universidade Federal do Paraná. Curitiba, jun. 2015.