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O resumo sobre produção de cápsulas abrange os tipos e como acontece o desenvolvimento delas, são anotações revisadas das aulas e estudos.
Tipologia: Notas de aula
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São FF sólidas nas quais o IFA e os excipientes estão incorporados em um pequeno invólucro de gelatina, podem ser duros ou moles, dependendo da sua composição. Observação: Se a cápsula dura estiver úmida, ela amolece e se estiver seca, ela fica quebradiça. Gelatina Mole: Consistem em uma matriz líquida ou semissólida incorporada em um invólucro de gelatina externo (cápsula de uma peça). Essa matriz pode ter características hidrofílicas ou lipofílicas e o IFA deve estar em solução ou em suspensão, na matriz de enchimento da cápsula. Normalmente, o invólucro é realizado por alguma empresa terceirizada, devido equipamentos grandes. Primeiro faz uma solução de gelatina padrão (normalmente mais concentrada). A gelatina é um conteúdo muito utilizado pois é uma substância que mesmo em torno de 50º ainda está líquida, sendo assim mais fácil de trabalhar, apesar de algumas desvantagens (exemplo: extraídas de alguns ossos de animais, tendo maior risco de contaminações). A mais utilizada tem a característica de melhor flexibilidade. A gelatina é produzida em um excipiente, adicionado de glicerina para ter flexibilidade. Não é muito utilizado conservantes, pois o crescimento de MO é muito baixo. Água + Glicerina + Gelatina + Pigmentos ou Corantes Se for com corante vai ficar transparente e se for com pigmento irá ficar opaco. As cápsulas podem ter diferentes formatos, como por exemplo de supositório, tubo (muito utilizada em cosméticos, em que há uma “pontinha” que você abre e utiliza todo o produto) e oblonga (mais utilizada pois facilita a deglutição). Ainda sobre o tubo: muito conteúdo das cápsulas é lipofílico, pois evita oxidação da substância, para proteger o IFA. Então conseguimos utilizar no momento do uso, sem que ela sofra oxidação. Exemplo: Há uma marca de vitamina C, que vem uma cápsula em cada compartimento retangular, que você abre e aplica na hora, pois o ácido ascórbico oxida com muita facilidade, então quando você compra um produto que tem que abrir e fechar várias vezes, ele oxida muito rápido, então ele vai ficando escuro e vai perdendo eficácia. Produção de cápsula de gelatina mole: Montar a máquina de acordo com o formato que eu quiser. A gelatina passa por um rolo frio, na hora que ele entra dentro da solução de gelatina, vai girar algumas vezes para dar espessura do filme, logo vai puxando duas fitas
de gelatina, vão passar por outro rolo e formar o molde. Há um bico dosador para colocar sua solução internamente e vai quantificar, colocar o volume que vai ser inserido dentro do invólucro. Feito isso, tem duas fitas formando o molde, fecha a parte de baixo por calor (fusão) e ela vai fechar para ser retirada da máquina. Produção de cápsula de gelatina dura: Há placas com pinos, que são montados de acordo com o tamanho da cápsula. Faz o preparo da produção de gelatina da mesma forma (trabalhado a vácuo para retirar o ar, pois se tiver o ar irá ficar um “buraco” na cápsula), logo a placa com os pinos vai descer, onde da uma girada para formar a espessura da cápsula, e no momento certo, será erguido e logo vai dar voltas, para retirar o excesso de gelatina, vai subir fazendo uma movimentação com jato de ar para secar, não sobe paradinho, pois se não vai escorrer. Depois, vão passar por estufas para chegar na umidade residual da cápsula, que é entre 13 e 16% em média. Retira do pino (são trocáveis) e já lacra a tampa no corpo. As cápsulas duras mais utilizadas são de vegetais, é uma tendência devido a questão de veganos, contudo é mais caro. Propriedades das cápsulas de gelatina dura: o Contém uma quantidade significativa de água, essencial a sua função como plastificante do filme de gelatina, para gerar a flexibilidade. o Umidade de 13 a 16% (a umidade da cápsula mole pode ser um pouco maior). o São flexíveis. Se a cápsulas não estiver dentro dessas especificações, a máquina não opera, pois quebra se estiver muito seco e se estiver muito flexível ela amassa no processo. Tipos de cápsulas duras: A standart não tem o nível de travamento, muito fácil abrir e perder pó no interior. A coni-snap é um pouco mais côncava, voltada para o interior, porque na hora de operar em larga escala, ajuda muito na junção do corpo com a tampa. Se ela é “empezinha”, na hora que bate o corpo, pode lascar, e se tem uma leve concavidade ela passa melhor no ajuste. Contudo, é mais cara. A snap-fit é a mais usada, o corpo é “reto”. A 4 é a coni-snap sup, é pequena e a tampa vai até a base, muito utilizada para quando tem risco da pessoa abrir, pois não terá onde ela pegar. E quando menor for o corpo, menor o risco de perda/extravasamento. O Processo: 1º: Desenvolver e preparar a formula (buscar informações sobre o IFA e excipientes), se será um processo manual ou industrial/automatizado, porque no manual não é necessário utilizar lubrificante, pois não tem máquina, não vai ter adesão do material (ex: com estearato de magnésio pode prejudicar a adsorção), tem que pensar no desintegrante e agente deslizante; 2°: Preencher o invólucro (definir qual será utilizado e peso final, exemplo: para melhorar solubilidade do IFA utilizar agente molhante/tensoativo), em processo manual será dose dependente (preencher todo o corpo da cápsula, para ter uniformidade do IFA) e em processos industriais, as máquinas tem dispositivo de