

























Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
programacao neurolingistica conceitos basicos
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
1 / 33
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


























NEURO representa a realidade.
LINGÜÍSTICA como perceber e usar isto através da linguagem e da comunicação não verbal.
PROGRAMAÇÃO como ajudar as pessoas a organizar esta informação para atingir metas específicas.
A parte "Neuro" da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. "Compreendemos" a informação e depois agimos. Nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano.
A parte "Lingüística" do título indica que usamos a linguagem para ordenar nossos pensamentos e comportamentos e nos comunicarmos com os outros.
" Programação " refere-se à maneira como organizamos nossas idéias e ações à fim de produzir resultados. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados.
Getúlio Barnasque
"A PNL é uma ferramenta educacional, não uma forma de terapia. Nós ensinamos as pessoas coisas sobre como seus cérebros funcionam e elas usam estas informações para mudar." Richard Bandler.
Nas relações encontramos em determinadas situações algumas restrições:
Neurológicas: Comuns a todos os indivíduos: Visão, Audição, Tato, Gustação, Olfato Sociais: Comuns a alguns grupos: Idioma, Leis e Normas Psicológicas: Distinguem-nos e nos tornam únicos: Representações criadas a partir da história única de cada ser humano.
Mecanismos de Aprendizagem: Generalização, Omissão e Distorção
Cada pessoa possui um tipo de experiência da realidade, e a isto a PNL chama de mapa.
Captação de estímulos: A cada momento recebemos diversos estímulos do ambiente e estímulos internos, esses são percebidos por nossos 5 sentidos de percepção: visão, audição, olfato, paladar e tato. ‘Não se sabe ao certo quantos estímulos recebemos a cada momento, estima-se que seja algo entre 1 milhão a 4 milhões de estímulos simultâneos. Também é estimado que em média somos capazes de captar e registrar em torno de 1500 estímulos por segundo. De todos estes estímulos uma quantidade muito pequena é percebida em nível consciente, algumas pessoas percebem mais, outras menos. Em geral o ser humano comum é capaz de perceber de 5 a 9 (7 + ou -2) desses estímulos conscientemente. Uma das principais funções do cérebro humano é comparar e generalizar informações, de forma que possamos utilizá-las no futuro, porém essa utilização está limitada ao quanto percebemos do mundo ao nosso redor. Cada ser humano possui um aprendizado único de vida, em PNL chamamos de MAPA o conjunto desses aprendizados, assim cada pessoa possui um mapa ou modelo único do mundo. Não existe um mapa ou modelo mais certo ou mais errado do que o outro. Mapas com mais informações são mais ricos e tem mais opções de comportamentos, portanto maiores possibilidades de atingir seus objetivos.
Cada um tem seu próprio mapa de mundo formado por:
Nossos mapas mentais do mundo não são o mundo. Reagimos aos nossos mapas em vez de reagir diretamente ao mundo. Mapas mentais, especialmente sensações e interpretações, podem ser atualizados com mais facilidade do que se pode mudar o mundo.
Não Existem mapas mais "reais" ou "verdadeiros". Existem mapas mais efetivos e ecológicos, isto é, aqueles que dispõem de um número mais amplo e mais rico de escolhas, por isso: Se alguma coisa lhe parece de difícil execução (ou fácil), não tenha a pretensão de que ela o seja também aos outros.
Não é o "território" ou a "realidade" que limitam as pessoas, e sim as escolhas disponíveis percebidas através de seus mapas.
Seres humanos constroem seus modelos de mundo através do sistema nervoso.
Mapas de mundo são feitos de programas neurolonguisticos.
Mente e corpo formam um sistema inseparável (sistema cibernético).
Há uma profunda interação neurolingüística entre a linguagem e nosso modelo neurológico de mundo, conseqüentemente nós somos aquilo que acreditamos ser.
As experiências possuem uma estrutura. Nossos pensamentos e recordações possuem um padrão. Quando mudamos este padrão ou estrutura, nossa experiência muda automaticamente. Podemos neutralizar lembranças desagradáveis e enriquecer outras que nos serão úteis.
Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também. Podemos aprender como é o mapa mental de um grande realizador e fazê-lo nosso. Muita gente pensa que certas coisas são impossíveis, sem nunca ter se disposto a fazê- las. Faça de conta que tudo é possível. Se existir um limite físico ou ambiental, o mundo da experiência vai lhe mostrar isso. Corpo e mente são partes do mesmo sistema. Nossos pensamentos afetam instantaneamente nossa tensão muscular, respiração e sensações. Estes, por sua vez, afetam nossos pensamentos. Quando aprendemos a mudar um deles, aprendemos a mudar o outro.
Possibilidades individuais são sempre uma função do desenvolvimento e seqüenciamento dos Sistemas Representacionais (visual, auditivo e sinestésico).
Quanto mais houver coerência entre o que você faz e o que acredita e diz, mais efetivo e ecológico será seu mapa (modelo) de mundo.
“ Somos o que repetidamente fazemos, a excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito.” Aristóteles
Compreendendo a realidade
Realidade Objetiva:
É o mundo como ele é, sem interpretações. Se 50 pessoas diferentes observarem uma cadeira, devem estar de acordo sobre suas percepções objetivas, como o fato da cadeira ter 4 pernas, um assento e um encosto. A cadeira é um estimulo que existe na realidade objetiva.
Realidade subjetiva:
Essas 50 pessoas acima, provavelmente discordarão em opiniões como conforto e beleza, já que esses são conceitos abstratos e fazem parte do que chamamos de realidade subjetiva e depende do modelo de mundo ou mapa especifico de cada um.
Aquilo que consideramos como real é apenas uma representação interna da realidade objetiva, estando sujeita às interpretações de nossos mapas ou realidades subjetivas.
Portanto, tudo aquilo que percebemos da realidade objetiva forma nossos mapas ou realidades subjetivas. No entanto, o mapa não é o território, aquilo que consideramos como realidade é apenas a interpretação de estímulos sensoriais recebidos a cada momento. Se pudéssemos juntar em um único mapa todos os aprendizados de todos os seres humanos que existem e já existiram poderíamos ter uma idéia aproximada de como é a realidade objetiva.
Alucinação : é comum interpretamos a realidade subjetiva como se fosse objetiva isso pode gerar situações de conflito ou nos distanciar do momento presente, em PNL chamamos essa interpretação de alucinação, pode estar correta ou pode estar errada, é importante ter consciência de que muitas vezes alucinamos sobre a realidade objetiva.
Descrição baseada no sensorial: Levam em consideração os estímulos que percebemos através de nossos 5 sentidos, é a descrição da realidade objetiva sem interpretações.
Exemplo de interpretações ou alucinações:
“Quando o diretor executivo entrou na sala todos ficaram em silêncio por respeito.” “Ao ouvir seu nome ser anunciado ela ficou vermelha de vergonha.” “Durante a aula, alguns alunos ficaram entediados.” “No momento em que toquei no assunto x ele cruzou os braços demonstrando estar fechado para o que eu estava falando.”
Exemplo de descrições baseadas no sensorial:
“Quando o diretor executivo entrou na sala todos ficaram em silêncio” “Ao ouvir seu nome ser anunciado ela ficou com o rosto vermelho.” “Durante a aula, alguns alunos bocejaram e outros olhavam pela janela.” “No momento em que toquei no assunto x ele cruzou os braços.”
Outras premissas da PNL:
Imagens mentais, vozes interirores, sensações e sentimentos são os blocos básicos de construção de todos os nossos recursos mentais e físicos. Podemos usá-los para construir qualquer pensamento, sentimento ou habilidade que desejarmos, colocando-os depois nas nossas vidas onde quisermos ou mais precisarmos.
Cada um de nós tem a sua própria e única história. Através dela aprendemos o que querer e como querer, o que valorizar, e como valorizar, o que aprender e como aprender. Esta é a nossa experiência. A partir dela, devemos fazer todas as nossas opções, isto é, até que outras novas e melhores sejam acrescentadas. Se o que você está fazendo não está funcionando, faça outra coisa. Faça qualquer coisa. Se você sempre faz o que sempre fez, você sempre conseguirá o que sempre conseguiu. Se você quer algo novo, faça algo novo, especialmente quando existem tantas alternativas.
Tudo o que você faz ou diz conta um pouco do que se passa dentro de sua cabeça.
Nós somos aquilo que dizemos e fazemos! Confúcio
Sistemas representacionais (VAC)
Um mapa ou modelo de mundo é formado por representações internas da realidade objetiva filtradas pelos aprendizados pessoais.
Criada a partir de estímulos sensoriais, nossa Ri (representação interna) é composta de imagens, sons e precepções cinestésicas como cheiros, sabores e sensações táteis.
Em PNL nos referimos a esses filtros como canais ou sistemas representacionais VAC (visual, auditivo, cinestésico).
Cada canal possui suas próprias características e fisiologias associadas.
Visual = é formado por imagens e suas características, podem ser em movimento ou estáticas, coloridas ou em preto e branco e possuem sutilizas como brilho, foco, nitidez, etc...
Auditivo = formado por sons e suas caracterisiticas, como volume, velocidade, grave e agudo, etc. Também fazem parte do canal auditivo diálogos e sons internos.
Cinestésico = formado por cheiros, sabores e sensações táteis. (duro/mole,áspero/liso, quente/frio, etc...)
Comunicação inespecífica = cada palavra está relacionada a uma determinada representação interna, não existe um canal representacional inespecífico, porém algumas palavras podem ser representadas em qualquer canal por isso nos referimos a elas como inespecíficas.
Os movimentos de nossos olhos:
VC – Visual construído VR – Visual Recordado
AC – Auditivo construído AR – Auditivo Recordado
C – Cinstésico DI – Diálogo Interno
Nossos comportamentos e comunicação são acompanhados de movimentos oculares relacionados à forma com que a informação é processada internamente.
O exemplo da figura acima se aplica à maioria das pessoas destras, a maioria das pessoas canhotas (sinistras) apresenta o mesmo padrão, porém com direções trocadas.
É comum encontar pessoas destras que apresentam direções opostas à do exemplo e vive-versa, existem também alguns casos (raros) em que AR e VC são para um lado enquanto AC e VR são para o outro lado.
Quanto à localização sempre para cima será visual, no meio auditivo e para baixo cinestésico e diálogo interno.
Uma pessoa apresenta o mesmo padrão durante toda a sua vida.
Uma vez que uma imagem ou som seja construído, na próximo vez que for acessado será recordado/lembrado.
Não há cinestésico construído.
responder. Será suficiente então verificar a sua hipótese, colocando-a em relação com os predicados empregados quando da resposta verbal. O movimento dos olhos é, portanto, um outro meio de acesso aos processos internos de representação do seu interlocutor.
Freqüentemente, movimentos dos olhos e predicados trabalham em uníssono.
Em outros momentos, predicados e movimentos dos olhos diferem: "Sinto-me bem nesta situação" (predicado C), acompanhado de um movimento dos olhos para o alto à direita (V). Quando predicados e movimentos dos olhos diferem, os predicados indicam o sistema com o qual a pessoa dá um sentido à situação que está vivendo. É o sistema de representação propriamente dito. Os movimentos dos olhos indicam o sistema condutor que esta pessoa toma emprestado para chegar a essa representação.
Uma maneira de detectar a dominante sensorial de uma pessoa é ouvi-la falar, estando- se particularmente atento às palavras de base sensorial. Quando nos descreve sua experiência, nosso interlocutor seleciona, em geral num nível inconsciente, as palavras que a representam melhor.
As palavras escolhidas por aqueles que nos falam são o reflexo dos processos internos que utilizam para construir sua experiência presente.
Escutando os predicados (os verbos, os adjetivos e os advérbios), podemos saber que sistema de representação uma pessoa utiliza num dado momento. Por exemplo:
Por mais surpreendente que pareça, nossos interlocutores nos dizem a cada instante o que estão fazendo interiormente. Além disso, fazem-no também de forma não verbal, através dos gestos e movimentos oculares. Abaixo alguns exemplos de palavras de base sensorial.
VISUAL (v) AUDITIVO (a) CINESTÉSICO (k ou c)
Ver, olhar mostrar, perspectiva imagem claro, esclarecer luminoso, sombrio brilhante, colorido visualizar, iluminar vago, impreciso, nítido brumoso, uma cena horizonte, clarão fotográfico
Ouvir, falar dizer, escutar perguntar, dialogar acordo, desacordo soar, ruído ritmo, melodioso musical harmonioso tonalidade, discordante sinfonia, cacofonia gritar, urrar
Sentir, tocar em contato com conectado, relaxado concreto, pressão sensível, insensível sensitivo, delicado sólido, firme, imobilizado mole, ferido, ligado caloroso, frio tensão, duro, excitado carregado, descarregado
Percebe experimenta entende pensa aprende processa decide motiva considera muda tem em mente
Certos predicados não são precisos do ponto de vista sensorial, e é esta a razão por que uma frase não lhe dará indicação nesse domínio. Caso de palavras como: compreender, pensar, recordar-se, saber, crer etc. Nesse caso, perguntas simples, do tipo "Como você sabe isso?" ou "Como você faz para aprender isso/recordar-se etc.?", permitem obter a informação. Seu interlocutor o informará do processo interno que utiliza. É provável que você receba respostas como: "Bem, vejo que... ou "Digo a mim mesmo que...", ou ainda "Sinto que..." Às vezes, ao contrário, você descobrirá vários sistemas utilizados na mesma frase.
Ao escutar cada uma dessas frases, temos condições de saber como o indivíduo constrói instante a instante sua experiência da realidade. Numa situação de tomada de decisão, por exemplo, para o visual, ver é crer; já o auditivo precisa de algo que lhe fale; o cinestésico terá necessidade de senti-lo.
Estas informações têm repercussões importantes em matéria de comunicação e podem mostrar-se decisivas no campo profissional.
AUDITIVO
Fisiologia
Olhos = no centro, na direção dos ouvidos. Fala = cadenciada com tom de voz médio. É comum o uso de onomatopéias. Corpo = Ombros e tórax em posição média. Respiração = média. Localizada na parte média do tronco. Roupas = dá preferência aos sons. Mãos = movimentos na altura dos ombros. Frequentemente apontam para os ouvidos. Tamborilar dedos, balançar a cabeça, etc...
Personalidade Auditiva: Sintetizador Negociador Bom ouvinte Orador Político Criativo com as palavras, em slogans, apelidos, etc... Pensamento lógico Racionalizador Falador/ fofoqueiro Pode viver recordando elogios, criticas e ofensas ou viver no futuro: utopias teóricas.
Profissões com as quais se identifica facilmente: Profissões normativas e/ou que dá nomes e explicações aos objetos e pessoas. Vendedor, professor, político, juiz, advogado, locutor, cantor, psicólogo.
Principais valores: Inteligência verbal, valores em geral, justiça, conciliação.
Desvaloriza a estética, sentimentos e sensações próprios e dos outros.
Modelo de mundo do auditivo: Contém informações da partes audíveis do mundo Funciona através de sons, palavras, diálogos internos Tende a eliminar estímulos visuais e cinestésicos.
CINESTÉSICO
Fisiologia
Olhos = para baixo. Fala = lenta e às vezes baixa. Corpo = Ombros e tórax relaxados. Respiração = lenta e profunda. Localizada na parte inferior do tronco. Roupas e objetos = dá preferência por roupas confortáveis. Fatores como maciez e textura são levados em consideração. Mãos = movimentos lentos e pequenos no centro do corpo. Podem estar se tocando ou tocando o outro.
Personalidade Cinestésica: Emocional Agressivo Carinhoso Aberto Gosta de gente Sensível Criativo na expressão corporal e nos sentimentos Pode ser exagerado emocionalmente Agressivo/submisso Carente Suplicante Sensual/sexual Depressivo Violento Dança muito bem
Profissões com as quais se identifica facilmente: Profissões que dá emoções e movimento aos objetos e as pessoas. Ator, artista, psicólogo infantil, professor para crianças, professor de dança, todas as funções que lidam com gente.
Principais valores: Sentimentos, contatos e liberdade.
Desvaloriza a ordem, estética e pensamento lógico.
Modelo de mundo do Cinestésico: Contém informações da partes “sensíveis” da realidade. Funciona através das constatações de sensações no presente. Tende a eliminar estímulos visuais e auditivos.
Mônica Teixeira
Existem algumas palavras que fazem uma grande diferença quando nos comunicamos,
SE e QUANDO
Para a maioria das pessoas, quando utilizam o “se” formam imagens mentais associadas com "se X " pouco claras, indecisas, titubeantes, como um desejo, o qual não têm certeza de alcançar. As sensações do "se X" usualmente não são muito motivadoras e nem muito fortes. Quando é mudada para quando , para muitas pessoas a imagem surge mais próxima, torna-se maior, pode se tornar mais colorida, parece muito mais realizável, dando a certeza da realização. Se torna mais um fato do que um “sonho”. Esta diferença entre quando e se pode ser semelhante à diferença entre acreditando e desejando para pacientes em tratamento, por exemplo. Quando eles acreditam que vão ficar bem, eles tomam mais atitudes que lhes darão melhores chances de alcançar aquele resultado. Se eles apenas têm esperança de ficar bem eles não fazem muito porque estão inseguros de qualquer benefício. Imagine suas diferentes reações agora se um médico lhe dissesse:
Mônica Teixeira
O MAS diminui ou mesmo apaga qualquer coisa que o precede: "Muito obrigado, MAS..." "Eu gosto de você, MAS..."
palavra “MAS” opõe os fatos que ocorrem simultaneamente
Mais interessante que retirar os Mas de seu vocabulário, é utiliza-lo ecologicamente: Por exemplo:
(chefe) "Suas vendas estavam indo bem na semana passada, mas nesta semana seu índice está muito baixo, e estou muito desapontado com isso." Positivo... > MAS...>Negativo
(Líder) podemos decidir "girar" a sentença e dizer: "Então, nesta semana seu desempenho está baixo, mas na semana passada você estava se muito melhor. Como posso te ajudar?". Negativo...>MAS...>Positivo
Ele poderia ter feito melhor este relatório mas, de um modo geral ele é muito bom no que faz.
Aqui houve uma falha mas, fora isto que pode ser facilmente resolvido, o trabalho está bom.
O que é realmente importante aqui é que o que está depois do MAS, e a fisiologia e as sensações a ele ligados permanecem, porque eles estão "ligados" pelo MAS. Assim é possível de uma certa forma, ao usar MAS controlar seu estado e como você se sente sobre coisas diferentes. Outra coisa interessante é que a imagem representando as coisas nos diferentes lados de MAS diferem de uma forma interessante: a imagem sobre a parte que vem antes de MAS é realmente menor, mais distante, mais opaca. Estas e outras submodalidades similares fazem parecer menos importante. Por outro lado, a imagem sobre a parte que vem depois de MAS é usualmente maior, mais próxima e mais brilhante. Estas e outras submodalidades similares fazem-na parecer mais importante.
Outras palavras “MAS”: Porém No entanto Embora Contudo Apesar, Todavia, etc.