Baixe Normas tecnicas edificacoes Book 3 e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Construção, somente na Docsity!
PRINCIPAIS
NORMAS TÉCNICAS
3 ª E d i ç ã o
EDIFICAÇÕES
Realização: Apoio:
PRINCIPAIS
NORMAS TÉCNICAS
M a i o / 2 0 1 4
EDIFICAÇÕES
APRESENTAÇÃO SINDUSCON-MG
Esta publicação expressa o empenho das entidades do setor da
Construção Civil em orientar o atendimento às normas técnicas.
O cumprimento de normas técnicas tem caráter obrigatório, previsto
em leis e instrumentos legais, e proporciona isonomia técnica, sendo um
referencial irrefutável neste sentido. Cumpre também, o papel de ser um
dos pilares da segurança jurídica, devendo ser encarado pelas constru-
toras e profissionais como um referencial do estado da arte. Esta prática
proporciona, ainda, ganhos de qualidade e desempenho dos compo-
nentes, elementos, sistemas e processos regulamentados pelas normas.
Este trabalho foi idealizado a partir da evidente demanda das em-
presas de construção e dos profissionais do setor, por um sumário das
principais normas afetas às edificações. Tal trabalho, em nosso entendi-
mento, deve ser prático, objetivo e de fácil consulta.
Cabe aqui destacar que o fórum brasileiro oficial de elaboração,
controle e atualização do arcabouço normativo é a Associação Brasilei-
ra de Normas Técnicas (ABNT). Este sumário teve como fonte o site da
ABNT, consultado no mês de maio do decorrente ano.
Neste sentido, frisamos que esta publicação elenca apenas as prin-
cipais normas incidentes nas etapas de produção da edificação e é es-
tática na data de sua publicação. Como o processo de atualização de
norma é dinâmico, o site da ABNT deverá ser consultado para avaliar a
fase atual em que se encontram as normas e a existência de outras inci-
dentes no tema de interesse.
Este trabalho se inspirou também em edições similares, referencia-
das na bibliografia.
Com o objetivo de oferecer melhor visualização e entendimento, as
normas foram distribuídas em cinco partes, que vão da viabilidade até
a manutenção, sendo ainda aglutinadas por sistema construtivo em uma
sequência similar à da execução de uma edificação.
Ao se consultar esta edição, o ideal é que sejam observadas as
cinco partes, em busca das normas de interesse, pois elas não se repetem
e podem se aplicar a dois ou mais sistemas construtivos distintos.
Esperamos que nossa percepção seja assertiva e que esta publica-
ção se torne mais um instrumento facilitador para os profissionais e as em-
presas em seus projetos e execuções, fazendo com que, cada vez mais,
a concorrência no setor seja pautada pelo equilíbrio técnico.
O Sinduscon-MG se sente honrado de ser parceiro da Câmara
Brasileira da Indústria da Construção nesta iniciativa.
LUIz FERNANDO PIRES
Presidente – Sinduscon-MG
GERALDO JARDIM LINHARES JúNIOR
Vice-presidente da Área de Materiais,
Tecnologia e Meio Ambiente – Sinduscon-MG
Diretoria Sinduscon-MG – Triênio 2012–
Presidente
Luiz Fernando Pires
1º Vice-presidente
André de Sousa Lima Campos
Vice-presidentes
Administrativo-financeiro Bruno Vinícius Magalhães Área Imobiliária Lucas Guerra Martins Área de Materiais, Tecnologia e Meio Ambiente Geraldo Jardim Linhares Júnior Comunicação Social Jorge Luiz Oliveira de Almeida Obras Industriais e Públicas João Bosco Varela Cançado Política, Relações Trabalhistas e Recursos Humanos Walter Bernardes de Castro
Diretores
Administrativo-financeiro Rodrigo Mundim Pena Veloso Área Imobiliária Bráulio Franco Garcia Área de Materiais e Tecnologia Cantídio Alvim Drumond Área de Meio Ambiente Eduardo Henrique Moreira Área de Obras Industriais Ilso José de Oliveira Área de Obras Públicas José Soares Diniz Neto Área de Política e Relações Trabalhistas Ricardo Catão Ribeiro Comunicação Social Eustáquio Costa Cruz Cunha Peixoto Programas Habitacionais Bruno Xavier Barcelos Costa Projetos Renato Ferreira Machado Michel Relações Institucionais Werner Cançado Rohlfs
Coordenador Sindical
Daniel Ítalo Richard Furletti
VIABILIDADE, CONTRATAÇÃO E GESTÃO
DESEMPENHO, PROJETO E ESPECIFICAÇÃO
- 1 C u s t o s u n i tá r i o s e o r ç a m e n t o
- 2 C o n t r ata ç ã o e p e r í C i a s
- 3 G e s tã o
- 1 D e s e m p e n h o DE MATERIAIS E SISTEMAS CONSTRUTIVOS
- 2 p r o j e t o s
- 2 1 P r o j e t o d e a rq u i t e t u r a
- 2 2 C o o r d e n a ç ã o m o d u l a r
- 2 3 A c ú s t i c a
- 2 4 S o l o s e f u n d a ç õ e s
- 2 5 E s t r u t u r a s
- 2 5 1 C o n c r e t o
- 2 5 2 A ç o
- 2 5 3 M a d e i r a
- 2 5 4 A l v e n a r i a e s t r u t u r a l
- 2 6 G e s s o a c a r t o n a d o
- 2 7 I n s t a l a ç õ e s
- 2 7 1 H i d r á u l i c a
- 2 7 2 E s g o t o
- 2 7 3 F i o s e c a b o s – Te l e f o n i a
- 2 7 4 A r - c o n d i c i o n a d o / A q u e c e d o r s o l a r
- 2 7 5 G á s
- 2 8 P r o t e ç ã o e c o m b a t e a i n c ê n d i o
- 2 9 R e v e s t i m e n t o – P e d r a s n a t u r a i s
- 2 1 0 A r g a m a s s a
- 2 1 1 C a i x i l h o s , p o r t a s e v i d r o s
- 2 1 2 Te l h a d o s
- 2 1 3 E l e v a d o r e s
- 2 1 4 L a z e r e p a i s a g i s m o
- 3 e s p e C i f i C a ç ã o D e m at e r i a i s e s i s t e m a s C o n s t r u t i v o s
- 3 1 Ve d a ç ã o
- 3 1 1 A l v e n a r i a
- 3 1 2 G e s s o a c a r t o n a d o
- 3 1 3 D i v i s ó r i a s
- 3 2 R e v e s t i m e n t o s d e p a r e d e s e p i s o s
- 3 2 1 P e d r a s n a t u r a i s
- 3 2 2 P l a c a C e r â m i c a
- 3 2 3 G e s s o
- 3 2 4 T i n t a s
- 3 2 5 M a d e i r a
- 3 2 6 V i n í l i c o s , m e l a m í n i c o s e l i n ó l e o s
- 3 3 P i s o s e l e v a d o s
- 3 4 F o r r o
- 3 5 C i m e n t o
- 3 6 A r g a m a s s a s
- 3 7 C a l
- 3 8 G e o t ê x t e i s e g e o s s i n t é t i c o s
- 3 9 C a i x i l h o s , p o r t a s e v i d r o s
- 3 1 0 Te l h a d o s
- 3 1 1 I m p e r m e a b i l i z a ç ã o
- 3 1 2 E l e v a d o r e s
- 3 1 3 L a z e r e p a i s a g i s m o
- 3 1 4 S o l o s e f u n d a ç õ e s
- 3 1 5 A s f a l t o E l a s t o m é r i c o
- 3 1 6 E s t r u t u r a
- 3 1 6 1 C o n c r e t o A r m a d o
- 3 1 6 2 A ç o
- 3 1 6 3 M a d e i r a
- 3 1 6 4 A l v e n a r i a e s t r u t u r a l
- 3 1 6 5 P r é - m o l d a d o s e p r é - f a b r i c a d o s
- 3 1 7 I n s t a l a ç õ e s
- 3 1 7 1 C o r e s d e I d e n t i f i c a ç ã o
- 3 1 7 2 I n s t a l a ç õ e s H i d r á u l i c a s
- 3 1 7 3 Tu b o s
- 3 1 7 4 A p a r e l h o s s a n i t á r i o s
- 3 1 7 5 Tu b o c e r â m i c o
- 3 1 7 6 D e s c a r g a s , v á l v u l a s e s i f ã o
- 3 1 7 7 C h u v e i r o s , t o r n e i r a s e m i s t u r a d o r e s
- 3 1 7 8 S i s t e m a s s a n i t á r i o s
- 3 1 7 9 E l é t r i c a s
- 3 1 7 1 0 Te l e c o m u n i c a ç õ e s - F i o s e C a b o s
- 3 1 7 1 1 A r - c o n d i c i o n a d o / A q u e c e d o r s o l a r
- 3 1 7 1 2 G á s
- 3 1 8 I s o l a n t e s Té r m i c o s
- 3 1 9 P r o t e ç ã o e c o m b a t e a i n c ê n d i o
- 3 2 0 P a v i m e n t a ç ã o
- 1 s e G u r a n ç a n o t r a b a l h o EXECUÇÃO DE SERVIÇOS
- 2 t o p o G r a f i a e D e m o l i ç õ e s
- 3 s o l o s e f u n D a ç õ e s
- 4 e s t r u t u r a s
- 4 1 C o n c r e t o
- 4 2 A ç o
- 4 3 A l v e n a r i a e s t r u t u r a l
- 5 v e D a ç ã o
- 6 i m p e r m e a b i l i z a ç ã o
- 7 i n s ta l a ç õ e s
- 7 1 H i d r á u l i c a
- 7 1 1 A p a r e l h o s s a n i t á r i o s – C e r â m i c o s
- 7 2 A r - c o n d i c i o n a d o / A q u e c e d o r s o l a r
- 7 3 G á s
- 8 r e v e s t i m e n t o s D e pa r e D e s e p i s o s
- 8 1 A r g a m a s s a s
- 8 2 C a l
- 8 3 P e d r a s n a t u r a i s
- 8 4 P l a c a s C e r â m i c a s
- 8 5 M e l a m í n i c o s e l i n ó l e o s
- 9 t i n ta s
- 1 0 f o r r o s
- 1 1 p av i m e n ta ç ã o
- 1 2 l a z e r e pa i s a G i s m o
- 1 s e G u r a n ç a n o t r a b a l h o CONTROLE TECNOLÓGICO
- 2 s o l o s e f u n D a ç õ e s
- 3 e s t r u t u r a s
- 3 1 C o n c r e t o A r m a d o - 3 1 1 Á g u a – C o n c r e t o - 3 1 2 A g r e g a d o
- 3 2 A ç o
- 3 3 A l v e n a r i a e s t r u t u r a l
- 4 i m p e r m e a b i l i z a ç ã o
- 5 v e D a ç ã o
- 5 1 A l v e n a r i a
- 5 2 G e s s o a c a r t o n a d o ( d r y w a l l )
- 5 3 D i v i s ó r i a s
- 6 i n s ta l a ç õ e s
- 6 1 H i d r a ú l i c a
- 6 2 E l é t r i c a
- 6 2 1 F i o s e c a b o s
- 6 3 Te l e f o n i a
- 6 3 1 F i o s e c a b o s
- 6 4 A r - c o n d i c i o n a d o / A q u e c e d o r
- 7 i s o l a m e n t o t é r m i C o e a C ú s t i C o
- 8 a r G a m a s s a
- 9 C a l
- 1 0 C i m e n t o
- 1 1 r e v e s t i m e n t o s D e p i s o s e pa r e D e s
- 1 1 1 P e d r a s n a t u r a i s
- 1 1 2 G e s s o
- 1 1 3 T i n t a s
- 1 1 4 G e o t ê x t e i s e g e o s s i n t é t i c o s
- 1 2 C a i x i l h o s , p o r ta s e v i D r o s
- 1 3 t e l h a D o s
- 1 4 p r o t e ç ã o e C o m b at e a i n C ê n D i o
- 1 5 l a z e r e pa i s a G i s m o
- 1 m a n u t e n ç ã o MANUTENÇÃO
- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..........................................
R E S U M o D a R E L a Ç Ã o D E N o R M a S D E S Ta P U B L i C a Ç Ã o
N O R M A S QUANTIDADE
Viabilidade, contratação e gestão 13
Desempenho, projetos e especificação de materiais e
sistemas construtivos
Execução de serviços 63
Controle tecnológico 304
Manutenção 2
TOTAL 881
1. C U S T o S U N i Tá R i o S E o R Ç a M E N T o
NBR 12721 – “Avaliação de custos unitários de construção para
incorporação imobiliária e outras disposições para condomínios
edifícios – Procedimento”.
NBR 12722 – “Discriminação de serviços para construção de
edifícios – Procedimentos”.
2. C o N T R aTa Ç Ã o E P E R í C i a S
NBR 5671 – “Participação dos intervenientes em serviços e obras
de engenharia e arquitetura”.
NBR 13752 – “Perícias de engenharia na construção civil”. 1997
3. G E S TÃ o
NBR 16280 – “Reforma em edificações — Sistema de gestão de
reformas — Requisitos”
ISO 9001 – “Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos”. 2008
ISO 10001 – “Gestão da qualidade — Satisfação do cliente —
Diretrizes para códigos de conduta para organizações”.
ISO 10004 – “Gestão da qualidade — Satisfação do cliente —
Diretrizes para monitoramento e medição”.
ISO 10018 – “Gestão de qualidade — Diretrizes para
envolvimento das pessoas e suas competências”.
ISO 12006-2 – “Construção de edificação — Organização
de informação da construção – Estrutura para classificação de
informação”.
ISO 14001 – “Sistemas de gestão ambiental – Requisitos com
orientações para uso”.
ISO 14051 – “Gestão ambiental — Contabilidade dos custos de
fluxos de material — Estrutura geral”.
ISO 21500 – “Orientações sobre gerenciamento de projeto”. 2012
Total de normas gerais para viabilidade, contratação e gestão: 13
N o R M a S T É C N i C a S (^) PVaá RT^ L^ i^ D i R D E^ a^ a
1 C u s t o s u n i tá r i o s e o r ç a m e n t o
15
1. C
USTOS
UNITÁRIOS
E
ORÇAMENTO
DESEMPENHO,
PROJETO E
ESPECIFICAÇÃO
DE MATERIAIS
E SISTEMAS
CONSTRUTIVOS
N o R M a S T É C N i C a S (^) PVaá RT^ L^ i^ D i R D E^ a^ a
3 2 R e v e s t i m e n t o s d e p a r e d e s e p i s o s
3 3 P i s o s e l e v a d o s
18
ISO 15686-2 – “Prédios e ativos construídos - Planejamento vida
Serviço - Parte 2: Procedimentos de previsão da vida útil“.
ISO 15686-3 – “Prédios e ativos construídos - Planejamento vida
Serviço - Parte 3: auditorias de desempenho e as revisões“.
ISO 15686-5 – “Prédios e ativos construídos - Serviço de
Planejamento de vida - Parte 5: Ciclo de Vida de custeio“.
ISO 15686-7 – “Prédios e ativos construídos - Planejamento vida
Serviço - Parte 7: Avaliação de Desempenho para o gabarito de
dados de vida útil da prática“.
ISO 15712-1 – “Acústica de Construção - Estimativa de
desempenho acústico dos edifícios do desempenho dos elementos
- Parte 1: Airborne isolamento acústico entre os quartos“.
ISO 15712-2 – “Acústica de Construção - Estimativa de
desempenho acústico dos edifícios do desempenho dos elementos
- Parte 2: isolamento do ruído de impacto entre os quartos“.
ISO 15712-3 – “Acústica de Construção - Estimativa de
desempenho acústico dos edifícios do desempenho dos elementos
- Parte 3: isolamento acústico Airborne contra som ao ar livre“.
ISO 15712-4 – “Acústica de Construção - Estimativa de
desempenho acústico dos edifícios do desempenho dos elementos
- Parte 4: transmissão do som interior para o exterior“.
Total de normas de desempenho: 20
2. P R o j E T o S
2. 1 P r o j e t o d e a rq u i t e t u r a
NBR 6492 – “Representação de projetos de arquitetura”. 1994
NBR 7679 – “Termos básicos relativos à cor”. 1983
NBR 8196 – “Desenho técnico – Emprego de escalas”. 2000
2. PROJETOS
N o R M a S T É C N i C a S (^) PVaá RT^ L^ i^ D i R D E^ a^ a
3 9 C a i x i l h o s , p o r t a s e v i d r o s
3 5 C i m e n t o
19
NBR 8402 – “Execução de caractere para escrita em desenho
técnico – Procedimento”.
NBR 8403 – “Aplicação de linhas em desenhos – Tipos de linhas
- Larguras das linhas – Procedimento”.
NBR 8404 – “Indicação do estado de superfícies em desenhos
técnicos – Procedimento”.
NBR 9050 – “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaço e
equipamentos urbanos”.
NBR 10582 – “Apresentação da folha para desenho técnico –
Procedimento”.
NBR 13531 – “Elaboração de projetos de edificações –
Atividades técnicas”.
NBR 13532 – “Elaboração de projetos de edificações –
Arquitetura”.
NBR 14565 –“Cabeamento estruturado para edifícios comerciais
e data centers”.
NBR 14645-1 – “Elaboração do “como construído” (as built) para
edificações – Levantamento planialtimétrico e cadastral de imóvel
urbanizado com área até 25 000 m², para fins de estudos,
projetos e edificação – Procedimento”.
NBR 14645-2 – “Elaboração do “como construído” (as built) para
edificações – Levantamento planimétrico para registro público,
para retificação de imóvel urbano – Procedimento”.
NBR 14645-3 – “Elaboração do “como construído” (as built) para
edificações – Locação topográfica e controle dimensional da obra
NBR 15215-1 – “Iluminação natural – Conceitos básicos e
definições”.
NBR 15215-2 – “Iluminação natural – Procedimentos de cálculo
para a estimativa da disponibilidade de luz natural”.
2 p r o j e t o s