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A cristalização de sais dis- solvidos nas águas de infiltração tem o mesmo cfei- to. Com o passar do tempo, o crescimento desses mine- rais também causa expansão das fissuras e Iragmentação das rochas. Fsa cristalização pode chegar a excrecr pres- sões enormes sobre as paredes das tochas, não so- mente devido ao próprio crescimento dos cristais, mas também por sua expansão tér- mica, quando a tempera | mbrey aumenta nas horas mais quentes do dia, ou pela ab- sorção de umidade. Este tipo de intempetismo físico é um dos princi- pais problemas que afetam os monumentos. Os sais mais comuns que se precipitam nas iissuras das rochas são cloretos, sulfatos e carbonatos originados da pró pria alteração intempérica da rocha, que ão dissolvidos Superfície É '» Soerguimento da região ' |, Fig. 8.4 Formação des juntas de alívio em consogiência da expansão do corpo rochoso sujeito a alívio de pressão pelo erc- são do material sobreposto. Eslus descomtinuidades servem de carinhos para a percolação das águas que promovem a alisro- cão química. c) antes cia erosão; h) depois da erosão. 142 DecirrRAaNDO A TERRA Fig. 8.3 Bloco de gnaisse foturedo pela ação do gelo nos fissuras [Antártica). Fole: Michael soluções percolantes provenientes das chuvas tualmente, uma gtande preocupação em preser- var e restaurar monumentos históricos e, por essa razão, esses processos intempéricos vêm sendo intensamen- te investigados. O intemperismo físico também ocorre quando as q partes mais profundas dos corpos rochosos ascen- dem a níveis crustuis mais superficiais. Com o alívio da pressão, os corpos rochosos expandem, causando a abertura de fraturas grosseiramente paralelas à super- Ecie ao longo da quala pressão foi aliviada. Estas fraturas recebem: o nome de juntas de alívio (Fig. 8.4). Fig. 8.5 Ação do cresciriento de raízes, alergande as fissuros é contribuindo para a fragmentação das rochas. Fore: Alain Ruellan.