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Planilha técnica - Eletrotécnica Aplicada em manutenção, Trabalhos de Eletrotécnica

Planilha técnica - Eletrotécnica Aplicada em manutenção em baixa e media tensão, SUBESTAÇÕES.

Tipologia: Trabalhos

2021

Compartilhado em 20/04/2021

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fabiano-villan-5 🇧🇷

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FÍSICA APLICADA NA INDUSTRIA
CONTRUÇÃO DO CONHECIMENTO
PESQUISA TÉCNICA - MANUTENÇÃO EM SUBESTAÇÃO ELÉTRICA
NBR - 10299/2011 NBR IEC 62271-102
RESISTÊNCIA Ôhmica DE ATERRAMENTO
principais normas e ensaios eletricos
ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÔHMICA DE ISOLAMENTO (chave FECHADA)
NBR 14039/2005
CONJUNTO CABO-MUFLAS
Objetivo deste ensaio é analisar, registrar isolamentos da estrutura da seccionadora refente a contanto x massa
RESISTÊNCIA Ôhmica DE ISOLAMENTO
ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÔHMICA DE ISOLAMENTO (chave ABERTA)
RESISTÊNCIA Ôhmica DE ISOLAMENTO DOS BARRAMENTOS ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO
CLASSES DE ISOLAMENTO
SUBESTAÇÃO 13.8 KV 15 KV
SUBESTAÇÃO 25,0 KV 22 KV
SUBESTAÇÃO 69,0 KV 72,5 KV
GERAÇÃO ESTRUTURA
TRANSMISSÃO SECCIONADORA
DISTRIBUIÇÃO
DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO
As subestalões acima de 300 KVA deverão ser subterraneas
Devera ter ipermeabilidade total contra infiltração dágua
NORMAS TECNICAS
Tensão de ensaio: 2.500 VCC - Valor máximo admissível = CLASSE DE ISOLAMENTO X 10 M
Objetivo deste ensaio é analisar, registrar isolamentos da estrutura da seccionador a x massa
refente a componentes como bielas, isoladores...
NBR 14039/2005 é de até 10W
Tensão de ensaio: 2.500 VCC - Valor máximo admissível 400 µΩ
Este ensaio é destinado a constatar a real condição dos contatos principais da
seccionadora.
A pressão das molas dos contatos é
inversamente proporcional à resistência dos
mesmos.
SECIONADORA
ABERTUTA SEM
CARGA
SECCIONADORA
ABERTURA SOB
CARGA
Também chamada de interruptor
tripolar de média tensão, possui um
dispositivo destinado a abrir e fechar
um circuito sob carga.
SUBESTAÇÃO MT
13,8/25 KV
As subestações com capacidade instalada entre 75 KVA e 300
KVA inclusive, poderão ser aereas. Subestações superiores a 300
KVA, somente entrada subterranea.
Subestação com entrada aerea deve ter 5,50 m altura minima no
pe direito. Subestação com entrada subterranea deve ter 3,0 m
altura minima no pe direito. Quando houver viga sera admitido
2,5 m
As portas deverão ser metalicas, abrir para fora ter dimensão tal
que permita a passagem do menor equipamento da subestação,
sendo que o minimo aceitavel é de 1,0 x 1,2 m.
PLACAS DE ADVERTENCIA, deve indicar PERIGO DEMORTE e ALTA
TENSÃO
Corredores para acesso e manobra de equipamentos deverão ter
espaço livre de , no minimo, 1,20 m de largura , não podendo
existir degraus e rampas.
TODOS OS CUBICULOS deverão ser isolados com tela de arame
galvanizado.
Os cubiculos de MEDIÇÃO e TRANSFORMAÇÃO deverão ser dotadas de duas janelasde ventilação,
providas de ela metalica, sendo dispostas a uma altura de 0,30 m o piso, ou maior cota de 0,15 m
do teto. No caso de o ser possivel a ventilação natural, a subestação devera ser equipada com
sistema de ventilação forçada a garantir refrigeração dos equipamentos.
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FÍSICA APLICADA NA INDUSTRIA
CONTRUÇÃO DO CONHECIMENTO
PESQUISA TÉCNICA - MANUTENÇÃO EM SUBESTAÇÃO ELÉTRICA

NBR - 10299/2011 NBR IEC 62271- RESISTÊNCIA Ôhmica DE ATERRAMENTO principais normas e ensaios eletricos ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÔHMICA DE ISOLAMENTO (chave FECHADA) NBR 14039/ CONJUNTO CABO-MUFLAS Objetivo deste ensaio é analisar, registrar isolamentos da estrutura da seccion RESISTÊNCIA Ôhmica DE ISOLAMENTO ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÔHMICA DE ISOLAMENTO (chave ABERTA) RESISTÊNCIA Ôhmica DE ISOLAMENTO DOS BARRAMENTOS ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO CLASSES DE ISOLAMENTO SUBESTAÇÃO 13.8 KV 15 KV SUBESTAÇÃO 25,0 KV 22 KV SUBESTAÇÃO 69,0 KV 72,5 KV GERAÇÃO ESTRUTURA TRANSMISSÃO SECCIONADORA DISTRIBUIÇÃO DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO As subestalões acima de 300 KVA deverão ser subterraneas Devera ter ipermeabilidade total contra infiltração dágua NORMAS TECNICAS Tensão de ensaio: 2.500 VCC - Valor máximo admissível = CLASSE DE IS Objetivo deste ensaio é analisar, registrar isolamentos da estrutura da seccion NBR 14039/2005 é de até 10W refente a componentes como bielas, isoladores... Tensão de ensaio: 2.500 VCC - Valor máximo admissível 400 μΩΩ Este ensaio é destinado a constatar a real condição dos contatos principais da seccionadora. A pressão das molas dos contatos é inversamente proporcional à resistência dos mesmos. SECIONADORA ABERTUTA SEM CARGA SECCIONADORA ABERTURA SOB CARGA Também chamada de interruptor tripolar de média tensão, possui um dispositivo destinado a abrir e fechar um circuito sob carga. SUBESTAÇÃO MT 13,8/25 KV As subestações com capacidade instalada entre 75 KVA e 300 KVA inclusive, poderão ser aereas. Subestações superiores a 300 KVA, somente entrada subterranea. Subestação com entrada aerea deve ter 5,50 m altura minima no pe direito. Subestação com entrada subterranea deve ter 3,0 m altura minima no pe direito. Quando houver viga sera admitido 2,5 m As portas deverão ser metalicas, abrir para fora ter dimensão tal que permita a passagem do menor equipamento da subestação, sendo que o minimo aceitavel é de 1,0 x 1,2 m. PLACAS DE ADVERTENCIA, deve indicar PERIGO DEMORTE e ALTA TENSÃO Corredores para acesso e manobra de equipamentos deverão ter espaço livre de , no minimo, 1,20 m de largura , não podendo existir degraus e rampas. TODOS OS CUBICULOS deverão ser isolados com tela de arame galvanizado. Os cubiculos de MEDIÇÃO e TRANSFORMAÇÃO deverão ser dotadas de duas janelasde ventilação, providas de ela metalica, sendo dispostas a uma altura de 0,30 m o piso, ou maior cota de 0,15 m do teto. No caso de não ser possivel a ventilação natural, a subestação devera ser equipada com sistema de ventilação forçada a garantir refrigeração dos equipamentos.

O local da subestação dve ser mantido limpo e desimpedido pelos consumidores. DISJUNTORES DE MEDIA TENSÃO DISJUNTOR MT SF 6 DISJUNTOR MT SOPRO MAGNETICO NORMAS TECNICAS NBR 5416 NBR 7037 NBR 7036 TRANSFORMADORES TRANSFORMADOR A OLEO NBR 5356 (^) TRANSFORMADOR A SECO NBR 7036 NBR 10295 NBR 7036 DISJUNTOR MT OLEO NBR 5356 DISJUNTOR MT VACUO Os cubiculos de MEDIÇÃO e TRANSFORMAÇÃO deverão ser dotadas de duas janelasde ventilação, providas de ela metalica, sendo dispostas a uma altura de 0,30 m o piso, ou maior cota de 0,15 m do teto. No caso de não ser possivel a ventilação natural, a subestação devera ser equipada com sistema de ventilação forçada a garantir refrigeração dos equipamentos.

NBR IEC 62271-

Os condutores aereos, nos casos de ancorgem em cabines, deverão ter um afastamento minimo de 500 mm entre fases e de 300 mm entre fase e terra. Confroem NBR 14039 CORES para fases A, B, C e Neutro DEVE SER: VERMELHO, BRANCO, MARRON e AZUL CLARO SUBESTAÇÃO FORNECIMENTO ATE 300 KVA , sera feito pela instalação de disjuntor, religador ou chave fusiveis com capaciade minima de interrupção de 10 KA e dotado de dispositivo de abertura sob carga, colacadas na mesma estrutura do tranformador ou recuado quando aereo. Os disjuntores podem ser fixos ou extraiveis, principais vigebtes são: IEC 62271-100, CEI 17-1 fascículo 13 SUBESTAÇÃO FORNECIMENTO ACIMA DE 300 KVA , a proteção de disjunor MT com rele secundario com no minimo as funções 50 e 51 de fase e netro quando fornecido. (^) equipamento de energia eléctrica. É transparente, inodO hexafluoreto de enxofre (SF6) é um gás que é usad inflamável e quimicamente estável. Isto significa qu temperatura de quarto não reage com qualquer ou substância. A estabilidade vem do arranjo simétrico d átomos de fluoreto em torno do átomo central de enx esta estabilidade que faz este gás útil em equipame eléctricos. O SF6 é um isolador eléctrico muito bom e efectivamente extinguir arcos eléctricos nos aparelhos d media tensão enchidos com SF6. Nesses casos é obrigatorio o uso de equipamentos de MT do tipo acionamento automatico na abertura e com capacidade de interrupção simetrica minima de 350 MVA nas tensões de 11,4 KV ate 34,5 KV com corrente nominal minima de 350 A QUANDO HOUVER MAIS DE UM TRANSFORMADOR , cada transformador devera possuir proteção primaria individual. INSPEÇÃO DE ROTA EM SUBESTAÇÃO CARACTERIZA A ANALISE DAS OBRIGATORIEDADES ESTABELECIDAS PELAS NOMAS TECNICAS, NBR´s, COM O OBJETIVO DE PREVINIR IRREGULARIDES QUE GEREM ACIDENTES OU INDICENTES AS PESSOAS QUE ACESSÃO A SUBESTAÇÃO E AOS EQUIPAMENTOS NELA PRESENTES. O SF6 puro não é venenoso. O gás não é perigoso ao uma vez que o conteúdo de oxigénio é bastante alto princípio pode-se inalar sem perigo uma mistura de 8 oxigénio e 20% de SF6. O SF6 é aproximadamente 6 ve pesado do que o ar. Neste tipo de disjuntor os contactos abrem-se no empurrando o arco voltaico para dentro das câmara extinção, onde ocorre a interrupção, devido a um aum resistência do arco e consequentemente na sua ten Uma das principais características dos disjuntores a magnético é a grande resistência do arco voltaico. Isto ao facto de que nestes disjuntores o arco queima no impelido a se alongar consideravelmente, aumentando resistência e consequentemente a sua tensão. principais normas e ensaios eletricos Os disjuntores a sopro magnético são usados em média até 24kV, principalmente montados em cubículos. O fa não possuírem meio extintor inflamável como o óleo, t seguros e aptos para certos tipos de aplicações especí facto de queimarem o arco no ar, provoca rápida oxidação contactos exigindo uma manutenção mais frequen ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÔHMICA DE ISOLAMENTO 30 M W por kV x CLASSE DE ISOLAMENTO DO TR (ISOLAMENTO NA MT e BT sao diferentes) Tensão de ensaio: MT: 2.500VCC BT: 1.000VCC O teste de resistência de isolamento tem como finalidade detectar, diagnosticar e prevenir falhas de sua isolação.A medição é feita aplicando-se a isolação uma tensão contínua e verificar qual o valor da resistência de isolamento. Através deste teste é possível verificar se existem falhas (curtos entre enrolamentos ou entre enrolamentos e massa) no isolamento. - NECESSARIO CABOS DE CURTO (^) disjuntores de óleo pode-se distinguir dois efeitos princEste destacadas características de isolante e extinto extinção do arco voltaico: o efeito de hidrogénio e o ef fluxo liquido. O primeiro consiste no facto de que a alt temperatura o arco voltaico, decompõe o óleo, liberand modo vários gases onde o hidrogénio predomina, a pon poder dizer que o arco queima numa atmosfera de hidr O segundo efeito consiste em jogar óleo mais frio sobre dando continuidade ao processo de evaporação aludi maneira que grandes quantidades de calor possam retiradas pelos gases resultantes No caso de transformadores, considera-se que seu valor cai para a metade a cada 10°C de aumento na temperatura. Os valores costumam ser referidos para 75°C POR ESSE MOTIVO NECESSARIO CONSULTAR TABELA PARA FATOR DE CORREÇÃO A 30°C ONDE CONSIDERA-SE A TEMP DO TR (OLEO) OU BOBINADO (TR SECO) ENSAIO DE RESISTÊNCIA ÔHMICA DO BOBINADO - Máxima admitida: 10% VALOR CORRIGIDO BT E MT = VALOR MAIOR / VALOR MENOR -1 x 100 (^) EXISTEM DOIS TIPOS DE DISJUNTOR Devem ser comparados com os valores dos ensaios de fábrica e^ OLEO - GVO e PVO podem dar indicações sobre a existência de espiras em curto- circuito, conexões e contatos em más condições. CONSULTAR TABELA PARA FATOR DE CORREÇÃO A 20°C ONDE CONSIDERA-SE A TEMP DO TR - RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO = TTR^ BOBINADO = N1/N2 OU TENSÃO MAIOR / MENOR (^) Este tipo de disjuntor proporciona grande seguranç operação, pois não necessitam de suprimento de gas líquidos e não emite chamas ou gases. Praticamente requerem manutenção, possuindo uma vida extrema longa em termos de números de operações a plena car curto – circuito, pois não exige grande esforço mecan suas operações. A relação capacidade de ruptura/volu bastante grande, tornando estes disjuntores bem apro para o uso em cubículos. Devido à ausência de meio e gasoso ou líquido, podem fazer religamentos automá múltiplos. RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO - Máxima admitida: 0,5% MEDIA = VALOR MAIOR / VALOR MENOR -1 x 100 A verificação da relação do número de espiras dos enrolamentos dos enrlamenos do transformador é um recurso valioso para se verificar a existência de espiras em curto-circuito, de falhas em comutadores de derivação em carga e ligações erradas de derivações. NECESSRIO VERIFICAR TPOS DE LIGAÇÕES ( DIAGRAMA FASORIAL ) PARA DEFINIR LIGAÇÃO DOS CABOS DO MEDIDOR

s e ensaios eletricos ISOLAMENTO (chave FECHADA) isolamentos da estrutura da seccionadora refente a contanto x massa ISOLAMENTO (chave ABERTA) NORMAS TECNICAS (^) CARACTERISTICAS ELETRICAS NBR 6856 NBR 6855 (^) Fator Termico Nivel de Isolamento TC Corrente Termica Nominal TC/TP Corrente Dinamica Nominal igual 2,5 x I termica n I secundaria n = 5 A Polaridade TP Tensão Primaria Nominal Tensão Primaria Nominal Classe de Exatidão N1 > N Potencia Termica ximo admissível = CLASSE DE ISOLAMENTO X 10 MΩ isolamentos da estrutura da seccionadora x massa dores... ximo admissível 400 μΩΩ condição dos contatos principais da Fator pelo qual deve-se multiplicar a corrente prima nominal para se obter a corrente primaria maxia qu é capaz de conduzir em regime permanente, sem e os limites de elevação de temperatura especificado MEDIÇÃO E PROTEÇÃO Dedine a especificação do TC quanto as condiçoes q deve satisfazer a sua isolação em termos de tensao suportavel. Rigidez Dieletrica. Transformador de Corrente é um tranformador cujo enrolamento primario é LIGADO EM SERIE a um circuito eletrico cujo enrolamento secundario se destina a alimentar bobinas de correntes de instrumentos eletricos e medição e proteção Maior corrnte primaria que m TC é capaz de sup durante 1 segundo com o enrolamento secundario circuitado, sem exceder, em qualquer enrolamen temperatura maxima espeficicada para sua class isolamento. É o valor de crista da corrnte primaria qu m TC é ca suprtar durante o primeiro meio ciclo com o enrola secundario curto- circuitado. A MAIORIA DOS TC´S A RELAÇÃO DE SECUNDARIO...^ TRANSFORMAÇÃO SERA POR 5 A NO 100:5, 200:5, 500: OU SEJA A CADA 100 A NO PRIMARIO, MEDE-SE NO SECUNDARIO 5 A dos enrolamentos das bobinas e das ligações intern^ Polaridade subtrativa: A polaridade depende do se mesmas. Tranformador de Potencial é um transformador para instrumentos cujo enrolamento primario é ligado em derivação a um circuito eletrico e cujo enrolamento secundario se destina a alimntar bobinas de potencial em instrumentos eletricos de medição e proteção ou controle. TP sera instalado^ Estabelecida de acordo com a tensão do circuito na 115 V ou 115 x √ 3 Valor maximo de erra expresso em % que podera s causado pelo tranformador aos instrumentosa ele conectado. Maior potencia aparente que o TP pode forecer em permante sob tensão e frequencia nominal, sem ex os limites de temperatura conforme sua classe de isolamento.

NORMAS TECNICAS
NBR 6856
NBR 8926
S DE MEDIA TENSÃO
RELES DE PROTEÇÃO
MT SOPRO MAGNETICO
GVO PVO
MT VACUO
DISJUNTOR A AR COMPRIMIDO

Potencia Aparente: medida em kilovolts-amperes (K também chamada fator de potência ou energia tota esta medida que pode indicar se a energia consumi suficiente para um ou outro abastecimento elétrico em ser fixos ou extraiveis, principais normas IEC 62271-100, CEI 17-1 fascículo 1375 Disjuntores a SF6 de dupla pressão Estes disjuntores constituem a 1ª geração de disjuntores a SF6. Hoje, praticamente não são mais fabricados, cedendo o seu lugar aos disjuntores de pressão única de enxofre (SF6) é um gás que é usado em nergia eléctrica. É transparente, inodoro, não uimicamente estável. Isto significa que à de quarto não reage com qualquer outra abilidade vem do arranjo simétrico dos seis to em torno do átomo central de enxofre. É de que faz este gás útil em equipamentos é um isolador eléctrico muito bom e pode nguir arcos eléctricos nos aparelhos de alta e dia tensão enchidos com SF6. Disjuntores de SF6 de pressão única Nestes disjuntores o gás está num sistema fechado com pressão única de 6 a 8bar, conforme o tipo. O diferencial de pressão, sempre necessário nos disjuntores de meio gasoso para criar um fluxo de gás sobre o arco. venenoso. O gás não é perigoso ao inalar, conteúdo de oxigénio é bastante alto. Em inalar sem perigo uma mistura de 80% de SF6. O SF6 é aproximadamente 6 vezes mais pesado do que o ar. Disjuntor a SF6 de dois ciclos Para as redes com tensões nominais de 420kV e acima, é de extrema Importância obterse tempos de interrupção bastante curtos para grandes correntes de curto – circuito, tendo-se em vista a estabilidade da rede e a carga dos geradores, que estão alimentando o curto – circuito. Para isto especificam-se, geralmente, os chamados disjuntores de 2ciclos (“Two – cycle breakers), ou seja, disjuntores, que manobram com a rapidez e eficiência suficientes para cortar correntes de curto – circuito em apenas 2ciclos, o que significa 40ms para redes de 50Hz e 33,33ms para redes de 60Hz disjuntor os contactos abrem-se no ar, arco voltaico para dentro das câmaras de orre a interrupção, devido a um aumento na arco e consequentemente na sua tensão ais características dos disjuntores a sopro nde resistência do arco voltaico. Isto deve-se nestes disjuntores o arco queima no ar e é ngar consideravelmente, aumentando a sua resistência nsequentemente a sua tensão. opro magnético são usados em média tensão almente montados em cubículos. O facto de eio extintor inflamável como o óleo, torna-os ara certos tipos de aplicações específicas. O facto de arco no ar, provoca rápida oxidação nos gindo uma manutenção mais frequente. características de isolante e extintor. Nos o pode-se distinguir dois efeitos principais de voltaico: o efeito de hidrogénio e o efeito de rimeiro consiste no facto de que a altíssima o voltaico, decompõe o óleo, liberando de tal onde o hidrogénio predomina, a ponto de se arco queima numa atmosfera de hidrogénio. consiste em jogar óleo mais frio sobre o arco de ao processo de evaporação aludido, de randes quantidades de calor possam ser radas pelos gases resultantes Disjuntores a grande volume de óleo (GVO) Este é o tipo mais antigo de disjuntores a óleo. No passado consistia apenas de um recipiente metálico com os contactos simplesmente imersos no óleo sem nenhuma câmara de extinção. Hoje, os disjuntores GVO possuem câmaras de extinção onde se força o fluxo de óleo sobre o arco Os disjuntores GVO são usados em média e alta tensão até 230kV. A característica principal dos disjuntores GVO é a sua grande capacidade de ruptura em curto – circuito Disjuntores a pequeno volume de óleo (PVO) Estes disjuntores representam o desenvolvimento natural dos antigos disjuntores GVO, na medida em que se procura projectar uma câmara de extinção com fluxo forçado de óleo sobre o arco aumentando-se a eficiência do processo de interrupção da corrente e diminuindo-se drasticamente o volume de óleo no disjuntor. DOIS TIPOS DE DISJUNTOR A OLEO - GVO e PVO sjuntor proporciona grande segurança de ão necessitam de suprimento de gases ou mite chamas ou gases. Praticamente não enção, possuindo uma vida extremamente e números de operações a plena carga e em ois não exige grande esforço mecanico em A relação capacidade de ruptura/volume é tornando estes disjuntores bem apropriados bículos. Devido à ausência de meio extintor o, podem fazer religamentos automáticos múltiplos. Neste tipo de disjuntor, o mecanismo electropneumático preenche duas funções, simultaneamente; ou seja, a de proporcionar a operação mecânica do disjuntor através da abertura e fecho dos contactos e também a de efectuar a extinção do arco, fornecendo ar na quantidade e pressão necessárias para tal. O principio da extinção é, basicamente simples, consistindo em criar-se um fluxo de ar sobre o arco, fluxo este provocado por um diferencial de pressão, quase sempre descarregando-se o ar comprimido apósa extinção para a atmosfera. Embora possam ser usados em toda a gama de tensões, os disjuntores de ar comprimido encontram a sua gama de aplicação na alta e na muito alta tensão, ou seja, acima de 245kV. UMA DAS DESVANTAGNES é no caso de operação junto a áreas residenciais onde existem limitações de nível de ruído, é obrigatório o uso de silenciadores para estes disjuntores

RELAÇÃ NOMINAL

120: ncia Aparente: medida em kilovolts-amperes (KVA), bém chamada fator de potência ou energia total. É medida que pode indicar se a energia consumida é o iente para um ou outro abastecimento elétrico PVO - Aplicações em 138kV , bem como em 69kV , estão ainda predominantemente na faixa dos disjuntores PVO, principalmente por razões de preço Os disjuntores PVO cobrem em média tensão, praticamente, toda a gama de capacidades de ruptura de 63kA. No nível de 138kV a sua capacidade de ruptura por câmara está limitada a um máximo de 20kA,

aturam em 150% da corrente nominal; não devem saturar facilmente. Saturam (2000 % In , 2500 % In). ne a secundária, eja alimentando. ão influenciar o circuito de alta Se um TP alimenta vários instrumentos elétricos, estes devem ser ligados em paralelo a fim de que todos eles fiquem submetidos à mesma tensão secundária do transformador. Estando um TP com carga e havendo a necessidade de retirá-la, é necessário que o enrolamento secundário fique aberto. O fechamento do secundário de um TP através de um condutor de baixa impedância provocará um curto-circuito; em outras palavras, uma corrente secundária demasiadamente elevada, e em consequência a primária, pode provocar a danificação do TP e, ainda, uma possível perturbação no sistema do circuito principal.

COMPONENTES TERMOGRAFIA

MTA (°C) (^) INDUSTRIAIS A - aquecimento medio

70 a 100 FIOS ENCAPADOS (depende classe de isolação) TC - temp do componente^ A = TC - TA

70 REGUA DE BORNES^ TA - temp ambiente

70 CABOS ISOLADOS ATE 15 kV.^ MAA - maximo aquecimento admissivel^ MAA = MTA - TA

90 CONEXÃO COM ELEMENTOS DE FIXAÇÃO^ MTA - maxima temp admissivel

90 BARRAMENTOS DE BT

70 CONEXÕES DE LINHAS AEREAS^ Criterio de Classificação do Aquecimento (SEQUI N2475)

90 CONEXÕES RECOBERTAS DE PRATA OU NIQUEL^ Falha Iminente^ Critico^ entre 0,9 e 1,2 MAA

100 FUSIVEIS (corpo)^ Falha Potencial^ Interv. Imediata^ entre 0,6 e 0,89 MAA

AT EM SE´s DE SISTRIBUIÇÃO Faha Provavel^ Interv. Programada^ entre 0,3 e 0,59 MAA

50 SECCIONADORAS^ Susp de Falha^ Observação^ ate 0,29 MAA

60 CONEXÕES^ Normal^ Normal^ TA

60 CABOS^

90 TRANSFORMADORES A OLEO - conexões DIAGRAMA FASORIAL

80 TRANSFORMADORES A OLEO - corpo^ H1-H3 x H2 X2 x X1 Dy

H2-H1 x H3 X3 x X2 Dz

TRANSFORMADORES A SECO - pontos: H3-H2 x H1 X1 x X3 Dy

65 Classe de isolação 105^ H3-H2 x H1 X0 x X1 Dzn

90 Classe de isolação 130^ H1-H3 x H2 X0 x X2 Dzn

115 Classe de isolação 155 H2-H1 x H3 X0 x X3 Dyn

140 Classe de isolação 180^ H1 x H2 X0 x X1 Yzn

NORMAS VIGENTES REF A TERMO.. ALEM DE PETROBRAS E ABRAMAM H2 x H3^ X0 x X2^ Dyn

Termografia Ensaios não destrutivos^ H3 x H1^ X0 x X3^ Yzn

ABNT NBR 15424 - Termografia – Terminologia. H3-H2 x H1 X2 x X

ABNT NBR 15572 - infravermelho - inspeção de equip elétricos e mecânicos. H1-H3 x H2^ X3 x X2^ Yy

H2-H1 x H3 X1 x X3 YZ

ABNT NBR 15763 - Critérios de definição de periodicidade de inspeção H1 x H2 X0 x X

H2 x H3 X0 x X3 Dyn

ABRANGENCIA

Local

H3 x H1 X0 x X1 Yzn

H3-H2 x H1 X3 x X

Yd

SETORIAL

H1-H3 x H2 X1 x X

H2-H1 x H3 X2 x X

H1 x H2 X3-X2 x X

Yz

GERAL ou GLOBAL

H2 x H3 X1-X3 x X

H3 x H1 X2-X1 x X

H1 x H2 X1-X3 x X

Yd

H2 x H3 X2-X1 x X

H3 x H1 X3-X2 x X

H0 x H1 X2 x X1 Ynd

H0 x H2 X3 x X

H0 x H3 X1 x X

H1-H3 x H2 X3 x X

H2-H1 x H3 X1 x X3 Dz

H3-H2 x H1 X2 x X

ALARMES - RELES DE PROTEÇÃO (ANSI C37.2) H1 x H2 X1 x X2 DZ

26 Termostato - proteção contra sobrecargas H2 x H3 X2 x X3 Dd

27 Subtensão - prot para controle de queda de tensão^ H3 x H1^ X3 x X1^ Yy

37 Subcorrente de fase - prot trif contra sobrecorrente

38 Supervisão de temp - prot contra aquec maq rotativas

46 Deslabanço - prot contra desbalano das I de fase

49 Sobrecarga termica - Proteção contra sobrecargas

50 Sobrecorrente de fase instant - prot curto fase x fase

51 Sobrecorrente de fase temp - prot curto fase x fase

ABNT NBR 15718 - Termografia - Guia para verificação de termovisores. ABNT NBR 15866 - Metodologia de avaliação de temperatura chave u disjuntor de uma maquina chave ou disjuntor de uma celula de procução ou conjunto de maquinas entrada de energia, transformador, disjutor geral de QGBT

51 Sobrecorrente de fase temp - prot curto fase x fase

51N Fuga a terra temporizada - I residual medida 3 por 3 tc

51G Fuga a terra temporizada - I residual medida por 1 tc

59 Sobretensão - prot de tensao muito elevada^ Fabiano Villan

87T Diferencial do Tr - Proteção trifasica interna no tr

Tipo Sanguineo: A+

OLEO MINERAL TIPO A = NAFTENICO TIPO B = PARAFINICO

ÓLEO SILICONE - NBR-10506/

Rigidez Dielétrica kV NBR-6869 SILICONE Mín 25 Fator de Potência a 100º C % NBR-12133 Máx 20 Índice de Neutralização mgKOH/g NBR-14248 Máx 0, Rigidez Dielétrica Avalia a capacidade em resistir à tensão elétrica^ kV NBRIEC-60156 MINERAL Mín 40 Tensão Interfacial, a 25º C mN/m NBR-6234 Mín 20 Teor de Água ppm NBR-10710 Máx 10 Teor de PCB mg/kg NBR-13881 - ''a'' Máx 50 Densidade identificar o tipo de óleo (parafínico ou naftênico) CAPACIDADE DE CONDUÇÃO - CORRENTE ELETRICA (Largura x Espessura e) LARGURA pol (^) e = 1/8" e = 3/16" e = 1/4" e = 5/16 e = 3/8" e = 1/2" e=5/8" SEÇÃO ( mm²) Cap de Condução de I mm (^) 3.17 4.76 6.35 7.94 9.52 12.7 15.

0.5 7 pol" mm I (A)

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Óleo mineral parafínico - são relativamente estáveis e resistentes e não podem ser modificados facilmente com influências químicas. Contém em sua composição química hidrocarbonetos de parafina em maior proporção, demonstra uma densidade menor e é menos sensível a alteração de iscosidade/temperatura. Naftênico - Proveniente do refino do petróleo, o óleo mineral de base naftênica é hoje o fluido isolante mais usado na fabricação de transformadores de potência. Para tanto, apresenta certas características como Boa condutividade térmica; Alto ponto de fulgor; Baixo custo de produção em larga escala; Alta capacidade de regeneração; Grande quantidade de testes físico- químicos, facilitando a manutenção; Baixa toxicidade; Biodegradabilidade Ponto de fulgor , ou Ponto de Inflamação, é a menor temperatura na qual um combustível liberta vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamáve ASCAREL - Transformadores e capacitores antigos usam o óleo ascarel, uma bifenila policlorada (PCB), com alto teor de cloro em sua fórmula química - 54,4 %. Seu uso extensivo foi motivado por características técnicas excepcionais - grande rigidez dielétrica, alta condutividade térmica, boa estabilidade química, não-inflamabilidade e capacidade de resistir a altas temperaturas (650º C) Cromatografia - NBR-7070 / NBR-727 4- é uma técnica de separação de misturas e identificação de seus componentes. Uma Análise Cromatográfica dos gases determina a concentração dos gases dissolvidos no óleo mineral isolante. A sua formação no interior dos equipamentos pode ser causa de algum tipo de problema, como mau contato entre componentes internos, fugas de energia entre espiras, esforço à altas correntes de curto circuito Hidrogênio ( H2 ), Metano (CH4), Etano (C2H6), Acetileno (C2H2), Nitrogênio (N2), Dioxido de Carbono (CO2) Evidencia na presença de agentes contaminantes (água, sujeira, fibras celulósicas úmidas ou partículas cond) O aumento do fator de potência está ligado à presença de sustâncias que causam condutividade. O teste de acidez mede o teor de ácidos formados por oxidação A tensão interfacial mede a concentração de substâncias responsáveis pela formação da borra. É Indesejável, por interferir diretamente na capacidade de isolação do óleo, contribuindo para acelerar o envelhecimento tanto deste, como da isolação celulósica.

CAPACIDADE DE CONDUÇÃO -

CORRENTE ELETRICA REF A1 e A

Preto entre 00 CABOS ATE 750 V /1 KV :

Tipo de Isolação θz z θz sc θcccc

PVC 70 °C 100 °C 160 °C

HEPR / XLPE 90 °C 130 °C 250 °C

LSZH 70°C 70 °C 100 °C 160 °C

LSZH 90°C 90 °C 130 °C 250 °C

PVC (Cloreto de Polivinila) temperatura de 70 °C; EPR (Etileno-propileno) temperatura de 90 °C; XLPE (Polietileno Reticulado) temperatura de 90 °C;

  1. θz z - Temperatura no condutor em regime permanente (ou em serviço contínuo).
  2. θz sc - Temperatura no condutor em regime de sobrecarga em qualquer ponto do condutor. 3) θz z - Temperatura do condutor em regime de curto- circuito em qualquer ponto do condutor durante o regime de curto-circuito. OBSERVAÇÃO: A COMPOSIÇÃO DO CABO IRA DEFINIR A TEMPERTURA ADMISSIVEL PARA TRABALHO