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redução da granulometria dos materiais
Tipologia: Notas de estudo
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INTRODUÇÃO............................................................................................................................................. 2 RESUMO TEÓRICO..................................................................................................................................... OBJECTIVOS............................................................................................................................................... 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO.................................................................................................................... CONCLUSÃO............................................................................................................................................... 9 BIBLIOGRAFIA......................................................................................................................................... 10
Há diversas variantes, razão pela qual usa-se as vezes a denominação geral de moinhos de queda para englobar todos os modelos. É um dos poucos equipamentos desta área que pode trabalhar tanto em meio seco como húmido. É um aparelho próprio para moagem ultrafina.
Se a rotação for muito baixa, as bolas apenas rolam no interior do moinho e a acção de moagem é bastante reduzida. À medida que a velocidade aumenta, as bolas são levadas até posições cada vez mais elevadas e a acção de moagem torna-se mais intensa. Porém, há uma rotação crítica do tambor a partir da qual as bolas começam a centrifugar e então a acção de moagem cai a valores bastante baixos.
As bolas normalmente são feitas de cerâmica ou de aço e ocupam entre 30% e 50% do volume do moinho.
Uma capa cilíndrica, que gira em um eixo horizontal, é carregada com bolas de aço. A redução de tamanho é feita pela acção do impacto e da fricção das bolas ao girar o moinho.
A moagem de uma dada substância consiste em reduzir as suas partículas de uma determinada dimensão a outras de dimensões menores.
Com uma quantidade de amostra de cerca 743g fez-se a britagem com vista a diminuição do tamanho das partículas para posterior moagem, antes da introdução da amostra no moinho de bolas fez-se a classificação granulógica da mesma numa série de peneiros (os resultados são apresentados na tabela 1), determinou-se o peso das bolas, há de referir que usou-se três tipos diferentes de bolas (características das bolas na tabela 2).
Introduz-se as bolas no moinho e de seguida a amostra, ligou-se o moinho variando num intervalo de 60 segundos até perfazer 5 minutos de moagem descontínua, nos intervalos de 60 em 60 segundo faz-se a classificação das partículas usando um peneiro de 2mm (resultados apresentados na tabela3).
No fim da moagem faz-se a classificação final das partículas ( resultados apresentados na tabela 4^ )
Abertura do peneiro (mm)
Massa retida (g)
Fracção diferencial (%)
Fracção cumulativa (%)
5,66 170 22,880 22, 4,00 130 17,497 40, 2,83 94,5 12,719 53, 2,00 65,5 8,816 61,
Base 105,5 14,199 100 Tabela 1: Classificação granulómetrica das partículas na série de peneiros antes da moagem.
Tamanho nominal das bolas (cm)
Número de bolas
Peso médio (g)
Peso total dos corpos moentes (g)
3.8 22 226.3 4972 1.9 169 28.3 4732 1.27 519 8.5 4411, Total 710 - 14115, Tabela 2: Características das bolas usadas no moinho.
Tempo de moagem (s)
Material passante (g)
O gráfico 1, da massa retida no peneiro em função ao tempo dâ-nos uma linha recta que descreve a seguinte expressão:
Dai temos:
Com base nos dados obtidos durante o processo pode-se notar que se obteve uma quantidade considerável de partículas finas, este facto explica-se pelo facto de se usar bolas de tamanho relativamente pequeno.
Comparando os gráficos da classificação granulómetrica no início e no fim da moagem (gráfico
O presente relatório visou retratar da experiência de moagem e classificação de partículas da qual se constatou:
♦ PELEMBE, LOUIS A. M., Manual da disciplina de operações Unitárias Mecânicas, Moçambique, 2011
♦ MCCABE, WARREN L.& SMITH, JULIAN C., Operaciones Unitárias De Ingenieria Quimica, 4/e, McGraw-Hill, (1981)
♦ COULSON, J. M., RICHARDSON, J. F., Tecnologia Química, Volume II – Operações Unitárias. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa 1999.
♦ GEAKONPOLIS, J CHRISTIE, processos de transporte e operações unitárias, 3ª edição, companhia editorial continental S.A, México 1998