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Tipologia: Exercícios
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8."eu jogo na linha! Eu sou o Lula; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe". Justifique o uso das aspas nesse fragmento. 9.No texto, o cronista personifica a personagem central – a bola, que ganha vida, se humaniza. Num crescente, vai descrevendo as ações da bola: “ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho”. Aos poucos, o cronista torna a personagem “vítima”: “Acertam- lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha”. Qual figura de linguagem é utilizada pelo cronista para atribuir sentimentos humanos à bola? ) 10.Observe o fragmento a seguir: “Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.” Nesse fragmento o cronista usa recursos de linguagem para personificar a personagem central – a bola, que ganha vida, se humaniza, recebe sentimentos humanos. O cronista faz uso da figura de linguagem chamada (A)prosopopeia/personificação. (B)metáfora. (C)eufemismo. (D)hipérbole. 11.Pesquise, em dicionário impresso ou online, o significado da palavra gandula sublinhada no fragmento acima. 12.Observe o trecho: “Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!) jamais seria barrada em recepção do Itamarati. No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada, até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.” A expressão destacada acima dá uma ideia de: (A)adição, soma. (B)adversidade, contraste, oposição. (C)alternativa, alternância ou exclusão. (D)conclusão. Término Atividades Terminada a audição da crônica, é hora de interpelar os alunos. Você poderá provocá-los com perguntas como: O que acharam da personagem principal? Que recursos linguísticos o autor usou para lhe dar realce? Qual o tom da crônica? Lírico? Reflexivo? Humorístico? Por que acham isso? O autor é observador ou personagem (foco narrativo)? Esse texto fez vocês pensarem? Que ideias vieram à cabeça? E que sentimentos?