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Microscopia, Notas de estudo de Ciências Biologicas

Microscopia

Tipologia: Notas de estudo

2017

Compartilhado em 27/08/2017

Ronnielle
Ronnielle 🇧🇷

4.7

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BIOLOGIA INTERATIVA
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MICROSCOPIAMICROSCOPIA

TIPOS DE MICROSCÓPIOSTIPOS DE MICROSCÓPIOS Microscópio Óptico (Luz) Microscópio de Fluorescência Comum Microscópio de Fluorescência Confocal Microscópio de Contraste de Fase e Interferência de Nomarski Microscópio de Polarização Microscópio Eletrônico de Transmissão Microscópio Eletrônico de Varredura Microscópia Crioeletrônica

MICROSCÓPIOS ÓPTICOS SIMPLES E COMPOSTOSMICROSCÓPIOS ÓPTICOS SIMPLES E COMPOSTOS

  1. Ocular
  2. Objetivas e revólver
  3. Platina
  4. Charriot
  5. Macrométrico
  6. Micrométrico
  7. Diafragma e condensador
  8. Espelho
  9. Braço
  10. Base Um microscópio óptico pode ser simples ou composto: o microscópio simples possui uma única lente e só fornece uma imagem moderadamente aumentada do objeto que se está estudando; o microscópio composto consiste de uma série de lentes e fornece um aumento muito maior. O Microscópio óptico é um instrumento usado para ampliar, com uma série de lentes, estruturas pequenas (vias e mortas) impossíveis de visualizar a olho nu. É constituído por um componente mecânico e elétricos que suportam e permitem controlar um componente óptico que amplia as imagens.

Certas substancias gozam da propriedade de emitir luz quando excitadas por radiações de certos comprimentos de ondas (normalmente ultravioleta),podendo combinar-se a certas substancias presentes nas células permitindo a localização de determinadas estruturas. A aplicação destas substancias como corantes estão hoje, estão fortemente ligados com métodos imunocitoquimicos, os quais permitem localizar e quantificar o caminho percorrido de moléculas específicas dentro do tecido em questão. Exemplo quando injeta-se no tecido animal antígeno com coloração influorescente, este se ligará no órgão em questão ao seu anticorpo específico, assim o local de ação de onde se encontra o anticorpo dá para ser encontrado. A técnica usa agentes químicos que emitem luz visível que pode ser verde, laranjada ou vermelho. Uma vantagem da microscopia de fluorescência é que podem ser aplicados a células vivas para se determinar a concentração intracelular de íons de Ca+ e H+ podendo ser utilizado como forma de monitoria do pH de células vivas.

MICROSCÓPIOS ELETRÔNICO DE FLUORESCÊNCIA COMUM MICROSCÓPIOS ELETRÔNICO DE FLUORESCÊNCIA COMUM

MICROSCÓPIOS ELETRÔNICO DE FLUORESCÊNCIA COMUMMICROSCÓPIOS ELETRÔNICO DE FLUORESCÊNCIA COMUM

MICROSCÓPIOS ELETRÔNICOMICROSCÓPIOS ELETRÔNICO

A microscopia de contraste de fase é especialmente útil no exame da estrutura e de movimento de organelas maiores como o núcleo e mitocondrias de tecidos vivos, transparentes e não-corados. Ela gera uma imagem com diferentes graus de obscuridade ou luminosidade. A microscopia de interferência de Nomarski, ou diferencial evidencia apenas os contornos de grandes organelas como o núcleo e o vacúolo. As duas técnicas utiliza índices de refração e difração para formar uma imagem. Obserque que a microscopia de interferência de Nomarski ou diferencial gera uma imagem parecendo que o espécime está projetando uma sombra para um dos lados: a sombra basicamente representa uma diferença no índice de refração. Tanto a microscopia de contraste de fase como a microscopia de interferencia de Nomarski podem ser utilizadas na microscopia de lapso de tempo em que a mesma célula é fotografada a intervalos regulares ao longo de períodos que duram várias horas. Esse procedimento permite ao observador estudar o movimento celular, desde que a platina do microscópio possa controlar a temperatura do espécime e o ambiente. MICROSCÓPIO DE CONTRASTE DE FASE E INTERFERÊNCIA DE NOMARSKI MICROSCÓPIO DE CONTRASTE DE FASE E INTERFERÊNCIA DE NOMARSKI

O microscópio de polarização é semelhante a microscópio de luz, acrescido de dois prismas ou dois discos polaróides, que permitem estudar certos aspectos da organização molecular dos constituintes celulares. Ao atravessar a célula o feixe de luz pode passar por estruturas cristalinas ou moléculas alongadas e paralelas dividem o feixe polarizado denominando as estruturas de birrefringentes ou anisotrópicas. As estruturas celulares que não apresentam tal organização não modificam o plano de polarização da luz e são ditas isotrópicas O microscópio de polarização serve para individualizar a estrutura que se quer analisar. Microscopia de luz polarizada. Um fragmento de mesentério do rato foi corado com o método de picro-sirius, que cora fibras de colágeno. O mesentério foi colocado sobre a lâmina e observado por transparência. Sob luz polarizada, as fibras de colágeno exibem intensa birrefringência e aparecem brilhantes ou em amarelo. Aumento médio. Imagem retirada do Livro: JUNQUEIRA & CARNEIRO, Histologia Básica, 10ª ed., Ed.Guanabara Koogan (Pg. 5 - Fig. 1.4) MICROSCÓPIO DE CONTRASTE DE FASE E INTERFERÊNCIA DE NOMARSKI MICROSCÓPIO DE CONTRASTE DE FASE E INTERFERÊNCIA DE NOMARSKI

Enquanto o microscópio de luz utiliza fótons como a radiação visível para observação do material celular, o microscópio eletrônico, por sua vez emprega feixes de elétrons. Estes após atravessarem a célula chegam a uma tela fluorescentes onde formam uma imagem visível sobre uma chapa fotografica que depois serão reveladas podendo ser ampliadas 2 a 4 vezes, sendo chamadas de micrografias. Os elétrons desviados por certas estruturas da célula não contribuirão para formar a imagem e aparecem escuras e são chamadas de eletron-densas. Os componentes celulares que desviam uma pequena percentagem de elétrons aparecerão em diversas tonalidades de cinza. As técnicas de coloração empregadas para observação nestes tipos de microscópio são metais pesados como o ouro, o ósmio, uranio e chumbo. Hoje limite de resolução de um microscópio eletronico de transmissão é 40.000 vezes melhor do que a resolução do microscópio óptico e 2 milhões de vezes melhor que a resolução do olho humano. No entanto não se é possível ainda aproveitar inteiramente a capacidade resolutiva dos melhores microscópios eletrônicos assim ele passa somente a ter 2.000 vezes melhor resolução dos microscópios ótico. FONTE: ufmt.br

MICROSCÓPIOS ELETRÔNICO DE TRANSMISSÃO MICROSCÓPIOS ELETRÔNICO DE TRANSMISSÃO

É uma técnica que permite a visualização das superfícies de espécimes não seccionados. A amostra é fixada, dessecada e revestida com a camada fina de um metal pesado. A micrografia obtida tem um aspecto tridimensional. O poder de resolução dos microcópios eletrônicos de varredura é limitado pela espessura do revestimento metálico utilizado e muito menor que o poder de resolução dos instrumentos de transmissão. MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA

Permite o exame de espécimes biológicos hidratados, não fixados e não corados diretamente no microscópio eletrônico de transmissão, fato que não ocorre em microscopia eletrônica convencional que em particular pela ausência de água faz com que macromoléculas fiquem desnaturadas e não funcionantes. Para se preservar essa estrutura no entanto o material é congelado em nitrogênio líquido a uma temperatura de (- 196ºC) impedindo assim evaporação. MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA

Um radioisótopo ou isótopo radioativo se caracteriza por apresentar um núcleo atômico instável que emite energia quando se transforma num isótopo mais estável. A energia liberada na transformação pode ser detectada por um contador Geiger, com uma película fotográfica ou com uma câmera de ionização. Os isótopos radioativos tem aplicações em medicina e, em outras áreas, como na datação radiométrica. Por exemplo, o isótopo radioativo tálio pode identificar vasos sanguíneos bloqueados em pacientes sem provocar algum tipo de dano. O carbono-14 pode ser utilizado na datação de fósseis. Um radioisótopo pode ser natural ou sintético. FONTE: contanatura.weblog.com.pt RADIOISÓTOPOS OU RADIOAUTOGRAFIA RADIOISÓTOPOS OU RADIOAUTOGRAFIA Imagem mostra a parte posterior de um embrião de Drosophila melanogaster 3 horas após fertilização. A vermelho as células que, futuramente e após migrarem até às gónadas, formarão as células germinais. A azul um marcador das membranas das células. E a verde uma proteína nuclear com níveis mais baixos perto das células marcadas a vermelho e mais altos à medida que se afasta deste polo do embrião. Fotografia de Oliver Grimm. Série de imagens de um embrião de Drosophila melanogaster a 4 horas após a fertilização. A vermelho as células germinais e a azul todas as células do embrião. Fotografia (artística) de Oliver Grimm.

É uma técnica que separa partículas em suspensão (células, organelas ou moléculas) de acordo com as diferentes massas ou densidades. Ela acelera a sedimentação submetendo as partículas em suspensão à força centrífuga até 600.000 vezes a força da gravidade g. É usada para separar um tipo de material de outros e como técnica analítica para medir propriedades físicas (por ex. peso molecular, densidade, forma e constante de ligação e de equilíbrio) de macromoléculas. Existem dois tipos de centrifugação:

  • Centrifugação diferencial
  • Centrifugação em gradiente de densidade CENTRIFUGAÇÃO CENTRIFUGAÇÃO