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Modelo de Relatório Tecnico
Tipologia: Provas
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Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação na disciplina xxxxx yyyyy da Faculdade de Engenharia, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Prof. Dr. Fernando Soares dos Reis
The abstract is the translation of the resumo. Keywords: Rectifier; Thyristor; Diodes; Measurements. Example: It was Jesus himself who established the Eucharist: “Now as they were eating, Jesus took bread, and when he had said the blessing he broke it and gave it to the disciples. ‘Take it and eat, he said, this is my body.’ Then he took a cup, and when he had given thanks he handed it to them saying, ‘Drink from this, all of you, for this is my blood, the blood of the covenant, poured out for many for the forgiveness of sins’. ” ( Mt 26,26-28) Keywords: Covenant; Easter; Jesus; Eucharist.
Exemplo: (Note que as abreviaturas do sistema internacional não são necessárias.) Ab Profeta Abdias Ag Profeta Ageu Am Profeta Amós Ap Apocalipse de João At Atos dos Apóstolos Br Profeta Baruc Cl Epístola aos Colossenses 1Cor 1ª Epístola aos Coríntios 2Cor 2ª Epístola aos Coríntios 1Cr 1° Livro das Crônicas 2Cr 2° Livro das Crônicas Ct Cântico dos Cânticos Dn Profeta Daniel Dt Deuteronômio Ecl Eclesiastes (Coélet) Eclo Eclesiástico (Sirácida) Ef Epístola aos Efésios Esd Esdras Est Ester Ex Êxodo Ez Profeta Ezequiel Fl Epístola aos Filipenses Fm Epístola a Filemon Gl Epístola aos Gálatas Gn Gênesis Hab Profeta Habacuc Hb Epístola aos Hebreus Is Profeta Isaías Jb Job Jd Epístola de S. Judas Jdt Judite Jl Profeta Joel Jn Profeta Jonas Jó Jó Jo Evangelho de S. João 1Jo 1ª Epístola de S. João 2Jo 2ª Epístola de S. João 3Jo 3ª Epístola de S. João Jr Profeta Jeremias Js Livro de Josué Jt Judite Jz Livro dos Juízes Lc Evangelho segundo S. Lucas Lm Lamentações Lv Levítico Mc Evangelho segundo S. Marcos 1Mac 1° Livro dos Macabeus 2Mac 2° Livro dos Macabeus Ml Profeta Malaquias Mq Profeta Miquéias Mt Evangelho segundo S. Mateus Na Profeta Naum Ne Neemias Nm Números Os Profeta Oséias 1Pd 1° Epístola de S. Pedro 2Pd 2° Epístola de S. Pedro Pr Provérbios Rm Epístola aos Romanos 1Rs 1° Livro dos Reis 2Rs 2° Livro dos Reis Rt Rute Sb Sabedoria Sf Profeta Sofonias Sir Ben Sira (antigo Eclesiástico) Sl Salmos 1Sm 1° Livro de Samuel 2Sm 2° Livro de Samuel Tb Tobias Tg Epístola de S. Tiago 1Tm 1ª Epístola a Timóteo 2Tm 2ª Epístola a Timóteo 1Ts 1ª Epístola aos Tessalonicenses 2Ts 2ª Epístola aos Tessalonicenses Tt Epístola a Tito Zc Profeta Zacarias
Figura 1. Império Romano no primeiro século antes da era cristã........................................... 10 Figura 2. Reino de Herodes O Grande, região onde Jesus viveu.............................................. 11
Segundo a ABNT (NBR 10719) a introdução é a primeira seção do texto, que define brevemente os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração, bem como as relações existentes com outros trabalhos. A introdução não deve repetir ou parafrasear o resumo, nem dar detalhes sobre a teoria experimental, o método ou os resultados, nem antecipar as conclusões e as recomendações. Exemplo: (Elaborado por Fernando Soares dos Reis em 2007) Foi o próprio Jesus quem instaurou a Eucaristia, nas vésperas de sua paixão e morte de cruz, Ele quis celebrar a Páscoa com seus discípulos (Cf. Mt 26,18). Foi neste momento que Ele instaurou a eucaristia que por ser tão importante é descrita por Mateus, Marcos, Lucas e Paulo nas seguintes passagens das Sagradas Escrituras: ( Mt 26,26-29), ( Mc 14,22-25), ( Lc 22,19-20) e ( 1Cor 11,23-25) conforme a Bíblia Jerusalém^1. Nesta derradeira celebração, Ele instaura de forma física a nova Aliança e nos apresenta através da eucaristia um meio eficaz de recordar e perpetuar o seu sacrifício. Na cruz Cristo entrega-se, como cordeiro perfeito livre do pecado, para nossa Salvação. Através da eucaristia celebrada, desde os primórdios da igreja, pelo Bispo e/ou por seu representante, o presbítero^2 , realiza-se a renovação do sacrifício pascal, que não é mais a simples memória da libertação do Egito; agora é o próprio Cristo que se imola perpetuamente nos altares do mundo inteiro. O Bispo e/ou o seu representante, o presbítero^3 , oferecem ao Pai o Filho em reparação de nossos pecados; e o Filho se dá a comunidade em corpo e alma na eucaristia, o pão celeste^4 descido dos céus. A centralidade da eucaristia até os dias de hoje é indiscutível haja vista as próprias Santas Missas também denominadas celebrações eucarísticas, os congressos eucarísticos nacionais e internacionais, a adoração eucarística perpétua, as procissões eucarísticas, em especial a festa de Corpus Christi celebrada na quinta- feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. (^1) BÍBLIA. Português. A Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. São Paulo: Paulinas, 1989, p. 1889. (^2) Cf. CORBELLINI, Vital. A Visão da Eucaristia no Período Pré-Niceno_. Teocomunicação_ , Porto Alegre, v. 35, n. 150, p. 742, dez. 2005. (^3) Idem. (^4) Ibidem, p.746.
Segundo a ABNT (NBR 10719) o desenvolvimento do assunto é a parte mais importante do texto, onde é exigível raciocínio lógico e clareza. Deve ser dividida em tantas seções e subseções quantas forem necessárias para o detalhamento da pesquisa e/ou estudo realizado (descrição de métodos, teorias, procedimentos experimentais, discussão de resultados, etc.). As descrições apresentadas devem ser suficientes para permitir a compreensão das etapas da pesquisa; contudo, minúcias de provas matemáticas ou procedimentos experimentais, se necessários, devem constituir material anexo. Todas as ilustrações ou quadros essenciais à compressão do texto devem ser incluídas por parte do relatório. Deve conter uma ampla descrição das experiências efetuadas, incluindo todas as observações que julgar pertinentes, assim como os diagramas esquemáticos das montagens realizadas, indicando a disposição dos instrumentos de medida, os quais devem ser claros e precisos, elaborados em programas específicos como, por exemplo: Orcad, PSIM, AutoCad, CorelDraw, entre outros. Não se admitem figuras e tabelas sem nome, número e título explicativo. Os resultados experimentais devem ser obtidos com o emprego de osciloscópio digital e multímetro. Esses resultados devem necessariamente ser confrontados com os resultados teóricos esperados os quais devem ser explicitados através de um memorial de cálculo e por simulações digitais. De posse de todos estes resultados a respectiva confrontação entre os resultados teóricos e práticos deve ser realizada e comentada. Os oscilogramas e os resultados de simulação devem ser dispostos lado a lado para simplificar a confrontação, tabelas devem ser elaboradas para permitir a confrontação dos resultados teóricos e práticos dos valores de tensão e corrente médios e eficazes. A continuação um exemplo de desenvolvimento de um estudo.
A busca da verdade ou mesmo da salvação eterna não era a única motivação dos primeiros cristãos para a sua aproximação à Igreja^9. Para entender melhor esta afirmação é importante que se procure conhecer a realidade que se vivia naquele contexto. Inicialmente é necessário que se diga que a História de Israel sempre esteve perpassada por guerras, divisões, invasões e dominações; até os dias de hoje as notícias que chegam daquela região são sempre preocupantes. O império romano dominava praticamente todo o mundo conhecido, vide figura 1, incluindo a região onde Jesus viveu, o reino de Herodes, a atual Palestina, vide figura 2. Figura 1. Império Romano no primeiro século antes da era cristã. Era um império que cobrava altos impostos e mantinha o povo oprimido sob a força, através de um exército bem treinado e bem armado. Desta forma, o povo Judeu aguardava a vinda do messias, descendente de Davi, desde muito antes do nascimento de Jesus, segundo a promessa a qual Deus fizera pela boca dos profetas. A necessidade de um salvador havia se tornado imprescindível e estava carregada, portanto, de conotação política devido à forte dominação Romana. Como nem sempre o povo consegue entender os desígnios de Deus, (^9) Cf. CORBELLINI, Vital. História da Igreja Antiga. Notas de Aula da Disciplina de Historia da Igreja I– FATEO, PUCRS, Porto Alegre, 2007, p. 20.
primeiros cristãos eram escravos e viviam na comunidade cristã a experiência única da liberdade e da igualdade, ali escravos e senhores eram iguais. A idéia da fatalidade levava o pagão a afirmação que a morte terminasse tudo. Para o cristão, Cristo da esta liberdade; a liberdade do corpo e do espírito. São Paulo fala do escravo que deve permanecer na sua condição; mas é também chamado à liberdade (Cl 3,22; Ef 6,3). Os escravos encontravam no cristianismo a verdadeira liberdade da alma, a igualdade dos direitos religiosos com os seus patrões. Tornava-se realidade a afirmação de Sêneca; os escravos eram irmãos de todos segundo a natureza humana. Nas assembléias liturgias, os escravos se sentiam livres, estando ao lado de seus patrões, porque eles comungavam da mesma eucaristia também se depois retornavam a sua condição. Como eles não poderiam ouvir os apelos do Salvador à liberdade? Taciano dizia: Nós não somos governados pela lei do universo ou pelo destino; Cristo Jesus está em nós. Clemente Alexandrino dizia também contra os pagãos; Cristo veio para libertar-nos dos anjos maus, da fatalidade, do destino.^11 Assim, a Igreja desde o seu princípio já trazia uma forte conotação de libertação, seja do pecado, seja da idéia da fatalidade na qual uns nasceram para serem senhores outros para serem escravos, seja da idéia de que o destino de cada pessoa já está traçado, seja dos anjos maus. Assim, na vida comunitária é o próprio Cristo vivo entre nós que nos liberta de tudo isto.
Desde o seu início, que ocorreu no período apostólico, isto é, logo após a morte de Jesus, a centralidade da eucaristia era preponderante entre os membros da igreja primitiva^12. Eles tinham tudo em comum, cuidavam das viúvas e dos órfãos e alimentavam os pobres através da partilha do pão (cf. At 2,44 e Tg 1,27). Jesus, (cujo nome hebraico é Yeshua e significa "Deus Salva", ou "auxílio do Senhor" Yah), sabedor de que sua paixão e morte estavam próximas instaura a eucaristia como memorial eterno de seu sacrifício: Enquanto comiam a páscoa, “Jesus tomou um pão e, tendo- (^11) Cf. CORBELLINI, Vital. História da Igreja Antiga. Notas de Aula da Disciplina de Historia da Igreja I– FATEO, PUCRS, Porto Alegre, 2007, p. 20. (^12) Cf. idem.
o abençoado, partiu-o e, distribuindo-o aos discípulos, disse: ‘Tomai e comei, isto é o meu corpo’. Depois, tomou um cálice e, dando graças, deu-lho dizendo: ‘Bebei dele todos, pois isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos para remissão dos pecados’. E vos digo: ‘desde agora, não beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco beberei o vinho novo no Reino do meu Pai’. Depois de terem cantado o hino, saíram para o monte das Oliveiras.” ( Mt 26,26-29). É Ele o cordeiro perfeito, sem a mancha do pecado, através do qual os homens podem ofertar ao Pai Eterno um sacrifício perfeito. Assim como Deus alimentou o povo no deserto com o maná e os protegeu do braço do anjo com o sangue do cordeiro, sem mancha, durante o processo de libertação do Egito. Assim a eucaristia é o pão da Vida descido do céu que nos dá a Vida e nos une a Deus e aos irmãos. “A eucaristia (eucharístia do grego εὐχαριστία), termo grego referente à ação de graças, designou ceia cristã, a ação eucarística. Na comunidade primitiva, a celebração eucarística e a partilha dos alimentos formavam um só conjunto de coisas, de modo a chamar- se agápe, ceia fraternal. Ela também foi chamada de fractio panis, a fração do pão.” 13. Porém, esta prática da partilha dos alimentos a ágape perdurou somente até o final do segundo século, pois ocorriam muitos abusos por parte de algumas pessoas que chegavam antes e se fartavam não deixando nada do banquete para as demais, as quais permaneciam com fome durante a celebração eucarística. Com a separação entre a eucaristia e a agápe esta última passou a ser dada às viúvas, aos pobres, aos abandonados, aos meninos e as meninas de rua, assim ficou conhecida como sustento da comunidade.^14 Após o final do segundo século, com certeza, não existiam mais apóstolos no sentido estrito da palavra. Neste período a Didaqué escrita entre os anos 60 e 90 d.C. também conhecida como “Instrução do Senhor para as nações segundo os Doze Apóstolos” exerceu importante papel na igreja^15. Chegando a dar precisas instruções de como a eucaristia deveria ser celebrada, nela encontramos e ressaltamos o que segue: (^13) CORBELLINI, Vital. A Visão da Eucaristia no Período Pré-Niceno. Teocomunicação , Porto Alegre, v. 35, n. 150, p. 740, dez. 2005. (^14) Cf. idem. (^15) DIDAQUÉ - A Instrução dos Doze Apóstolos. Disponível em: . Acesso em: 24 de jun. de 2007.
instituição do domingo como dia preferencial para distribuição do pão consagrado também é fruto deste período.^18
O terceiro século é dominado por importantes figuras como: Tertuliano, Clemente de Alexandria, Orígenes, Cipriano e Dionísio de Alexandria. Naquele então, Tertuliano havia se confrontado com os marcionistas^19 que acreditavam que Cristo não tinha morrido na cruz e que, portanto a eucaristia não era a presença real do Cristo. Tertuliano; porém, afirma: Cristo é pão da vida que desceu do céu, alimento efetivo que permite o surgimento do homem novo, pois os fiéis devem se reconciliar para receber a eucaristia. Para ele era necessário o batismo e o crisma para que o fiel pudesse receber a eucaristia. Tertuliano foi um dos mentores do catecumenato. É de Clemente de Alexandria a idéia de que a eucaristia é alimento para a vida eterna. Orígenes também reconhece nas espécies eucarísticas a presença misteriosa de Cristo. Ele também afirmava: os cristãos bebem o sangue e comem a carne do senhor o que causava certo escândalo entre os judeus e pagãos e, muito provavelmente, esta era a causa de os cristãos serem acusados de canibalismo. Cipriano ressalta na eucaristia o sacrifício de Cristo, sua paixão e morte sendo continuamente renovado. Cipriano também ligava a eucaristia com a vida prática, assim o fiel devia se lembrar dos mais necessitados antes de acudir a eucaristia. E, finalmente, tem-se a figura de Dionísio de Alexandria o qual além de ver na eucaristia a presença de Cristo, também vê neste sublime sacramento outra importante dimensão: a de preparar as pessoas para o encontro com o Senhor.^20 (^18) Cf. CORBELLINI, Vital. A Visão da Eucaristia no Período Pré-Niceno. Teocomunicação , Porto Alegre, v. 35, n. 150, p. 743-747, dez. 2005. (^19) Foi uma seita religiosa fundada em 144 d.C. em Roma por Marcião de Sinope (110-160 d.C.), um religioso cristão do segundo século, e um dos primeiros a serem denunciados pelos cristãos como um herético. MARCIONISMO. In:WIKIPEDIA A Enciclopédia Livre. Disponível em: . Acesso em: 24 de jun. de 2007. (^20) Cf. CORBELLINI, Vital. A Visão da Eucaristia no Período Pré-Niceno. Teocomunicação , Porto Alegre, v. 35, n. 150, p. 747-754, dez. 2005.
Segundo a ABNT (NBR 10719) as notas de roda pé destinam-se a prestar esclarecimentos, comprovar uma afirmação ou justificar uma informação que não deve ser incluída no texto. As notas devem limitar-se ao mínimo necessário. As notas de rodapé são colocadas no pé da página, separadas do texto por uma linha de aproximadamente 1/3 da largura útil da página, a partir da margem esquerda. É recomendável que as remissões para o rodapé sejam feitas através de asteriscos superescritos para não se confundirem, eventualmente, com outra numeração, caso tenha sido utilizado o sistema numérico para citação (7).
Segundo a ABNT (NBR 10719) os textos devem ser apresentados em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), digitados ou datilografados na cor preta, com exceção das ilustrações, no anverso das folhas, exceto a folha de rosto. O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho. Recomenda-se, para digitação, a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas. No caso de textos datilografados, para citações de mais de três linhas, deve-se observar apenas o recuo de 4 cm da margem esquerda. Bem como indicação da autoria em nota de pé de página. Maiores detalhes consultar: http://www.pucrs.br/uni/poa/teo/normas.pdf
Expressar as dificuldades encontradas (se referindo ao experimento e não ao ambiente do laboratório. Ex: Os manuais são redigidos em inglês, os instrumentos [alicates, cabos, etc.] são de difícil manuseio, etc).
Expressar suas sugestões para melhoria do experimento, por exemplo: Utilizar o comando X no lugar do comando Y. Utilizar o modelo Z de alicate, acrescentar este ou aquele procedimento, etc.
Exemplo de Conclusão: Após examinar, em profundidade, a principal referencia bibliográfica^21 empregada neste trabalho chama à atenção a fidelidade da Igreja de nossos dias as suas raízes em especial no que tange a Sagrada Eucaristia desde a sua instauração por nosso Senhor Jesus Cristo na derradeira páscoa, passando pela interpretação dos apóstolos expressa na Didaqué^22 e pelos principais Padres do período Pré-Niceno. Os quais gradualmente vão se aprofundando no mistério eucarístico aponto de explicitar suas várias dimensões tais como as conhecemos hoje. Eles já conferiam a eucaristia vários aspectos, tais como: de memorial da paixão, morte e ressurreição do Senhor; seu caráter eclesial dada a necessidade de ser celebrada na comunidade por um bispo e/ou presbítero designados pela igreja; de alimento para vida eterna; de transformação interior quem a recebe deve ser solidário e partilhar os seus bens com os mais necessitados; de união com Deus e com os irmãos; de alimento espiritual que nos fortalece para a superação das tentações. Naquela época, já existiam heresias relacionadas à eucaristia, nos chegou ao conhecimento a heresia de Marcião. Ao longo da história muitas heresias ocorreram entorno a eucaristia, muitos já tentaram retirar o seu caráter divino. Entretanto, Jesus Cristo nunca nos deixa desamparados sempre em situações de maior necessidade se manifesta através de milagres eucarísticos um dos mais famosos, que já dura doze séculos sob o acurado olhar da ciência, é o milagre de Lanciano na Itália. Enfim terminamos praticamente onde iniciamos nas Sagradas Escrituras: “A minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” ( Jo 6,55-56). (^21) CORBELLINI, Vital. A Visão da Eucaristia no Período Pré-Niceno_. Teocomunicação_ , Porto Alegre, v. 35, n. 150, p. 739-755, dez. 2005. (^22) DIDAQUÉ - Instrução do Senhor para as nações segundo os Doze Apóstolos.
Segundo a ABNT (NBR 10719) as citações bibliográficas textuais servem para dar maior clareza e autoridade ao texto, relacionando as idéias expostas com idéias defendidas em outros trabalhos, por outros autores. É indispensável que seja indicada a fonte de onde foi extraída a citação, através da utilização de um sistema de chamada (numérico ou alfabético). As referências bibliográficas relativas às citações textuais devem ser apresentadas de acordo com o método de citação escolhido. Exemplo: BÍBLIA. Português. A Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. São Paulo: Paulinas, 1989. BOLETIM DA ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CNBB. V CELAM. Aparecida. mai. 2007, n. 13. Disponível em: . Acesso em: 24 de jun. de 2007. p. 3. CANÇÃO Nova Notícias. Disponível em: < http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=234101>. Acesso em: 24 de jun. de 2007. CORBELLINI, Vital. A Visão da Eucaristia no Período Pré-Niceno. Teocomunicação , Porto Alegre, v. 35, n. 150, p. 739-755, dez. 2005. CORBELLINI, Vital. História da Igreja Antiga. [200-?]. 29 f. Notas de Aula da Disciplina de Historia da Igreja I–Faculdade de Teologia, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007. CORPUS Christi. In: WIKIPEDIA A Enciclopédia Livre. Disponível em: . Acesso em: 24 de jun. de 2007. MARCIONISMO. In: WIKIPEDIA A Enciclopédia Livre. Disponível em: . Acesso em: 24 de jun. de 2007.