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Capítulo do livro sobre hidrostática, como exercícios
Tipologia: Exercícios
Compartilhado em 11/04/2024
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Emergindo
Submergindo
Submersíveis imitando
a natureza
Kmqab]vqioq^i]nejkoq^iancenaaiancen;Aimqaahaoa ]ooaiahd]]qilaeta;?kil]naiko]i^kol]n]ao_k^nen kmqa]Boe_]lkanaolkj`anjaooa]ok*_
Capítulo
20.1 Conceito de pressão Pressão é a relação entre a intensidade da força que atua perpendicularmente e a área em que ela se distribui.
20.2 Conceito de massa específica e densidade Define-se massa específica para uma substância, e densidade, para um corpo.
20.3 Pressão em um líquido. Teorema de Stevin A pressão no interior de um líquido em equilíbrio aumenta com a profundidade.
20.4 Equilíbrio de líquidos imiscíveis. Vasos comunicantes As alturas líquidas medida a partir da superfície de separação dos líquidos são inversamente proporcionais às respectivas densidades.
20.5 Princípio de Pascal. Prensa hidráulica O funcionamento de dispositivos hidráulicos (direção, freio, elevador) baseia-se no princípio de Pascal.
20.6 Teorema de Arquimedes Empuxo é a força que um fluido em equilíbrio exerce em um corpo nele imerso.
Hidrostática
UNIDADE G
Para pensar
Melanocetus johnsonii
Abyssobrotula galatheae
421
Capítulo 20
<]Xfcghzh]WU
421
p 5 __ F A
Os aparelhos que medem pressão são denominados aUbaYhfcg.
1 Pa 5 10 dyn/cm^2
1 bar 5 10 6 dyn/cm 2 5 10 5 Pa
Assim, sendo F a intensidade da resultante das forças distribuídas perpendicularmente em
uma superfície de área A , a pressão p é dada pela relação:
A unidade de pressão no Sistema Internacional de Unidades (SI) é o newton por metro
quadrado (N/m 2 ), também denominada pascal (Pa)"9jYbhiU`aYbhYg~cigUXUgUgib]XUXYg
dina por centímetro quadrado (dyn/cm 2 ) e bar. As relações entre essas unidades são:
A ponta afilada do prego garante elevada pressão, facilitando sua penetração na madeira.
A pressão que a patinadora exerce sobre o gelo é grande, pois é pequena a área da lâmina dos patins.
Os manômetros dos postos de serviço medem a pressão dos pneus dos carros na unidade prática lbf/pol 2 (libra-força por polegada quadrada), também chamada psi.
A escavadeira consegue se mover num terreno lamacento porque suas esteiras exercem menor pressão do que um veículo de rodas de mesmo peso.
422422
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
P. 497 A cápsula de um toca-discos tem 2 g de massa e a ponta da agulha apresenta área igual a 10^26 cm 2. Determine a pressão que a agulha exerce sobre o disco, expressa em N/m 2. Adote, para a aceleração da gravidade, o valor g 5 10 m/s 2.
P. 498 (Faap-SP) Uma banqueta de três pernas pesa 50 newtons e cada perna tem seção reta de área 5 cm^2. Subindo nela uma pessoa de peso 700 newtons, qual será a pressão que cada perna exercerá no chão?
P. 499 Um paralelepípedo de massa 5 kg tem 2 m de comprimento, 0,5 m de largura e 0,2 m de altura. Sendo g 5 10 m/s^2 , determine as pressões que esse paralelepípedo pode exercer quando apoiado sobre uma superfície horizontal.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
R. 190 Uma força de intensidade 2 N é aplicada perpendicularmente a uma superfície por meio de um pino de 1 mm 2 de área. Determine a pressão, em N/m 2 , que o pino exerce sobre a superfície.
R. 191 Um tijolo tem dimensões 5 cm # 10 cm # 20 cm e massa 200 g. Determine as pressões, expressas em N/m 2 , que ele pode exercer quando apoiado sobre uma superfície horizontal. Adote g 5 10 m/s^2.
Solução: Como a pressão é pedida em N/m 2 , a área da superfície deve ser expressa em m^2. Assim:
A 5 1 mm^2 ] A 5 1026 m 2
Sendo F 5 2 N, a pressão é dada por:
p 5 __ F A
] p 5 _____^2 1026
] p 5 2 3 106 N/m
Resposta: 2 3 10 6 N/m^2
p 1 5 ___ P A 1
] p 1 5 10 2 N/m^2
p 2 5 ___ P A (^2)
] p 2 5 2 3 102 N/m 2
p 3 5 ___ P A 3
] (^) p 3 5 4 3 102 N/m 2
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Resposta: p 1 5 10 2 N/m 2 ; p 2 5 2 3 10 2 N/m 2 e p 3 5 4 3 102 N/m 2
20 cm
5 cm A 2 10 cm
Solução: O tijolo exerce sobre a superfície horizontal uma pressão devida ao seu peso: P 5 mg. Sendo m 5 200 g 5 200 3 1023 kg 5 0,2 kg, vem: P 5 0,2 3 10 ] P 5 2 N Como o tijolo possui três faces sobre as quais pode ser apoiado, ele pode exercer três pressões diferentes: A 1 5 10 cm 3 20 cm 5 200 cm 2 5 200 3 1024 m^2 5 2 3 1022 m^2 A 2 5 5 cm 3 20 cm 5 100 cm 2 5 100 3 1024 m 2 5 1 3 1022 m 2 A 3 5 5 cm 3 10 cm 5 50 cm^2 5 50 3 1024 m 2 5 0,5 3 1022 m 2
p 1
p 2
p 3
10 2 N/m
2 3 102 N/m 2
5 4 02 N/m
cm
cm
2 10 cm
84 do Código Penal e
424
Unidade G
stática. Hidrostática. Hidrodinâmica
424
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Solução: Como se trata de um objeto homogêneo e maciço de ouro, sua densidade coincide com o valor da massa específica da substância que o constitui. Sendo m 5 500 g e V 5 25 cm 3 , vem:
Como 1 g 5 1023 kg e 1 cm 3 5 1026 m^3 , vem:
Resposta: d 5 20 g/cm^3 e jAu 5 2 3 10 4 kg/m^3
Observação: A unidade kg/m 3 é mil vezes menor que a unidade g/cm^3. Por isso, o número que expressa a densidade em kg/m 3 é mil vezes maior que o número que expressa a densidade em g/cm^3. Então, para converter uma densidade de g/cm^3 para kg/m 3 , basta multiplicá-la por 10^3.
b) Para calcular a massa específica da substância do cilindro, devemos descontar do volume total o volume da parte oca:
V subst. 5 V 2 V oca 5 100 cm^3 2 64 cm^3 5 36 cm^3
j 5 ______ m V subst.
] j 5 15 g/cm^3
Resposta: a) 5,4 g/cm 3 ; b) 15 g/cm^3
Solução:
A densidade da mistura será dada por d 5 ________^2 m V 1 1 V 2
sendo m a massa de cada um dos líquidos e V 1 e V 2 os respec-
tivos volumes.
d 1 5 ___ m V 1
] V 1 5 __ m d 1
e d 2 5 ___ m V 2
] V 2 5 __ m d 2
jAu 5 d 5 m __ V
] jAu 5 d 5 500 ____ 25
] jAu 5 d 5 20 g/cm^3
jAu 5 d 5 20 ________^1023 kg 1026 m^3
] jAu 5 d 5 20 3 103 kg/m^3 ] jAu 5 d 5 2 3 104 kg/m 3
d 5 m __ V
] d 5 5,4 g/cm^3
R. 192 Um objeto feito de ouro maciço tem 500 g de massa e 25 cm^3 de volume. Determine a densidade do objeto e a massa específica do ouro em g/cm^3 e kg/m 3.
R. 193 Um cilindro tem 5 cm^2 como área da base e 20 cm de altura, sendo sua massa igual a 540 g. Esse cilindro tem a parte central oca na forma de um paralelepípedo de volume 64 cm^3. Determine: a) a densidade do cilindro; b) a massa específica da substância de que é feito.
R. 194 Misturam-se massas iguais de dois líquidos de densidade d 1 5 0,4 g/cm 3 e d 2 5 0,6 g/cm 3. Determine a densidade da mistura, suposta homogênea.
Solução: a) A densidade do cilindro é dada pela relação entre sua massa e seu volume: m 5 540 g V 5 A base 3 H 5 5 3 20 ] V 5 100 cm^3
A base = 5 cm 2
V oca = 64 cm 3
H = 20 cm
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Por ser desprezível a eventual massa de ar existente na parte oca, podemos admitir que a massa da substância é m 5 540 g. Então:
R 3 Um pa a) b)
So
cilind e cen dens mass
ção:
o tem al oc ade d espe
mo área da base e 20 a de um paralelepípe ; ubstância de que é f
de volume
ito.
o sua mas cm^3. Determi e:
g
84 do Código Penal e
425
Capítulo 20
<]Xfcghzh]WU
425
Substituindo na primeira equação, obtemos:
d 5 ________^2 m m __ d 1
1 m __ d 2
] d 5 ____________^2 m m @ __^1 d 1
d 2 #^
Como d 1 5 0,4 g/cm^3 e d 2 5 0,6 g/cm^3 , vem:
d 5
] d 5
] d 5 0,48 g/cm 3
Resposta: 0,48 g/cm 3
Solução:
A densidade da mistura será dada por d 5
m ________ 1 1 m 2 2 V
, sendo V o volume de cada um dos líquidos e m 1 e m 2 as respec-
tivas massas.
d 1 5
m ___ 1 V
] m 1 5 d 1 V e d 2 5 ___ m^2 V
] m 2 5 d 2 V
R. 195 Misturam-se volumes iguais de dois líquidos de densidades d 1 5 0,4 g/cm^3 e d 2 5 0,6 g/cm^3. Determine a densidade da mistura, susposta homogênea.
Resposta: 0,5 g/cm^3
Substituindo na primeira equação, temos:
d 5
d __________ 1 V 1 d 2 V 2 V
] d 5
(_________ d 1 1 d 2 ) V 2 V
] d 5 _______ d^1 1 d^2 2
Como d 1 5 0,4 g/cm^3 e d 2 5 0,6 g/cm^3 , vem:
d 5
] d 5
] d 5 0,5 g/cm^3
P. 500 Uma joia de prata pura, homogênea e maciça tem massa de 200 g e ocupa um volume de 20 cm 3. Determine a densidade da joia e a massa específica da prata.
P. 501 Um cubo de aresta 8 cm é homogêneo, exceto na sua parte central, onde existe uma região oca, na forma de um cilindro de altura 4 cm e área da base 5 cm^2. Sendo 1.280 g a massa do cubo, determine: a) a densidade do cubo; b) a massa específica da substância que o constitui.
P. 502 (^) Determine a densidade de uma mistura homogênea em volumes iguais de dois líquidos de densidades 0,8 g/cm 3 e 1 g/cm 3.
P. 503 Determine a densidade de uma mistura homogênea em massas iguais de dois líquidos de densidades 0,3 g/cm 3 e 0,7 g/cm 3.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
] d 5 _______^2 __^1 d 1
d 2
] d 5 _______^2 d _______ 2 1 d 1 d 1 d 2
] d 5 _______^2 d^1 d^2 d 2 1 d 1
Re
Co
posta
o d 1
0,5 g/
0,4 g/ 0,6 g/cm em:
d
] d 5
] d 5 0,5 g/cm
427
Capítulo 20
<]Xfcghzh]WU
427
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
p H 5 dgh
tg J 5 dg
em que d é a densidade do líquido, g a aceleração local da gravidade e h a altura da coluna ( fig. 6 ). A pressão total na base da coluna líquida corresponderá à soma da pressão exercida pelo ar na superfície livre superior (pressão at- mosférica: p atm ) com a pressão exercida pela coluna líquida (pressão hidrostática: p H ).
p 5 p (^) atm 1 p H ] p 5 p atm 1 dgh
Na figura 7 , representa-se graficamente como varia a pressão p no interior de um líquido em equilíbrio com a profundidade h , medida a partir da superfície livre do líquido exposta ao ar. Observe que o coeficiente angular da reta corresponde a:
1 cmHg 5 dgh 5 13,6 3 10 3 (kg/m 3 ) 3 9,8 (m/s 2 ) 3 0,01 (m) ] 1 cmHg 5 1.332,8 N/m 2
1 mmHg 5 dgh 5 13,6 3 10 3 (kg/m 3 ) 3 9,8 (m/s 2 ) 3 0,001 (m) ] 1 mmHg 5 133,28 N/m^2
(^1) Superfícies isobáricas num líquido em equilíbrio
Como consequência imediata do teorema de Stevin, concluímos que todos os pontos de uma mesma superfície horizontal (situados a uma mesma profundidade h ) e pertencentes a um mesmo líquido em equilíbrio ficam sujeitos à mesma pressão. Na figura 5 , os pontos X e Y apresentam pressões iguais.
p (^) X 5 p (^) Y
Particularmente, a superfície livre de um líquido em equilíbrio, em contato com o ar, apresenta em todos os seus pontos a mesma pres- são, igual à pressão atmosférica.
Portanto, num líquido homogêneo em equilíbrio, qualquer superfície horizontal é isobárica (mesma pressão), e a recíproca é verdadeira.
(^2) Pressão de colunas líquidas
O teorema de Stevin permite concluir ainda que uma coluna líquida exerce na sua base uma pressão, devida ao seu peso, denominada pressão hidrostática e expressa por:
(^3) Unidades práticas de pressão
Do fato de colunas líquidas exercerem pressão, foram definidas as unidades práticas cen- tímetro de mercúrio (cmHg) e milímetro de mercúrio (mmHg). Tais unidades correspondem às pressões hidrostáticas que exercem em sua base colunas de mercúrio com alturas de 1 cm e 1 mm, respectivamente, a 0 wC e num local onde a aceleração da gravidade vale 9,8 m/s 2. Como a densidade do mercúrio a 0 wC é 13,6 3 10 3 kg/m 3 , essas unidades valem, em N/m 2 :
h X Y
Ar
Figura 5. Em pontos de uma mesma superfície horizontal, as pressões são iguais.
h
d
Figura 6. A coluna líquida exerce na base a pressão hidrostática.
(^0) h
p
p atm^
Figura 7. Representação gráfica da função: p 5 p atm 1 dgh
Sendo assim, temos: 1 cmHg 5 10 mmHg
ei 9.
o Penal
84 do Có
A da p mosf hidro
ress ssão rica: tátic
na base da colun a pelo ar na supe m a pressão exerc
1
ie livre s da pela colu
1 d
rá à rior (press a líquida (pr
at ssão
a essão hid
p
ostática.
428
Unidade G
stática. Hidrostática. Hidrodinâmica
428
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Vácuo
76 cm
Nas unidades práticas de pressão, a pressão atmosférica ao nível do mar vale:
No Sistema Internacional de Unidades (SI), temos:
***** ^ PKNNE?AHHE (Ar]jcaheop]$-2,4)-203%(eo_lqhkaC]hehaq(aopqkq]cn]jav]boe_]lnaook7]ahaoaara]ej) rajkklneiaenk^]niapnk$kcnack6^]nko(lnaook7iapnk(iae]%(]l]nahdkaopej]kiae]]lnaook ]pikobne_]*
(^4) A pressão atmosférica
Acima de cada ponto da superfície terrestre, podemos considerar que há uma coluna de ar exercendo pressão — a chamada pressão atmosférica. Quem evidenciou esse fato pela primeira vez foi o cientista italiano Torricelli*, ao realizar a seguinte experiência ( fig. 8 ) ao nível do mar: encheu com mercúrio, até a borda, um tubo de vidro com 120 cm de comprimento. Ta- pou a extremidade aberta ( fig. 8A ) e inverteu o tubo num recipiente com mercúrio ( fig. 8B ). Ao destapar o tubo ( fig. 8C ) verificou que a coluna de mercúrio atingia a altura de 76 cm, restando o vácuo acima do mercúrio, região esta denominada câmara barométrica.
p atm 5 p coluna
p atm 5 76 cmHg 5 760 mmHg
Torricelli concluiu da experiência que a pressão do ar sobre a superfície livre do mercúrio no recipiente era igual à pressão dos 76 cm de mercúrio contidos no tubo.
Na figura 8C , os pontos X e Y pertencem à mesma horizontal, portanto:
p (^) X 5 p (^) Y Mas p (^) X 5 p atm e p (^) Y 5 p coluna. Logo:
Figura 8. Experiência de Torricelli.
p atm 7 1,013 3 105 N/m^2
p atm 5 76 3 1.332,8 N/m 2
Fig
84 do Código Penal e
430
Unidade G
stática. Hidrostática. Hidrodinâmica
430
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Solução: A representação gráfica em questão corresponde ao teorema de Stevin e portanto à fórmula: p 5 p atm 1 dgh
p atm 5 1 3 10 5 N/m^2
a) A pressão atmosférica é o valor da pressão na superfície livre do líquido, isto é, a pressão no ponto de profun- didade nula. No gráfico, h 5 0 corresponde a:
b) Para calcular a densidade do líquido, lemos no gráfico um par de valores de pressão e profundidade (exemplo: p 5 2 3 10 5 N/m^2 em h 5 10 m). Aplicando o teorema de Stevin, obtemos:
c) Aplicando novamente o teorema de Stevin, para a profundidade h 5 20 m, obtemos:
Respostas: a) 1 3 10 5 N/m 2 ; b) 1 3 103 kg/m 3 ; c) 3 3 105 N/m 2
p 5 1 3 105 1 1 3 103 3 10 3 20 5 1 3 105 1 2 3 105 ] p 5 3 3 105 N/m^2
Solução: a) A pressão no fundo dos três recipientes é a mesma e é dada pelo teorema de Stevin, independentemente da forma da coluna líquida. Sendo: p atm 5 10 5 N/m^2 , d 5 10 3 kg/m^3 , g 5 10 m/s^2 e h 5 0,5 m, vem:
b) Como os três recipientes têm fundos de mesma área ( A 5 0,4 m 2 ), a força também será a mesma no fundo dos três recipientes:
Respostas: a) 1,05 3 10 5 N/m^2 ; b) 4,2 3 104 N
F 5 pA ] F 5 1,05 3 105 3 0,4 ] F 5 0,42 3 10 5 N ] F 5 4,2 3 104 N
R. 198 Três recipientes com alturas iguais a 0,5 m, mas com formatos diferentes, são totalmente preenchidos com um mesmo líquido de densidade 10^3 kg/m^3 , como indica a figura. O fundo de todos os recipientes tem área de 0,4 m 2. Sendo a aceleração da gravidade g 5 10 m/s^2 e a pressão atmosférica igual a 10^5 N/m^2 , determine: a) a pressão total exercida no fundo dos três recipientes; b) a intensidade da força que atua no fundo dos três recipientes.
R. 197 A pressão no interior de um líquido homogêneo em equilíbrio varia com a profundidade, de acordo com o gráfico. Determine: a) a pressão atmosférica; b) a densidade do líquido; c) a pressão à profundidade de 20 m. (Adote g 5 10 m/s^2 .)
p ( 10 5 N/m 2 )
0 5 10 15 h (m)
2 3 10 5 5 1 3 105 1 d 3 10 3 10 ] 100 d 5 2 3 105 2 1 3 105 ] 100 d 5 1 3 105 ] d 5 1 3 10
5
100
] d 5 1 3 103 kg/m 3
p 5 p atm 1 dgh ] p 5 105 1 103 3 10 3 0,5 5 10 3 10 4 1 0,5 3 104 ] p 5 10,5 3 104 N/m 2 ] p 5 1,05 3 105 N/m^2
No segundo recipiente, a reação R da parede sobre o líquido pode ser decomposta na componente horizontal R H (cuja ação não se faz sentir no fundo) e na componente vertical R V (que, estando orientada para cima, “alivia” o peso do líquido que existe a mais nesse recipiente, em relação ao primeiro). No terceiro recipiente, a componente horizontal R H da reação R da parede não exerce ação no fundo. A compo- nente vertical R V, estando orientada para baixo, atua sobre o fundo do recipiente, como se houvesse mais líquido no recipiente.
Observação: É fácil perceber que, nesse exercício, embora as forças no fundo dos três recipientes tenham intensidades iguais, as quantidades de líquido, e portanto os pesos, são diferentes. A esse fato se costuma dar o nome de paradoxo hidrostático. Na verdade, o paradoxo é apenas aparente, pois o fato de a força no fundo ter intensidade menor que o peso (segundo recipiente) ou maior (terceiro recipiente) explica-se pela reação das paredes do recipiente à força com que o líquido age sobre elas.
So
dif de rec g 5 a) b) ção:
ente ensid piente 10 m/ pres inten
são t de 10^3 tem e a p o tot dade
p mo indica a figura. O f m 2. Sendo a acelera mosférica igual a 10^5 N a no fundo dos três r ue atua no fundo dos
da gravida m^2 , determin cipien rês recipientes 84 do Código Penal e
431
Capítulo 20
<]Xfcghzh]WU
431
R. 199 O esquema representa um recipiente R , contendo um gás, conectado com um tubo em U, com mercúrio e aberto para o exterior. Na situação de equi- líbrio esquematizada, a altura H da coluna de mercúrio é 24 cm e a pressão atmosférica é 76 cmHg. Determine a pressão exercida pelo gás: a) expressa em centímetros de mercúrio (cmHg); b) expressa em N/m 2 , sendo dadas a densidade do mercúrio ( d 5 13,6 3 10 3 kg/m^3 ) e a aceleração da gravidade ( g 5 9,8 m/s^2 ).
Gás
Solução: De acordo com o teorema de Stevin, pontos em uma mesma horizontal no interior de um líquido em equilíbrio apresentam a mesma pressão: p (^) A 5 pB Mas: p (^) A 5 p gás e pB 5 p coluna 1 p atm Portanto: p gás 5 p coluna 1 p atm a) Em centímetros de mercúrio, temos: p coluna 5 24 cmHg e p atm 5 76 cmHg
Gás
b) A pressão exercida pelo gás equivale, portanto, à pressão exercida na sua base por uma coluna de mercúrio de altura 100 cm. Aplicando o teorema de Stevin: p gás 5 d Hg gH Mas: d Hg 5 13,6 3 103 kg/m 3 ; g 5 9,8 m/s^2 ; H 5 100 cm 5 1 m
Logo: p gás 5 13,6 3 10 3 3 9,8 3 1 ] p gás 5 1,33 3 10 5 N/m^2
Respostas: a) 100 cmHg; b) 1,33 3 10 5 N/m^2
No endereço eletrônico http://www.walter-fendt.de/ph14br/hydrostpr_br.htm (acesso em: junho/2009), podem ser realizadas várias simulações em que a pressão hidrostática de um líquido é medida por um manômetro em forma de U.
Entre na redeEntre na rede
P. 504 Num vaso cilíndrico de raio 5 cm é colocado mercúrio até a altura de 50 cm. Sendo 13,6 3 103 kg/m 3 a densidade do mercúrio, 10 m/s^2 a aceleração da gravidade e 10^5 Pa a pressão atmosférica, determine: a) a pressão hidrostática do mercúrio no fundo do vaso; c) a intensidade da força atuante no fundo do vaso. b) a pressão total no fundo do vaso;
P. 505 A pressão no interior de um líquido homogêneo em equilíbrio varia com a profundidade conforme o gráfico. Considerando g 5 10 m/s^2 , determine: a) a pressão atmosférica; b) a densidade do líquido; c) a pressão hidrostática e a pressão total num ponto situado a 5 m de profundidade.
P. 506 Os recipientes da figura contêm o mesmo líquido até a altura h 5 0,5 m, sendo que o da esquerda contém 20 kg desse líquido. A pressão atmos- férica é 10^5 N/m^2 e g 5 10 m/s^2. Determine: a) as pressões exercidas no fundo dos dois recipientes, cujas áreas são iguais e valem 0,02 m 2 ; b) a intensidade das forças que agem no fundo dos recipientes; c) a densidade do líquido que preenche os recipientes.
P. 507 A pressão exercida por um gás pode ser medida por um manômetro de tubo aberto (figura a) ou por um manômetro de tubo fechado (figura b). A altura da coluna de mercúrio no manômetro de tubo aberto é h 1 5 20 cm. Sendo a pressão atmosférica igual a 76 cmHg, determine: a) a pressão exercida pelo gás em cmHg, mmHg e atm; b) a altura h 2 da coluna de mercúrio no manômetro de tubo fechado.
h (m)
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
Portanto: p gás 5 24 1 76 ] p gás 5 100 cmHg
Vácuo
Gás h 2
Figura a. Figura b.
Gás
h 1
h
p ( 10 5 N/m^2 )
P. 4 Nu do a) b)
EX
m vas mercú pres pres
RC
cilínd o, 10 m o hid o tot
CI
io 5 cm é colocado m eração da gravidade e do mercúrio no fund o do vaso;
PROPOSTOS
rcúrio até a a 105 Pa a pressão do va c)
ura de 50 cm atmosférica, d a intensidade
endo 13, etermine: da força atuan
03 kg/m 3
te no
densidade
do do vaso.
433
Capítulo 20
<]Xfcghzh]WU
433
R. 200 Água e óleo, de densidades 1 g/cm^3 e 0,8 g/cm^3 , respectivamente, são colocados em um sistema de vasos comu- nicantes, como mostra a figura. Sendo 26 cm a altura da coluna de óleo, determine a altura da coluna de água medida acima do nível de separação entre os líquidos.
Solução: Evidentemente, o óleo é o líquido do ramo esquerdo (menos denso), e a água, o do ramo direito (mais denso). São dados: d 1 5 0,8 g/cm^3 , d 2 5 1 g/cm^3 e h 1 5 26 cm. De d 1 h 1 5 d 2 h 2 , vem:
Resposta: 20,8 cm
0,8 3 26 5 1 3 h 2 ] (^) h 2 5 20,8 cm
h 1 h 2
d 1 d 2
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
R. 201 Três líquidos imiscíveis de diferentes densidades se dispõem num tubo em U como mostra a figura. Sendo 0,6 g/cm^3 a densidade do líquido menos denso e 2,5 g/cm^3 a do líquido mais denso, determine a densidade do terceiro líquido.
6 cm
3 cm
5 cm
Resposta: 2,22 g/cm 3
0,6 3 6 1 2,5 3 3 5 d 3 3 5 ] 3,6 1 7,5 5 d 3 3 5 ] d 3 5
] d 3 5 2,22 g/cm 3
h 1 h 3
A B
h 2
P. 508 Água de densidade 1 g/cm 3 e mercúrio de densidade 13,6 g/cm 3 são colocados num tubo em U, de modo que a altura da coluna de mercúrio, medida a partir da superfície de separação, é 2 cm. Determine a altura da coluna de água medida a partir da mesma superfície.
P. 509 (^) A figura ao lado mostra como três líquidos imiscíveis de densidades diferentes se dispõem num tubo em U. Sendo dadas as densidades do líquido J ( d 1 5 0,4 g/cm 3 ) e do líquido 4 ( d 3 5 2,5 g/cm^3 ), determine a densidade d 2 do líquido I.
5 cm
7 cm
2 cm
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
Solução: Para o líquido menos denso: d 1 5 0,6 g/cm^3 e h 1 5 6 cm Para o líquido mais denso: d 2 5 2,5 g/cm 3 e h 2 5 3 cm Para o terceiro líquido: d 3 5? e h 3 5 5 cm São iguais as pressões nos pontos A e B : pA 5 pB Como p A 5 p atm 1 d 1 gh 1 1 d 2 gh 2 e p B 5 p atm 1 d 3 gh 3 , vem: p atm 1 d 1 gh 1 1 d 2 gh 2 5 p atm 1 d 3 gh 3 ] d 1 gh 1 1 d 2 gh 2 5 d 3 gh 3 ] d 1 h 1 1 d 2 h 2 5 d 3 h 3 Substituindo pelos valores numéricos:
So Pa Pa
ção: o líq o líq
do m do m
o: d 5 0,6 g/cm^3 e d 5 g/c e h
5 6 cm cm
434434
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Objetivos Compreender o princípio de Pascal. Aplicar o princípio de Pascal no estudo da prensa hidráulica.
Termos e conceitos dfYbgU]Xfzi]WU YYjUXcf]Xfzi`]Wc
Seção 20.
***** ^ L=O?=H h]kn]amqaoapaijkpe]*AiBoe]jkp]^ehevkq)oalknoaqopn]^]hdkoj]De`nkoppe_]*(>h]eoa$-2./)-22.%(behokbk(i]paipe_kaboe_kbn]j_o(ejrajpkq]lneiaen]_]h_q)
Outra importante aplicação do princípio de Pascal é a prensa hidráu- lica, que consiste em dois recipientes cilíndricos de diâmetros diferen- tes, ligados pela base e preenchidos por um líquido homogêneo ( fig. 10 ). Sobre o líquido são colocados dois êmbolos, cujas seções têm áreas A 1 e A 2 diferentes ( A 1 , A 2 ).
Princípio de Pascal.
Prensa hidráulica
Quando é exercida uma pressão num ponto de um líquido em equilíbrio, essa pressão se transmite a todos os pontos do líquido. É o que ocorre, por exemplo, no freio hidráulico (freio a disco)XYiaUihcajYbceiU a pressão exercida pelo motorista no pedal se transmite até as rodas UhfUjgXYiaei]XcYc"
9ggYZUhcWcb\YW]XcWcac.
Princípio de Pascal* Os acréscimos de pressão sofridos por um ponto de um líquido em equilíbrio são trans mi tidos integralmente a todos os pontos do líquido e das paredes do recipiente que o contém.
Freio a disco. Ao acionarmos o pedal do freio, estamos empurrando o pistão, exercendo assim uma pressão no fluido existente no cilindro. Essa pressão se transmite aos pistões existentes no cilindro de freio da roda, que comprimem as pastilhas contra o disco de freio ligado à roda.
O macaco hidráulico também é uma aplicação do princípio de Pascal.
Figura 10. Prensa hidráulica.
Fluido
Pistão
Cilindro de freio da roda
Disco de freio
Pastilhas de freio
Pistão
Pistão
Cilindro mestre
Reservatório de fluido
Válvula
84 do Código Penal e
436436
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
EXERCÍCIO RESOLVIDO
R. 202 O elevador hidráulico de um posto de automóveis é acionado mediante um cilindro de área 3 3 1025 m 2. O automó- vel a ser elevado tem massa 3 3 10 3 kg e está sobre o êmbolo de área 6 3 1023 m 2. Sendo a aceleração da gravidade g 5 10 m/s 2 , determine: a) a intensidade mínima da força que deve ser aplicada no êmbolo menor para elevar o automóvel; b) o deslocamento que teoricamente deve ter o êmbolo menor para elevar de 10 cm o automóvel.
P. 510 Numa prensa hidráulica, o êmbolo menor tem raio 10 cm e o êmbolo maior, raio 50 cm. Se aplicarmos no êmbolo menor uma força de intensidade 20 N, deslocando-o 15 cm, qual será a intensidade da força no êmbolo maior e seu deslocamento?
Solução: a) As intensidades das forças nos dois êmbolos são diretamente proporcionais às respectivas áreas:
___^ F^1 A 1
Temos:
F 2 5 mg 5 3 3 103 3 10 ] F 2 5 3 3 104 N A 1 5 3 3 1025 m^2 e A 2 5 6 3 1023 m^2
Assim: _______^ F^1 3 3 1025
4
6 3 1023
b) São dados: A 1 5 3 3 1025 m 2 ; A 2 5 6 3 1023 m 2 ; h 2 5 10 cm 5 0,1 cm Substituindo em h 1 A 1 5 h 2 A 2 , vem:
Esse deslocamento teórico que o êmbolo menor deveria sofrer é muito grande. Na prática, como vimos, esse des- locamento é subdividido em vários deslocamentos menores e sucessivos, por meio de válvulas adequadas. Respostas: a) 1,5 3 10 2 N; b) 20 m
h 1 3 3 3 1025 5 0,1 3 6 3 1023 ] h 1 5 20 m
EXERCÍCIO PROPOSTO
b)
emos
ssim
ã d
m^2 e A 6 3 1023 m
_______^1 3 1025
84 do Código Penal e
437
Capítulo 20
<]Xfcghzh]WU
437
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Objetivos Compreender o teorema de Arquimedes.
Aplicar o teorema de Arquimedes na análise do comportamento de corpos parcial ou totalmente imersos em fluidos.
Termos e conceitos dYgcUdUfYbhY Yadilc jciaYXYgcWUXc jc`iaY]aYfgc
Seção 20.
***** ^ =NMQEIA@AO $.43]?).-.]?%(_ha^nai]paipe_kaajcajdaenkcnacknaolkjorahlkn qi]oneaaejrajpko(_kiknk]oajp]]o(nkh]j]oarnekoeolkoeperkoiehep]nao(qo]ko j]o^]p]hd]opn]r]]oajpnaoq]_e]a(Oen]_qo](akonki]jko
Figura 14. (A) O contrapeso equilibra o corpo suspenso. (B) A balança se desequilibra quando o corpo é imerso num líquido.
Esferas de metal flutuando sobre o mercúrio.
5bcjUhfU~cXcZ]c T e ( fig. 14B aYbcfeiYUhfU~c T ( fig. 14A ), gYbXcXUXUdcf.
T e 5 P 2 E
5ZcfUXY]bhYbg]XUXY T eWcghiaUgYfW\UaUXUXYdYgcUdUfYbhY ( P Ud" dc]gUdUfYbhYaYbhYcWcfdcdYgUaYbcgeiUbXcYghz]aYfgc"GYbXc Ugg]a dcXYacgYgWfYjYf.
P Ud" 5 P 2 E
HYcfYaUXY5fei]aYXYg
EiUbXciaUdYggcUYghzaYf[i\UXUbUgz[iUgXYiaUd]gW]bUci bcaUf gYbhY!gYaU]gYjY WcacgYcei]XcYgh]jYggYYadiffUbXcgYi WcfdcdUfUW]aU U]j]UbXcgYidYgc"5ceiYgYgUVY Zc]cgzV]c[fY[c 5fei]aYXYgXYG]fUWigUeiYadYUdf]aY]fUjYnhYjYUdYfWYd~cXYggY ZUhc" GY[ibXc U[ibg YY hYf]U W\Y[UXc U YggU WcbWig~c XifUbhY ia VUb\cbUghYfaUgdV]WUgXUW]XUXYYaeiYj]j]U"9bhig]UgaUXcWcaU XYgWcVYfhU cW]Ybh]ghUhYf]UgU XcbidYUgfiUg YlW`UaUbXc. “Heureka! Heureka!” (“8YgWcVf]8YgWcVf]μ"
5jYf]Z]WU~cXUYl]ghbW]UXYiaUZcfUWcaeiYcei]XcUhiUgcVfY iaWcfdcbYYaYf[i\UXcdcXYgYfZY]hUWcacUil]cXYiaUVUUbU XYVfUcg][iU]g WcbZcfaYgY]bX]WUbU **figura 14** " BU **figura 14A** cdYgc XcWcfdc _P_ YaaXic ][iU{hfU~c _T_ XcZ]c Ud]WUXUbcdfUhcXU VU`UbU{X]fY]hU. T 5 P
BU figura 14B cWcfdc]aYfgcbcei]XcdUfYWYdYgUfaYbcg dc]gU VUUbUgYXYgYei]]VfUXcUXcXcWcbhfUdYgc"5WcbWig~ceiYc ei]Xc XYjYbYWYggUf]UaYbhYYghUfYlYfWYbXcbcWcfdciaUZcfU E XYX]fY~c jYfh]WUWcaccdYgcYUhfU~c XYgYbh]XcdUfUW]aU dfcjcWUbXcUgg]a YggYXYgYei] Vf]c"5YggUZcfU E eiYc` ei]XcYlYfWYbcWcfdc]aYfgc Xz!gYcbcaYXYYadilc"
Contrapeso
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