Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


MODELO LTCAT - USINAGEM, Manuais, Projetos, Pesquisas de Segurança do Trabalho

USINAGEM - RISCOS AMBIENTAIS. MODELO LTCAT - USINAGEM

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2021

Compartilhado em 25/03/2021

yohanan-machado-12
yohanan-machado-12 🇧🇷

5

(3)

1 documento

1 / 150

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho
ZM S/A
EPI
POAD / EPC
Agente / Tipo Perigo / Fator de Risco Dano
Padrões
Legais / Limite
de Exposição
Fonte(s)
Geradora(s)
Controle(s) Existente(s) e sua Eficácia
Nome Eficaz
S/N Nome CA
Atenuação
/ fator de
proteção
Eficaz
S/N
Perfil de exposição
existente
Intens./
conc.
Técnica
Utilizada
Avaliação
do Risco
P G Risco IN
Definição de
ações
necessárias e
prioridades
Critério para
Monitoração da
exposição
Creme
protetor de
segurança
S8265
I I
óleos minerais,
conforme
Portaria 3.214
de 08.06.78,
mais
especificamente
a NR-15 anexo
13.
Conclusões para fins de Insalubridade, Periculosidade, condição especial para fins de aposentadoria especial:
O contato com óleos minerais não caracteriza insalubridade pois é realizado em caráter eventual, mesmo assim é neutralizado com o uso do creme protetor para as mãos.
De acordo com a Legislação em vigor, Portaria nº 3.214 de 08.06.78, mais especificamente a NR 15 e seus anexos, as atividades exercidas são consideradas Salubres.
De acordo com o Decreto 3.048 de 06.05.1999, Artigo 68, Anexo IV, as atividades não se enquadram, a critério do INSS.
Parecer Técnico:
- do salário mínimo
40% ( )20% ( )10% ( )
Insalubridade: sim ( ) não (X)
- do salário do trabalhador30% ( )
Periculosidade: sim ( ) não (X)
sim ( ) não (X)
Condição especial:
POAD = Procedimentos Administrativos, EPC = Equipamentos de Proteção Coletiva, EPI = Equipamentos de Proteção Individual. S = Sim, N = Não, N AV = Não Avaliado
NA =o Se Aplica, I = Inexistente CA = Certificado de Aprovação P =Probabilidade G = Gravidade IN = Grau de Incerteza
Rua Cerâmica Reis 800 - Cerâmica Reis - CEP 88359-321 - Brusque - Santa Catarina - Brasil
ZM S/A 199
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c
pf2d
pf2e
pf2f
pf30
pf31
pf32
pf33
pf34
pf35
pf36
pf37
pf38
pf39
pf3a
pf3b
pf3c
pf3d
pf3e
pf3f
pf40
pf41
pf42
pf43
pf44
pf45
pf46
pf47
pf48
pf49
pf4a
pf4b
pf4c
pf4d
pf4e
pf4f
pf50
pf51
pf52
pf53
pf54
pf55
pf56
pf57
pf58
pf59
pf5a
pf5b
pf5c
pf5d
pf5e
pf5f
pf60
pf61
pf62
pf63
pf64

Pré-visualização parcial do texto

Baixe MODELO LTCAT - USINAGEM e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Segurança do Trabalho, somente na Docsity!

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Cremeprotetor desegurança

S

I^

I

óleos mi

nerai

s,

conf

orme Portari

a 3.

de 08.06.78,mai

s espec

ific

amente

a NR-

15 anex

o

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

O c

ontato c

om ól

eos mi

nerai

s não c

arac

teri

za i

nsal

ubri

dade poi

s é

real

izado em c

aráter ev

entual

, mesmo assi

m é

neutral

izado c

om o uso do c

reme protetor para as mãos.

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

Periculosidade: sim ()30% ()

não (

X)

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Setor:

COORDENAÇÃO COMPRAS

GAS 19 (

Coordenador de Compras)

Total

de Trabal

hadores ex

postos:

Fase:( )Antecipação (x

)Reconhecimento

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Coordenador de Compras

Planej

ar e negoc

iar as c

ompras de matéri

a- pri

ma, i

nsumos, produtos quí

mi

cos, materi

ais gerai

s e outros, sempre c

onsul

tando a di

retori

a, quando v

alores f

orem

elev

ados. Manter organi

zado e atual

izado o rol

de f

ornec

edores que preenc

hem as nec

essi

dades, qual

idade, praz

os e preços da organi

zação. Cri

ar mec

ani

smos de

ac

ompanhamento de f

ornec

edores e nov

os produtos si

mi

lares no merc

ado, proc

urando sugeri

r al

ternati

vas v

iáv

ei s e c

ompensati

vas à

organi

zação. Montar e c

riar

programas de trei

namento e desenv

olv

imento moti

vac

ionai

s, e de produti

vidades, de c

oesão e resul

tados de ac

ordo c

om as atri

bui

ções de c

ada c

olaborador. Ef

etuar

negoc

iações c

onf

orme nec

essi

dades nos preços, praz

os de entregas e c

ompatí

vei

s c

om a real

idade de merc

ado. Dar suporte téc

ni co à

equi

pe sob

sua

responsabi

lidade, quanto as dec

isões e negoc

iações mai

s c

ompl

ex

as. Ef

etuar anál

ise e ac

ompanhamento da doc

umentação e trâmi

te l

egal

, no que se rel

ac

iona c

om a

importação de materi

ais, equi

pamentos, máqui

nas, peças e outros.

Ac

ompanhar e repassar a quem de di

rei

to toda a doc

umentação e regi

stros env

olv

idos c

om o Compras.

Anal

isar as sol

ici tações i

nterna de c

ompras, ordem de c

ompras e outros doc

umentos, para c

erti

fic

ar-

se da nec

essi

dade e em c

umpri

mento da l

egi

slação. Busc

ar nov

as

téc

ni cas e métodos c

apaz

es de oti

mi

zar a produti

vidade e reduz

ir o c

usto de produção. Negoc

iar e ac

ompanhar a mov

imentação de materi

ais entre as uni

dades f

abri

s,

veri

fic

ando a doc

umentação perti

nente.

Parti

cipar nas negoc

iações de matéri

a- pri

ma (

aço, produtos quí

mi

cos e outros)

, quando nec

essári

o.

Observ

ar e c

umpri

r as normas téc

nic

as, admi

ni strati

vas e de segurança. Admi

nistrar j

unto os si

stemas de pessoal

:al

oc

ação, admi

ssão e demi

ssão, qual

ific

ação e

educ

ação, parti

cipação, av

ali

ação e promoção, c

lima, segurança e mov

imentação de pessoal

. Superv

isi onar as ati

vidades ref

erente a l

impez

a, hi

giene e segurança nos

postos de trabal

ho.

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Fí sic

o

NA

NA

NA

NA

NA

NA

Ruí

do i

nferi

or ao ní

vel

de

ação

NA

De ac

ordo c

om

a Legi

slação em vigor o l

imi

te de

tol

erânc

ia é

de

85 dB(

A)para 8

horas di

ári

as

de trabal

ho,

conf

orme Portari

a

3214/

78, NR 15

anex

o 01.

NA

60 dB(

A)

Dec

ibel

imetr

o:Medi

ção

pontualreal

izada na altura doaparel

ho audi

tiv

o.

Moni

toramento Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Nenhuma açãoé^ nec

essári

a.

Irrel

ev a nte

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

Periculosidade: sim ()30% ()

não (

X)

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

O ní

vel

de ruí

do medi

do está

abai

xo do l

imi

te de tol

erânc

ia.

O c

ontato c

om ól

eos mi

nerai

s não c

arac

teri

za i

nsal

ubri

dade poi

s é

real

izado em c

aráter ev

entual

, mesmo assi

m é

neutral

izado c

om o uso do c

reme protetor para as mãos.

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

Periculosidade: sim ()30% ()

não (

X)

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Setor:

COORDENAÇÃO PCP

GAS 21 (

Coordenador de PCP)

Total

de Trabal

hadores ex

postos:

Fase:( )Antecipação (x

)Reconhecimento

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Coordenador

Planej

ar, ori

entar, ac

ompanhar e c

ontrol

ar a apl

icação dos métodos e proc

edi

mentos de trabal

ho, v

isando a epl

icação das pol

íti cas, di

retri

zes, pl

anos e programas de

qual

idade, produti

vidade, rendi

mento e desempenho da empresa. Organi

zar e di

stri

bui

r as ati

vidades setori

ais de ac

ordo c

om o pl

ano de produção. Control

ar e

prov

idenc

iar os supri

mentos de i

nsumos, materi

ai s e mov

imentação de estoques dos i

tens nec

essári

os à

ex

ec

ução dos trabal

hos. Ac

ompanhar as ati

vidades ref

erente à

limpez

a, hi

giene e segurança nos postos de trabal

hos. Regi

strar as oc

orrênc

ias operac

ionai

s e admi

nistrati

vas hav

idas nos respec

tiv

os turnos de serv

iço. Manter

diari

amente c

ontatos operac

ionai

s e admi

ni strati

vos c

om as di

versas áreas e ní

vei

s f

unc

ionai

s i ntegrados nos pl

anos, taref

as, metas, oc

orrênc

ias do setor. Promov

er, de

ac

ordo c

om c

alendári

o pré-

def

ini do, reuni

ões e/

ou enc

ontros c

om os preparadores e/

ou grupos de f

unc

ionári

os para transmi

tir:av

isos, i

nformações, del

iberações, metas

e pl

anos;af

im de se proc

urar i

ntegrar e esc

larec

er aos c

olaboradores o andamento e desempenho dos obj

eti

vos def

ini dos, c

omo também a ev

ol ução peri

ódi

ca dos

resul

tados da empresa. Moni

torar, ac

ompanhar, anal

isar e rel

atar o desempenho operac

ional

dos preparadores e f

unc

ionári

os do setor. Admi

nistrar os si

stemas de

pessoal

:al

oc

ação, av

ali

ação, segurança e mov

imentação de pessoal

. Observ

ar e c

umpri

r as normas téc

nic

as, admi

ni strati

vas e de segurança. Parti

cipar ati

vamente de

programas de mel

hori

a da qual

idade e di

fundi

r a i

dei

a de mel

horamento c

ontí

nuo. Rev

isar e manter atual

izado o si

stema de i

nf ormação e doc

umentação i

nterno e

ex

terno do setor. Ex

ec utar outras atri

bui

ções semel

hantes c

onf

orme nec

essi

dades.

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Fí sic

o

Protetoraudi

tiv o^

S

I^

I

Ruí

do i

nferi

or ao l

imi

te de

tol

erânc

ia e ac

ima do ní

vel

de ação

Perda Audi

tiv

a^

De ac

ordo c

om

a Legi

slação em vigor o l

imi

te de

tol

erânc

ia é

de

85 dB(

A)para 8

horas di

ári

as

de trabal

ho,

conf

orme Portari

a

3214/

78, NR 15

anex

o 01.

Máqui

nas e equi

pamentos de todos os setores.

83,3 dB(

A)

Dosi

metri

a -

Fundac

entro

-NHO 01

Anual

(P1)

Manter oControl

e

ex

istente (

P1)

Control

e

adi

cional

se f

or

possí

vel

e v

iáv

el

(P2)

Médi

o^

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

O ní

vel

de ruí

do medi

do está

abai

xo do l

imi

te de tol

erânc

ia.

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

Periculosidade: sim ()30% ()

não (

X)

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

O c

ontato c

om ól

eos mi

nerai

s não c

arac

teri

za i

nsal

ubri

dade poi

s é

real

izado em c

aráter ev

entual

, mesmo assi

m é

neutral

izado c

om o uso do c

reme protetor para as mãos.

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

Periculosidade: sim ()30% ()

não (

X)

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Setor:

COORDENAÇÃO USINAGEM

GAS 23 (

Coordenador de Usi

nagem)

Total

de Trabal

hadores ex

postos:

Fase:( )Antecipação (x

)Reconhecimento

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Coordenador

Planej

ar, ori

entar, ac

ompanhar e c

ontrol

ar a apl

icação dos métodos e proc

edi

mentos de trabal

ho, v

isando a epl

icação das pol

íti cas, di

retri

zes, pl

anos e programas de

qual

idade, produti

vidade, rendi

mento e desempenho da empresa. Organi

zar e di

stri

bui

r as ati

vidades setori

ais de ac

ordo c

om o pl

ano de produção. Control

ar e

prov

idenc

iar os supri

mentos de i

nsumos, materi

ai s e mov

imentação de estoques dos i

tens nec

essári

os à

ex

ec

ução dos trabal

hos. Ac

ompanhar as ati

vidades ref

erente à

limpez

a, hi

giene e segurança nos postos de trabal

hos. Regi

strar as oc

orrênc

ias operac

ionai

s e admi

nistrati

vas hav

idas nos respec

tiv

os turnos de serv

iço. Manter

diari

amente c

ontatos operac

ionai

s e admi

ni strati

vos c

om as di

versas áreas e ní

vei

s f

unc

ionai

s i ntegrados nos pl

anos, taref

as, metas, oc

orrênc

ias do setor. Promov

er, de

ac

ordo c

om c

alendári

o pré-

def

ini do, reuni

ões e/

ou enc

ontros c

om os preparadores e/

ou grupos de f

unc

ionári

os para transmi

tir:av

isos, i

nformações, del

iberações, metas

e pl

anos;af

im de se proc

urar i

ntegrar e esc

larec

er aos c

olaboradores o andamento e desempenho dos obj

eti

vos def

ini dos, c

omo também a ev

ol ução peri

ódi

ca dos

resul

tados da empresa. Moni

torar, ac

ompanhar, anal

isar e rel

atar o desempenho operac

ional

dos preparadores e f

unc

ionári

os do setor. Admi

nistrar os si

stemas de

pessoal

:al

oc

ação, av

ali

ação, segurança e mov

imentação de pessoal

. Observ

ar e c

umpri

r as normas téc

nic

as, admi

ni strati

vas e de segurança. Parti

cipar ati

vamente de

programas de mel

hori

a da qual

idade e di

fundi

r a i

dei

a de mel

horamento c

ontí

nuo. Rev

isar e manter atual

izado o si

stema de i

nf ormação e doc

umentação i

nterno e

ex

terno do setor. Ex

ec utar outras atri

bui

ções semel

hantes c

onf

orme nec

essi

dades.

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Fí sic

o

Protetoraudi

tiv o^

S

NA

NA

Ruí

do i

nferi

or ao ní

vel

de

ação

NA

De ac

ordo c

om

a Legi

slação em vigor o l

imi

te de

tol

erânc

ia é

de

85 dB(

A)para 8

horas di

ári

as

de trabal

ho,

conf

orme Portari

a

3214/

78, NR 15

anex

o 01.

Máqui

nas e equi

pamentos do setor

77,8 dB(

A)

Dosi

metri

a -

Fundac

entro

-NHO 01

Moni

toramento Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Nenhuma açãoé^ nec

essári

a.

Irrel

ev a nte

Quí

mi

co

Cremeprotetor desegurança

S

I^

I

Ól eo mi

neral

Dermati

tes

Anál

ise qual

itati

va

ref

erente a mani

pul

ação de

óleos mi

nerai

s,

conf

orme Portari

a 3.

de 08.06.78,mai

s espec

ific

amente

a NR-

15 anex

o

Ev

entual

contato e

mani

pul

ação de

peças l

ubri

fic adas

com ól

eo mi

neral

Ev

entual

Inspeçãoreal

izada no loc

al

de trabal

ho.

Moni

toramento Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Nenhuma açãoé^ nec

essári

a.

Irrel

ev a nte

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Setor:

COORDENÇÃO EXTRUSÃO

GAS 24 (

Coordenador Ex

trusão)

Total

de Trabal

hadores ex

postos:

Fase:( )Antecipação (x

)Reconhecimento

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Coordenador

Planej

ar, ori

entar, ac

ompanhar e c

ontrol

ar a apl

icação dos métodos e proc

edi

mentos de trabal

ho, v

isando a epl

icação das pol

íti cas, di

retri

zes, pl

anos e programas de

qual

idade, produti

vidade, rendi

mento e desempenho da empresa. Organi

zar e di

stri

bui

r as ati

vidades setori

ais de ac

ordo c

om o pl

ano de produção. Control

ar e

prov

idenc

iar os supri

mentos de i

nsumos, materi

ai s e mov

imentação de estoques dos i

tens nec

essári

os à

ex

ec

ução dos trabal

hos. Ac

ompanhar as ati

vidades ref

erente à

limpez

a, hi

giene e segurança nos postos de trabal

hos. Regi

strar as oc

orrênc

ias operac

ionai

s e admi

nistrati

vas hav

idas nos respec

tiv

os turnos de serv

iço. Manter

diari

amente c

ontatos operac

ionai

s e admi

ni strati

vos c

om as di

versas áreas e ní

vei

s f

unc

ionai

s i ntegrados nos pl

anos, taref

as, metas, oc

orrênc

ias do setor. Promov

er, de

ac

ordo c

om c

alendári

o pré-

def

ini do, reuni

ões e/

ou enc

ontros c

om os preparadores e/

ou grupos de f

unc

ionári

os para transmi

tir:av

isos, i

nformações, del

iberações, metas

e pl

anos;af

im de se proc

urar i

ntegrar e esc

larec

er aos c

olaboradores o andamento e desempenho dos obj

eti

vos def

ini dos, c

omo também a ev

ol ução peri

ódi

ca dos

resul

tados da empresa. Moni

torar, ac

ompanhar, anal

isar e rel

atar o desempenho operac

ional

dos preparadores e f

unc

ionári

os do setor. Admi

nistrar os si

stemas de

pessoal

:al

oc

ação, av

ali

ação, segurança e mov

imentação de pessoal

. Observ

ar e c

umpri

r as normas téc

nic

as, admi

ni strati

vas e de segurança. Parti

cipar ati

vamente de

programas de mel

hori

a da qual

idade e di

fundi

r a i

dei

a de mel

horamento c

ontí

nuo. Rev

isar e manter atual

izado o si

stema de i

nf ormação e doc

umentação i

nterno e

ex

terno do setor. Ex

ec utar outras atri

bui

ções semel

hantes c

onf

orme nec

essi

dades.

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Fí sic

o

Protetoraudi

tiv o^

S

I^

I

Ruí

do i

nferi

or ao l

imi

te de

tol

erânc

ia e ac

ima do ní

vel

de ação

Perda Audi

tiv

a^

De ac

ordo c

om

a Legi

slação em vigor o l

imi

te de

tol

erânc

ia é

de

85 dB(

A)para 8

horas di

ári

as

de trabal

ho,

conf

orme Portari

a

3214/

78, NR 15

anex

o 01.

Máqui

nas e equi

pamentos do setor

84,7 dB(

A)

Dosi

metri

a -

Fundac

entro

-NHO 01

Anual

(P1)

Manter oControl

e

ex

istente (

P1)

Control

e

adi

cional

se f

or

possí

vel

e v

iáv

el

(P2)

Médi

o^

Quí

mi

co

Cremeprotetor desegurança

S

I^

I

Ól eo mi

neral

Dermati

tes

Anál

ise qual

itati

va

ref

erente a mani

pul

ação de

óleos mi

nerai

s,

conf

orme Portari

a 3.

de 08.06.78,mai

s espec

ific

amente

a NR-

15 anex

o

Ev

entual

contato

com peçaslubri

fic

adas c

om

óleo mi

neral

Ev

entual

Inspeçãoreal

izada no loc

al

de trabal

ho.

Moni

toramento Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Nenhuma açãoé^ nec

essári

a.

Irrel

ev a nte

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

O ní

vel

de ruí

do medi

do está

abai

xo do l

imi

te de tol

erânc

ia.

O c

ontato c

om ól

eos mi

nerai

s não c

arac

teri

za i

nsal

ubri

dade poi

s é

real

izado em c

aráter ev

entual

, mesmo assi

m é

neutral

izado c

om o uso do c

reme protetor para as mãos.

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

Periculosidade: sim ()30% ()

não (

X)

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Setor:

DESENVOLVIMENTO PRODUTOS

GAS 26 (

Desenv

ol vimento Produtos)

Total

de Trabal

hadores ex

postos:

Fase:( )Antecipação (x

)Reconhecimento

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Anal

ista desenv

olv

imento de produtos

Desenv

olv

er e c

oordenar proj

etos de nov

os produtos tendo c

omo di

retri

zes o atendi

mento ao c

liente, a produti

vidade, a durabi

lidade, a c

onf

iabi

lidade e a rac

ional

ização

de f

erramentas, equi

pamentos e c

ustos.

Elaborar e i

mpl

antar desenhos de nov

os produtos e/

ou c

omponentes tendo c

omo ref

erênc

ia, a sol

ici tação do c

liente, amostras ou outros doc

umentos, mantendo quando

possí

vel

, a uni

formi

dade de padrões.

Anal

isar em c

onj

unto c

om a Gerênc

ia Téc

nic

a e de Qual

idade os resul

tados das amostras produz

idas no l

ote PPAP ou l

ote pi

loto.

Uti

liz ar as f

erramentas de APQP e parti

cipar de grupos de FMEA.

Montar protóti

pos e/

ou amostras quando nec

essári

o.

Anal

isar os rel

atóri

os de testes de produtos e os c

omparar c

om os requi

sitos estabel

ec

idos.

Atual

izar as i

nf ormações no c

atál

ogo de produtos ZM c

om as i

nformações téc

nic

as nec

essári

as.

Parti

cipar de v

isi tas à

cl ientes, f

ornec

edores, f

eiras e outros ev

entos, de f

orma a i

nc

rementar o desenv

olv

imento prof

issi

onal

e tec

nol

ógi

co da empresa.

Conhec

er normas, i

nstruções de trabal

ho ou outros doc

umentos rel

ati

vos à

sua f

unção.

Coordenar a f

abri

cação de amostras def

ini

ndo requi

sitos espec

ífi cos, quando nec

essári

o.

Conhec

er, quando possí

vel

, a apl

icação detal

hada dos produtos em desenv

ol vimento e o i

mpac

to de sua v

ari

abi

lidade.

Manter c

ontato c

om os setores, de f

orma a i

ntegrar todos nos proj

etos em desenv

olv

imento.

Observ

ar e c

umpri

r as normas téc

nic

as, admi

ni strati

vas e de segurança.

Parti

cipar ati

vamente de programas de mel

hori

a da qual

idade e di

fundi

r a i

dei

a de mel

horamento c

ontí

nuo.

Rev

isar e manter atual

izado o si

stema de i

nf ormação e doc

umentação i

nterno e ex

terno do setor.

Ex

ec

utar outras atri

bui

ções semel

hantes c

onf

orme nec

essi

dades.

Anal

ista desenv

olv

imento de produtos I

Desenv

olv

er e c

oordenar proj

etos de nov

os produtos tendo c

omo di

retri

zes o atendi

mento ao c

liente, a produti

vidade, a durabi

lidade, a c

onf

iabi

lidade e a rac

ional

ização

de f

erramentas, equi

pamentos e c

ustos.

Elaborar e i

mpl

antar desenhos de nov

os produtos e/

ou c

omponentes tendo c

omo ref

erênc

ia, a sol

ici tação do c

liente, amostras ou outros doc

umentos, mantendo quando

possí

vel

, a uni

formi

dade de padrões.

Anal

isar em c

onj

unto c

om a Gerênc

ia Téc

nic

a e de Qual

idade os resul

tados das amostras produz

idas no l

ote PPAP ou l

ote pi

loto.

Uti

liz ar as f

erramentas de APQP e parti

cipar de grupos de FMEA.

Montar protóti

pos e/

ou amostras quando nec

essári

o.

Anal

isar os rel

atóri

os de testes de produtos e os c

omparar c

om os requi

sitos estabel

ec

idos.

Atual

izar as i

nf ormações no c

atál

ogo de produtos ZM c

om as i

nformações téc

nic

as nec

essári

as.

Parti

cipar de v

isi tas à

cl ientes, f

ornec

edores, f

eiras e outros ev

entos, de f

orma a i

nc

rementar o desenv

olv

imento prof

issi

onal

e tec

nol

ógi

co da empresa.

Conhec

er normas, i

nstruções de trabal

ho ou outros doc

umentos rel

ati

vos à

sua f

unção.

Coordenar a f

abri

cação de amostras def

ini

ndo requi

sitos espec

ífi cos, quando nec

essári

o.

Conhec

er, quando possí

vel

, a apl

icação detal

hada dos produtos em desenv

ol vimento e o i

mpac

to de sua v

ari

abi

lidade.

Manter c

ontato c

om os setores, de f

orma a i

ntegrar todos nos proj

etos em desenv

olv

imento.

Observ

ar e c

umpri

r as normas téc

nic

as, admi

ni strati

vas e de segurança.

Parti

cipar ati

vamente de programas de mel

hori

a da qual

idade e di

fundi

r a i

dei

a de mel

horamento c

ontí

nuo.

Rev

isar e manter atual

izado o si

stema de i

nf ormação e doc

umentação i

nterno e ex

terno do setor.

Ex

ec

utar outras atri

bui

ções semel

hantes c

onf

orme nec

essi

dades.

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Anal

ista desenv

olv

imento de produtos II

Desenv

olv

er e c

oordenar proj

etos de nov

os produtos tendo c

omo di

retri

zes o atendi

mento ao c

liente, a produti

vidade, a durabi

lidade, a c

onf

iabi

lidade e a rac

ional

ização

de f

erramentai

s, equi

pamentos e c

ustos. El

aborar e i

mpl

antar desenhos de nov

os produtos e/

ou c

omponentes tendo c

om ref

erênc

ia, a sol

ici tação do c

liente, amostras

ou outros doc

umentos, mantendo quando possí

vel

, a uni

formi

dade de padrões. Regi

strar e atual

izar doc

umentos resul

tantes de al

terações. Anal

isar em c

onj

unto c

om a

Gerênc

ia de Engenhari

a e de Qual

idade os resul

tados das amostras produz

idas no l

ote PPAP ou l

ote pi

loto. Pesqui

sar nov

os materi

ai s, proc

essos e equi

pamentos de

forma a ev

olui

r tec

nol

ogi

camente os produtos ZM. Ac

ompanhar, j

untamente c

om o setor de Mark

eti

ng e a Gerênc

ia de Engenhari

a, o desempenho do merc

ado nac

ional

e mundi

al

de f

orma a def

ini

r o pl

anej

amento e o c

ronograma de desenv

olv

imento dos produtos ZM.

Parti

cipar do Pl

anej

amento Estratégi

co para área de desenv

olv

imento de produtos. Uti

liz ar as f

erramentas de APQP e parti

cipar de grupos de FMEA. Montar protóti

pos

e/ou amostras e desenv

olv

er banc

ada de testes quando nec

essári

o.

Anal

isar rel

atóri

os de testes de produtos e c

ompará-

los c

om os requi

sitos estabel

ec

idos.

Desenv

olv

er produtos em regi

me de engenhari

a si

mul

tânea c

om os c

lientes e f

ornec

edores, quando nec

essári

o. Parti

cipar de v

isi tas à

cli

entes, f

ornec

edores, f

eiras e

outros ev

entos, de f

orma a i

nc

rementar o desenv

olv

imento prof

issi

onal

e tec

nol

ógi

co da empresa. Conhec

er normas, i

nstruções de trabal

ho ou outros doc

umentos

rel

ati

vos à

sua f

unção. Coordenar a f

abri

cação de amostras def

ini

ndo requi

sitos espec

ífic

os, quando nec

essári

o. Conhec

er, quando possí

vel

, a apl

icação detal

hada dos

produtos em desenv

olv

imento e o i

mpac

to de sua v

ari

abi

lidade. Fornec

er i

nformações téc

nic

as para el

aboração do c

atál

ogo de produtos ZM.

Desenhi

sta

Transf

eri

r desenhos, f

olhas de operação, pl

anos de montagem, tabel

as, di

agramas, c

irc

uitos ou outros materi

ai s rec

ebi

dos para o Si

stema de Inf

ormações El

etrôni

cas.

Conhec

er normas, i

nstruções de trabal

ho ou outros doc

umentos rel

ati

vos à

sua f

unção.

Observ

ar e c

umpri

r as normas téc

nic

as, admi

ni strati

vas e de segurança.

Parti

cipar ati

vamente de programas de mel

hori

a da qual

idade e di

fundi

r a i

dei

a de mel

horamento c

ontí

nuo.

Rev

isar e manter atual

izado o si

stema de i

nf ormação e doc

umentação i

nterno e ex

terno do setor.

Ex

ec

utar outras atri

bui

ções semel

hantes c

onf

orme nec

essi

dades.

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Fí sic

o

Protetoraudi

tiv o^

S

NA

NA

Ruí

do i

nferi

or ao ní

vel

de

ação

NA

De ac

ordo c

om

a Legi

slação em vigor o l

imi

te de

tol

erânc

ia é

de

85 dB(

A)para 8

horas di

ári

as

de trabal

ho,

conf

orme Portari

a

3214/

78, NR 15

anex

o 01.

NA

74,9 dB(

A)

Dosi

metri

a -

Fundac

entro

-NHO 01

Moni

toramento Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Nenhuma açãoé^ nec

essári

a.

Irrel

ev a nte

Quí

mi

co

Cremeprotetor desegurança

S

I^

I

Ól eo mi

neral

Dermati

tes

Anál

ise qual

itati

va

ref

erente a mani

pul

ação de

óleos mi

nerai

s,

conf

orme Portari

a 3.

Ev

entual

contato

com peçaslubri

fic

adas c

om

óleo mi

neral

Ev

entual

Inspeçãoreal

izada no loc

al

de trabal

ho

Moni

toramento Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Nenhuma açãoé^ nec

essári

a.

Irrel

ev a nte

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Setor:

DIRETORIA (

FERRAMENTARIA)

GAS 27 (

Gerente de Ferramentari

a)

Total

de Trabal

hadores ex

postos:

Fase:( )Antecipação (x

)Reconhecimento

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Gerente de Ferramentari

a^

Planej

ar, c

oordenar e c

ontrol

ar as ati

vidade da Ferramentari

a, segundo as di

retri

zes e pol

ític

as de tec

nol

ogi

a de desenv

olv

imento de f

erramental

de máqui

nas e

equi

pamentos, estabel

ec

idos pel

a Di

retori

a. El

aborar, i

mpl

ementar, e ef

eti

var os proj

etos e programas de f

erramental

visando a al

oc

ação de téc

nic

os e f

unc

ionári

os

espec

ial

izados, c

omo também peças, f

erramentas, ac

essóri

os, equi

pamentos e materi

ais.

Impl

ementar os c

ontrol

es prev

enti

vos, af

im de i

denti

fic ar e c

orri

gi r def

ici ênc

ias que possam surgi

r em equi

pamentos, di

sposi

tiv

os e máqui

nas.

Parti

cipar de v

isi tas à

fornec

edores, f

eiras de máqui

nas e equi

pamentos, v

isando o desenv

olv

imento prof

issi

onal

e tec

nol

ógi

co da empresa.

Di vul

gar as normas, i

nstruções de trabal

ho, e manuai

s organi

zac

ionai

s que f

az

em parte do si

stema da qual

idade.

Conc

atenar j

unto ao Di

retor Superi

ntendente e Gerênc

ias a i

nteração dos assuntos de manutenção aos demai

s setores env

olv

idos.

Organi

zar e di

stri

bui

r as ati

vidades setori

ais de ac

ordo c

om o pl

ano de trabal

ho.

Control

ar e prov

idenc

iar os supri

mentos de i

nsumos, materi

ais e mov

imentação de estoques dos i

tens nec

essári

os à

ex

ec

ução dos trabal

hos.

Manter di

ari

amente c

ontatos operac

ionai

s e admi

nistrati

vos c

om as di

versas áreas e ní

vei

s f

unc

ionai

s i ntegrados nos pl

anos, taref

as, metas, oc

orrênc

ias do setor.

Promov

er, de ac

ordo c

om c

al endári

o pré-

def

ini

do, reuni

ões e/

ou enc

ontros c

om os Coordenadores, Preparadores e f

unc

ionári

os para transmi

tir:av

isos, i

nf ormações,

del

iberações, metas e pl

anos;af

im de se proc

urar i

ntegrar e esc

larec

er aos c

olaboradores o andamento e desempenho dos obj

eti

vos def

ini

dos e, ev

olução peri

ódi

ca

dos resul

tados do setor e empresa.

Moni

torar, ac

ompanhar, anal

isar e rel

atar o desempenho operac

ional

dos f

unc

ionári

os do setor produti

vo.

Admi

nistrar j

unto aos c

oordenadores os si

stemas de pessoal

:al

oc

ação, admi

ssão e demi

ssão, qual

ific

ação e educ

ação.

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Fí sic

o

Protetoraudi

tiv o^

S

NA

NA

Ruí

do i

nferi

or ao ní

vel

de

ação

NA

De ac

ordo c

om

a Legi

slação em vigor o l

imi

te de

tol

erânc

ia é

de

85 dB(

A)para 8

horas di

ári

as

de trabal

ho,

conf

orme Portari

a

3214/

78, NR 15

anex

o 01.

Máqui

nas e equi

pamentos da ferramentari

a

quando no setor.

66,4 dB(

A)

Dosi

metri

a -

Fundac

entro

-NHO 01

Moni

toramento Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Nenhuma açãoé^ nec

essári

a.

Irrel

ev a nte

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

Periculosidade: sim ()30% ()

não (

X)

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Setor:

DIRETORIA TÉCNICA COMERCIAL

GAS 28 (

Di

retor Superi

ntendente)

Total

de Trabal

hadores ex

postos:

Fase:( )Antecipação (x

)Reconhecimento

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Di retor Superi

ntendente

Ori

entar e c

ontrol

ar as Di

retori

as Ex

ec

uti

vas e Gerênc

ias na c

ondução e ex

ec

ução das ati

vidades organi

zac

ionai

s e operac

ionai

s, i

nterpretando e apl

icando as pol

ític

as

e di

retri

zes para a c

onsec

ução dos obj

eti

vos f

ixados. Ori

entar e c

oordenar as ati

vidades das assessori

as e c

onsul

tori

as i

nternas e ex

ternas, que l

he são l

igadas

diretamente, assegurando o atendi

mento das nec

essi

dades da empresa e o perf

eito entrosamento c

om os di

versos órgãos i

nternos. Conv

oc

ar e presi

dir assembl

éias,

reuni

ões da Di

retori

a e Gerênc

ia sempre que j

ulgar nec

essári

o para o bom andamento e desempenho dos negóc

ios, i

ntegração e c

ompreenção dos obj

eti vos e metas,

das pol

ític

as e di

retri

zes da empresa. Representar a empresa em c

ontatos c

omerc

iai s no âmbi

to nac

ional

e i

nternac

ional

, demai

s enti

dades de c

lasses, e órgão

públ

icos.Nomear e c

onsti

tui r, no l

imi

te de seus poderes e atri

bui

ções, em nome da di

retori

a, mandatári

os e proc

uradores c

om poderes espec

ífic

os, rev

ogando-

se

quando j

ulgar nec

essári

o. Ex

erc

er o c

ontrol

e geral

da empresa, em todos ou quai

squer ní

vei

s:estratégi

co, táti

co e operac

ional

. Promov

er a i

ntegração da Di

retori

a c

om

os di

versos órgãos da empresa atrav

és de si

, de modo, que haj

a a transmi

ssão, entendi

mento e c

ompromi

sso, das dec

esões e del

iberações para o desempenho das

pol

íti cas f

unc

ionai

s dos órgão i

nternos, de f

orma c

onj

unta ou mesmo i

ndi

vidual

. Anal

isar, el

aborar, del

iberar e ac

ompanhar j

unto aos di

retores os pl

anos de

inv

esti

mentos patri

moni

ais e tec

nol

ógi

cos, c

aptação e apl

icação dos rec

ursos ec

onômi

cos-

financ

eiros, orçamentos, gestão ex

ec

uti

va, e pol

ític

as de rec

ursos humanos.

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Fí sic

o

NA

NA

NA

NA

NA

NA

Ruí

do i

nferi

or ao ní

vel

de

ação

NA

De ac

ordo c

om

a Legi

slação em vigor o l

imi

te de

tol

erânc

ia é

de

85 dB(

A)para 8

horas di

ári

as

de trabal

ho,

conf

orme Portari

a

3214/

78, NR 15

anex

o 01.

NA

58 dB(

A)

Dec

ibel

imetr

o:Medi

ção

pontualreal

izada na altura doaparel

ho audi

tiv

o.

Moni

toramento Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Nenhuma açãoé^ nec

essári

a.

Irrel

ev a nte

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

Periculosidade: sim ()30% ()

não (

X)

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

protetor desegurança

I^

I

qual

itati

va

ref

erente a mani

pul

ação de

óleos mi

nerai

s,

conf

orme Portari

a 3.

de 08.06.78,mai

s espec

ific

amente

a NR-

15 anex

o

elétri

ca em equi

pamentos, máqui

nas e motores.

rmanente

real

izada no loc

al

de trabal

ho.

Peri

ódi

co não

nec

essári

o

Control

e

adi

cional

é

nec

essári

o.

Manter ocontrol

e

ex

istente. (

P1)

Conclusões para f

ins de I

nsalubridade,Periculosidade,condição especial para f

ins de aposentadoria especial:

O ruí

do ac

ima do l

imi

te de tol

erânc

ia é

neutral

izado c

om o uso de protetor audi

tiv

o.

O c

ontato c

om ól

eos mi

nerai

s é

neutral

izado c

om o uso de c

reme protetor para as mãos.

De ac

ordo c

om a Legi

slação em v

igor, Portari

a nº3.214 de 08.06.78, mai

s espec

ific

amente a NR 15 e seus anex

os, as ati

vidades ex

erc

idas são c

onsi

deradas Sal

ubres.

De ac

ordo c

om o Dec

reto 3.048 de 06.05.1999, Arti

go 68, Anex

o IV, as ati

vidades não se enquadram, a c

ritéri

o do INSS.

Ati

vidade peri

gosa segundo o Dec

reto 93.412, dev

ido às ati

vidades real

izadas em área de ri

sc

o, subestação de energi

a e manutenção el

étri

ca em máqui

nas e equi

pamentos energi

zados.

Parecer Técnico:

- do salário mí

nimo

Insalubridade:10% ()

sim ()

não (

X)

- do salário do trabalhador

X)

Periculosidade: sim (

X) não ()

sim ()

não (

X)

Condição especial:

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

ZM S/A

Setor:

ELÉTRICA

GAS 30 (

Téc

nic

o em El

etrôni

ca)

Total

de Trabal

hadores ex

postos:

Fase:( )Antecipação (x

)Reconhecimento

Etapa do Processo

Descrição das Atividades

Téc

nic

o em El

etrôni

ca

Elaborar e i

mpl

ementar proj

etos de pai

néi

s el

étri

cos e el

etrôni

cos de di

stri

bui

ção de energi

a e equi

pamentos i

ndustri

ais.

Ex

ec

utar, i

nstal

ar e manter os transf

ormadores de al

ta e bai

xa tensão.

Montar, testar e aj

ustar os pai

néi

s el

étri

cos e equi

pamentos el

etrônc

os e a repec

tiv

a manutenção destes.

Instal

ar rede de di

stri

bui

ção de energi

a el

étri

ca de bai

xa tensão e si

stemas de i

lumi

nação.

Impl

ementar e dar manutenção ao si

stema de c

omuni

cações da empresa.

Ori

entar, qual

ific

ar, i

nstrui

r e ac

ompanhar os el

etrec

istas nas taref

as, proc

edi

mentos, métodos, padrões, qual

idade, ef

ici ênc

ia, produti

vidade, e a perf

ormanc

e dos

resul

tados al

cançados c

omparados c

om as metas esti

pul

adas no pl

ano mestre e respec

tiv

as ordens de produção.

Ex

ec

utar os serv

iços mai

s c

ompl

ex

os, quando nec

essári

o.

Organi

zar e di

stri

bui

r as ati

vidades setori

ais de ac

ordo c

om o pl

ano de manutenção.

Control

ar e prov

idenc

iar os supri

mentos de i

nsumos, materi

ais e mov

imentação de estoques dos i

tens nec

essári

os à

ex

ec

ução dos trabal

hos.

Ac

ompanhar e moni

torar as ati

vidades de l

impez

a, hi

giene, segurança, c

lima e di

sc ipl

ina de pessoal

no l

oc

al

de trabal

ho.

Regi

strar as oc

orrênc

ias operac

ionai

s e admi

nistrati

vas hav

idas nos respec

tiv os turnos de serv

iço.

Moni

torar, ac

ompanhar, anal

isar e rel

atar o desempenho prof

issi

onal

dos el

etri

cistas.

Moni

torar e manter o si

stema i

nterno de geração de energi

a el

étri

ca.

Proc

eder as manutenções el

étri

cas e el

etrôni

cas na empresa.

Proj

etar esquemas el

étri

cos de máqui

nas e/

ou equi

pamentos.

Observ

ar e c

umpri

r as normas téc

nic

as, admi

ni strati

vas e de segurança.

Parti

cipar ati

vamente de programas de mel

hori

a da qual

idade e di

fundi

r a i

dei

a de mel

horamento c

ontí

nuo.

Rev

isar e manter atual

izado o si

stema de i

nf ormação e doc

umentação i

nterno e ex

terno do setor.

Ex

ec

utar outras atri

bui

ções semel

hantes c

onf

orme nec

essi

dades.

EPI

POAD / EPC

Agente / Tipo

Perigo / Fator de Risco

Dano

Padrões Legais / Limitede Exposição

Fonte(

s)

Geradora(

s)

Controle(

s)Existente(

s)e sua Ef

icácia

Nome

Ef

icazS/N

Nome

CA

Atenuação/ f

ator deproteção

Ef icazS/N

Perf

il de exposiçãoexistente Intens.

conc.

TécnicaUtiliz

ada

Avaliaçãodo Risco P^

G^

Risco

IN

Def

inição deações necessárias eprioridades

Critério paraMonitoração daexposição

Ac

idente

Cal

çado de segurançatipo boti

na

N AV

Cal

çado de segurança

N AV

I^

I

El etri

cidade

Choque el

étri

co

Ati

vidade peri

gosa no setor de energi

a

elétri

ca, conf

orme Dec

reto 93.412.

Ati

vidades e operaçõesreal

izadas c

om

eletri

cidade em equi

pamentos energi

zados e subestação deenergi

a.

Habi

tual

/Per

manente

Inspeçãoreal

izada no loc

al

de trabal

ho

Anual

(P1)

Manter oControl

e

ex

istente (

P1)

Control

e

adi

cional

se f

or

possí

vel

e v

iáv

el

(P2)

Médi

o^

Fí sic

o

Protetoraudi

tiv o^

S

I^

I

Ruí

do

Perda Audi

tiv

a^

De ac

ordo c

om

a Legi

slação em vigor o l

imi

te de

tol

erânc

ia é

de

85 dB(

A)para 8

Máqui

nas e equi

pamentos de todos os setores

94,5 dB(

A)

Dosi

metri

a -

Fundac

entro

-NHO 01

Anual

(P1)

Manter oControl

e

ex

istente (

P1)

Control

e

adi

cional

se f

or

Médi

o^

POAD = Proc

edi

mentos Admi

nistrati

vos, EPC = Equi

pamentos de Proteção Col

eti

va, EPI = Equi

pamentos de Proteção Indi

vidual

.^

S = Si

m, N = Não, N AV = Não Av

ali

ado

NA = Não Se Apl

ica, I = Inex

istente

CA = Certi

fic ado de Aprov

ação P =Probabi

lidade G = Grav

idade IN = Grau de Inc

ertez

a

Rua Cerâmi

ca Rei

s 800 -Cerâmi

ca Rei

s -CEP 88359-

321 -Brusque -Santa Catari

na -Brasi

l

ZM S/A