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Produção de maionese, Provas de Engenharia de Alimentos

Relatório de emulsão

Tipologia: Provas

Antes de 2010

Compartilhado em 09/05/2010

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL
ENGENHARIA DE ALIMENTOS
CAMILA PEREIRA FRACALOSSI
LUCAS DE SOUZA SOARES
MARIA ABREU BARBOSA
RENATA LOUZADA GAVA
ULYSSES VIEIRA ULYSSES
QUÍMICA DE ALIMENTOS II
ALEGRE-ES
2010
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL

ENGENHARIA DE ALIMENTOS

CAMILA PEREIRA FRACALOSSI

LUCAS DE SOUZA SOARES

MARIA ABREU BARBOSA

RENATA LOUZADA GAVA

ULYSSES VIEIRA ULYSSES

QUÍMICA DE ALIMENTOS II

ALEGRE-ES

CAMILA PEREIRA FRACALOSSI

LUCAS DE SOUZA SOARES

MARIA ABREU BARBOSA

RENATA LOUZADA GAVA

ULYSSES VIEIRA ULYSSES

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA -

PREPARAÇÃO DE EMULSÕES - MAIONESE

ALEGRE-ES

INTRODUÇÃO

emulsificantes são ésteres parciais de ácidos graxos de origem animal ou vegetal e álcoois polivalentes, como glicerol, propileno glicol, sorbitol, sacarose etc. Estes podem ser adicionalmente esterificados com ácidos orgânicos, como ácido lático, tartárico, succínico, cítrico, etc.

OBJETIVO

O objetivo da prática foi a preparação de maionese, para a avaliação da viscosidade da emulsão.

MATERIAL E MÉTODOS Material:

  • 3 béqueres plásticos de 600 ml;
  • 3 funis com capacidade de 20 ml;
  • haste universal;
  • 3 provetas de 100 ml;
  • 2 pipetas de 5 ml;
  • balança analítica;
  • batedeira elétrica;
  • 3 ovos;
  • 3 gemas;
  • 450 ml de óleo;
  • 5,2 g de sal de cozinha;
  • 9 ml de vinagre de vinho branco
  • Corante (Vermelho Sudan III).

Procedimento: Primeiramente, preparou-se uma solução de Vermelho Sudan III em óleo, colocando 0,45 g do corante em 450 ml de óleo. Após o preparo dessa solução, com o uso da batedeira em alta velocidade, os 3 ovos e as 3 gemas foram batidos por 15 minutos com a adição simultânea da solução de óleo/corante, que foi adicionada lentamente, como um fio. Em seqüência, o sal e o vinagre foram adicionados com a batedeira ainda ligada. Por fim, a emulsão preparada teve sua viscosidade medida e comparada, por meio da velocidade de escoamento em funis (de acordo com a figura

1, abaixo), logo após, foi feita uma lâmina contendo a emulsão e esta foi visualizada em microscópico para identificação e caracterização da água, ar e óleo, presentes em sua composição.

Figura 1 – Esquema da montagem do medidor de viscosidade.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os grupos que realizaram a prática no horário das 10, obtiveram resultados distintos, demonstrados pelas imagens das emulsões obtidas por microscópio (figura 2). Convenciona-se que o grupo que elaborou este relatório é o grupo 1, e o outro grupo é o grupo 2.

Figura 2 – Imagens obtidas por meio de microscopia, que apresentam a organização das macromoléculas presentes na emulsão. A esquerda resultados do grupo 1, e a direita do grupo 2. De acordo com as imagens, nota-se que a emulsão do grupo 1 apresentou uma maior homogeneização da fase oleosa na fase aquosa, resultando em uma emulsão em que as bolhas de ar (bolas brancas na figura) estão contornadas por moléculas de óleo, e a emulsão (parte rósea) apresenta-se de forma uniforme. Porém na emulsão do grupo 2, observa-se bolhas de ar sem muitas moléculas de óleo aderidas, e a mistura emulsão não se apresenta uniforme. Os dois grupos executaram um processo idêntico de preparo da maionese, sendo a diferença nos resultados atribuída às batedeiras utilizadas, o grupo 1 utilizou uma batedeira caseira, enquanto o grupo 2 utilizou uma batedeira semi-industrial. Indicando que para a formulação utilizada, com o tempo de execução o grupo 1 obteve maior sucesso na preparação de uma emulsão uniforme. Os resultados obtidos pelos testes de viscosidade dos grupos estão presentes na tabela 1. Tabela 1 – Resultados obtidos pelo teste de viscosidade. Tempo medido (segundos) Grupo 1 Grupo 2 T 1 22,0 6, T 2 21,0 8,