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Obesidade e bulimia 1
Tipologia: Notas de estudo
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No contexto atual, no qual o culto ao corpo e a beleza se tornou tão constante quanto o número de pessoas que morrem por desnutrição, depressão e outros, o conceito de transtornos alimentares explica o momento de intensa desorganização psicológica pelo qual o indivíduo que está preocupado patologicamente com sua aparência física passa (Leite e Pereira, 2009). Sendo assim, a anorexia nervosa, a bulimia e outros transtornos não identificáveis precisam de mais estudos que possam solucioná-los, assim como os problemas de saúde pública que geram.
A bulimia nervosa quando comparada a anorexia, não se caracteriza pela imensa perda de peso, visto que na bulimia a imagem corpórea que o indivíduo tem de si mesmo não está tão distorcida, como no caso dos anoréxicos. Os bulímicos passam por várias sessões de compulsão alimentar, seguidas de purgação. Na maioria dos casos, em um episódio desses, a pessoa ingere em média de 2 mil a 5 mil calorias o que traz depois os sentimentos de culpa, tristeza, tédio, solidão e ansiedade. A válvula de escape que as pessoas que estão com bulimia encontram neste momento, é a autopunição, provocando vômitos, usando laxantes e/ou diuréticos para tentar compensar a imensa quantidade de alimentos que ingeriu, evitando assim, o ganho de peso. Em grande número de casos, as pessoas com bulimia nervosa se encontram em estado de transtorno depressivo, em outros casos, se tornam promíscuos e ansiosos, abusam do álcool e outras drogas, como cocaína. (Apolinário e Claudino, 2000).
Estudos realizados sobre os transtornos alimentares no mundo mostram que a prevalência da bulimia nervosa se dá mais em mulheres jovens. Outras pessoas, como modelos, atrizes e atletas, estão mais sujeito aos transtornos por sofrerem
desenvolver doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. E o segundo, por estarem na fase escolar, período no qual outras pessoas de mesma idade podem promover bullying, influenciando no modo como a criança e o jovem enxergam sua imagem, os afastando do convívio social.
Como meio de escapar da exclusão em que vivem nas escolas e também em outros ambientes que frequentam, esses adolescentes passam a conviver com problemas psicológicos que refletem posteriormente em transtornos alimentares. A bulimia, por exemplo, é um transtorno que se caracteriza por sessões de compulsão alimentar, seguidas de purgação. Na maioria dos casos, em um episódio desses, a pessoa ingere em média de 2 mil a 5 mil calorias o que traz depois os sentimentos de culpa, tristeza, tédio, solidão e ansiedade. A válvula de escape para os bulímicos é a autopunição, provocando vômitos, usando laxantes e/ou diuréticos para tentar compensar a imensa quantidade de alimentos que ingeriu, evitando assim, o ganho de peso. Em grande número de casos, as pessoas com bulimia nervosa se encontram em estado de transtorno depressivo, em outros casos, os bulímicos se tornam promíscuos e ansiosos, abusam do álcool e outras drogas, como cocaína.
Como as crianças e adolescentes estão justamente na fase escolar, os problemas como a obesidade e os transtornos alimentares que a mesma pode causar, torna a vida escolar muito dificultosa, já que os amigos se afastam e criticam a aparência. Desse modo, os estudantes perdem o desejo de frequentar as aulas e quando frequentam têm baixo aprendizado, implicando no rendimento. Logo, há um desperdício evidente da mão-de-obra que seria a força propulsora do desenvolvimento socioeconômico do país. Além dos diversos gastos na saúde pública que foi omissa na prevenção da obesidade e agora gasta muito mais no momento de tratar das pessoas quando as doenças tomam grandes dimensões.
A partir da análise do contexto, este trabalho teve como objetivo analisar e conhecer a influência que a obesidade causa em transtornos alimentares, mais precisamente, na bulimia em crianças e adolescentes em idade escolar.