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portifolio da faculdade, Resumos de Geografia

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Tipologia: Resumos

2022

Compartilhado em 06/05/2022

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JEANNY FERREIRA DO NASCIMENTO NOGUEIRA
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATORIO II: ANOS INICIAIS
DO ENSINO FUNDAMENTAL
ANHANGUERA UNIDERP
PEDAGOGIA
Campo Grande
2022
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JEANNY FERREIRA DO NASCIMENTO NOGUEIRA

RELATÓRIO DO

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATORIO II: ANOS INICIAIS

DO ENSINO FUNDAMENTAL

ANHANGUERA UNIDERP

PEDAGOGIA

Campo Grande 2022

Campo Grande 2022

RELATÓRIO DO

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATORIO II: ANOS INICIAIS

DO ENSINO FUNDAMENTAL

Relatório apresentado à Anhanguera Uniderp, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de ESTAGIO CURRICULAR OBRIGATORIO II: ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL de Pedagogia.

JEANNY FERREIRA DO NASCIMENTO NOGUEIRA

INTRODUÇÃO

O Ensino Fundamental tem sido bem estudado no Brasil, notadamente em seu primeiro segmento, que compreende os cinco anos iniciais da escolaridade básica e, desde 2006, o início da escolarização, aos 6 anos. Os outros quatro e últimos anos não têm recebido a mesma atenção. Dessa forma, escrever sobre os anos finais do Ensino Fundamental2 é uma tarefa bastante difícil por algumas razões. Há pouquíssimos estudos que tratam sobre essa fase de ensino, embora exista farta literatura sobre a criança que inicia o processo escolar e o adolescente que está em vias de concluí-lo, teórica e idealmente aquele que tem entre 15 e 17 anos. Nesse último caso, a maior parte refere-se ao “jovem” e à “juventude” que frequenta o Ensino Médio e conta, portanto, com 15 anos de idade ou mais. Dos que se encontram na faixa etária dos 11 aos 14 anos, pouco ou nada se sabe a respeito de sua experiência escolar. Outra dificuldade reside no fato de que esses dois campos do conhecimento – o que estuda os processos internos à prática pedagógica e o que analisa a relação da escola com os jovens – são apartados e não dialogam entre si. Parece haver, assim, um abismo entre pesquisadores que focam as questões pedagógicas sem incluir a discussão sobre juventude e estudiosos que pensam nos jovens, mas não se nutrem das discussões provenientes das teorias pedagógicas, isto é, não dialogam com a reflexão que vem sendo feita sobre currículo, didática e organização escolar. Mas, nesse último caso, novamente, não está se pensando no adolescente de 11 a 14 anos.

1 LEITURAS OBRIGATÓRIAS

Em seu texto “A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem”, Thiesen, doutor em Ciências Pedagógicas, afirma que a interdisciplinaridade é uma grande mudança paradigmática, pois vem resolver a questão da fragmentação do conhecimento. A realidade é complexa e requer um pensamento multidimensional e não unilateral, como é atualmente na grade curricular. Juarez aponta que cada vez mais as disciplinas necessitam umas das outras, pois a interdisciplinaridade contribui para uma melhor compreensão entre teoria e prática, formação mais crítica e criativa. Porém, a interdisciplinaridade na prática se torna difícil, pois os próprios professores se formam através de uma estrutura disciplinar. O doutor em Educação pela UNIESP, Ivo Tonet, em “Interdisciplinaridade, formação humana e emancipação humana”, traz uma opinião divergente em relação ao autor citado anteriormente. Segundo ele, a interdisciplinaridade não é uma solução correta para o problema da fragmentação e especialização do conhecimento. Primeiramente, pensa-se erroneamente que a complexificação e fragmentação são simplesmente resultados naturais dos processos sociais. Para Tonet, tais processos não são naturais porque estão relacionadas com a divisão do trabalho e de classes que ocorreram com a ascensão da burguesia a partir do Século XVII. Essa separação social foi essencial para que também ocorresse a divisão entre as ciências. Ademais, a fragmentação da sociedade em todos seus aspectos permite a exploração do capital sobre o trabalho e, portanto, a manutenção dos interesses das classes dominantes. O autor é taxativo ao afirmar que a única forma de superar o caráter fragmentado do saber é com o fim do capitalismo e ascensão de uma forma de sociabilidade comunista. Cada um dos textos apresentados trabalha diversos aspectos em relação à interdisciplinaridade entre as ciências e os conhecimentos. Tonet caminha pelo âmbito filosófico para explicar o tema, enquanto Thiesen o relaciona mais objetivamente à educação. No entanto, ambos reconhecem que a interdisciplinaridade ainda é um conceito bastante complexo e utópico, principalmente porque vivemos em uma sociedade cercada de divisões e no qual a formação dos profissionais é disciplinar. Não é preciso ir tão longe quanto Tonet ao

2 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)

  1. O que é o PPP e qual a importância desse documento para o ambiente escolar? é um instrumento que reflete a proposta educacional da instituição de ensino. Também conhecido apenas como projeto pedagógico, é um documento que deve ser produzido por todas as escolas, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). esse instrumento pode expressar a cultura, os valores, as crenças e os significados do modo de pensar e agir de todos que colaboram com a elaboração do documento na escola. Nesse sentido, o PPP deve ser um caminho para que os alunos demonstrem suas habilidades e, assim, gerem mais valor ao ambiente educativo. A partir do planejamento, os gestores têm uma melhor orientação e organizam o calendário de aulas. Mas, além do aspecto pedagógico, o PPP funciona como uma ferramenta aos assuntos burocráticos e logísticos da escola. É possível, por exemplo, checar a formação dos educadores, verificar a quantidade de estudantes por turma, quais são os recursos necessários para o desenvolvimento das atividades, entre outros. Sendo assim, o projeto político pedagógico é considerado um instrumento fundamental para a gestão de ensino. Contudo, ainda existem desafios em relação ao processo de construção do documento. Por ser um instrumento coletivo, por vezes, a equipe escolar pode ter dificuldade de contar com a participação da comunidade em sua elaboração.
  2. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo que define as aprendizagens essenciais que todos os alunos devem se apropriar na educação básica. Sendo assim, todas as escolas devem organizar seu currículo a partir desse documento. Com base na leitura que você realizou, como as competências gerais da Educação Básica se inter-relacionam com o PPP? Se relaciona aos pressupostos básicos para a atuação didática, estando alinhado com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).. A revisão do PPP se pauta, principalmente, em considerar quais são as principais competências e habilidades que os alunos precisam desenvolver. Dentre elas, habilidades emocionais, tecnologia e autonomia do aluno são algumas das mais apontadas. Para a Educação Infantil, por exemplo, as competências a serem desenvolvidas foram organizadas por campos de experiências e se baseia em seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento, que são conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se.
  3. A avaliação da aprendizagem é um elemento crucial no processo de ensino e de aprendizagem, visto que oportuniza indícios dos avanços escolares e dos pontos que precisam ser aperfeiçoados. Com base na

leitura que você realizou do PPP, de que modo a escola apresenta o processo de avaliação? Tem se mostrado de forma diferenciada, em relação aos das últimas décadas, pelo fato de que visa cada vez mais o desenvolvimento de práticas que estejam propensas a promover um feedback a ambas as partes. A avaliação da aprendizagem não pode ser separada de uma necessária avaliação institucional, mesmo que elas sejam de natureza diferente: enquanto está diz respeito à instituição, aquela se refere mais especificamente ao rendimento escolar do aluno. São distintas, mas inseparáveis. O rendimento do aluno depende muito das condições institucionais e do projeto político-pedagógico da escola. Em ambos os casos a avaliação, numa perspectiva dialógica (ROMÃO, 1998), destina- se à emancipação das pessoas e não à sua punição, à inclusão e não à exclusão ou, como diz Cipriano C. Luckesi (1998:180) “à melhoria do ciclo de vida”. Por isso, o ato de avaliar é, por si, “um ato amoroso” (Idem, ibidem). Nos últimos anos a avaliação institucional vem ganhando importância também no ensino básico. Em alguns casos ela foi erigida pelos Sistemas Educacionais como prioridade e tornou-se parte de uma política de Estado explícita (BITAR, 1998), para a melhoria da supervisão e apoio técnico às escolas, para a melhor alocação de recursos, bem como para verificar o impacto de inovações introduzidas, como, por exemplo, a formação continuada do magistério e a implantação de ciclos.

pois ao usar a criatividade de maneira a preservar os conteúdos programáticos vinculam-se aos contextos, que podem ter evidência prática na vida real, social e comunitária do aluno. Convém ressaltar que a ética e a cidadania são temas que devem ser inseridos em todas as disciplinas, de maneira interdisciplinar e transdisciplinar contribuindo para a qualidade da construção de saberes e valores cognitivos, afetivos e sociais.

  1. Qual a importância de se trabalhar com os TCTs na escola? Os TCTs contribuem para a contextualização das disciplinas, mobilizando o interesse e desejo do estudante no processo da aprendizagem e, consequentemente, na sua constituição cidadã. Esses temas ajudam o professor a superar a lógica da fragmentação dos saberes e promover aulas mais inter e transdisciplinares, promovendo diálogos, links e conexões interessantes e significativos entre as áreas do conhecimento. Isso dá sentido ao conteúdo! Além disso, através dos TCTs, os estudantes têm a oportunidade de vivenciar os conhecimentos, utilizando-os de forma contextualizada, abarcando todas as dimensões da sua aprendizagem.
    1. Dos TCTs listados, quais podem ser trabalhados de forma transversal no seu curso de graduação? Os Temas Contemporâneos Transversais (BNCC) que podem ser trabalhados na Educação Infantil envolvem seis campos: Meio Ambiente (Educação Ambiental, Educação para o consumo, os ciclos da natureza, sociedade e meio ambiente, manejo e conservação ambiental), Saúde (Educação Alimentar e nutricional autocuidado, vida coletiva); Multiculturalismo (Diversidade cultural, Educação para valorização do culturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras); Ciência e Tecnologia (Ciência e suas tecnologias); Cidadania e Civismo (Vida familiar e social, Educação para o trânsito, Educação em Direitos Humanos, Direitos da criança e do adolescente, Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso) Economia (Trabalho, Educação financeira, Educação fiscal)

4 ATUAÇÃO DO PROFESSOR E SUA INTER-RELAÇÃO COM A EQUIPE

ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA

  1. Considerando os conhecimentos abordados sobre a docência na educação infantil, aponte três atividades que fazem parte da rotina de trabalho do professor e explique como essas atividades devem ocorrer. Atividades de organização coletiva: As crianças definem o que desejam fazer, e para isso é necessário que o ambiente, em termos de materiais e espaços, dê condições. Já as crianças maiores podem participar na própria organização das atividades. Uma festa, por exemplo, é uma atividade coletiva que pode ser organizada junto com as crianças. O mesmo pode ser feito com relação a um passeio, uma visita fora da instituição. Atividades de cuidado pessoal: Não devemos separar o “cuidar” do “educar”. Uma das preocupações básicas das atividades de cuidado pessoal é com a saúde, entendendo a saúde como sendo o bem-estar físico, psicológico e social da criança. A higiene, o sono e a alimentação são algumas das principais condições para a sua vida, é necessária uma atenção maior em relação à limpeza e aos hábitos adequados de higiene. Também a alimentação é muito importante e não deve ser encarada com momento de dificuldade e de tensão. É importante observarmos alguns detalhes, tais como: o uso do guardanapo, a utilização correta dos talheres, e a ingestão de líquidos no momento adequado. É possível organizar na creche brincadeiras e músicas que envolvam questões de higiene e alimentação. O sono é outro fator relevante para a saúde da criança, o ideal é que sejam ofertadas outras opções de atividades para as crianças que não querem ou não conseguem dormir. O problema da exigência dos momentos de sono da criança é o resultado da falta de pessoal. Mas isso não é correto? Importante: as crianças nunca devem dormir sem a presença de um adulto para atender a qualquer eventualidade, como passar mal, acordar aos sustos, por exemplo. Além disso, o horário é de descanso das crianças e não do profissional, que neste momento está trabalhando! O momento do banho é especial para a criança na creche. No berçário, devemos cuidar da temperatura da água, arrumar as roupas antecipadamente e escolher os brinquedos para entreter a criança antes, durante e após o banho. No maternal pode-se dar banhos de mangueira nas crianças, ou mesmo instalar chuveiros externos quando as condições climáticas assim permitirem. Atividades dirigidas: Na creche, as atividades dirigidas são aquelas que o professor realiza com uma ou poucas crianças, procurando chamar a atenção pra algum elemento novo do ambiente, como uma figura, uma brincadeira com som etc. No momento em que as crianças aprendem a andar é relevante realizar passeios pela creche. O adulto deve coordenar inúmeras atividades com as crianças, a partir de certa idade, tais como: contar histórias, fazer teatro com fantoches, ensinar músicas e brincadeiras de roda, brincar de esconde-esconde. O interessante é propor atividades à criança e deixá-la segura para escolher a forma de

5 METODOLOGIAS ATIVAS COM USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS

O ambiente escolar, ainda mais no ensino infantil, desempenha papel fundamental na socialização da criança, condição essencial para sua adaptação aos outros períodos escolares, tanto social quanto intelectualmente, e à vida em sociedade, em geral. E é através do professor, principalmente o da educação infantil, que a criança pode se desenvolver plenamente nessa etapa. É sempre oportuno lembrar que o professor, nessa etapa, deve usar as brincadeiras, naturais do período de desenvolvimento em que a criança se encontra e que favorecem seu amadurecimento, para ancorar seu conhecimento e ensino, fazendo perguntas, comentando, desafiando e incentivando a verbalização. Sua função, além das atribuições gerais a todo professor como planejamento, registro, execução de aulas, é a de mediador, facilitando a aproximação das crianças consigo e entre elas, decidindo e propondo práticas adequadas em grupo e atividades que promovam o desenvolvimento integral da criança. Para empregar metodologias ativas de forma adequada, é essencial que o professor as conheça suficientemente para desenvolvê-las adequadamente em sala de aula. Neste ponto, a educação infantil faz interface direta com as chamadas Metodologias Ativas, cada vez mais empregadas nos diversos níveis de ensino. As metodologias ativas referem-se a formas de ensinar que priorizam a atuação do aluno e estimulam o desenvolvimento de suas competências. A aprendizagem ativa ocorre quando o aluno interage com o assunto proposto e é estimulado a construir seu conhecimento e não apenas recebê-lo passivamente. Nas metodologias ativas, diversas estratégias devem ser utilizadas para que o papel central do processo ensino-aprendizagem, que tradicionalmente era do professor, seja do aluno, que passa a ser mais autônomo e personaliza o processo ensino- aprendizagem. Entre os diversos tipos, temos, por exemplo, Aprendizagem Baseada em Problemas, Aprendizagem Baseada em Projetos, Team Based Learning, Think Pair Share, Peer Instruction, Sala de Aula Invertida, entre outros. Para empregar metodologias ativas de forma adequada, é essencial que o professor as conheça suficientemente para desenvolvê-las adequadamente em sala de aula. Também precisa conhecer os recursos possíveis e mais favorecedores que pode utilizar. Neste ponto, esbarramos com o uso das tecnologias digitais na escola, consideradas recursos bastante pertinentes a esse modelo de ensino. As Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) tem influenciado os hábitos em nossa sociedade e, consequentemente, nas escolas, também. Como o processo educativo é influenciado por todos os âmbitos nos quais o aluno está inserido, como família, sociedade e tecnologias, isso se reflete diretamente na sala de aula e em todos os níveis de escolaridade. Até mesmo na educação infantil é natural para os alunos a imersão nas tecnologias digitais e a aprendizagem por meio dela é percebida como bastante divertida. Cabe ao professor, assim, se familiarizar com o uso das mesmas e se preparar para utilizá-las de forma interativa e socializadora. Dessa maneira, como a natureza das metodologias ativas é baseada em socialização e compartilhamento, usar as TDIC no emprego das mesmas retrata

uma integração entre estratégia e técnica que pode ser um excelente diferencial no processo de ensino e aprendizagem, também na educação infantil.

  1. Com os olhos fechados, peça que cada aluno imagine que todos da sala tenha o mesmo penteado, a mesma camiseta e os mesmos pais. Pergunte como cada um iria se sentir.
  2. Oriente-os a pensar em algo que os torna diferente uns dos outros e guarde para si.
  3. Entregue um pedaço de papel para cada aluno e encoraje-os a desenhar uma imagem do que os diferencia de todos os outros.
  4. Os alunos discutirão suas próprias obras de arte, usando o vocabulário apropriado da arte (por exemplo, cor, forma / textura).
  5. Os alunos discutirão como e por que eles fizeram uma obra de arte específica. Recursos
  • Música;
  • Papel;
  • Giz de Cera. Avaliação
  • Avaliar:
  • a participação;
  • dedicação das crianças ao experimento.; Referências
  • EDUCAÇÃO, Escola. Plano de aula de Artes sobre Amizade, Aceitando as Diferenças!. Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/plano-de-aula-de-artes-sobre-amizade- aceitando-as-diferencas/ Acesso em: 30 de abril de 2022. Plano de Aula Identificação Disciplina Ciência Série 2 º ano Turma C Período Vespertino Conteúdo
  • Ciclo de vida das plantas
  • Experimento do feijão no algodão

Objetivos Objetivo geral

  • Aprender como as plantas nascem e do que precisam para viver Objetivos específicos
    • Observar o ciclo de vida das plantas por meio de demonstração, desde a fase da semente até a planta totalmente desenvolvida, produzindo frutos e sementes. Metodologia
  1. Envolva os alunos em uma discussão sobre o que eles sabem sobre plantas. Questões para o debate podem incluir:
  • O que é uma semente? Para que ela serve?
  • Dê exemplos de plantas que vocês conhecem.
  • Vocês sabem como elas nasceram?
  • Do que as plantas precisam para crescer?
  • Como as plantas se alimentam? Elas respiram também?
  • Quais são as partes de uma planta?
  1. Explique que o ciclo de vida da maioria das plantas começa como uma semente, que vai crescendo e se desenvolvendo, até torna-se uma planta totalmente crescida, que gera frutos.
  2. Esse processo requer cuidado e carinho, por isso, se os alunos tiverem uma plantinha em casa, explique que eles devem prestar bastante atenção ao que ela precisa.
  3. Diga à turma que as plantas necessitam de um solo bem adubado, água e luz solar na quantidade certa para crescer. Escreva estas palavras no quadro.

7 REGIMENTO ESCOLAR

  1. Qual a função do regimento no ambiente escolar? O Regimento Escolar reflete as características da escola e estabelece as normas de seu funcionamento, de forma a garantir a segurança. É um documento que deve ser elaborado com a participação dos diversos segmentos da escola, aprovado pelo Conselho Escolar da própria instituição e pela entidade mantenedora, em casos de escolas integrantes da rede privada, como também pelos sistemas de ensino aos quais as escolas se jurisdicionam. As escolas públicas terão seus regimentos escolares aprovados pelos sistemas de ensino que integram, órgãos municipais, estaduais ou federais de educação. As instituições de nível superior, de natureza privada, deverão ter seus regimentos escolares aprovados pelos Conselhos Estaduais de Educação. O regimento escolar é a expressão da política pedagógica, administrativa e disciplinar da escola, e regula, em seu âmbito, as relações do coletivo escolar, com base nos princípios educacionais vigentes e na legislação educacional. quanto aos procedimentos e diretrizes das ações educacionais.
  2. Quais aspectos são contemplados em um regimento escolar? Deve ser organizado em títulos e estes em capítulos, contemplando os seguintes itens: identificação da escola: denominação e instituição legal; fins do estabelecimento, filosofia da educação, regime de funcionamento, cursos, modalidades oferecidas; organização administrativa, financeira, pedagógica; estrutura de organização, atribuições e competências dos diversos órgãos e dos profissionais que os integram; instituições escolares, associações; direitos e deveres dos membros da comunidade escolar, corpo docente e discente; política educacional compreendendo: os objetivos, os princípios e as diretrizes da educação escolar oferecida, as formas de verificação do rendimento escolar e avaliação da aprendizagem, as normas sobre o controle de frequência, o calendário escolar, a carga horária anual, a

distribuição dos dias letivos, as normas sobre matrícula, transferência, classificação, reclassificação de alunos, aceleração e aproveitamento de estudos e estudos de recuperação da aprendizagem. As suas páginas devem ser numeradas e rubricadas pelo diretor da instituição escolar. O Regimento Escolar deve estar sempre atualizado, de acordo com as alterações da legislação vigente, e, por isso, precisa sofrer emendas que deverão entrar em vigor somente no período letivo subsequente à sua aprovação. A modificação do Regimento Escolar é importante e deve se submeter às mesmas normas da legislação, não podendo ser suprimido, anexado ou alterado nenhum item sem um respaldo legal para assim o fazer. Trata-se de um documento orientador das condutas e procedimentos legais da escola e, por tal motivo, deve ser do conhecimento de toda a comunidade escolar, que a ele deve ter acesso, quando se fizer necessário. O regimento deve ser amplamente divulgado e disponibilizado para consulta.