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RELATORIO COLETA DE SANGUE- COMPLETO XXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Tipologia: Resumos
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Centro Universitário Santo Agostinho – UNIFSA Curso de farmácia Turma: XXXXX Disciplina: Imunologia Básica Professor(a):XXXXXXXXXXXXXX COLETA DE SANGUE NOME DO ALUNO Teresina – PI Setembro/
Centro Universitário Santo Agostinho – UNIFSA Curso de farmácia Disciplina: Imunologia Básica Professor(a): COLETA DE SANGUE NOME DO ALUNO Teresina – PI Setembro/ SUMÁRIO
A coleta de sangue é um procedimento feito por profissionais qualificados para tal função, pois além da questão técnica da forma como se faz a punção venosa, o profissional deve saber como funciona o processo de análise do sangue para colher as amostras de maneira adequada, pois existem diferentes tipos de exames de sangue e para cada um exige-se uma amostra diferente. O local de preferência para a coleta do sangue é a fossa anticubital, mesmo sendo possível a coleta de sangue em qualquer veia dos membros superiores as mais utilizadas são as veias cubital mediana e cefálica, sendo a cefálica mais propensa a hematoma e dolorosa para punção. Em pacientes que possuem acesso venoso difícil nesta região é recomendada a punção no dorso da mão, e não recomendado puncionar as veias na parte inferior do punho. A coleta de sangue, também conhecida como flebotomia, ainda é um dos procedimentos invasivos mais comuns no cuidado da saúde. Portanto, é fundamental que sejam adotados cuidados no controle de qualidade durante as diversas etapas da realização do exame de sangue. Por isso, é importante a utilização do material correto, evitar a contaminação do mesmo durante o processo; armazenar cuidadosamente as amostras em local adequado, cumprindo as diretrizes de padronização do desenvolvimento e fabricação de sistema de coleta de sangue. Com todos esses cuidados e com atenção, é possível fazer uma retirada de sangue confortável, segura e, sobretudo eficiente, o que é essencial para que tenhamos um bom diagnóstico de nossa saúde geral. MATERIAIS E MÉTODOS
▪ Equipamento de proteção individual (luvas de procedimentos; e máscaras descartáveis) ▪ Gaze ou Algodão Hidrófilo ▪ Álcool 70% ▪ Tubos.de coleta ▪ Estante para tubos ▪ Curativos ▪ Garrote ▪ Recipiente para desprezar perfurocortantes ▪ Agulha e Seringa descartáveis Verificar se o material está completo para a realização do procedimento Abrir o material para coleta na frente do paciente Lavar as mãos Calçar as luvas de procedimento, tendo o cuidado para que elas não sejam rasgadas. Posicionar o paciente sentado, sendo que o cotovelo não pode estar dobrado; Realizar a assepsia do local da veia, é recomendado que a assepsia seja realizada com álcool isopropílico 70% ou álcool etílico, deve ser feita com movimento circular do centro para fora, com a utilização do antisséptico e uma gaze, deixando secar por 30 segundos (evita hemólise e reduz sensação de ardência na punção); após a assepsia não abanar, nem soprar e não tocar mais no local, a cada nova palpação realizar novamente a assepsia. Colocar o garrote com o braço voltado para cima, é recomendado que o garrote seja posicionado de 7,5 a 10 cm acima do local escolhido para punção. Ao garrotear o paciente não apertar excessivamente para evitar a interrupção do pulso arterial, os pulsos devem estar palpáveis após o garroteamento. Retirar a proteção da agulha hipodérmica. Fazer a punção numa angulação oblíqua de 30º, com o bisel da agulha voltado para cima. Desgarrotear o braço do paciente assim que o sangue começar a fluir dentro da seringa. Aspirar devagar o sangue, evitando bolhas e espuma, com agilidade, pois o processo de coagulação do organismo do paciente já foi ativado no momento da punção. Retirar a agulha da veia do paciente e descartar a agulha imediatamente após sua remoção do braço do paciente, em recipiente com identificação perfurocortante. Transfira o sangue para um tubo de ensaio sem anticoagulante, escorra delicadamente o sangue pela parede do tubo e em seguida colocar curativo no braço do paciente. Este procedimento evita a hemólise da amostra.
Diante das normas de segurança estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e com todos os cuidados necessários, foi realizado a coleta de sangue por uma parcela dos alunos com o apoio explicativo do professor e com o intuito de um máximo aprendizado, todos com expectativas altas em obter um desfecho positivo mesmo sendo a primeira vez tendo contato com a coleta e estudo sanguíneo, muitos alunos consideram uma experiência única e colaborativa para o crescimento profissional, pois durante a aula prática tiveram a oportunidade de aprender a técnica observando sua eficiência e segurança.
Podemos concluir que, ao final da aula prática de coleta sanguínea os alunos conseguiram obter bastante conhecimento sobre o assunto, observando e compreendendo cada fase da coleta de sangue, podendo diferenciar a amostra total, plasma e soro. A importância da coleta de sangue venoso com seringa e agulha durante as aulas práticas possibilita a capacitação dos acadêmicos, formando profissionais seguros e bem treinados.