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Platão. Fédon. Resumo., Esquemas de Filosofia

Resumo de platão, em fédon com as principais conceituações dispostas no texto.

Tipologia: Esquemas

2019

Compartilhado em 28/10/2019

kelvin-m-10
kelvin-m-10 🇧🇷

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PLATÃO. Fédon.
Equecrates dialoga com Fedon aluno de Sócrates, a respeito dos últimos dias da vida de
Sócrates. A esposa de Socrates estava lá, mais estava angustiada então Sócrates pede a ela que
volte para casa. Socrates relembra sonhos que ordenaram a ele que ele escreva fabulas tendo em
base esopo. Em seu ultimo dia Sócrates discute a questão da morte, imortalidade da alma, e a
vida após a morte. Sócrates é condenado por não acreditar nos Deuses do Estado e corromper a
juventude da Polis.
Sócrates busca argumentar sobre a vida após a morte afim de provar sua existência.
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. Inicialmente Equecrates diz transparecer uma intensa felicidade, em ações e palavras. Na
sequência Fedão fala sobre suas idas a cadeia e os diálogos filosóficos com Sócrates. Pg. 4-5
Cebes interpela Sócrates do porquê escrever poemas, se fora da prisão nunca o fizera, e a
correspondência destes poemas com Fabulas e Esopo. Sócrates responde que a muito tempo lhe
perturbava um sonho pedindo a ele para compor, então após o julgamento, queria compor
poemas em obediência ao sonho, versando as fabulas de Esopo que era oque tinha a mão,
mandando Cebete dizer a Eveno. Na sequência ainda surge a questão de que se fale a Eveno que
não se deve praticar violência contra si próprio, mas Cebete interpela que se não se ode praticar
suicídio por então ele diz que o filosofo deseja ir após de quem morre, Cebete responde que
ouviu de Filolau que não se deve fazer isso mas que não sabia particularidades de tal motivo,
mas que achava que aquele que passaria a outra vida, deveria investigar e imaginar essa viagem
ate o outro mundo. Pg.6-7
Sócrates faz a colocação que se ele não acreditasse na vida após a morte junto aos Deuses e
homens de bem, se levantaria contra a morte. Sócrates coloca a Símias que aqueles que se
dedicam verdadeiramente a filosofia podem não querer outra coisa, se não morrer ou estarem
mortos. começam discorrer sobre a verdadeira morte para o filosofo. Pg 8-9
Sócrates diz a Símias que fará a defesa que proferiu no tribunal afim de ver se convence=os, já
que no tribunal foi sem efeito. Argumenta que acredita que após a morte irá para junto de outros
Deuses, e depois para um lugar onde ficam homens bons, e esse é o fato de não se insurgir
contra a morte. Nesse momento Critão responsável por dar a droga que mataria Sócrates adverte
que a conversa esquenta e pode dificultar o efeito da droga. Socrates faz pouco caso do
comentário e continua.
Socrates coloca que o individuo que se dedicou a filosofia deve estar confiante na hora da
morte, pois este tem a esperança de participar de bens valiosos.
Para socrates aqueles que se dedicaram verdadeiramente a filosofia aspiram a morte e por tal
motivo não devem insurgir-se contra esta. Neste momento evidenciasse que a mote é a
separação da alma do corpo.Começa discorrer a separação dos objetivos do corpo e da alma. Pg
10
A alma aprende a verdade quando não esta submetida aos “comercios” do corpo, este e o modo
que a alma encontra a verdade. Na sequencia notamos que Socrates coloca os sentidos (visão,
audição...) como meios de confundir o filosofo, e somente pelo pensamento (raciocionio) poder-
se-ia encontrar a realidade sem deturpações dos sentidos.
Deste modo enquanto houver a junção corpo e alma, o filosofo não consegue chegar a verdade
perfeita, a obtenção do conhecimento é aquela que só poderá ser alcançada através da alma e
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PLATÃO. Fédon.

Equecrates dialoga com Fedon aluno de Sócrates, a respeito dos últimos dias da vida de Sócrates. A esposa de Socrates estava lá, mais estava angustiada então Sócrates pede a ela que volte para casa. Socrates relembra sonhos que ordenaram a ele que ele escreva fabulas tendo em base esopo. Em seu ultimo dia Sócrates discute a questão da morte, imortalidade da alma, e a vida após a morte. Sócrates é condenado por não acreditar nos Deuses do Estado e corromper a juventude da Polis.

Sócrates busca argumentar sobre a vida após a morte afim de provar sua existência.


. Inicialmente Equecrates diz transparecer uma intensa felicidade, em ações e palavras. Na sequência Fedão fala sobre suas idas a cadeia e os diálogos filosóficos com Sócrates. Pg. 4-

Cebes interpela Sócrates do porquê escrever poemas, se fora da prisão nunca o fizera, e a correspondência destes poemas com Fabulas e Esopo. Sócrates responde que a muito tempo lhe perturbava um sonho pedindo a ele para compor, então após o julgamento, queria compor poemas em obediência ao sonho, versando as fabulas de Esopo que era oque tinha a mão, mandando Cebete dizer a Eveno. Na sequência ainda surge a questão de que se fale a Eveno que não se deve praticar violência contra si próprio, mas Cebete interpela que se não se ode praticar suicídio por então ele diz que o filosofo deseja ir após de quem morre, Cebete responde que ouviu de Filolau que não se deve fazer isso mas que não sabia particularidades de tal motivo, mas que achava que aquele que passaria a outra vida, deveria investigar e imaginar essa viagem ate o outro mundo. Pg.6-

Sócrates faz a colocação que se ele não acreditasse na vida após a morte junto aos Deuses e homens de bem, se levantaria contra a morte. Sócrates coloca a Símias que aqueles que se dedicam verdadeiramente a filosofia podem não querer outra coisa, se não morrer ou estarem mortos. começam discorrer sobre a verdadeira morte para o filosofo. Pg 8-

Sócrates diz a Símias que fará a defesa que proferiu no tribunal afim de ver se convence=os, já que no tribunal foi sem efeito. Argumenta que acredita que após a morte irá para junto de outros Deuses, e depois para um lugar onde ficam homens bons, e esse é o fato de não se insurgir contra a morte. Nesse momento Critão responsável por dar a droga que mataria Sócrates adverte que a conversa esquenta e pode dificultar o efeito da droga. Socrates faz pouco caso do comentário e continua.

Socrates coloca que o individuo que se dedicou a filosofia deve estar confiante na hora da morte, pois este tem a esperança de participar de bens valiosos.

Para socrates aqueles que se dedicaram verdadeiramente a filosofia aspiram a morte e por tal motivo não devem insurgir-se contra esta. Neste momento evidenciasse que a mote é a separação da alma do corpo.Começa discorrer a separação dos objetivos do corpo e da alma. Pg 10

A alma aprende a verdade quando não esta submetida aos “comercios” do corpo, este e o modo que a alma encontra a verdade. Na sequencia notamos que Socrates coloca os sentidos (visão, audição...) como meios de confundir o filosofo, e somente pelo pensamento (raciocionio) poder- se-ia encontrar a realidade sem deturpações dos sentidos.

Deste modo enquanto houver a junção corpo e alma, o filosofo não consegue chegar a verdade perfeita, a obtenção do conhecimento é aquela que só poderá ser alcançada através da alma e

não das situações corpóreas em si mesmas, sendo assim só depois de mortos, pois enquanto vivos nenhum conhecimento será puro. Então a solução seria abster-se das coisas e sentidos do corpo o máximo possível, aproximar-se os filósofos uns dos outros, afim de que juntos possam reconhecer o que é pensamento puro e o que é pensamento submisso aos sentidos da natureza do corpo.

Purificação conceitua Sócrates, seria sempre que possível afastar o corpo dos sentidos da alma, e aprender a concentrar a alma em si mesma.

Sendo assim, a morte é, pois, a libertação da alma, pois a separa em definitivo dos sentidos do corpo. Sócrates acrescenta, os que se preparam para a morte são aqueles que praticam de fato a filosofia. Pag 13

Na sequencia Socrates elucida que aqueles que se desesperam diante da morte estão pro demais presos aos sentidos do corpo, sentimentos corpóreos, e que temperança é desprezar os apetites do mundo, dos sentidos, e viver com moderação sobre eles, prezando pois pela sabedoria, coragem, temperança, justiça, afim de que não se desespere na hora da morte, uma vez que aqueles que não passam por tal purificação tem um destino ruim ao chegar no Hades. Ja os purificados, está destinado aos lugares bons junto aos Deuses. Assim sendo Socrates revela que se trabalhou bem, vivendo e praticando a filosofia, como o crê, não tem o que temer, pois a morte liberta sua alma, para o novo, para o melhor, afastados das corrupções corpóreas.

Cebete coloca que os argumentos de Socrates trariam esperança ao povo, mas não há como se provar a imortalidade da alma, e que ao morrer ela logo se desfaz. Assim inicia-se a questão de onde estão as almas, e se de lá voltarão. Pg.

Na sequencia discutesse a questão da vida e morte e onde estariam as almas em todo esse processo, Socrates fala que seria erro da natureza que o ser nascente viesse da alma de um ser morto mas acredita que as almas dos mortos estão em algum lugar esperando para reviver. Pg 16 e 17

Neste ponto, tocasse na questão da imortalidade da alma, pela qual os vivos proveem dos mortos, as almas dos mortos existem e sua sorte depende de serem boas ou más.

Ao tratar do tema da imortalidade da alma, entrasse no argumento da reminiscência do conhecimento pelo qual o conhecimento não nasce do nada, ele advém da alma que preexistiu outros lugares, dai a se falar na imortalidade da alma.

Cebete interrompe Simias, e questiona que provas há da reminiscencia, e este argumenta dando por exemplo quaisquer pessoas que se bem orientada a pergunta conseguiriam responder coisas de um conhecimento prévio advindo da alma.

Na sequencia discutisse a questão do pré conhecimento e sua aquisição, Socrates conceitua o conhecimento como aquilo que conservamos e nunca perdemos. Então Socrates diz que ao nascer perdemos o conhecimento que no decorrer da vida vai se recuperando, deste modo aquilo que já se sabia e se esqueceu é algo reminiscente, ou seja, um conhecimento pré adquirido.

Neste ponto Socrates coloca pra Simias duas proposições, adquirimos o conhecimento ao nascer, ou nos recordamos ulteriormente de um conhecimento adquirido pela alma, imortal.

Deste modo, concluísse que as almas existem antes de assumirem os corpos humanos e possuírem o entendimento. Pg 22

Nasce, pois, outra questão colocada por Símias, após a alma deixar o corpo não poderia pois se este o fim dela, aceitaram o ponto que a alma já pré existia, mas a sua continuidade após a morte ainda não estava provada.pg.