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Processo de Coleta de Sangue, Exercícios de Enfermagem

PROCESSO OPERACIONAL NA COLETA DE SANGUE (Bases diagnostica)

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 26/03/2020

giovana-tamagnini
giovana-tamagnini 🇧🇷

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UNIVERSIDADE PAULISTA
GIOVANA TAMAGNINI VENANCIO
PROCESSO OPERACIONAL NA COLETA DE SANGUE
SÃO PAULO
2020
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UNIVERSIDADE PAULISTA

GIOVANA TAMAGNINI VENANCIO

PROCESSO OPERACIONAL NA COLETA DE SANGUE

SÃO PAULO

O processo operacional na coleta de sangue ocorre em 3 fases, cite e explique cada uma delas de maneira ilustrativa, utilizando a criatividade. O processo operacional de coleta de sangue ocorre em 3 fases;

1. Fase Pré-analítica:  Solicitação do exame  Coleta da amostra biológica  Preparo da amostra biológica  Conservação e transporte da amostra biológica  Ciclo de uma amostra biológica

  1. Fase analítica  Realização da análise laboratorial  Divulgação dos resultados
  2. Fase pós-analítica  Interpretação dos resultados  Definição do diagnostico  Indicação do tratamento

 Além do avental, usar calca comprida e calcada fechada, óculos ou protetores faciais e luvas descartáveis.  Não se alimentar, não ingerir líquidos (inclusive agua das torneiras) ou fumar no laboratório.  Não levar animais domésticos, como cães e gatos, para o laboratório.  Evitar contato dos materiais e substancias laboratoriais com a boca.  Não usar aparelhos ou moveis do laboratório para armazenar alimentos ou outros objetos.  Evitar o manuseio de substancias ou líquidos estranhos.  Higienizar a bancada de trabalho com guardanapo ou algodão com álcool.  Limpar e autoclave os materiais utilizados após as atividades laboratoriais.  Depois do uso, organizar o laboratório e guardar os materiais nos locais adequados. Fase analítica: Após o material coletado e devidamente preparado os laboratórios iniciam o processo de análise do material. Os profissionais da saúde devem ficar atentos e conhecer em profundidade os sistemas analíticos que empregam, os Procedimentos Operacionais Padrão (POP) do equipamento e do método, além do método de controle adotado, como o controle estatístico dos processos. Apesar de a análise se basear muitas vezes em um sistema automatizado e que possui alta tecnologia, há necessidade da atuação do profissional, de fundamental importância para a garantia da qualidade dos resultados. Fazem parte do seu trabalho nessa fase:  verificação de instrumentos e reagentes;  verificação do estado de controle dos sistemas;  monitorização dos processos de análises;  manutenção de soroteca. O profissional que conhece bem seus sistemas já terá identificado os pontos críticos e que requerem maior cuidado, com protocolos estabelecidos de checagem para atuação de modo preventivo. Fará ainda a monitorização regular dos testes por meio de métodos de Controle Interno da Qualidade, porque todos os procedimentos de medidas estão sujeitos a variações. O propósito do CIQ, que é um controle estatístico de processos, é buscar assegurar que o desempenho dos métodos seja mantido dentro dos limites esperados de variação. É importante poder contar com instrumentos, insumos (reagentes, calibradores, água reagente) e ferramentas de avaliação, adequados para executar com eficiência a fase analítica. (Silva, Adeline Gisele Teixeira da)

Fase pós-analítica: Após a coleta do material e a análise dos dados, o exame laboratorial passa pela última etapa, a pós-analítica. Nela há envio e interpretação dos resultados e consequentemente o diagnóstico e tratamento. Uma vez que os resultados são aprovados e liberados, os dados são utilizados para a confecção do laudo. Esse processo é feito pelo Sistema de Informações Laboratoriais, que deve seguir a legislação vigente. A RDC cuida dos aspectos do laudo com muita propriedade. Existem alguns itens do regulamento da RDC 302/2005 da Anvisa, que os laboratórios devem seguir. Ao requisitar um teste, o clínico espera que no momento mais oportuno lhe seja fornecido um resultado confiável, que oriente sua tomada de decisão. As etapas existentes entre essas duas pontas, requisição do teste e recebimento do resultado, fogem ao seu conhecimento e são bastante complexas. O laboratório abriga um vasto arsenal de recursos, cuja compreensão escapa aos que não atuam diretamente nos seus processos. É tido por muitos clínicos como uma “caixa preta”, onde um coloca a requisição e a amostra e outro faz dali sair o produto final: o resultado. (Silva, Adeline Gisele Teixeira da)