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- Processo de Produção de Celulose Kraft Branqueada; - Origem do Processo; - Etapas do Processo; - Segurança do Processo; - Panorama atual no Brasil; - E muito mais...
Tipologia: Slides
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Uso Histórico
Figura 1 - tábua de argila Figura 2 - Papiro
Uso Histórico
Figura 4 - Etapas da Produção do Papel
Introdução
Figura 5 - Composição da madeira
Primeiros Estudos
Figura 7 - Monômero de Nitrocelulose Figura 8 - Filme
● Produção de etanol através da quebra da celulose; ● Fibras semi-sintéticas como Viscose, Modal e Liocel para produção têxtil; ● Revestimento e cápsulas para medicamentos como a hidroxipropilmetilcelulose (HPMC); ● Indústria alimentícia (embutidos, emulsificantes, espessantes); ● Drywall, sendo composto de camadas de fibra de celulose e gypsum, cerca de 10% do drywall é composto de celulose.
Utilidades Atuais
Mercado Econômico
Figura 11 - Produção Mundial de Celulose Figura 12 - Produção Nacional de Celulose
Fonte: Valor 100 11
Mercado Econômico
Figura 13 - Ranking de empresas de Celulose e Papel no Brasil
● Celulose de Fibras Longas ● Celulose de Fibras Curtas ● Celulose Fluff ● Celulose Solúvel ● Celulose Solúvel Especial
Fonte: https://openstax.org/books/biology-ap-courses/pages/3-2-carbohydrates
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Produto Final
Figura 14 - Estrutura da Fibra de Celulose
Fibras Longas : São fibras das madeiras do tipo “softwood” (coníferas) possuem tamanhos típicos que variam de 3 a 5 mm. Estas fibras são utilizadas principalmente para papéis que necessitam ser bastante resistentes fisicamente, tais como papéis para embalagem, por exemplo.
Fibras Curtas: Fibras provenientes das madeiras do tipo “hardwood” (latifoliadas ou folhosas) possuem tamanhos típicos que variam de 1 a 2 mm. Sua utilização é requerida para papéis que não exijam altos valores de resistência físico- mecânica, mas que possam ter boa formação, superfície bastante homogênea, boa opacidade, como é o caso dos papéis para impressão e escrita.
Fonte: https://www.celso-foelkel.com.br/cursos.html - Curso de fabricação de celulose
Produto Final
Celulose solúvel especial (Specialty-grades): Usos comuns de celulose solúvel especial incluem:
● Flocos de acetato de celulose que são convertidos em filtros de cigarro. ● Celulose microcristalina utilizada como ingrediente para fabricação de produtos farmacêuticos e alimentícios. ● Nitrocelulose para produção de tintas de imprimir e tintas especiais, esmalte e cosméticos. ● Filamento industrial utilizado para produzir reforço de pneus. ● Outras aplicações especiais, como éteres de celulose e tripas artificiais para produção de salsichas.
Fonte: https://www.bracell.com
Produto Final
Produtividade do Eucalipto: No Brasil foi estimada em 33,7 m³/ha/ano (com casca), com idade média de 7,2 anos. O estado com a menor produtividade média registrou 20 m³/ha/ano” Espírito Santo (Acre)”, enquanto o estado com a maior média de produtividade alcançou 41,1 m³/ha/ano “Mato Grosso do Sul” A produtividade do pinus no Brasil foi estimada em 30,8 m³/ha/ano (com casca), com uma idade média de 14,7 anos. O estado com menor produtividade média apresentou 25,6 m³/ha/ano, enquanto o com maior produtividade média registrou 33, m³/ha/ano “Paraná”
Fonte: hhttps://iba.org/datafiles/publicacoes/relatorios/relatorio2024.pdf
Tipos de Matéria Prima
Madeiras Duras e Madeiras Macias: A principal diferença entre madeiras duras e madeiras macias é que as madeiras macias não possuem poros. Além disso as principais espécies de madeira macia também possuem canais de resina em sua estrutura. As madeiras macias são as principais fontes de fibras longas, enquanto as madeiras duras são as principais fontes de fibras curtas.
Tipos de Matéria Prima
Figura 16 - Estrutura Celular Por tipo de Madeira
Gimnospermas, também chamadas de madeiras macias (“softwoods”), usualmente do subconjunto das coníferas.
No Brasil: ● Pinheiro - Pinus spp. (elliottii, taeda, caribaea, patula, etc.) - Originárias da América do Norte e Central ● Araucaria angustifolia. - Nativa, Cultivada em em menor escala
Fora do Brasil: ● Abeto vermelho (“spruce”); ● Cicuta (“hemlock”);
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Tipos de Matéria Prima
Figura 17 - Exemplo de Conífera