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moagem e classificação, Notas de estudo de Engenharia Química

redução da granulometria dos materiais

Tipologia: Notas de estudo

2015

Compartilhado em 15/03/2015

frank-simo-12
frank-simo-12 🇧🇷

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ÍNDICE
INTRODUÇÃO............................................................................................................................................. 2
RESUMO TEÓRICO.....................................................................................................................................3
OBJECTIVOS............................................................................................................................................... 4
RESULTADOS E DISCUSSÃO....................................................................................................................4
CONCLUSÃO............................................................................................................................................... 9
BIBLIOGRAFIA......................................................................................................................................... 10
INTRODUÇÃO
Laboratório de Engenharia Química I-Moagem e Classificação Página 1
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ÍNDICE

INTRODUÇÃO............................................................................................................................................. 2 RESUMO TEÓRICO..................................................................................................................................... OBJECTIVOS............................................................................................................................................... 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO.................................................................................................................... CONCLUSÃO............................................................................................................................................... 9 BIBLIOGRAFIA......................................................................................................................................... 10

INTRODUÇÃO

Há diversas variantes, razão pela qual usa-se as vezes a denominação geral de moinhos de queda para englobar todos os modelos. É um dos poucos equipamentos desta área que pode trabalhar tanto em meio seco como húmido. É um aparelho próprio para moagem ultrafina.

Se a rotação for muito baixa, as bolas apenas rolam no interior do moinho e a acção de moagem é bastante reduzida. À medida que a velocidade aumenta, as bolas são levadas até posições cada vez mais elevadas e a acção de moagem torna-se mais intensa. Porém, há uma rotação crítica do tambor a partir da qual as bolas começam a centrifugar e então a acção de moagem cai a valores bastante baixos.

As bolas normalmente são feitas de cerâmica ou de aço e ocupam entre 30% e 50% do volume do moinho.

Uma capa cilíndrica, que gira em um eixo horizontal, é carregada com bolas de aço. A redução de tamanho é feita pela acção do impacto e da fricção das bolas ao girar o moinho.

RESUMO TEÓRICO

A moagem de uma dada substância consiste em reduzir as suas partículas de uma determinada dimensão a outras de dimensões menores.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Com uma quantidade de amostra de cerca 743g fez-se a britagem com vista a diminuição do tamanho das partículas para posterior moagem, antes da introdução da amostra no moinho de bolas fez-se a classificação granulógica da mesma numa série de peneiros (os resultados são apresentados na tabela 1), determinou-se o peso das bolas, há de referir que usou-se três tipos diferentes de bolas (características das bolas na tabela 2).

Introduz-se as bolas no moinho e de seguida a amostra, ligou-se o moinho variando num intervalo de 60 segundos até perfazer 5 minutos de moagem descontínua, nos intervalos de 60 em 60 segundo faz-se a classificação das partículas usando um peneiro de 2mm (resultados apresentados na tabela3).

No fim da moagem faz-se a classificação final das partículas ( resultados apresentados na tabela 4^ )

Abertura do peneiro (mm)

Massa retida (g)

Fracção diferencial (%)

Fracção cumulativa (%)

5,66 170 22,880 22, 4,00 130 17,497 40, 2,83 94,5 12,719 53, 2,00 65,5 8,816 61,

Base 105,5 14,199 100 Tabela 1: Classificação granulómetrica das partículas na série de peneiros antes da moagem.

Tamanho nominal das bolas (cm)

Número de bolas

Peso médio (g)

Peso total dos corpos moentes (g)

3.8 22 226.3 4972 1.9 169 28.3 4732 1.27 519 8.5 4411, Total 710 - 14115, Tabela 2: Características das bolas usadas no moinho.

Tempo de moagem (s)

Material passante (g)

O gráfico 1, da massa retida no peneiro em função ao tempo dâ-nos uma linha recta que descreve a seguinte expressão:

Dai temos:

Com base nos dados obtidos durante o processo pode-se notar que se obteve uma quantidade considerável de partículas finas, este facto explica-se pelo facto de se usar bolas de tamanho relativamente pequeno.

Comparando os gráficos da classificação granulómetrica no início e no fim da moagem (gráfico

  1. pode-se notar que a uma redução de tamanho das patículas em que os peneiros de 0.707mm e a base são os que contêm mais massa, este facto pode ser explicado pela quantidade e tamanho das bolas usadas no moinho.

CONCLUSÃO

O presente relatório visou retratar da experiência de moagem e classificação de partículas da qual se constatou:

  • Que a constante cinética da moagem determina-se a partir do declive da função massa retida num determinado peneiro em função ao tempo de moagem.
  • Para aumento da eficiência do processo de moagem num moinho de bolas há que achar o ponto óptimo de alimentação.
  • Há que controlar o tamanho das particulas com vista a aumentar a eficiência do processo.
  • Bolas de tamanho reduzido possibilitam a obtenção de partículas finas.

BIBLIOGRAFIA

♦ GUIÃO DA AULA LABORATORIAL

PELEMBE, LOUIS A. M., Manual da disciplina de operações Unitárias Mecânicas, Moçambique, 2011

MCCABE, WARREN L.& SMITH, JULIAN C., Operaciones Unitárias De Ingenieria Quimica, 4/e, McGraw-Hill, (1981)

COULSON, J. M., RICHARDSON, J. F., Tecnologia Química, Volume II – Operações Unitárias. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa 1999.

GEAKONPOLIS, J CHRISTIE, processos de transporte e operações unitárias, 3ª edição, companhia editorial continental S.A, México 1998