


Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Quais os microrganismos que fazem parte do domínio Eukarya? Explique os termos autótrofo e heterótrofo. Cite 5 lugares no planeta onde os microrganismos extremófilos podem ser encontrados. Bactérias podem ser divididos em três grupos. Quais? Quais os diferentes modos de locomoção dos protozoários no meio aquático (são 4 tipos)?
Tipologia: Exercícios
1 / 4
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!



Disciplina de microbiologia Ângela Pelissari da Silva Atividades 1 – Defina a palavra microbiologia. Microbiologia é um ramo da biologia destinado a estudar os microrganismos, que são organismos extremamente pequenos como, por exemplo, bactérias, vírus, fungos e protozoários. Estes são estudados em relação à sua estrutura, função, metabolismo, genética e interações com outros seres vivos e o ambiente (GERARD, 2017 ). 2 - Qual o feito de Louis Pasteur para a área da microbiologia? Louis Pasteur contribuiu para a área da microbiologia através de suas pesquisas pioneiras para o entendimento de processos como, por exemplo, a fermentação, a geração espontânea, a pasteurização e a teoria dos germes. Até meados de 1861, teoria da geração espontânea era tomada como verídica, contudo, Pasteur elucidou-a e comprovou que os microrganismos estão presentes no ar e podem contaminar soluções estéreis, porém o ar, por si próprio, não origina micróbios (GERARD, 2017 ). O francês demonstrou a falsidade da teoria da geração espontânea por meio do Experimento do Pescoço de Cisne. Nesse, Pasteur usou um frasco de pescoço longo e curvado que permitia que o ar entrasse, mas evitava que partículas e microrganismos presentes no ar entrassem em contato com um meio de cultura dentro do frasco (GERARD, 2017 ). Isso refutou a ideia da geração espontânea e comprovou que a vida microbiana não surge espontaneamente, mas sim, de fontes pré-existentes. Esse experimento foi um marco importante na área da microbiologia e contribuiu para o desenvolvimento da teoria germinal da doença. Essas descobertas deram base para as técnicas de assepsia, que previnem a contaminação por microrganismos indesejáveis e que agora são práticas rotineiras para muitos procedimentos médicos e em laboratórios (GERARD, 2017).
3 - Explique o porquê os vírus são considerados seres vivos por alguns cientistas, enquanto outros dizem que eles não fazem parte dos seres vivo. Quais os argumentos de cada lado? A decisão de classificar os vírus como seres vivos ou não pode variar dependendo da definição adotada para o termo "vida" e das características consideradas essenciais para manutenção da mesma e reprodução. Portanto, essa questão ainda é um tema de debate e pesquisa entre os cientistas (MADIGAN, 2004). Argumentos para classificar vírus como seres vivos (MADIGAN, 2004):
A Bioestimulação envolve a alteração das condições ambientais que visam estimular processos biológicos naturais no ambiente para melhorar a qualidade, saúde e resiliência dos ecossistemas. Isso pode incluir a manipulação de fatores bióticos (seres vivos) e abióticos (fatores não vivos) para promover o equilíbrio ecológico e a recuperação de áreas degradadas, como por exemplo, o uso de aditivos orgânicos ou microrganismos benéficos para melhorar a qualidade do solo, promovendo o crescimento de plantas e a saúde do ecossistema (ATLAS; KAPOOR, 1995; PAUL, 2006). Referências GERARD; J; Et al. Microbiologia. – 12. ed. – Porto Alegre: Artmed, 2017. MADIGAN, M; Et al. Microbiologia de Brock****. 10. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall , 2004. 608 p. ATLAS, R. Degradação microbiana de hidrocarbonetos de petróleo: uma perspectiva ambiental. Revisões Microbiológicas, 1995. pg. 484 - 499. PAUL, D; Et al. Degradação microbiana de hidrocarbonetos. In Biorremediação microbiana. 2006. Pg. 39 - 67. KAPOOR, A; Et al. Biorremediação - Uma visão geral. Avanços da Biotecnologia,