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Histórico do Petróleo
Tipologia: Resumos
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PETRÓLEO – Histórico.
PETRÓLEO & GÁS – Datas importantes.
pais.
Anchova.
estrutura molecular dos hidrocarbonetos constituintes do mesmo, isto é, rompimento das moléculas dos hidrocarbonetos com a produção de hidrocarbonetos de peso molecular menor. DESPARAFINAÇÃO
S é rie de isoparafinas C (^) n H2n+
S é rie olefinica C (^) n H2n
2 - Compostos de cadeia fechada:
S é rie naftenica C (^) n H2n
Série aromática ou benzênica C (^) n H2n - 6
Gasolina natural (ou leve) e gás natural GLP Destilados leves Gasolinas automotivas Naftas. Combustível de jato Querosene Óleos combustíveis leves Destilados médios Óleos combustíveis pesados Óleos diesel
Gasoleos Destilados pesados Óleos minerais pesados (medicinais) Óleos de flotacao pesados Ceras (para velas, impermeabilização, tratamento de papel e isolamento) Óleos lubrificantes Resíduos Óleos lubrificantes Óleos combustíveis Óleos impermeabilizantes Asfaltos Coque
Ocorre em acumulações subterrâneas, em reservatórios porosos, com ou sem petróleo. Só foi descoberto no inicio do século passado nos EEUU. O gás natural é composto principalmente de hidrocarbonetos da série parafínica, do metano ao pentano. Os produtos mais importantes obtidos do gás natural são o combustível, gasolina natural, o GLP, o negro de fumo, o Hélio, o nitrogênio e derivados petroquímicos. A gasolina extraída do gás natural é diferente da gasolina de destilação, a recuperação da gasolina do gás natural dá uma gasolina muito volátil, apropriada para mistura nos combustíveis automotivos, especialmente para facilitar a partida a frio. Quando o óleo cru é forçado a sair por um poço em virtude da pressão do gás natural, alguns dos seus componentes mais leves são vaporizados. Por isso a composição e as características da gasolina natural recuperada são determinadas pela composição do óleo. O aumento de demanda de hidrocarbonetos leves líquidos, destinados à indústria petroquímica e também aos combustíveis – foi satisfeito em grande parte pelo aumento da extração destes produtos a partir do gás natural. Essa demanda foi tão grande que praticamente não há uma só fonte de gás natural que não tenha tido esses hidrocarbonetos extraídos antes de o gás natural ser entregue ao consumidor, como combustível. Há alguns anos era satisfatório uma usina recuperar 70% do propano, as usinas agora estão sendo projetadas para recuperar todo o propano e em alguns casos 50 a 90% do etano no gás natural. Os dois processos mais importantes para que sejam conseguidas essas taxas de recuperação são: (1) absorção refrigerada e (2) destilação a baixa temperatura.
Os hidrocarbonetos leves, como propano e butano, que são produzidos como subprodutos da gasolina natural, estão tendo agora ampla utilização como gás do petróleo engarrafado para uso doméstico e aquecimento, também são usados como combustíveis em casos especiais – tratores caminhões, ônibus, etc. O GLP é competitivo com muitos tipos de combustível em uso atualmente. O gás engarrafado é usado em muitas áreas rurais onde não existem dutos; para cozinha, iluminação, aquecimento de água e refrigeração.
Equipamentos devem ser limpos regularmente para que se mantenha a transferência de calor em níveis satisfatórios e para remover as incrustações que muitas vezes reduzem bastante as taxas de transferência.
A mais importante das operações unitárias. Nesta operação a separação se baseia na volatilidade e a corrente do processo pode ser separada mediante destilação num componente mais volátil, mais leve, num outro menos volátil, mais pesado. Os sistemas atuais compreendem o aquecimento do óleo mediante seu bombeamento através de tubos colocados num forno tubular seguido pela vaporização numa torre de fracionamento, com diversas saídas laterais que possibilitam a saída e retirada das frações nas várias faixas de ebulição, ou corte de produtos. O resíduo do fundo da coluna pode ser sujeito a destilação à vácuo ou à vapor. A figura 1 é uma representação esquemática de um grupo moderno de refinação, mostrando a separação do óleo cru nas diversas frações e o tratamento subseqüente de cada fração. Os vários produtos são removidos da torre de óleo cru. As frações de querosene e nafta contém pequenas frações de gasolina imperfeitamente destiladas, de volatilidade mais elevada que a fração principal. A separação destas frações é feita em retificadores (pequenas colunas contendo somente alguns pratos) mediante a sopragem de vapor de água. A gasolina vaporiza-se no topo do retificador e retorna a torre de cru. Em muitas aplicações de destilação para separar os produtos do petróleo, a diferença de volatilidade é muito baixa para ser prática, e deve ser realçada pela adição de um solvente ou carregador. A variedade de destilação em que se usa um solvente de volatilidade baixa para realçar a separação é denominada destilação extrativa. Um exemplo é a separação entre butenos e butanos mediante o furfural. Quando se adiciona como carregador um solvente de volatilidade alta, a operação é denominada destilação azeotropica. Um exemplo de destilação azeotropica é a produção de tolueno de elevada pureza mediante metilcetona.
É geralmente usada para separar os constituintes de elevado ponto de ebulição de outros componentes de um sistema de vapores e gases. Usualmente o meio de absorção é um gasoleo especial. A absorção é amplamente utilizada na recuperação de gasolina natural do gás do poço e nos vapores dos tanques de estocagem. A absorção também leva a obtenção de hidrocarbonetos leves de muitos processos de refinação (craqueamento catalítico, hidrocraqueamento, etc)
Quase igual a absorção – a gasolina natural pode ser separada do gás natural por adsorção de carvão. A adsorção é também usada para remover a coloração indesejável em óleos lubrificantes, usualmente mediante argilas ativadas.
Após o resfriamento é o método usual para remoção da parafina dos destilados. A filtração a contato envolve o uso de argila, é o método comum de purificação de óleos quando simultaneamente acontece o descoramento.
É uma das mais antigas operações de separação. Mediante a cristalização a parafina pode ser removida do óleo cru ou do óleo lubrificante, dando parafina cristalina ou microcristalina de baixo teor de óleo.
Envolve a remoção de um componente de um líquido mediante a ação solvente seletiva de outro líquido. O procedimento de extração seletiva mediante solvente é importante no refino subseqüente do óleo lubrificante. Exemplo é a produção de benzenos, toluenos e xilenos mediante extração do petróleo especialmente processado. É possível remover de óleos lubrificantes, com esse processo, hidrocarbonetos de baixo índice de viscosidade, suspensões instáveis e alguns materiais corados.
Decomposição de grandes moléculas de hidrocarbonetos em moléculas menores pela ação do calor ou de catalisador. São comuns os catalizadores zeolitos.
gasoleo pesado gasolina g.antidetonente óleo de reciclo
POLIMERIZAÇÃO Reunião de moléculas análogas – reunião de olefinas leves.
C C C C F 0 E A F 0 E A * F 0 E A F 0 E A CF 0 B EC = C + CF 0 B EC = C F 0 A E CF 0 B ECF 0 B ECF 0 B EC = C + F 0 A E CF 0 B ECF 0 B EC = CF 0 B EC F 0 E A F 0 E A C C
União de uma olefina com um hidrocarboneto aromático ou parafinico.
Ação de adição de hidrogênio a uma olefina.
Quebra de moléculas pela ação do hidrogênio.
gasoleo pesado cadeia cadeia oleo normal ramificada de reciclo
Alteração da disposição dos átomos numa molécula sem modificação do numero de átomos.
300 o^ C CF 0 B ECF 0 B ECF 0 B EC F 0 A E CF 0 B ECF 0 B EC Al 2 O 3 F 0 E A C
Craqueamento catalítico – resumo: