Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Métodos para Resolução de Problemas em Engenharia: Arrasto e Temperatura de Enrolamentos, Esquemas de Eletrônica

Métodos para resolução de problemas em engenharia, especificamente sobre o cálculo do coeficiente de arrasto de um veículo e a determinação da temperatura de enrolamentos de um motor de indução. O texto inclui informações teóricas e experimentais, além de equações e exemplos.

Tipologia: Esquemas

2021

Compartilhado em 25/04/2021

GabrielRios
GabrielRios 🇧🇷

3 documentos

1 / 9

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense
Departamento de Ensino de Graduação e Pós-graduação
Curso Superior de Engenharia Elétrica
Disciplina de Projeto Integrador II
BRUNO PIRES LOURENÇO
GABRIEL RIOS
HEITOR SANTOS
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM ENGENHARIA
PELOTAS
2021
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Métodos para Resolução de Problemas em Engenharia: Arrasto e Temperatura de Enrolamentos e outras Esquemas em PDF para Eletrônica, somente na Docsity!

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense

Departamento de Ensino de Graduação e Pós-graduação

Curso Superior de Engenharia Elétrica

Disciplina de Projeto Integrador II

BRUNO PIRES LOURENÇO

GABRIEL RIOS

HEITOR SANTOS

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM ENGENHARIA

PELOTAS

BRUNO PIRES LOURENÇO

GABRIEL RIOS

HEITOR SANTOS

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM ENGENHARIA

O presente trabalho representa os métodos

utilizados para a resolução de problemas em

engenharia, bem como os tipos de experimentos,

para a disciplina de Projeto Integrador II, do

Curso de Engenharia Elétrica, do Instituto

Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-

rio-grandense, do Campus Pelotas.

PELOTAS

Assim, pressupondo a necessidade de se calcular o coeficiente de arrasto de um

veículo recém projetado, necessita-se, primeiramente, encontrar a Força de arrasto

presente. Após, é necessário encontrar a densidade de massa desse, que se dá pela razão

entre a massa e o volume. O próximo passo, é encontrar a velocidade e a área de

referência. Com isso, aplica-se na equação supracitada para encontrar o coeficiente de

arrasto (Cd) do veículo recém projetado.

É importante mencionar que, em uma abordagem experimental, a área de

referência é apenas a área que entra em contato com o fluído (ar), podendo resultar em

coeficientes diferentes, dependendo das entradas de ar no automóvel, como pode ser

verificado na figura 1. Para isso, é necessário o estudo no túnel de vento, que visa verificar

como as correntes de ar incide sobre as variadas superfícies.

Figura 1. Coeficiente de arrasto em um automóvel. RENN. E GILHAUS, 1986.

2.2 TEMPERATURA DE REGIME PERMANENTE DE UM ENROLAMENTO

DE UM MOTOR DE INDUÇÃO SOB UMA CARGA CONHECIDA

Sabe-se que um motor de indução tem duas partes principais: Rotor e Estator. O

Rotor é fixo à um eixo e é responsável pela rotatividade do motor, o que realiza o

movimento. Já o estator é a parte em que por meio de bobinas fixas gera o campo

magnético que induzirá o movimento circular do rotor em seu eixo. Dada à carga em que

o motor é submetido, é importante saber a que temperatura se encontra seus enrolamentos

presentes no estator em seu regime permanente.

Sugere-se que se determine a temperatura de um enrolamento de motor de indução

através da variação de sua resistência, na qual é função da temperatura em que o condutor

se encontra. Baseado na equação de coeficiente de temperatura de um material,

rearranjando termos chega-se na seguinte equação:

0

0

0

Onde α é o coeficiente de temperatura do condutor, T 0

a temperatura em que o

condutor se encontra na medição inicial, geralmente ambiente, R(T 0

) a resistência medida

inicialmente e R(T) a resistência medida no instante em que se quer descobrir a

temperatura.

2.3 VIDA MÉDIA PARA UM TONER USADO EM UMA IMPRESSORA LASER

A vida média (rendimento) de um toner é uma estimativa de quantas páginas

poderão ser impressas, levando em conta a porcentagem de cobertura de cada página,

baseando-se em folhas no tamanho A4. Isso significa que a variável mais importante para

essa estimativa é a porcentagem de cobertura de cada página. Com isso, a partir de

experimentação prévia, sabe-se que a vida média de um toner para impressões de folha

A4 com 5% de cobertura é de 1000 cópias. Com isso, ao se calcular o rendimento, é feita

a estimativa com base que todas páginas possuem a mesma porcentagem de cobertura.

Entretanto, existem outras variáveis que podem afetar o rendimento. São elas: condições

climáticas, pois a umidade e temperatura podem afetar o rendimento do toner; gramatura

do papel, uma vez que papeis mais grossos costumam exigir mais tinta na impressão,

fazendo com que o rendimento seja menor; e o uso, pois o bom manuseio e os bons

cuidados são necessários para um maior rendimento.

Assim, supondo que fosse necessário calcular a vida útil para um toner, supondo

condições climáticas perfeitas e gramatura do papel fina, faz-se necessário o cálculo da

variável mais importante, que é a cobertura da página. Supondo, por exemplo, que todas

as impressões a serem feitas possuem uma porcentagem de cobertura de 10% e são em

folhas A4, a vida útil do toner seria de 500 cópias. Ou seja, poderiam ser realizadas apenas

500 impressões.

3. TIPOS DE EXPERIMENTOS

Além dos métodos para resolução de problemas supracitados, faz-se necessário o

entendimento dos tipos de experimentos a serem realizados na engenharia. A seguir, serão

apresentados três experimentos.

3.2 MELHORAMENTO DO PRODUTO/PROCESSO ATRAVÉS DE TESTES

Para o melhoramento de um produto, são necessárias as seguintes etapas:

  • Planejamento de produto: Definição do projeto, objetivo, recursos financeiros,

materiais e humanos.

  • Apresentação: Descrever brevemente as características do produto para que haja

confiabilidade e nenhuma possibilidade de plágio, explicando apenas o suficiente para o

público entender o que ele faz e para que serve sem revelar muitos detalhes.

  • Avaliar a aceitação do produto: Escalonar a aceitação do público para com o

serviço/produto apresentado.

  • Identificar a concorrência: Descobrir quem são os concorrentes e o que o público

pensa sobre os produtos da concorrência, neste passo é importante notar oportunidades

de diferenciar o produto que está oferecendo dos demais já existentes.

  • Projeto do produto: Testes, análise de falhas, protótipo, embalagens, definição

de fornecedores.

  • Validação e fornecimento: Pontos de comercialização do produto.

3.3 TESTE DE ACEITAÇÃO

Para a implementação de um processo ou comercialização de um produto, os

mesmos devem passar pela última fase do desenvolvimento que é o Teste de Aceitação.

Esse teste realiza a verificação do projeto se o mesmo apresenta resultados previstos e

desejados no seu planejamento. Existem três tipos de teste de aceitação: Teste de

Aceitação Formal, Teste Alfa e Teste Beta.

O Teste de Aceitação Formal, dentre os três tipos, é o mais rigoroso e organizado.

Engloba todo o tipo de detalhe e possui um monitoramento rigoroso onde cada resultado

é levado em consideração e se não for o esperado é imediatamente reportado à fase de

desenvolvimento para que seja corrigido. Este tipo de teste utiliza ferramentas de alta

tecnologia e caso seja necessário o uso sensorial humano é realizado por profissionais

altamente capacitados.

O Teste Alfa há um rigor menor em comparação ao Teste Formal. Nele o usuário

também participa da testagem, porém com um roteiro definido. Sendo um teste menos

rigoroso, por muitas vezes alguns casos específicos não são testados, sem utilização de

equipamentos que apontam dados mais profundos. A análise subjetiva neste tipo de teste

ganha bastante importância, visto que alguns defeitos ou resultados indesejados não

afetam a finalidade do produto/sistema.

O Teste Beta, dentre todos os tipos de teste, é o menos rigoroso. Nele, quem decide

a metodologia de testagem é o próprio usuário final. É interessante essa metodologia de

testagem para se ter uma ideia de que recursos do projeto serão realmente utilizados,

muitas vezes economizando componentes e serviços projetados na hora do lançamento

do produto, pois alguns não terão muita utilidade. Sem um roteiro especificado, o testator

beta explora o projeto de forma a utilizar os recursos que lhe convém.

4. CONCLUSÃO

O trabalho realizado foi muito importante para o entendimento dos métodos

necessários para a resolução de problemas na engenharia, bem como os tipos de

experimentos a serem realizados, uma vez que o engenheiro deve conhecer todas as

formas de se resolver um problema na vida profissional e acadêmica.