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O Programa Brasil Alfabetizado: Objetivos, Participantes e Requisitos, Esquemas de Introdução à Administração Pública

O programa brasil alfabetizado é um projeto público universálio criado pelo ministério da educação (mec) para promover a alfabetização de jovens, adultos e idosos. Ele oferece recursos financeiros para a organização de turmas de alfabetização e visa à continuidade dos estudos dos recém-alfabetizados. O programa conta com a participação de diversos ministérios e secretarias, além de voluntários com formação média completa. Para se integrar ao programa, é necessário preencher a adesão e elaborar um plano plurianual de alfabetização (ppalfa), que será analisado e avaliado pela secretaria de alfabetização do mec (sealf/mec).

Tipologia: Esquemas

2022

Compartilhado em 23/02/2022

nataly-silva-24
nataly-silva-24 🇧🇷

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1) O Programa Brasil Alfabetizado é um programa universal, tem o objetivo de
contribuir para a universalização do ensino fundamental, promovendo apoio a ações
de alfabetização de jovens com 15 anos ou mais, adultos e idosos realizadas pelos
Estados, Distrito Federal e Municípios. É um programa criado pelo Ministério da
Educação (MEC). Podem participar do PBA as secretarias de Educação dos estados
ou do Distrito Federal e as prefeituras municipais. Para isso, é necessário preencher o
termo de adesão e elaborar um Plano Plurianual de Alfabetização (PPAlfa) contendo
as metas de atendimento e as ações de alfabetização. A Secretaria de Alfabetização
do Ministério da Educação (SEALF/MEC) analisa o PPAlfa e calcula o montante de
recursos de apoio a ser transferido ao município, ao estado ou ao Distrito Federal no
decorrer do ciclo. E assim é feita a adaptação em diferentes regiões.
2) A adesão ao programa viabiliza o recebimento de recursos financeiros para a
organização de turmas de alfabetização, a partir da elaboração de um Plano Plurianual
de Alfabetização.
Para garantir o acesso e a permanência dos jovens e adultos nos processos
educativos, o Programa Brasil Alfabetizado se apresenta como uma política pública
que, por ser contínua, visa à continuidade dos estudos dos recém-alfabetizados. Onde
um dos seus princípios é a formação na perspectiva da intersetorialidade.
As ações do ações intersetoriais do Programa Brasil Alfabetizado são: Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS); Ministério da Justiça (MJ);
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); Ministério da Saúde (MS); Secretaria
Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR/PR); Secretaria
Especial de Políticas para as Mulheres (SPM/PR); Secretaria Especial de Direitos
Humanos (SEDH); Secretaria Nacional da Juventude, da Secretaria Geral da
Presidência da República, e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); Territórios
da Cidadania (CC, MP, MDA, MDS, MEC, MME, MS, MI, MMA, MCidades, MTE,
MinC, MAPA, SEAP, SEPPIR, FUNAI).
3) O programa Brasil Alfabetizado utiliza de voluntários para alfabetizar jovens,
adultos e idosos, como retrata a resolução do Programa
III - O pagamento de bolsas a voluntários alfabetizadores, tradutores-intérpretes da
Língua Brasileira de Sinais (Libras) e alfabetizadores coordenadores de turma que
atuam no processo aprendizagem.
Na resolução consta que o alfabetizador deve ter, no mínimo, formação de nível médio
completo.
Acredito que a fata de capacitação técnica seja um problema nessa política pública,
porque utilizam de trabalhos voluntários, com formação de nível médio para baratear a
mão de obra do docente, dando "preferencia" a professores leigos (que não tem
formação). 
4) Como a maioria das políticas públicas, existem regras para que o programa
cumpra seu propósito. Critérios, documentos etc. Burocracia tem para assegurar a
igualdade entre os cidadãos e evitar o patrimonialismo.
Para adesão do PBA, é necessário:
• Consolidar o relatório de frequência dos bolsistas e informar à SECADI/MEC,
por meio do Sistema de Gestão de Bolsas (SGB).
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  1. O Programa Brasil Alfabetizado é um programa universal, tem o objetivo de contribuir para a universalização do ensino fundamental, promovendo apoio a ações de alfabetização de jovens com 15 anos ou mais, adultos e idosos realizadas pelos Estados, Distrito Federal e Municípios. É um programa criado pelo Ministério da Educação (MEC). Podem participar do PBA as secretarias de Educação dos estados ou do Distrito Federal e as prefeituras municipais. Para isso, é necessário preencher o termo de adesão e elaborar um Plano Plurianual de Alfabetização (PPAlfa) contendo as metas de atendimento e as ações de alfabetização. A Secretaria de Alfabetização do Ministério da Educação (SEALF/MEC) analisa o PPAlfa e calcula o montante de recursos de apoio a ser transferido ao município, ao estado ou ao Distrito Federal no decorrer do ciclo. E assim é feita a adaptação em diferentes regiões.
  2. A adesão ao programa viabiliza o recebimento de recursos financeiros para a organização de turmas de alfabetização, a partir da elaboração de um Plano Plurianual de Alfabetização. Para garantir o acesso e a permanência dos jovens e adultos nos processos educativos, o Programa Brasil Alfabetizado se apresenta como uma política pública que, por ser contínua, visa à continuidade dos estudos dos recém-alfabetizados. Onde um dos seus princípios é a formação na perspectiva da intersetorialidade. As ações do ações intersetoriais do Programa Brasil Alfabetizado são: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS); Ministério da Justiça (MJ); Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); Ministério da Saúde (MS); Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR/PR); Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM/PR); Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH); Secretaria Nacional da Juventude, da Secretaria Geral da Presidência da República, e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); Territórios da Cidadania (CC, MP, MDA, MDS, MEC, MME, MS, MI, MMA, MCidades, MTE, MinC, MAPA, SEAP, SEPPIR, FUNAI).
  3. O programa Brasil Alfabetizado utiliza de voluntários para alfabetizar jovens, adultos e idosos, como retrata a resolução do Programa III - O pagamento de bolsas a voluntários alfabetizadores, tradutores-intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e alfabetizadores coordenadores de turma que atuam no processo aprendizagem. Na resolução consta que o alfabetizador deve ter, no mínimo, formação de nível médio completo. Acredito que a fata de capacitação técnica seja um problema nessa política pública, porque utilizam de trabalhos voluntários, com formação de nível médio para baratear a mão de obra do docente, dando "preferencia" a professores leigos (que não tem formação).
  4. Como a maioria das políticas públicas, existem regras para que o programa cumpra seu propósito. Critérios, documentos etc. Burocracia tem para assegurar a igualdade entre os cidadãos e evitar o patrimonialismo. Para adesão do PBA, é necessário:
  • Consolidar o relatório de frequência dos bolsistas e informar à SECADI/MEC, por meio do Sistema de Gestão de Bolsas (SGB).
  • Supervisionar e controlar a frequência dos alfabetizandos, em parceria com os coordenadores de turmas.
  • Manter diálogo constante com a equipe responsável pelo Programa na SECADI/MEC.
  • Verificar, os comunicados encaminhados pelo SBA, tomando providências em relação às demandas recebidas.
  • Consolidar e informar à SECADI/MEC, por meio do SBA, o Plano Plurianual de Alfabetização, bem como suas alterações quando necessárias.
  • Estabelecer as estratégias de acompanhamento e avaliação das ações de alfabetização e também as de formação inicial e continuada dos alfabetizadores e coordenadores de turmas. Para realizar a adesão, o gestor local deve acessar o Sistema Brasil Alfabetizado ‐ SBA. O usuário deve finalizar o preenchimento da Adesão/PPAlfa e aguardar a análise dos Gestores MEC. A impressão e o envio ao MEC só devem ser realizados após a aprovação dos Gestores MEC. O cadastro para ser bolsista deverá ser feito através do Cadastro Único do governo federal, de forma prévia. É um processo burocrático, porém acredito que não seja tão complicado acessa-lo.
  1. O programa há uma ampla participação social, atendendo jovens com 15 anos ou mais, adultos e idosos. Há uma grande divulgação nos canais de comunicação de TV aberta e em canais de rádio. Porém, acredito que a população que mais precisa do atendimento (população vulnerável) não saiba que existe tal programa, e muita das vezes desiste do ensino.
  2. Acredito que o desconhecimento por parte dos cidadãos ainda seja algo para se preocupar. Principalmente por parte dos docentes. Eu mesma não sabia que existia um programa que pagava bolsa para voluntários lecionar, onde a única exigência seja de que contenha o ensino médio completo.
  3. O programa foi criado no ano de 2003, no governo do Lula com continuidade no governo Dilma, como parte de uma política pública para combater o analfabetismo de jovens com mais de 15 anos, adultos e idoso, programa existente nos dias atuais. A politicagem está presente no Brasil em diversos momentos e em diversas políticas públicas, várias vezes é perceptível notar um interesse por trás daquilo que está sendo aprovado e aplicado. Eu não acredito que haja politicagem no caso presente, não reconheço a política pública como um interesse pessoal, e sim social. A iniciativa surge como parte do esforço governamental para a redução das desigualdades no Brasil, sendo o analfabetismo ao mesmo tempo causa e consequência desse cenário de disparidades regionais. Nesse sentido, o PBA é um programa, aberto para a participação de todos os entes federados, porém focalizado naqueles com taxas mais altas de analfabetismo, sendo a maior parte desses municípios concentrados no Nordeste. REFERENCIAS: