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PIB Mineração, Notas de estudo de Engenharia de Minas

Produção Mineral Brasileira, comercializada. Valores em Milhões de Reais. Excluído Petróleo e Gás. 2000-2009

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 10/09/2009

leandro-abreu-c-7
leandro-abreu-c-7 🇧🇷

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bg1
Br*
Brasil
Produção
PIB Mineral
Comércio Exterior
Principais Substâncias Exportadas Principais Substâncias Importadas
Ano
PMB*
* Produção Mineral Brasileira, comercializada. Valores em Milhões de
Reais. Excluído Petróleo e Gás. 2007* previsto.
Fonte: DNPM/AMB 2006
2001
14.746
2002
16.225
2003
22.517
2004
22.859
2005
31.467
2006
38.230
2007
46.000
Ano
Exportação
Importação
Saldo
2001
3.48
1.73
1.76
2002
3.57
1.79
1.78
2003
4.08
2,13
1.95
2004
5,81
3.40
2.41
2005
8.97
3.65
5.32
2006
11.02
4.51
6.51
2007
13.78
5.16
8.62
Trimestre
PIB
PIB Mineral
PIB Agro
PIB Industrial
Fonte: IBGE -variação em volume em relação ao mesmo período do ano anterior
2006-1º
4,1%
14%
(2,7%)
5,0%
2006-2º
2,7%
6,8%
(2,5%)
1,9%
2006-3º
3,3%
6,1%
2,4%
2,5%
2006-4º
3,7%
6,0%
4,1%
2,8%
2007-1º
4,4%
4,1%
2,9%
3,0%
2007-2º
4,9%
5,0%
1,4%
4,9%
As estimativas indicam que, em 2007, a Produção Mineral Brasileira foi de R$
46 bilhões, um aumento de 21% se comparado a 2006, que foi de R$ 38 bilhões,
excluídos Petróleo e Gás. Cabe destaque a produção de minério de Ferro, que
registrou aumento acima de 12%. Se considerarmos a Indústria da Mineração e
Transformação Mineral, o valor da Produção Mineral Brasileira deve subir para
R$ 126 bilhões, 9,57% maior do que em 2006 (R$ 115 bilhões).
Principais itens da produção brasileira e ranking internacional de produção
são informados a colocação no ranking e o percentual de cada minério em re-
lação à produção mundial: nióbio: 1º (95%); Ferro: 2º (18,8%); Manganês:
(25%); Tantalita:2º (17%); Alumínio (Bauxita): 2º (12,4%); Crisotila: 3º (9,73%);
Magnesita: 3º(8%); Grafita: 3º (7,12%); Vermiculita: (4,85%); Caulim:
(5,48%); Estanho: 5º (4,73%); e Rochas Ornamentais: 6º (5,6%).
Em 2008, o quadro deverá se manter estável, talvez com pequenas alterações
no que concerne ao Alumínio (Bauxita), Cobre e ao Caulim, com a entrada em
operação de novos projetos ou pela expansão de outros.
Os maiores estados produtores, por quantidade, são: MG (44,05%); PA (21,9%);
GO (7,61%); SP (6,59%); BA (3,21%) e outros (16,6%).
Fonte: DNPM/base 2005.
Em 2007, a Indústria Extrativa Mineral manteve posição de destaque na
geração de valor adicionado. A estimativa é que o crescimento tenha sido
de 5%, se comparado à igual período do ano anterior.
Em 2007, a Indústria da Mineração e Transformação Mineral contribuiu
com US$ 70 bilhões, ou seja, aproximadamente 5,17% do PIB Brasil, que
deve alcançar US$ 1,35 trilhão.
O saldo (exportações importações) do Setor Mineral (bens primários,
sem transformação, excluídos Petróleo e Gás e incluído Ferro-Nióbio) registrou
novo recorde em 2007, alcançando US$ 8,6 bilhões, representando 21,5% do
Saldo Total do Comércio Exterior do País que foi de US$ 40 bilhões.
Se considerarmos os bens semi-manufaturados, manufaturados e compostos
químicos, a Indústria da Mineração e Transformação Mineral exportou, em
2007, US$ 29,8 bilhões e importou US$ 9,6, gerando um superávit de US$ 20,2
bilhões, que representa 50.5% de todo saldo da balança comercial brasileira.
Participação Percentual no Valor Participação Percentual no Valor (bens primários)
Em US$ bilhões. Setor Mineral bens primários, excluído Petróleo e Gás.
Fonte: Aliceweb
pf2

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Br*

Brasil

Produção

PIB Mineral

Comércio Exterior

Principais Substâncias Exportadas Principais Substâncias Importadas

Ano PMB*

  • Produção Mineral Brasileira, comercializada. Valores em Milhões de Reais. Excluído Petróleo e Gás. 2007* previsto. Fonte: DNPM/AMB 2006

Ano Exportação Importação Saldo

Trimestre PIB PIB Mineral PIB Agro PIB Industrial Fonte : IBGE -variação em volume em relação ao mesmo período do ano anterior

As estimativas indicam que, em 2007, a Produção Mineral Brasileira foi de R$ 46 bilhões, um aumento de 21% se comparado a 2006, que foi de R$ 38 bilhões, excluídos Petróleo e Gás. Cabe destaque a produção de minério de Ferro, que registrou aumento acima de 12%. Se considerarmos a Indústria da Mineração e Transformação Mineral, o valor da Produção Mineral Brasileira deve subir para R$ 126 bilhões, 9,57% maior do que em 2006 (R$ 115 bilhões).

Principais itens da produção brasileira e ranking internacional de produção são informados a colocação no ranking e o percentual de cada minério em re- lação à produção mundial: nióbio: 1º (95%); Ferro: 2º (18,8%); Manganês: 2º (25%); Tantalita:2º (17%); Alumínio (Bauxita): 2º (12,4%); Crisotila: 3º (9,73%); Magnesita: 3º(8%); Grafita: 3º (7,12%); Vermiculita: 4º (4,85%); Caulim: 5º (5,48%); Estanho: 5º (4,73%); e Rochas Ornamentais: 6º (5,6%).

Em 2008, o quadro deverá se manter estável, talvez com pequenas alterações no que concerne ao Alumínio (Bauxita), Cobre e ao Caulim, com a entrada em operação de novos projetos ou pela expansão de outros.

Os maiores estados produtores, por quantidade, são: MG (44,05%); PA (21,9%); GO (7,61%); SP (6,59%); BA (3,21%) e outros (16,6%). Fonte: DNPM/base 2005.

Em 2007, a Indústria Extrativa Mineral manteve posição de destaque na geração de valor adicionado. A estimativa é que o crescimento tenha sido de 5%, se comparado à igual período do ano anterior.

Em 2007, a Indústria da Mineração e Transformação Mineral contribuiu com US$ 70 bilhões, ou seja, aproximadamente 5,17% do PIB Brasil, que deve alcançar US$ 1,35 trilhão.

O saldo (exportações – importações) do Setor Mineral (bens primários, sem transformação, excluídos Petróleo e Gás e incluído Ferro-Nióbio) registrou novo recorde em 2007, alcançando US$ 8,6 bilhões, representando 21,5% do Saldo Total do Comércio Exterior do País que foi de US$ 40 bilhões.

Se considerarmos os bens semi-manufaturados, manufaturados e compostos químicos, a Indústria da Mineração e Transformação Mineral exportou, em 2007, US$ 29,8 bilhões e importou US$ 9,6, gerando um superávit de US$ 20, bilhões, que representa 50.5% de todo saldo da balança comercial brasileira.

Participação Percentual no Valor Participação Percentual no Valor (bens primários)

Em US$ bilhões. Setor Mineral bens primários, excluído Petróleo e Gás. Fonte: Aliceweb

Br*

Brasil

CFEM

Mão de Obra Utilizada na Mineração

Investimentos

IDH nos Municípios Mineradores

Preço dasCommodities Minerais

Fonte : DNPM. Em Milhões de R$

Em 2007 a arrecadação da CFEM bateu um novo recorde: R$ 547 milhões, 17% superior a de 2006 - R$ 466 milhões.

A indústria da mineração está presente em aproximadamente 1.500 ci- dades. De acordo com estudo do geólogo Cláudio Scliar, esses municípios apresentam Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) maior que o de seus respectivos estados. Scliar é professor da Universidade Federal de Minas Gerais e secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mine- ral do Ministério de Minas e Energia.

O total de mão-de-obra empregada (empregos diretos) na Mineração em 2006 foi de 131 mil trabalhadores. Estudos feitos pelo Serviço Geológi- co Brasileiro mostram que o efeito multiplicador de empregos é de 1: no setor mineral, ou seja, para cada posto de trabalho da mineração são criados 13 outras vagas ao longo da cadeia produtiva, então podemos considerar que o setor mineral, em 2006, gerou cerca de 1,7 milhão de empregos, sem considerar os empregos gerados nas fases de pesquisa, prospecção e planejamento e a mão-de-obra proveniente de garimpos.

Fonte : DNPM/MTE

O preço dos minerais continua aumentando, puxados, em parte, pela in- saciável demanda da China por matérias-primas, já que o País está, prati- camente, construindo a sua infra-estrutura. Em razão disso, a Indústria da Mineração passa por um boom que deverá se prolongar pelos próximos dois a três anos.

O fato importante é que há poucos sinais de investimentos especulativos como fator determinante no movimento de preços das mineral commodi- ties , e sim uma demanda mundial aquecida muito além da possibilidade de expansão da indústria.

Analisando a variação dos preços das commodities desde o inicio de 2001 até fevereiro de 2008, destacamos algumas variações: Ferro (374%); Cobre (440%); Níquel (372%); Chumbo (480%); e Zinco (178%).

A previsão é que até 2011 os investimentos totalizarão US$ 32 bilhões ou, em média, US$ 8 bilhões/ano. Alguns mais importantes: