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Movimento circular Uniforme, Resumos de Engenharia Mecânica

Resumo - Resumo

Tipologia: Resumos

Antes de 2010

Compartilhado em 19/12/2009

sandor-dangelo-4
sandor-dangelo-4 🇧🇷

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Movimento uniforme
http://www.youtube.com/watch?
v=1TiXB5-q9OY
MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME
http://educar.sc.usp.br/sica/
circteo.html
Movimento Circular: Fundamentos Teóricos
Conceito de movimento circular uniforme
Vamos afirmar que: "Um carro estando com a velocidade escalar constante pode ter
aceleração". O que você acha?
Esta afirmativa parece falsa, mas é verdadeira.
Esta situação acontece quando o carro está se movimentando em uma trajetória
circular (fig. 5.1A).
Figura 5.1A - Carro em movimento circular.
Figura 5.1B - Vetores força centrípeta e aceleração centrípeta.
Neste caso o vetor velocidade varia de direção e sentido no decorrer do tempo,
podendo o seu módulo permanecer constante ou não.
Quem provoca esta variação na direção do vetor velocidade?
Sabemos que para mudar qualquer característica do vetor velocidade é necessária
uma força .
Esta força, denominada força centrípeta, atua na direção do raio da circunferência,
buscando o centro, imprimindo ao carro uma aceleração na mesma direção e no
mesmo sentido denominada aceleração centrípeta (fig. 5.1B).
No caso do carro, a força centrípeta é a força de atrito entre os pneus e a estrada. Se
não existisse esta força, o carro sairia pela tangente em movimento retilíneo uniforme
(posição 4 da fig. 5.1A).
Veja que esta aceleração é devida à variação à direção do vetor velocidade e não da
variação do módulo do vetor velocidade.
Concluímos que a nossa afirmativa inicial é verdadeira, isto é, o carro pode estar com
velocidade escalar constante e possuir uma aceleração (aceleração centrípeta),
quando sua trajetória é circular.
Movimento circular uniforme: Quando a trajetória é circular e a velocidade é
constante em módulo.
Da fig. 5.1A, o carro estando em movimento circular uniforme, temos que:
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Movimento uniforme

- http://www.youtube.com/watch?

v=1TiXB5-q9OY

MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME

- http://educar.sc.usp.br/fisica/

circteo.html

Movimento Circular: Fundamentos Teóricos

Conceito de movimento circular uniforme

Vamos afirmar que: "Um carro estando com a velocidade escalar constante pode ter aceleração". O que você acha?

Esta afirmativa parece falsa, mas é verdadeira.

Esta situação acontece quando o carro está se movimentando em uma trajetória circular (fig. 5.1A).

Figura 5.1A - Carro em movimento circular.

Figura 5.1B - Vetores força centrípeta e aceleração centrípeta.

Neste caso o vetor velocidade varia de direção e sentido no decorrer do tempo, podendo o seu módulo permanecer constante ou não.

Quem provoca esta variação na direção do vetor velocidade?

Sabemos que para mudar qualquer característica do vetor velocidade é necessária uma força.

Esta força, denominada força centrípeta, atua na direção do raio da circunferência, buscando o centro, imprimindo ao carro uma aceleração na mesma direção e no mesmo sentido denominada aceleração centrípeta (fig. 5.1B).

No caso do carro, a força centrípeta é a força de atrito entre os pneus e a estrada. Se não existisse esta força, o carro sairia pela tangente em movimento retilíneo uniforme (posição 4 da fig. 5.1A).

Veja que esta aceleração é devida à variação à direção do vetor velocidade e não da variação do módulo do vetor velocidade.

Concluímos que a nossa afirmativa inicial é verdadeira, isto é, o carro pode estar com velocidade escalar constante e possuir uma aceleração (aceleração centrípeta), quando sua trajetória é circular.

Movimento circular uniforme: Quando a trajetória é circular e a velocidade é constante em módulo.

Da fig. 5.1A, o carro estando em movimento circular uniforme, temos que:

V 1 = V 2 = V 3 = V 4 (velocidades escalares iguais) V 1 V 2 V 3 V 4 (velocidades vetoriais diferentes)

Características do vetor aceleração centrípeta Notação: ac vetor aceleração centrípeta Direção do vetor aceleração centrípeta: a direção do raio (perpendicular ao vetor V) Sentido do vetor aceleração centrípeta: de fora para dentro da circunferência (buscando o centro) Módulo do vetor aceleração centrípeta: a (^) c = V 2 /R Demonstração da expressão ac = V 2 /R

Figura 5. (A) - Movimento circular uniforme de uma partícula indo de uma posição A B. V (^) A = V (^) B. (B) - Determinação do vetor diferença V. (C) - Medida do arco S = V t. Os triângulos POQ e ACB são semelhantes porque são isósceles, tendo os ângulos dos vértices iguais. Considerando a medida do arco Vt aproximadamente igual à medida do arco corda AB, obtemos: (Vt) / V = R / V Aproximadamente, temos: V / t = V^2 / R Esta relação será mais exata quanto menor for t, porque o arco tende para a corda e vice-versa. Considerando t 0, no limite obtemos:

ac = V 2 /R módulo do vetor aceleração centrípeta

Observação: Quando a velocidade escalar varia no decorrer do tempo, o movimento circular não é mais uniforme e o movimento tem, além da aceleração centrípeta, uma aceleração tangencial.

Aplicação numérica 5. Vamos determinar o valor da aceleração centrípeta, sabendo que o carro faz a trajetória circular com uma velocidade escalar constante igual 20,0 m/s e o raio da trajetória é igual a 100 m. Dados: V = 20,0 m/s e R = 100 m De (5.1) temos que: ac = V 2 /R

Substituindo os valores de V e R, obtemos: ac = 20,0 2 /100 = 400/

ac = 4,0 m/s^2

Dados: V = 30,0 m/s e R = 100 m

De (5.5) temos que:

= V/R = 30,0/

= 0,3 rad / s

Relação entre aceleração centrípeta e velocidade angular

De (5.1) temos que:

ac = V 2 /R

Como V = R (5.6), obtemos:

ac = 2 R relação entre a aceleração centrípeta e a velocidade angular

Freqüência e Período</FONT< B>

De um modo geral todos nós temos noção do que seja freqüência e período.

Freqüência seria o número de vezes que um fenômeno se repete em um determinado tempo, e período é o tempo que leva para o fenômeno se repetir.

Em linguagem mais específica para o movimento circular, definiremos:

Freqüência: é o número de voltas que a partícula dá por unidade de tempo

Notação: f freqüência

Período: é o tempo que a partícula leva para dar uma volta completa

Notação: T período

Pelas próprias definições temos que a freqüência é o inverso do período e vice- versa, ou seja:

f = 1/T ou T = 1/f (^) (5.8)

Unidades de medida de freqüência e período (SI)

Unidade de período = unidade de tempo = 1 s

Outras unidades: 1 min, 1 h, 1 mês, 1 ano, 1 século...

Unidade de freqüência = 1/unidade de tempo = 1/s = 1 s-1^ = 1 hertz (1 Hz)

Quando no movimento circular se tem uma freqüência de 10 Hz, significa que o móvel faz 10 voltas em cada segundo.

Observação: a unidade de freqüência 1rps (1 rotação por segundo), usada na prática, é equivalente a 1 Hz.

Relação entre a velocidade angular e a freqüência

Vimos que a velocidade angular é definida como sendo:

= ( ) / (t) (5.2)

Quando a partícula dá uma volta completa:

= 2 rad

t = T (período)

Substituindo em (5.2), obtemos:

= (2 )/T (5.9)

Como f = 1/T, substituindo em (5.9):

= 2 f relação entre a velocidade angular e a freqüência

Aplicação numérica 5. Determinar o período de revolução, a freqüência e a velocidade angular de um satélite que se desloca numa órbita circular com uma velocidade escalar constante igual 8,0 km/s, ao redor da Terra. Considere o raio da Terra igual a 6370 km. Dados: V = 8,0 km/s e R = 6370 km. = V/R = 8,0 / 6370 = 0, 1,2 * 10-3^ rad/s De (9) temos que: = (2 ) / T T = 2 / 2* 3,14 / (1,2 * 10 -3) T 5233 s f = 1/T = 1 / 5233

f 0,19 Hz

- http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2002/

circular/parte1.htm

Movimento Circular.

Introdução – Dizemos que uma partícula está em movimento circular quando sua

trajetória é uma circunferência como, por exemplo, a trajetória descrita por uma válvula do pneu de uma bicicleta em movimento igual a da imagem. Se, além disso, o valor da velocidade permanecer constante, o movimento é denominado circular uniforme. Então, neste movimento, o vetor velocidade tem módulo constante, mas a direção deste vetor varia continuamente. A figura abaixo mostra a variação de direção do vetor velocidade em alguns pontos.

O tempo que a partícula gasta para efetuar uma volta completa é denominada período do movimento e é representado por T. O espaço percorrido pela partícula, durante um período, é o comprimento da circunferência que, vale 2 π R ( R é o raio da

A velocidade angular nos fornece uma informação sobre a rapidez com

que a válvula está girando. De fato, quanto maior for a velocidade

angular de um corpo, maior será o ângulo que ele descreve por unidade

de tempo,isto é , ele estará girando mais rapidamente.

Lembrando que os ângulos podem ser medidos em graus ou em

radianos, concluímos que ω poderá ser medida em grau/s ou em rad/s.

Uma maneira de calcular a velocidade angular é considerar a válvula

( ou uma partícula qualquer) efetuando uma volta completa. Neste caso,

o ângulo descrito será Δθ =2 π rad e o intervalo de tempo será um

período, Istoé, Δ t = T. Logo,

ω = 2 π /T

Relação entre V e ω - Sabemos que, no movimento circular uniforme,

a velocidade linear pode ser obtida pela relação

Como 2 π /T é a velocidade angular, concluímos que

Esta equação nos permite calcular a velocidade linear V, quando

conhecemos a velocidade angular ω e o raio R da trajetória.

Observe que ela só é válida se os ângulos estiverem medidos em radianos.

Aceleração centrípeta – No movimento circular uniforme, o módulo da

velocidade da válvula permanece constante e, então, a válvula não possui

uma aceleração tangencial. Entretanto, como a direção do vetor

velocidade varia continuamente, a válvula (ou uma partícula qualquer

nas mesmas condições) possui uma aceleração centrípeta Na figura

abaixo estão representados os vetores e em quatro posições diferentes da

válvula do pneu de bicicleta. Observe que o vetor tem a direção do raio e

aponta sempre para o centro da circunferência.

Podemos deduzir, matematicamente, que o valor da aceleração

centrípeta no movimento circular é dado por:

Observe que o valor de é proporcional ao quadrado da velocidade e

inversamente proporcional ao raio da circunferência. Portanto, se um

automóvel faz uma curva “fechada” (R pequeno) com grande velocidade,

ele terá uma grande aceleração centrípeta. Estes fatos estão relacionados

com a possibilidade de o automóvel conseguir ou não fazer a curva.

Demonstração da Velocidade Angular () Através das imagens filmadas

Objetivo - Demonstrar os cálculos da velocidade angular através de imagens em movimentos.

Mostrar, através de resolução de exercício, a aplicação da velocidade angular.

Introdução - A velocidade angular média ,w, é a razão entre a variação angular,Dq, e a variação de tempo, DT, que obedece a equação abaixo:

w = Dq/DT

Se, em um movimento circular, conseguimos medir o ângulo e o tempo, poderemos calcular a velocidade angular do movimento. Através deste cálculo poderemos resolver inúmeros problemas. Com o auxílio do programa de computador foi possível realizar os cálculos com bastante precisão.

Desenvolvimento: Através de programa de computador foram capturadas as imagens de uma roda de bicicleta que havia sido filmado anteriormente (imagens mostrada abaixo)

Foi tomado como referência a válvula e os raios da bicicleta.

O sentido que o movimento foi descrito é o sentido horário.

Entre as ferramentas que o programa oferece estão o marcador de posição e o transferidor virtual, que foram usados na apresentação.

A filmagem foi feita em uma proporção de 15 quadros por segundos. Então, quando mudamos a imagem a um quadro para a frente obtemos a variação de 1/5 de segundos, ou seja, 0,067 segundos em cada quadro.

As marcações foram feitas com o marcador virtual nos pontos, P, que variam desde p até p9, mudando os pontos de acordo com as mudanças quadro a quadro da imagem.

Com o auxílio do transferidor virtual, Foram medidos os graus em cada ponto, tendo como referência a horizontal.

A seguir será mostrado uma tabela contendo os pontos, P, a variação angular, o tempo, e a velocidade média em cada quadro.

Portanto o MCU é um movimento periódico. Seu período T é o intervalo de tempo de uma volta completa. O número de voltas na unidade de tempo é sua freqüência f:

A função horária do movimento uniforme é:

Ou dividindo pelo raio:

E, sendo:

Obtemos e função horária angular do movimento circular uniforme:

Adotando-se φ (^) 0 = 0, quando o móvel completa uma volta têm-se:

Temos então que:

Como o movimento é circular e uniforme, sua aceleração vetorial é a aceleração centrípeta. Seu módulo pode ser expresso em função da velocidade angular.

- http://www.fis.unb.br/simulacao/

augusto/mcu.html

- http://www.walter-fendt.de/

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- http://sme.dcm.fct.unl.pt/u/dias/

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- http://www.google.com.br/

imgres?imgurl=http://

futebol.incubadora.fapesp.br/

portal/conceitos/

patin&imgrefurl=http://

futebol.incubadora.fapesp.br/

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LeiDeConserva_c3_a7_c3_a3oDaQu

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bXm_iICQ&sa=X&oi=image_result

&resnum=5&ct=image&ved=0CB

AQ9QEwBA

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- http://www.google.com.br/

imgres?imgurl=http://

• http://www.infoescola.com

Relações matemáticas

• http://pt.wikipedia.org/wiki/

Rela%C3%A7%C3%A3o_(matem%

C3%A1tica)