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PRIMEIRA ENFERMEIRA DO PIAUI
Tipologia: Notas de estudo
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Título: Maria Otávia Andrade Poti: Trajetória da Primeira Enfermeira do Piauí Autores: Vernieri, S. B. C. (Centro de Ensino Unificado de Teresina - CEUT) Santos, P. H. A. (Centro de Ensino Unificado de Teresina - CEUT) Silva, P. O. (Centro de Ensino Unificado de Teresina - CEUT)
Orientador(a): MASCARENHAS, Márcio Dênis M. (Centro de Ensino Unificado de Teresina - CEUT)
Palavras-chave: História. Enfermagem. Maria Otávia Poti. Resumo: Ainda são pouco exploradas as pesquisas que abordam o levantamento histórico relacionado à área de Saúde no Estado do Piauí,, assim como é desconhecida a biografia dos primeiros profissionais que fizeram parte desse cenário no Estado, em especial sobre os trabalhadores de Enfermagem. O presente estudo relata a história da primeira enfermeira genuinamente piauiense. Maria Otávia de Andrade Poti nasceu em Valença, Piauí, em 17 de setembro de 1919. Mudou-se para Teresina, onde estudou concluiu o curso normal (magistério) no ano de 1934. A seguir, decidiu estudar enfermagem na Escola Ana Neri (1940), no Rio de Janeiro, onde conheceu seu noivo Dr. Eduardo Ferencz. Ao concluir o curso de Enfermagem, em 1943, optou em voltar para o Piauí, para trabalhar Hospital Getúlio Vargas (HGV), em 1944, onde atuou como Enfermeira-Chefe. Seu trabalho teve importante contribuição para o crescimento da Enfermagem profissional no Estado do Piauí. Maria Otávia ou Poti , como era conhecida entre os colegas de trabalho e amigos, incentivava os trabalhadores de Enfermagem a procurarem aperfeiçoar o seu aprendizado dentro da área, buscando a melhoria de sua formação profissional. Poti trabalhou no HGV até 1945, quando adoeceu de tuberculose, necessitando partir para o Rio de Janeiro em busca de tratamento. Após um mês, faleceu no Hospital São Sebastião na cidade do Rio de Janeiro.
Fígado
O fígado é um órgão que atua como glândula exócrina (liberando secreções) e glândula endócrina (liberando substâncias no sangue e sistema linfático).
As glândulas exócrinas são órgãos que produzem secreções ou substâncias que elaboram para um sistema de condutos ou canais excretores que se abrem em superfície externa ou interna. As secreções não são despejadas na corrente sangüínea, mas em outros órgãos, ou para o exterior do corpo, através de canais. Em geral as glândulas exócrinas são numerosas e de dimensão reduzida, podem ser unicelulares ou multicelulares; nos mamíferos, o exemplo mais comum de glândula unicelular é a célula mucosa, que se acha disseminada entre as células cilíndricas do epitélio (tecido animal em que as células estão muito juntas umas das outras). Sua secreção é a mucina,
proteína que ao ser hidratada dá origem à substância lubrificante chamada muco. As glândulas multicelulares subdividem-se em simples e compostas, conforme sua comunicação com a superfície seja ou não ramificada. Exemplos de glândulas exócrinas são as sudoríparas, produzem suor, as mamárias que secretam leite.
Glândula submandibular humana
Uma glândula endócrina segrega substâncias que são lançadas diretamente na corrente sanguínea, ao contrário das glândulas exócrinas. A tireóide é uma glândula endócrina. Existem ainda as glândulas anfícrinas, que são simultanemamente endócrinas e exócrinas. O pâncreas produz insulina (lançada directamente no sangue) e suco pancreático (lançado no intestino delgado, considerado como exterior do organismo).