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portfolio educaação maker, Notas de estudo de Pedagogia

portfolio pronto educação maker

Tipologia: Notas de estudo

2025

Compartilhado em 24/10/2025

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keila-mello-3 🇧🇷

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PORTFÓLIO
Disciplina – Prática Pedagica: Educão Maker
I IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Acadêmico:
Keila Mello
Turma: FLD6768375HUM
Tutor Externo
Adriana Prado Santana Santos
Semestre
2025/2
ETAPA I (ANEXO 1) - ESCOLHA DO OBJETO DE ESTUDO / CASE / NOTÍCIA ou
LIVRO DIDÁTICO. (Início da elaboração do portfólio).
A Educação Maker é um modelo pedagógico que valoriza o ‘aprender
fazendo’ promovendo a criatividade, a inovação e o protagonismo dos
alunos. Em um ambiente make, os alunos têm a oportunidade de
experimentar, errar e aprender com os erros,
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PORTFÓLIO

Disciplina – Prática Pedagógica: Educação Maker

I IDENTIFICAÇÃO

Curso: Pedagogia Acadêmico: Keila Mello Turma: FLD6768375HUM Tutor Externo Adriana Prado Santana Santos Semestre 2025/ ETAPA I (ANEXO 1) - ESCOLHA DO OBJETO DE ESTUDO / CASE / NOTÍCIA ou LIVRO DIDÁTICO. (Início da elaboração do portfólio). A Educação Maker é um modelo pedagógico que valoriza o ‘aprender fazendo’ promovendo a criatividade, a inovação e o protagonismo dos alunos. Em um ambiente make, os alunos têm a oportunidade de experimentar, errar e aprender com os erros,

construindo conhecimento de maneira ativa e contextualizada. Ao desenvolver o roteiro, criamos um plano detalhado para analisar o livro didático ‘Girassol’. Nesta etapa, analisamos detalhadamente a organização da obra, verificando se é apropriada para a faixa etária indicada dos alunos. Avaliamos também se o conteúdo é apresentado de forma clara e se é facilmente compreensível. Ao observar e analisar o livro didático, constatamos que ele atinge plenamente seus objetivos. A obra é estruturada de maneira excelente, apresentando os conteúdos de forma clara e eficiente dentro do contexto da educação ETAPA II (ANEXO 2) - ESTRATÉGIAS DE ESTUDO E ANÁLISE DO OBJETO DE ESTUDO A obra escolhida é disponibilizada gratuitamente pela escola aos estudantes, que utilizam no momento da aula e posteriormente ficam armazenados na Biblioteca Escolar. Em relação à estrutura e organização, observou-se que a sequência dos conteúdos propostos segue a orientação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), da mesma forma, temos na obra um sumário onde é disponibilizada as páginas referentes a cada capítulo, além disso, sua sequência didática é organizada de forma com que os conteúdos abordados façam sentido um com o outro. Acerca do conteúdo de modo geral, o livro analisado apresenta coerência em relação à norma culta da língua portuguesa, além de exemplificar com clareza os conteúdos abordados. O fato de a obra ser de manual do professor também traz alguns exemplos de como trabalhar alguns conteúdos presentes pedagogicamente. Com relação ao tema da Prática Pedagógica, observou-se que a obra carrega consigo propostas inovadoras em relação ao ensino/aprendizagem das crianças. As atividades propostas trás elementos que diferem da prática tradicional, onde somente o professor é possuidor de conhecimento, nessa abordagem temos uma maior valorização da criança enquanto estudante. Foi possível observar que os elementos gráficos auxiliam em uma maior compreensão do conteúdo abordado, a utilização de imagens verbais e não verbais faz com que o estudante tenha um maior entendimento do conteúdo que está sendo abordado.

ETAPA III (ANEXO 3) - CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS E CRIATIVAS

Com as adaptações e melhorias nos livros didáticos, os alunos podem ir além de só receber informações e passam a ser mais participativos sendo também transmissor de informações. Por muitos anos o livro didático era o único material de apoio para os professores, e para os alunos desenvolverem sua aprendizagem. Mas com o avanço das tecnologias o livro didático começou a ficar desinteressante para os alunos, pois os livros traziam os conteúdos como verdades absolutas e acabadas, porém foi preciso repensar os conteúdos e metodologias para o ensino aprendizado, pois o livro didático pode ser uma ferramenta valiosa para auxiliar o professor, porém é preciso que o professor vá além do que o livro didático propõe para que os alunos não percam o interesse. Este livro didático escolhido (Girassol) ajuda o educador no planejamento sugerindo caminhos e sequências lógicas para o ensino aprendizagem dos alunos, assim o professor tem mais liberdade para inovar em estratégias e metodologias para realizar as atividades propostas oferecendo fontes de pesquisas e exercícios dentro do próprio livro para favorecer o interesse e dedicação dos alunos.

ETAPA IV (ANEXO 4) - ELABORAÇÃO DO RESUMO EXPANDIDO

Educação Maker e o Livro Didático Girassol: possibilidades para uma aprendizagem ativa Resumo A Educação Maker, pautada na ideia do “aprender fazendo”, propõe uma nova forma de ensinar e aprender, na qual o estudante é protagonista de sua própria construção do conhecimento. O presente estudo tem como objetivo analisar o livro didático Girassol , verificando como ele pode ser utilizado dentro da perspectiva da Educação Maker, favorecendo o desenvolvimento da criatividade, autonomia e aprendizagem significativa. A metodologia adotada baseia-se em uma análise do qualitativa material, considerando sua estrutura, sequência didática e coerência com as competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A análise revelou que, embora o livro mantenha características tradicionais, ele apresenta potencial para o uso de metodologias ativas, desde que o professor o utilize como ponto de partida para práticas inovadoras. Assim, compreende-se que o Girassol pode ser um instrumento de apoio relevante para a promoção da cultura maker, desde que mediado por um educador que estimule a investigação, o trabalho em equipe e a experimentação. Palavras-chave: Educação Maker. Livro Didático. Aprendizagem Ativa. BNCC. Criatividade.

1. Introdução A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) orienta que a educação contemporânea deve desenvolver competências que preparem os alunos para atuar em uma sociedade em constante transformação, pautada pela cultura digital, pela colaboração e pelo protagonismo estudantil. Nesse cenário, a Educação Maker surge como uma proposta pedagógica inovadora, fundamentada no princípio do “aprender fazendo”, que estimula a autonomia, a criatividade e a resolução de problemas reais. Compreendida como uma das vertentes das metodologias ativas, a Educação Maker incentiva os estudantes a aprenderem de forma prática, por meio da criação de projetos, da experimentação de ideias e da busca por soluções criativas para desafios cotidianos. Essa abordagem se distancia do ensino tradicional, centrado na memorização e na transmissão de conteúdos, aproximando-se de uma educação mais significativa, colaborativa e voltada para o desenvolvimento integral do aluno. Além disso, a Educação Maker dialoga diretamente com os princípios da BNCC ao valorizar a interdisciplinaridade, a cultura digital e o protagonismo dos estudantes, permitindo que eles se tornem agentes de sua própria aprendizagem. A ênfase na prática e na experimentação desperta o interesse e o engajamento, promovendo aprendizagens duradouras e contextualizadas. Nesse contexto, o presente trabalho tem como objetivo analisar o livro didático Girassol, utilizado na educação infantil, observando de que forma ele pode ser articulado à Educação Maker e contribuir para uma aprendizagem ativa. Busca-se compreender de que maneira o professor pode transformar o livro em um instrumento que vá além da leitura e das atividades convencionais, tornando-se uma ferramenta para experiências criativas, colaborativas e voltadas ao desenvolvimento das competências gerais da BNCC. Assim, pretende-se refletir sobre o papel do educador como mediador desse processo, capaz de promover situações de aprendizagem nas quais o livro didático seja ponto

conhecimento, adaptando os recursos disponíveis para promover uma aprendizagem mais significativa. Assim, a função do educador é essencial para fazer do Girassol um ponto de partida para projetos maker. Por exemplo, uma atividade de observação de plantas no livro pode ser transformada em um projeto de construção de uma horta escolar, envolvendo planejamento, pesquisa e acompanhamento coletivo — características típicas da cultura maker. Dessa forma, o professor utiliza o conteúdo do livro como gatilho para experiências práticas, aproximando o aluno do contexto real e desenvolvendo habilidades socioemocionais e cognitivas.

3. Reflexões Finais A análise do livro Girassol evidenciou que, embora ainda siga uma estrutura tradicional, ele apresenta um potencial significativo para ser trabalhado dentro da perspectiva da Educação Maker, desde que o professor adote uma postura mediadora, criativa e investigativa. A cultura Maker possibilita que o estudante desenvolva autonomia, curiosidade e senso de pertencimento, valores fundamentais para a formação de cidadãos críticos, criativos e participativos. Ao observar o material didático sob essa ótica, percebe-se que o livro pode se transformar em uma poderosa ferramenta de aprendizagem ativa, desde que as propostas sejam reinterpretadas e ampliadas com base na experimentação e na resolução de problemas reais. O professor, nesse contexto, deixa de ser um mero transmissor de conteúdos e passa a atuar como orientador e facilitador de experiências significativas, promovendo o aprender fazendo como prática pedagógica cotidiana. O uso do livro didático aliado às metodologias ativas amplia o papel do aluno, transformando-o em protagonista do próprio processo de aprendizagem. Essa mudança de perspectiva é essencial para a educação contemporânea, pois incentiva o estudante a agir com autonomia, a buscar soluções criativas e a compreender o erro como parte do processo de construção do conhecimento. Portanto, o Girassol pode servir como base para a construção de práticas pedagógicas inovadoras, que unam teoria e prática, leitura e criação, conhecimento e ação. Cabe ao professor reconfigurar as atividades propostas, acrescentando momentos de investigação, colaboração e produção, de modo que o conteúdo ganhe sentido no contexto do aluno e dialogue com sua realidade. Além disso, ao integrar a Educação Maker ao livro didático, a escola se aproxima de uma visão mais humanizadora e dinâmica do ensino, na qual o estudante é visto como sujeito ativo, capaz de pensar, criar e transformar o mundo à sua volta. Essa integração estimula não apenas o desenvolvimento cognitivo, mas também as dimensões socioemocionais, fortalecendo competências como empatia, cooperação, persistência e responsabilidade. É importante destacar que a efetivação dessa proposta depende fortemente da formação continuada dos professores e da abertura institucional para práticas mais flexíveis e criativas. O ambiente escolar deve se tornar um espaço que acolhe a experimentação, o erro e a descoberta, favorecendo uma cultura de inovação e aprendizado compartilhado. Nesse sentido, a BNCC serve como aliada, pois valoriza competências gerais como o pensamento crítico, a argumentação, o repertório cultural e a responsabilidade, todos plenamente desenvolvidos pela abordagem maker. Ao adotar essa postura pedagógica, a escola cumpre seu papel de formar sujeitos capazes de pensar, agir e transformar a sociedade. A Educação Maker, ao lado do livro didático, representa uma ponte entre o conhecimento formal e as experiências do cotidiano, promovendo uma aprendizagem mais viva, contextualizada e significativa. Assim, o processo educativo se torna uma jornada de criação e descoberta, na qual professores e alunos

aprendem juntos, construindo caminhos para uma educação mais humana, inclusiva e transformadora. Em síntese, a articulação entre o Girassol e a Educação Maker demonstra que não é necessário abandonar o livro didático, mas ressignificá-lo, conferindo-lhe um novo papel dentro das práticas pedagógicas atuais. Ao integrar projetos, tecnologias e a resolução de problemas reais, o professor potencializa o conteúdo e transforma a sala de aula em um verdadeiro laboratório de aprendizagem, onde cada estudante é convidado a experimentar, criar e construir seu próprio conhecimento. Referências BLIKSTEIN, Paulo. FabLearn: Educação Maker e o futuro da aprendizagem. São Paulo: Penso, 2018. DEWEY, John. Experiência e Educação. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2019. MORAN, José. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. São Paulo: Papirus, 2020. PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artmed, 2008. VALENTE, José Armando. Formação de professores e cultura digital. Campinas: Unicamp,