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Notas de Aula 03 - Cinemática de Sólidos: Acelerações e Exercícios, Notas de estudo de Cinemática

Nesta nota de aula, aprenda sobre a aceleração total de um sólido em rotação em torno de um eixo fixo, incluindo aceleração linear ou tangencial e aceleração centrípeta. Encontre respostas para exercícios interativos sobre acelerações e rotações de discos e engrenagens.

Tipologia: Notas de estudo

2020

Compartilhado em 21/07/2020

marcus-vinicius-gutierrez-de-meneze
marcus-vinicius-gutierrez-de-meneze 🇧🇷

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Nota de Aula 03 Cinemática dos Sólidos
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
1. Aceleração Total
Aceleração Linear ou Tangencial (
) e Velocidade Linear ou
Tangencial (
)
No Movimento de Rotação de um Sólido em Torno de um Eixo Fixo, o
vetor Velocidade Linear que indicaremos por
varia em módulo, direção e
sentido. Uma vez havendo variação do vetor velocidade linear
, pode-se
afirmar que a Aceleração Tangencial ou Linear, cujo vetor será indicado
por
. A direção do vetor
é a mesma do vetor
, em um mesmo ponto do
sólido, conforme indica as figuras abaixo:
Ou
Figura 01 Figura - 02
Pode-se observar que, quando a variação do vetor velocidade for positiva
o sentido do vetor aceleração
. é o MESMO do vetor
velocidade
, conforme indica a figura 01. Caso contrário, ou seja, se a
variação do vetor velocidade for negativa , o sentido do vetor
aceleração
é CONTRÁRIO ao sentido do vetor velocidade
,
conforme indica a figura 02.
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Nota de Aula 03 – Cinemática dos Sólidos


1. Aceleração Total

Aceleração Linear ou Tangencial ( ) e Velocidade Linear ou

Tangencial ( )

No Movimento de Rotação de um Sólido em Torno de um Eixo Fixo , o

vetor Velocidade Linear que indicaremos por varia em módulo , direção e

sentido. Uma vez havendo variação do vetor velocidade linear , pode-se

afirmar que há a Aceleração Tangencial ou Linear , cujo vetor será indicado

por. A direção do vetor é a mesma do vetor , em um mesmo ponto do

sólido, conforme indica as figuras abaixo:

Ou

Figura – 01 Figura - 02 Pode-se observar que, quando a variação do vetor velocidade for positiva

o sentido do vetor aceleração. é o MESMO do vetor

velocidade , conforme indica a figura 01. Caso contrário, ou seja, se a

variação do vetor velocidade for negativa , o sentido do vetor

aceleração é CONTRÁRIO ao sentido do vetor velocidade ,

conforme indica a figura 02.

2

Aceleração Centrípeta (acp) ou Aceleração Normal

Para um instante t qualquer considere um ponto qualquer de um sólido em movimento de rotação em torno de um eixo fixo com velocidade linear ou

tangencial indicada pelo vetor , conforme a figura 03 abaixo:

Figura - 03 Denomina-se aceleração centrípeta a componente vetorial da aceleração

dirigida para o centro da trajetória , cuja função é variar a direção

do vetor velocidade mantendo um ponto qualquer do sólido em uma

trajetória circular, conforme a figura abaixo, para um dado instante t :

Figura - 04

Em cada ponto do sólido o vetor é perpendicular ao vetor e dirigido

para o centro de rotação do sólido.

Sendo v a velocidade linear ou tangencial em um instante t de um ponto do

sólido e a velocidade angular do sólido também em um instante t e R o raio da trajetória de um ponto do sólido , o módulo da aceleração

ou

Figura - 06 Tendo em vista os módulos dos vetores o e o Teorema de Pitágoras, segue que:

Ou

Dependendo das necessidades das questões, as variáveis acima, podem ser substituídas pelas relações abaixo:

ou

2. Exercícios e Interatividade

  1. (Exercício 3 – Módulo 2) O conjunto ilustrado, é constituído por um disco horizontal soldado a um eixo fixo vertical, e gira em torno deste. O disco parte do repouso, com aceleração angular constante 5 rad/s^2. Um bloco apoia-se no disco e não escorrega até a aceleração total do mesmo atingir 0,4 m/s^2. O Bloco dista d = 0,04 m do eixo. O instante em que o corpo inicia o escorregamento, em s, é aproximadamente:

a) 5,

b) 1,

c) 2,

d) 1,

e) 0,

  1. (Exercício 6 – Módulo 2) No mecanismo ilustrado, as duas engrenagens possuem respectivamente raios RA = 500 mm e RB = 200 mm. A engrenagem A gira com frequência constante, fA = 600 rpm no sentido horário. A frequência de rotação da engrenagem B, em rpm, é aproximadamente:

a) 1500 (anti-horário)

b) 1500 (horário)

c) 3000 (anti-horário)

d) 3000 (horário)

e) 240 (anti-horário)

  1. (Exercício 7 – Módulo 2) No mecanismo ilustrado, as duas engrenagens possuem respectivamente raios RA = 500 mm e RB = 200 mm. A engrenagem A gira com frequência constante, fA = 600 rpm no sentido horário. A aceleração tangencial de um ponto da engrenagem B, que dista 100 mm de seu centro, em m/s^2 , é aproximadamente:

a) 12,

b) 5,

c) 20,

d) 2500,

e) zero