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Resumo dos ossos do corpo humano
Tipologia: Esquemas
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Introdução Convém esclarecer que o termo evasão escolar será entendido como resultado do fracasso escolar do estudante e da própria instituição escolar, como se verá mais adiante ao estudar as causas e conseqüências da evasão escolar, assim também, como seus efeitos na produtividade da escola. Torna-se relevante explicar que produtividade será tomada sob dois aspectos: um diz respeito à conclusão dos estudos pelo aluno e outro se amplia para abranger o próprio resultado da apropriação do saber em seu sentido mais amplo, capaz de levar o aluno a se constituir como cidadão e sujeito histórico (VASCONCELLOS, 1995). Referencial Teórico Essas preocupações nortearam as discussões, culminando na produção deste artigo, cujo objetivo é analisar os determinantes que causam a evasão escolar refletindo sobre o trabalho educativo, tomando-se como referência, as idéias autores, que vêm se dedicando a fundamentar uma tendência de pensamento pedagógico diferenciado, posto que explicam a importância do trabalho dos professores acerca dos conceitos envolvendo: mediação, historicidade, prática social e transmissão do conhecimento socialmente construído (VASCONCELLOS, 1995). O aluno com dificuldades específicas de aprendizagem não apresenta, de início, problemas de motivação, se bem que progressivamente pode se sentir incapaz de realizar as tarefas propostas e abandona qualquer tentativa de superá-las, já que as atividades propostas “estão cheias de respostas para perguntas que ele não sabe quais” (VASCONCELLOS, 1995, p.38). Autonomia da escola é um termo muito utilizado referente ao universo educativo e no interior das próprias escolas, todavia seu sentido é carregado de significados e responsabilidades (1993). A autonomia nas escolas, virá por meio da revisão dos compromissos assumidos na Proposta Pedagógica e no Projeto Político Pedagógico, com o propósito de realizar um trabalho voltado para a transformação dos alunos. Além disso, a comunidade, tomando em consideração não as prescrições de uma pedagogia abstrata, mas as condições reais dos alunos no reconhecimento, em primeiro lugar, da necessidade de chegar a um consenso referente à tarefa educativa. Autonomia da escola refere-se à escolha do método, técnica ou procedimento para a efetivação da tarefa educativa. Contudo, essa autonomia é resolvida no coletivo da escola e não significa autonomia de cada professor em sala de aula. Dessa forma, só tem significado a partir de uma perspectiva particular centrada em questões pontuais presentes na escola. Centrar o foco no aluno significa trabalhar com esse aluno real, encontrar uma maneira de levá-lo a exercer seu livre arbítrio e, com determinados limites sociais, culturais e econômicos, escolher seu lugar, saber se posicionar em sociedade, fazer escolhas políticas. Na procura pelas causas do fracasso escolar alguns estudos já mostraram que os fatores vinculados aos alunos, como: suas capacidades, sua motivação ou sua herança genética são determinantes. Outras perspectivas, pelo contrário, deram ênfase principalmente aos fatores sociais e culturais. O fato de que as classes socialmente desfavorecidas apresentem uma porcentagem superior de fracasso reforça tal posição. Existem também visões alternativas que situam, em segundo plano, os fatores individuais e sociais e atribuem a responsabilidade maior ao próprio sistema educacional, ao funcionamento das escolas e ao estilo de ensino dos professores. Entretanto o resultado do fracasso escolar é o produto da interação de três tipos de determinantes: