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Tipologia: Resumos
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Aula 00 Língua Portuguesa para TJDFT
Aula 00 Língua Portuguesa para TJDFT
Olá, tudo bem? Sou José Maria, professor da mais bela das disciplinas: a Língua Portuguesa. Sejam muito bem-vindos! Vou pedir sua licença para contar brevemente minha história, ok? Sou Engenheiro Eletrônico, graduado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Apesar dessa excentricidade, sou professor de Língua Portuguesa desde os 19 aninhos. Ainda na Faculdade, lecionava Português para estudantes de baixa renda num saudoso cursinho preparatório gerenciado por alunos do ITA, o CASDVest. Foi lá que tudo começou. O que era um hobby virou profissão e se transformou em paixão. Depois de formado, atuei em cursos pré-vestibulares de 3 (três) grandes sistemas de ensino – Anglo, COC e Ari de Sá -, preparando jovens para os mais concorridos certames – USP, UNICAMP, ITA, IME, Escolas Militares e Faculdades de Medicina. Na preparação para concursos públicos, trabalho há 10 anos, tanto em cursos online como presenciais. Além da sala de aula, atuei como Consultor de Língua Portuguesa no Projeto Educação Livre, capitaneado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Sou também autor e coautor de obras voltadas para ENEM e Concursos Públicos pela editora Saraiva – Coleção Passe em Concursos.
Considero-me um privilegiado, pois gosto do que faço e faço aquilo de que gosto! Dedico-me hoje exclusivamente à preparação para concursos públicos, respirando esse ar todos os dias, o dia todo.
Minha missão é DIRECIONAR vocês, da melhor forma, no estudo da Língua Portuguesa. Nosso material varre todos os tópicos do edital e, ao longo da exposição, pontuo aqueles assuntos mais frequentemente cobrados pelas bancas. Fiquem, portanto, atentos a essas observações! Procuro desenvolver uma linguagem leve, no formato de conversa, para que vocês ganhem confiança paulatinamente, quebrando, assim, aquelas resistências naturais no início de um estudo.
Ao final, listamos questões recentes da banca organizadora do concurso, todas minuciosamente comentadas. Considero essa seção a mais importante, pois de nada adianta a teoria sem a prática. Privilegiem, meus amigos, os exercícios! Fazer muitas questões nos fortalece e serve de resistente armadura para essa dura batalha!
Minha mensagem final é: PODEM CONTAR COMIGO! Nós estaremos juntos nessa caminhada! Não se acanhem, podem me mandar mensagens, dúvidas, críticas, elogios, etc.! Estou às ordens, ok?
Feita a apresentação, vamos ao que interessa! É com MUITA ALEGRIA que inicio este curso de LÍNGUA PORTUGUESA. A programação de aulas, que você verá mais adiante, foi concebida especialmente para a sua preparação focada no concurso para o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios – TJDFT. Tomei por base o último edital e montei um curso direcionado para a banca FGV , definida como organizadora do próximo certame. Cobriremos TODOS os tópicos exigidos. Nada vai ficar de fora!
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Neste material você terá:
Você nunca estudou Língua Portuguesa para concursos? Não há problema algum, este curso também o atende. Costumo brincar que o único pré-requisito para iniciar meu curso é estar vivo.
Caso você queira tirar alguma dúvida antes de adquirir o curso, basta me enviar um direct pelo Instagram. Participe de meu grupo exclusivo no Telegram e se inscreva no meu canal no YouTube!
Curso completo em VÍDEO teoria e exercícios resolvidos sobre TODOS os pontos do edital
Curso completo escrito (PDF) teoria e MAIS exercícios resolvidos sobre TODOS os pontos do edital
Fórum de dúvidas para você sanar suas dúvidas DIRETAMENTE conosco sempre que precisar
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Aula já postada! 2 Reconhecimento de tipos e gêneros textuais. Significado de Palavras
Aula já postada!
6 Reescritura de frases e parágrafos do texto. 6.1 Substituição de palavras ou de trechos de texto. 6.2 Retextualização de diferentes gêneros e níveis de formalidade
Teste já postado! Teste a Direção
Resumão já postado! Resumo Direcionado
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Moçada, ter noções de Fonologia é essencial! Esteja esse assunto explícito no seu edital ou não! Como assim, professor? Se não estiver no edital, eu lá vou perder tempo estudando esse assunto, tjora! Tá maluco? Calma, jovem! Que ele não esteja explícito no seu edital, mas você necessitará ter noções gerais de Fonologia para estudar Acentuação Gráfica, este assunto sim, sempre presente em qualquer prova. Isso quer dizer que, direta ou indiretamente, o conhecimento de Fonologia será cobrado de você! Mas deixe-me tranquilizá-lo! Esse assunto não é difícil, meu amigo! Ele é tranquilão, mas está repleto de pegadinhas. Há de se tomar muito cuidado! Galera, estudar Fonologia é estudar os FONEMAS , que nada mais são do que os SONS que formam nossas palavras. Basicamente, o problema alvo de estudo da FONOLOGIA, que é problema a ser cobrado nas questões que você vai enfrentar, consiste em diagnosticar numa palavra quantas são suas letras e quantos são seus fonemas.
QUANTAS LETRAS E QUANTOS FONEMAS COMPÕEM A PALAVRA??? Para responder a essa pergunta, vamos partir de uma REGRA GERAL: NUMA SITUAÇÃO NORMAL, O NÚMERO DE LETRAS COINCIDIRÁ COM O NÚMERO DE FONEMAS. De fato, é isso que ocorre em palavras como MATO (são 4 letras e 4 fonemas) ; POSTE (são 5 letras e 5 fonemas) , por exemplo. Podemos representar isso da seguinte forma:
Utilizei aqui uma mera simbologia para que entendamos esse princípio geral. As barrinhas laterais em /m/ simbolizam o fonema (som) da letrinha “m”; /a/ simboliza o fonema da letrinha “a”; e assim por diante. Algumas letrinhas podem representar até mais de um som: é o caso da letrinha “x”, por exemplo. Ela pode representar o fonema /x/ , presente em “xícara” ; o fonema /z/ , presente em “exercício” ; etc. Professor, mas a regra geral apresentada pelo senhor fala em situação normal. Como assim? Alguma situação anormal pode ocorrer? E que situações anormais seriam essas? Não são bem anormalidades, mas sim situações diferentes nas quais essa paridade uma letra um fonema não vai ocorrer. Vejamos os seguintes exemplos:
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Dígrafo
O DÍGRAFO ocorre quando 2(DUAS) LETRAS equivalem a apenas 1(UM) FONEMA. No dígrafo, dois valem por um. Dessa forma, aparecendo um dígrafo na sua palavrinha, contabilize 1(um) fonema a menos. Professor, posso pedir uma coisa? Claro, meu jovem! O senhor poderia logo listar os principais dígrafos? Sem dúvida, vamos a eles: ch = /x/ ; nh = /nh/ ; lh = /lh/ ; rr = /R/ ; ss = /s/ ... Eis os dígrafos tradicionais. Você bate o olho neles e não pensa duas vezes em afirmar que se trata de dígrafos. Só reforçando, “nh” e “lh” correspondem a apenas um som. Como não há nenhuma letrinha no nosso alfabeto que traduza esses sons, representei os fonemas das formas /nh/ e /lh/. Isso significa, moçada, que, na palavra “CO LH ER”, há 6(seis) letrinhas e 5(cinco) fonemas. Culpa de quem? Culpa do dígrafo “lh” , que corresponde a apenas 1(um) som. Ô professor, mas só temos esses dígrafos? Não, meu amigo! Há combinações que ocasionalmente podem ser dígrafos. São eles: sc = /s/ ; xc = /s/ ; gu = /g/ ; qu = /k/ ; ... Ocasionalmente? Como assim? Vejamos os seguintes pares de palavrinhas: e SC ada x de SC er e XC ursão x eXCeção á GU a x GU e RR a a QU ário x QU eijo Note que, em “e SC ada ”, você pronuncia as duas letras SC (= /k//s/). Já na palavra “de SC er” , você pronuncia apenas o som /s/. Assim, há dígrafo somente em “de SC er” , pois nela há duas letras correspondendo a um único som. Já em “e SC ada” , não há dígrafos, e sim um encontro consonantal, ou seja, o encontro de dois SONS (eu disse SONS) consonantais lado a lado.
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Note que, em “e XC ursão” , você pronuncia as duas letras XC (= /s//k/). Já na palavra “e XC eção” , você pronuncia apenas o som /s/. Assim, há dígrafo somente em “e XC eção” , pois nela há duas letras correspondendo a um único som. Já em “e XC ursão” , não há dígrafos, e sim um encontro consonantal, ou seja, o encontro de dois SONS (eu disse SONS) consonantais lado a lado.
Note que, em “a QU ário” , você pronuncia as duas letras QU (= /k//u/). Já na palavra “ QU eijo” , você pronuncia apenas o som /k/ , presente em “ C obra”, “ C abra”, “ Qu eda” , etc. Assim, “QU” é dígrafo somente em “ QU eijo”, pois nela há duas letras correspondendo a um único som. Já em “a QU ário” , não há dígrafos, pois se pronuncia o som “/k/” e o som “/u/”.
Ah, legal, professor! Então não adianta apenas decorar a lista de dígrafos. Em algumas situações, é preciso pensar um pouquinho e analisar a palavra, certo? Exatamente! Agora, analisem comigo a palavra CAMPO. Suponha que um item afirme existir nessa palavra um dígrafo. Você consideraria essa afirmação verdadeira ou falsa? É para ficar pensativo, né? Mas lembremo-nos do conceito de dígrafo mais uma vez:
O DÍGRAFO ocorre quando 2(DUAS) LETRAS equivalem a apenas 1(UM) FONEMA.
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EXERCÍCIO – Acerca das letras e fonemas que formam a palavra “cantaram”, assinale a alternativa correta. a) Não há dígrafos. b) Ocorre encontro consonantal em “nt”. c) Há mais letras do que fonemas. d) Há mais fonemas do que letras. e) Há dois dígrafos vocálicos. RESOLUÇÃO: Poxa, professor! Tava tudo tão legal! Agora veio essa questão para bagunçar meu juízo! Calma, jovem! Sangue frio nessa hora! Os conceitos não se perderam. Vamos analisar com cuidado os itens. Das opções dadas, uma já é possível eliminar. Veja a letra A. Note que, em “AN”, não se pronuncia o som /n/, presente em Novo, Navio, caNa, etc. Temos o som /ã/ como resultado dessa união, o que nos faz concluir que “AN” é dígrafo vocálico. A letra A, portanto, está ERRADA. Mas aí ficamos tentados a marcar a letra E, pois dá uma vontade danada de considerar o “AM” no final da palavra um dígrafo vocálico. Será que é? Moçada, cuidado! Imaginemos que o “AM” no final seja dígrafo. Se assim fosse, pronunciaríamos “/k//ã//t//a//r/ /Ã/ ”. Essa seria a pronúncia se considerássemos “AM” equivalente ao som /Ã/. Mas note que não é assim. A pronúncia desse “AM” final é /Ã//U/. Pronunciando toda a palavra, teríamos “/k//ã//t//a//r/ /Ã//U/ ”. Portanto, são duas letras para dois sons e isso não configura dígrafo. Trata-se, senhores, de um encontro vocálico. Mas, professor, pelo amor de Deus, como pode haver um encontro vocálico se, no final, temos a letra M? O ‘M’ não é vogal, professor! Calma, jovem! Você está olhando para letras, mas eu estou olhando para os fonemas. O “M” final está gerando um efeito de som vocálico “U” na palavra, formando, assim, um encontro vocálico. A letra E, portanto, está ERRADA. Há somente 1(um) dígrafo na palavra e este é vocálico. Ora, se há um dígrafo, já podemos contabilizar 1(um) fonema a menos e concluir que há mais letras do que fonemas. A resposta, portanto, é a letra C. Por extensão, conclui-se que a letra D está errada. Mas ainda sobrou a letra B, professor! Jovem, perceba que não ocorre encontro consonantal, pois o “n” não está representando um som consonantal. Ela está, em parceria com o “a”, formando um dígrafo vocálico “an”. Transcrevendo foneticamente a palavra, obtemos “/k//ã//t//a//r/ /Ã//U/ ”. Note que o som consonantal “t” está entre sons vocálicos, não se formando, assim, encontro consonantal. Finalmente, a letra B também está ERRADA. Resposta: C
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O final “AM” , muito presente em flexões verbais, assim como “EM/EN”, “OM/ON”, “IM”, “UM” , não formam dígrafos vocálicos, e sim encontros vocálicos. Em “ jovEM ” , por exemplo, o “EM” final corresponde ao encontro vocálico / 𝑬𝑬� //I/ ; em “ fizerAM ” , o “AM” final corresponde ao encontro vocálico “/Ã//U/”
Vamos seguir com nossa teoria. Ainda precisamos complementá-la com mais alguns conceitos. Uma pergunta que o aluno nessas horas pode fazer é a seguinte: Professor, existe a possibilidade de uma palavra possuir mais fonemas do que letras? A resposta é sim! Existe essa possibilidade sim, meninos! Para isso, vamos analisar a palavra “fi X o”. Observemos atentamente esse “ X ”. Dele estão saindo dois sons: o som /k/ e o som /s/. Transcrevendo foneticamente a palavra, teríamos “/f//i/ /k//s/ /o/”. Aqui nos deparamos com um importantíssimo conceito da fonologia, que é o ... DÍFONO!
Dífonos
O DÍFONO ocorre quando 1(UMA) LETRA equivale a 2(DOIS) FONEMAS. Há somente 1(um) dífono na Língua Portuguesa. É o X , quando correspondente ao som /k//s/ , que vai funcionar como dífono. Somente ele! Por favor, não vamos confundir dígrafo com dífono, ok?
O DÍGRAFO ocorre quando 2(DUAS) LETRAS equivalem a apenas 1(UM) FONEMA. O DÍFONO ocorre quando 1(UMA) LETRA equivale a 2(DOIS) FONEMAS. Voltando à palavra “FIXO”, nela há 4(quatro) letras e 5(cinco) fonemas , pois o “ X ” vale por dois sons. Vamos atualizar o quadro?
QUANTAS LETRAS E QUANTOS FONEMAS COMPÕEM A PALAVRA??? Regra Geral: O número de letras é igual ao de fonemas. No entanto, a) se houver “H” iniciando a palavra, contabiliza-se 1(um) fonema a menos; b) se houver dígrafos, contabiliza-se 1(um) fonema a menos para cada dígrafo presente; c) se houver dífono (x = /k//s/), contabiliza-se 1(um) fonema a mais para cada dífono presente;
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Podemos criar o seguinte passo a passo para nunca mais errar questões dessa natureza. Eis a seguir uma série de perguntinhas que você deve fazer para checar quantas letras e quantos fonemas formam a palavrinha.
QUANTAS LETRAS E QUANTOS FONEMAS COMPÕEM A PALAVRA??? PASSO A PASSO Passo 1: O jogo começa empatado! Ora, que jogo? O jogo entre letras e fonemas. Parta do princípio que o número de letras é igual ao de fonemas. Passo 2: Pergunte se a palavra inicia com “H”. Se sim, contabilize 1 fonema a menos e atualize o placar. Passo 3: Pergunte se a palavra possui dígrafos. Se sim, contabilize 1 fonema a menos para cada dígrafo e atualize o placar. Passo 4: Pergunte se a palavra possui dífono. Se sim, contabilize 1 fonema a mais e atualize o placar.
Para visualizar esse passo a passo na prática, façamos uma questão: EXERCÍCIO – Assinale a palavra que possui mais fonemas do que letras. a) Exército b) Complexas c) Conexão d) Médico e) Hortênsia RESOLUÇÃO: Apliquemos o passo a passo para cada opção. Letra A - ERRADA Passo 1) Em “Exército”, temos 8 letras. O jogo letras versus fonemas começa 8 a 8, portanto. Passo 2) Em “Exército” não há “H” iniciando a palavra. O jogo continua empatado em 8 a 8. Passo 3) Em “Exército” não há dígrafos. O jogo continua empatado em 8 a 8. Passo 4) Em “Exército” não há dífonos. Cuidado! O “x” de “Exército” não é dífono, pois ele não tem som de /k//s/, e sim tem som de /z/. O jogo termina empatado em 8 a 8, portanto. São, portanto, 8 letras e 8 fonemas.
Letra B - ERRADA Passo 1) Em “Complexas”, temos 9 letras. O jogo letras versus fonemas começa 9 a 9, portanto. Passo 2) Em “Complexas” não há “H” iniciando a palavra. O jogo continua empatado em 9 a 9.
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Passo 3) Em “Complexas” há dígrafo vocálico “om”. Contabiliza-se, assim, 1(um) fonema a menos. Atualize o placar do jogo para 9 letras e 8 fonemas. Passo 4) Em “Complexas” há dífono. O “x” de “Complexas” tem som de /k//s/. Contabiliza-se 1(um) fonema a mais. O jogo termina empatado em 9 a 9, portanto. São, portanto, 9 letras e 9 fonemas.
Letra C - CERTA Passo 1) Em “Conexão”, temos 7 letras. O jogo letras versus fonemas começa 7 a 7, portanto. Passo 2) Em “Conexão” não há “H” iniciando a palavra. O jogo continua empatado em 7 a 7. Passo 3) Em “Conexão” não há dígrafo. Cuidado! O encontro “on” não forma dígrafo vocálico, pois tanto se pronuncia o som /o/ como o som /n/. O jogo continua empatado em 7 a 7. Passo 4) Em “Conexão” há dífono. O “x” de “Conexão” tem som de /k//s/. Contabiliza-se 1(um) fonema a mais. O jogo termina 8 para fonemas e 7 para letras, portanto. São, portanto, 8 fonemas e 7 letras.
Letra D - ERRADA Passo 1) Em “Médico”, temos 6 letras. O jogo letras versus fonemas começa 6 a 6, portanto. Passo 2) Em “Médico” não há “H” iniciando a palavra. O jogo continua empatado em 6 a 6. Passo 3) Em “Médico” não há dígrafo. O jogo continua empatado em 6 a 6. Passo 4) Em “Médico” não há dífono. O jogo termina 6 para letras e 6 para fonemas, portanto. São, portanto, 6 letras e 6 fonemas.
Letra E - ERRADA Passo 1) Em “Hortênsia”, temos 9 letras. O jogo letras versus fonemas começa 9 a 9, portanto. Passo 2) Em “Hortênsia” há “H” iniciando a palavra. Contabiliza-se 1(um) fonema a menos. Atualize o placar do jogo para 9 letras e 8 fonemas. Passo 3) Em “Hortênsia” há dígrafo vocálico “en”. Contabiliza-se 1(um) fonema a menos. Atualize o placar do jogo para 9 letras e 7 fonemas. Passo 4) Em “Hortênsia” não há dífono. O jogo termina 9 para letras e 7 para fonemas, portanto. São, portanto, 9 letras e 7 fonemas.
Resposta: Letra C
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De um lado, ocorre o acento; do outro, não. Como isso se reflete na separação silábica? Vejamos: ne- GÓ -cio x ne-go- CI- o se-cre- TÁ -ria x se-cre-ta- RI -a ne-gli- GÊN -cia x ne-gli-gen- CI -a pro-vi- DÊN -cia x pro-vi-den- CI -a A diferença está no final. Sem acento, separamos as duas letras vogais; com acento, juntamos as duas letrinhas vogais. Logo logo veremos que a primeira coluna de palavras possui acento e termina com ditongos, ao passo que a segunda coluna de palavras não possui acento e termina com hiatos. De forma prática, você já pode assim entender: sem acento, separa o final ; com acento, junta o final. Como assim, professor? Como se separa silabicamente “ psicologia ”? Possui acento? Não! Então separa o final! A separação de “psicologia” será psi-co-lo-gi-a. Para juntar, precisaria de acento. Ficaria “ psicoLÓgia ”. Rs. Como se separa silabicamente “ consciência ”? Possui acento? Sim! Então junta o final! A separação de “consciência” será cons-ci-ên-cia. Para separar, deveria não possuir acento. Ficaria “ conscienCIa ”. Rs.
IMPORTANTE! Sendo a separação silábica resultado direto da pronúncia, deve-se atentar para a separação dos prefixos. No caso de o final do prefixo coincidir com o final da sílaba, não há problemas; no entanto, se a sílaba findar antes de findado o prefixo, este será separado. Exemplos: Trans-por-te vs. Tran – sa – tlân – ti – co; Bis – ne – to vs. Bi – sa – vô Os dígrafos rr, ss, sc, xc são separados no ato da divisão silábica. Exemplos: Car-ro; as-som-bra-ção; cres-cer; ex-ce-ção. Já os dígrafos ch, nh, lh, gu, qu e os dígrafos vocálicos permanecem na mesma sílaba. Exemplos: An-tô-nio; chu-vei-ro; guer-ra, quei – xa
Ainda há um terceiro pré-requisito para formar sílaba. Acho que vocês vão estranhar num primeiro momento o que vou escrever aqui, mas logo logo entenderão. É o seguinte: na sílaba, só cabe UMA vogal, apenas UMA, somente UMA. Que história é essa, professor? É o que eu estou te falando! Só há espaço numa sílaba para UMA vogal. Mas, professor, veja a palavra PNEU que o senhor apresentou como exemplo! Ela tem apenas uma sílaba e nela, professor, há duas vogais! Calma, jovem! Não é verdade que nela há duas vogais. Você, mais uma vez, está olhando para letras. Eu estou analisando os fonemas, certo? Na palavra PNEU , quem é pronunciado de forma mais intensa: a letra E ou a letra U? A letra E , confere? Logo, a letra E , que é a mais fortemente pronunciada, corresponde ao fonema VOGAL. E a letra U , que perde a disputa, corresponde ao fonema SEMIVOGAL. Captou?
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Só há espaço, portanto, na sílaba para uma vogal! Quem estiver ao seu lado, ou será consoante ou semivogal. Professor, mas eu continuo com dificuldades de identificar a vogal e a semivogal! Não é tão difícil assim, meu amigo! A semivogal, por ser de pronúncia mais fraca, muitas vezes, é omitida na pronúncia do dia a dia. No cotidiano da fala, a palavra “p EI xe” vira “p E xe”; a palavra “negóc IO ” vira “negoç O ”. Rsrs. Daí você conclui comigo que, em “p EI xe”, a letra E corresponde ao som VOGAL e a letra I , ao som SEMIVOGAL; em “negóc IO ”, a letra I corresponde ao som SEMIVOGAL e a letra O , ao som VOGAL. Vale ressaltar que a única certeza é de que a letra A sempre corresponderá ao fonema VOGAL. As demais letras – E, I, O e U – ocasionalmente podem funcionar como vogal; ocasionalmente como semivogal. Tá na hora do quadro-resumo, certo? QUAIS OS PRÉ-REQUISITOS PARA FORMAR SÍLABA??? a) precisa haver vogal (não existe sílaba apenas com consoante); b) a separação silábica é resultado direto da pronúncia; c) somente há espaço para 1(UMA) vogal na sílaba.
FGV - Auxiliar (Pref Salvador)/ Assinale a opção que indica a separação silábica errada. a) Meados = me-a-dos. b) Passado = pas-sa-do. c) Esmagamento = es-ma-ga-men-to. d) Desesperadamente = des-es-pe-ra-da-men-te. e) Fantasma = fan-tas-ma. RESOLUÇÃO: Letra A – CERTA – A separação atende aos requisitos para formação da silaba: cada sílaba possui vogal; cada sílaba possui uma única vogal; a separação silábica é resultado da pronúncia. É esse último critério que faz com que tenhamos um hiato em “meados”. Letra B – CERTA – A separação atende aos requisitos para formação da silaba: cada sílaba possui vogal; cada sílaba possui uma única vogal; a separação silábica é resultado da pronúncia. Note a correta separação do dígrafo SS. Letra C – CERTA – A separação atende aos requisitos para formação da silaba: cada sílaba possui vogal; cada sílaba possui uma única vogal; a separação silábica é resultado da pronúncia. Note que o dígrafo vocálico EM permanece na mesma sílaba. Letra D – ERRADA – A separação silábica é resultado da pronúncia. Note que a pronúncia requer a formação da sílaba SES, algo que não ocorre na separação sugerida. A separação correta seria: DE – SES – PE – RAN – ÇA.