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INTRODUÇÃO Nesta produção textual, será abordado etapas a partir dos dados que serão expostos após a análise das informações obtidas, uma análise contábil-financeira do Município Prato Limpo voltada às necessidades econômicas e socioambientais. Este tema possibilita a aprendizagem interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas deste semestre. Por meio das demonstrações contábeis é possível avaliar a condição financeira do Município de Prato Limpo sob a perspectiva financeira n
Tipologia: Trabalhos
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Nesta produção textual, será abordado etapas a partir dos dados que serão expostos após a análise das informações obtidas, uma análise contábil-financeira do Município Prato Limpo voltada às necessidades econômicas e socioambientais. Este tema possibilita a aprendizagem interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas deste semestre. Por meio das demonstrações contábeis é possível avaliar a condição financeira do Município de Prato Limpo sob a perspectiva financeira no período de 2017 a 2019. De maneira geral, as informações fundamentais para a avaliação do comportamento contábil financeira podem ser extraídas diretamente do Balanço Financeiro, do Balanço Patrimonial e da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC). Demonstração do fluxo de caixa-DFC é uma demonstração contábil projetada para perceber o desempenho do setor público e sua importância como ferramenta de avaliação da gestão pública no município Prato Limpo. Além de verificar como a gestão afeta a liquidez da entidade, ela também pode inferir decisões de alocação de recursos na prestação de serviços públicos, investimento e financiamento para evitar falências futuras. As mudanças na economia exigem transformações quanto à estrutura organizacional e melhoria nos controles de gestão por parte dos municípios. Sendo assim, os municípios procuram adequar-se às exigências públicas e buscam ferramentas administrativas capazes de otimizar o desenvolvimento de suas atividades. Neste cenário, o departamento financeiro é responsável pela otimização dos capitais.
Tabela 1 - Balanço Patrimonial do Município Prato Limpo (continuação) PASSIVO 2017 AV (%) AH (%) 2018 AV (%) AH (%) 2019 AV (%) AH (%) PASSIVO CIRCULANTE 11.151.198^ 13,56% 100% 9.757.326 11,54% (^) 12,50%- 11.843.057 12,53% 21,38% Obrigações trabalhistas, previdenciárias e assistenciais 2.944.823 3,58% 2.067.275 2,44% (^) 29,80%- 2.986.015 3,16% 44,44% Pessoal a pagar 880.235 1,07% 336.075 0,40% (^) 61,82%- 482.978 0,51% 43,71% Encargos sociais a pagar 1.059.555^ 1,29%^ 1.265.637^ 1,50%^ 19,45%^ 1.866.772^ 1,98%^ 47,50% Benefícios previdenciários a pagar 784.974 0,95% 381.643 0,45% (^) 51,38%- 509.012 0,54% 33,37% Benefícios assistenciais a pagar 220.059^ 0,27%^ 83.920^ 0,10%^
- 61,86% 127.253^ 0,13%^ 51,64% Fornecedores e contas a pagar 5.639.276^ 6,86%^ 3.944.015^ 4,66%^ - 30,06% 4.194.911^ 4,44%^ 6,36% Fornecedores nacionais 4.793.385^ 5,83%^ 3.155.212^ 3,73%^ - 34,18% 3.146.183^ 3,33%^ -0,29% Contas a pagar credores nacionais 845.891^ 1,03%^ 788.803^ 0,93%^ -6,75%^ 1.048.728^ 1,11%^ 32,95% Obrigações fiscais a pagar 515.189^ 0,63%^ 883.831^ 1,05%^ 71,55%^ 1.372.096^ 1,45%^ 55,24% Valores restituíveis 2.051.910 2,50% 2.862.205 3,38% 39,49% 3.290.035 3,48% 14,95% Consignações 1.223.427 1,49% 2.306.123 2,73% 88,50% 2.807.908 2,97% 21,76% Depósitos 828.483 1,01% 556.082 0,66% (^) 32,88%- 482.127 0,51% (^) 13,30%- PASSIVO NÃO CIRCULANTE 18.559.141^ 22,57%^ 18.063.947^ 21,36%^ -2,67%^ 17.987.463^ 19,03%^ -0,42% Empréstimos de longo prazo 14.647.983^ 17,81%^ 13.842.017^ 16,37%^ -5,50%^ 13.155.403^ 13,92%^ -4,96% Provisões para contingências ambientais 3.911.158 4,76% 4.221.930 4,99% 7,95% 4.832.060 5,11% 14,45% PATRIMÔNIO LÍQUIDO 52.522.291^ 63,87%^ 56.753.076^ 67,10%^ 8,06%^ 64.670.121^ 68,43%^ 13,95% Patrimônio social/Capital social 31.731.989^ 38,59%^ 31.892.694^ 37,71%^ 0,51%^ 32.080.236^ 33,95%^ 0,59% Ajustes de avaliação pratimonial 2.498.908^ 3,04%^ 2.768.002^ 3,27%^ 10,77%^ 3.012.388^ 3,19%^ 8,83% Reservas de capital 251.320 0,31% 251.320 0,30% 0,00% 251.320 0,27% 0,00% Reservas de lucros 4.325.606 5,26% 5.748.671 6,80% 32,90% 5.748.671 6,08% 0,00% Resultados acumulados 13.714.468^ 16,68%^ 16.092.389^ 19,03%^ 17,34%^ 23.577.506^ 24,95%^ 46,51% TOTAL DOS PASSIVOS 82.232.630^ 100,00%^ 100%^ 84.574.349^ 100,00%^ 2,85%^ 94.500.640^ 100,00%^ 11,74%
Tabela 2 - Balanço Financeiro do Município Prato Limpo BALANÇO FINANCEIRO 2017 AV (%)^ AH (%) 2018 AV (%)^ AH (%)^2019 AV (%)^ AH (%) INGRESOS Receita Orçamentária 69.219.828^ 73,90% 100% 79.041.729 75,93% 14,19% 90.936.165 76,22% 15,05% Ordinária 37.202.332 39,72% 42.629.505 40,95% 14,59% 50.259.206 42,12% 17,90% Vinculada 32.017.496 34,18% 36.412.224 34,98% 13,73% 40.676.959 34,09% 11,71% Previdência Social 2.024.126 2,16% 2.331.605 2,24% 15,19% 2.664.884 2,23% 14,29% Convênios 3.659.221 3,91% 3.654.878 3,51% -0,12% 3.279.940 2,75% -10,26% Transferência obrigatória de outro ente 25.387.448 27,10% 29.398.954 28,24% 15,80% 33.080.096 27,73% 12,52% Operações de Crédito 674.226 0,72% 885.106 0,85% 31,28% 952.161 0,80% 7,58% Alienação de Bens 272.475 0,29% 141.681 0,14% (^) 48,00%- 699.878 0,59% 393,98% Recebimentos Extraorçamentários 12.432.603^ 13,27%^ 8.632.011^ 8,29%^
- 30,57% 12.204.365^ 10,23%^ 41,38% Inscrição de Restos a Pagar 8.584.099^ 9,16%^ 6.011.290^ 5,77%^ - 29,97% 9.180.472^ 7,69%^ 52,72% Valores Restituíveis 3.848.504 4,11% 2.620.721 2,52% (^) 31,90%- 3.023.893 2,53% 15,38% Saldo do Período Anterior 12.011.775^ 12,82%^ 16.430.959^ 15,78%^ 36,79%^ 16.173.438^ 13,56%^ -1,57% TOTAL DOS RECURSOS DISPONÍVEIS 93.664.206 100,00% 104.104.699 100,00% 11,15% 119.313.968 100,00% 14,61% DISPÊNDIOS Despesa Orçamentária 68.021.573^ 72,62% 100% 77.536.736 74,48% 13,99% 89.404.697 15,31% 74,93% Ordinária 36.516.451 38,99% 41.817.874 40,17% 14,52% 49.725.794 18,91% 41,68% Vinculada 31.505.122 33,64% 35.718.862 34,31% 13,37% 39.678.903 11,09% 33,26% Previdência Social 5.254.328 5,61% 6.055.542 5,82% 15,25% 6.991.391 15,45% 5,86% Convênios 1.830.963 1,95% 1.593.701 1,53% (^) 12,96%- 2.449.392 53,69% 2,05% Recursos Próprios Diretamente Arrecadados 23.531.927 25,12% 27.109.218 26,04% 15,20% 28.684.869 5,81% 24,04% Operações de Crédito 629.053 0,67% 825.804 0,79% 31,28% 888.367 7,58% 0,74% Alienação de Bens 258.851 0,28% 134.597 0,13% (^) 48,00%- 664.884 393,98% 0,56% Pagamentos Extraorçamentários 9.211.674^ 9,83%^ 10.394.525^ 9,98%^ 12,84%^ 7.416.063^ -28,65%^ 6,22% Pagamentos de Restos a Pagar 7.415.080^ 7,92%^ 8.584.099^ 8,25%^ 15,77%^ 4.820.000^ -43,85%^ 4,04% Valores Restituíveis 1.796.594 1,92% 1.810.426 1,74% 0,77% 2.596.063 43,40% 2,18% Saldo para o exercício seguinte 16.430.959^ 17,54%^ 16.173.438^ 15,54%^ -1,57%^ 22.493.208^ 39,07%^ 18,85% TOTAL DOS RECURSOS DISPONÍVEIS 93.664.206 100,00% 104.104.699 100,00% 11,15% 119.313.968 14,61% 100,00%
As duas maiores fatias no grupo de passivo circulante em 2017, 2018 e 2019 respectivamente é de obrigações trabalhistas e fornecedores, que em 2017 corresponde 3,58% e 6,86%, em 2018 2,44% e 4,66% e em 2019 3,16% e 4,44%, lembrando que todos esses valores correspondem aos valores total do passivo. No passivo não circulante se encontra empréstimos a longo prazo, patrimônio líquido, onde tem reservas de capital, reservas de lucros, resultados acumulados, patrimônio social e ajuste de avaliação patrimonial. O passivo não circulante corresponde em 2017 22,57%, 2018 com 21,36% e em 2019 19,03%. Já o patrimônio líquido se mantem estável em 2017 com 63,87%, em 218 com 67,10% e por fim em 2019 com 68,43%. No grupo de patrimônio líquido requer uma atenção para o capital social que se reduz do valor total de cada ano respectivamente, 38,59%, 37,71% e 33,95% nos anos de 2017, 2018 e 2019. A análise horizontal segue a mesma analise realizada no grupo do ativo, pois o ano de 2017 não tem um ano anterior para comparação com isso ele se torna totalmente 100%. O passivo circulante em 2018 teve uma queda de 12,50% se comparado com 2017 e um aumento de 21,38% em 2019 se comparado com 2018. A queda maior em 2018 comparado com 2017 foi o pessoal a pagar com expressivos 61,82%, já em 2019 esse número aumento para 43,71%. Já os encargos sociais em 2018 tiveram aumento de 19,45% e em 2019 47,50%. No passivo circulante também teve queda de 2,67% em 2018 e queda de 0,42% em 2019, o que puxou a esses números foram a redução dos empréstimos a longo prazo que teve respectivamente 5,50% e 4,96% de 2017 para 2018 e 2018 para 2019. Em patrimônio líquido em 2019 teve um aumento se comparado com 2018 de 13,95% e teve uma queda de ajuste de avaliação patrimonial de 8,83%. Já as reservas de lucro em 2018 tiveram um aumento de 32,80% e se manteve inalterada em 2019. No geral assim como o ativo, o passivo teve crescimento em 2018 de 2,85% comprado com 2017 e 11,74% em 2019 comparado com 2018. A análise do balanço financeiro, nota-se que em 2017 a análise vertical aponta que 73,90% corresponde a receita orçamentaria do total dos recursos disponíveis, sendo 39,72 de receita ordinária e 34,18 de vinculada que são as receitas de previdência social e convênios. Em 2018 e 2019 os valores são os seguintes 75,93% e 76,22% de receita orçamentaria. Já a recebimentos extra
orçamentários corresponde 13,27%, 8,29% e 10,23%, nos anos de 2017, 2018 e
E o valor do saldo anterior do valor total corresponde 12,82% no ano de 2017, em 2018 são 15,75% e em 2019 é 13,56%, ou seja, são valores que sobraram do exercício anterior. Na análise horizontal o ano de 2017 é todo 100%, pois não há comparativo com o exercício anterior. A receita orçamentaria em 2018 aumentou 14,19% e em 2019 15,05% mantendo-se estável esse índice. A ordinária aumentou 14,59% e a vinculada 13,76% em 2018 e em 2019 a ordinária aumentou para 17,90% e a vinculada teve apenas um aumento de 11,71%. Os recebimentos extra orçamentários teve uma queda expressiva em 2018 se comparado com 2017 de 30,57%, porem em 2019 se comparado com 2018 teve um aumento de 41,38%. O saldo do período anterior em 2018 teve um aumento de 36,79% e uma queda de 1,57% em 2019. Em sua totalidade o ano de 2018 teve um aumento de 11,15% em relação a 2017 através do total de recursos disponíveis em 2019 teve 14,61%. 2.2Atividade 2 0 Com base na DFC, será calculado os indicadores RCO ( Representatividade do caixa operacional) , IAD ( Indicador de amortização de dívida) e IAO ( Indicador da atividade operacional) para os anos de 2017, 2018 e 2019. 1 RCO (Representatividade do caixa operacional)
Em 2017 o RCO foi de 0,1421, em 2018 foi de 0,0593 e 2019 foi de 0,1487. Nota-se que em 2018 teve uma baixa no valor do índice em quase a metade e em 2019 esse índice aumentou. Em 2018 ficou em cheque, pois quanto maior é essa relação, menor é o risco financeiro e maior a capacidade da entidade governamental em resistir a possíveis crises financeiras. O Indicador de amortização de dívida (IAD) em 2017 foi de 9,511 e saltou para 19,224 em 2018 e se consolidou em 2019 com 8,188. Quanto maior o resultado desse indicador, pior tende a ser o desempenho financeiro da entidade, dado que revela a necessidade de geração operacional de caixa para atender as obrigações da entidade, ou seja, em 2018 o indicador foi maior. Indicador da atividade operacional (IAO), mostra a parcela da geração líquida de caixa proporcionada pelas atividades operacionais do governo municipal, no ano de 2017 esse indicador foi de 1,95 e teve um resultado negativo em 2018 com - 17,08, ou seja, não teve um bom desempenho em relação a atividade operacional do governo. Já em 2019 esse índice volta a subir para 1,82, abaixo do valor atingido em 2017. Considerando os dados das demonstrações contábeis do setor público e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Se o resultado dessa atividade for um fluxo de caixa líquido positivo , é um bom indicador, pois representa que houve mais ingressos que desembolsos decorrentes do negócio da entidade. Na parte de fluxo de caixa de investimentos, os valores a serem lançados devem corresponder a receita orçamentária de alienação de ativo não circulante ou desembolsos em razão de convênios a título de investimentos. Nesse caso, se o fluxo de caixa corresponder a um valor negativo , indica que houve mais desembolsos que ingressos decorrentes de investimentos.
Pois ao se ter um fluxo de caixa com saldo negativo é um alerta para um desequilíbrio no exercício que se encerrou e um risco muito maior, que ao se persistir no erro de não acompanhamento das entradas e saídas, possa não existir saldo financeiro suficiente para suprir os déficits públicos. Para o fluxo de caixa de financiamentos, devem ser lançados os ingressos de recursos relacionados à captação e à amortização de empréstimos e financiamentos. Finalizando, o demonstrativo apura a geração líquida de caixa e equivalente de caixa representando a soma dos fluxos acima destacados. Este valor deve coincidir com a diferença entre o saldo inicial e final da conta equivalente de caixa. O objetivo ao se desenvolver uma demonstração de fluxo de caixa anual é o equilíbrio entre os ingressos e desembolsos de caixa e o manter no mínimo proporcional as necessidades de cada entidade, sem que mantenha um risco financeiro. 2.3Atividade 3 O Sistema de Previdência Pública é destinado a todos os trabalhadores que exercem atividades remuneradas, no entanto, há distinção nas regras entre os servidores públicos titulares de cargo efetivo e os demais trabalhadores. O regime de Previdência assegurado exclusivamente aos servidores públicos titulares de cargo efetivo pode ser mantido pelos entes públicos da Federação (União, Estados, Distrito Federal e Municípios), sendo, neste caso, denominado de Regime Próprio de Previdência Social – RPPS e suas normas básicas estão previstas no artigo 40 da Constituição Federal e na Lei 9.717/98. Já o regime dos trabalhadores da iniciativa privada e dos demais servidores públicos não filiados a Regime Próprio de Previdência Social é o Regime Geral de Previdência Social - RGPS , gerido pela autarquia federal denominada de Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e suas normas básicas estão previstas no artigo 201 da Constituição Federal e nas Leis 8212/91 - Organização da Seguridade Social e Plano de Custeio e 8213/91 - Planos de Benefícios da Previdência Social. Estas Leis estão regulamentadas pelo Regulamento da Previdência Social - Aprovado pelo Decreto 3048/99.
obrigatoriamente inscrito e filiado ao RGPS, pois o direito à previdência social é juridicamente qualificado como de indisponibilidade absoluta, de modo que o exercício laboral remunerado é fato gerador inafastável e irresistível da inscrição em um determinado regime de previdência. O grande problema do RPPS é a que maioria quase absoluta dos regimes próprios de previdência dos municípios é deficitária. O déficit indica que tais regimes são inviáveis a médio e longo prazo, e com as notícias relatadas brasil a dentro isso se torna inviável o RPPS no município Prato Limpo. Com isso o indicado para o município Prato Limpo é o regime geral RGPS, que é mais seguro, vez que nunca faltará dinheiro, pois a União tem a chave da casa da moeda. Os servidores dos municípios serão aparando pela lei federal que regulamenta o RGPS, além de ser uma alíquota de acordo que está previsto em lei e de acordo com os proventos que cada funcionário público ganha. Se há crime contra o INSS, quem fiscaliza é a Polícia Federal, já no regime próprio é a Polícia Civil, o mesmo se repetindo quanto ao Ministério Público e Poder Judiciário. O que envolve a INSS sempre um órgão federal e com isso pode dar mais segurança ao município. Com o regime escolhido o município conseguirá focar através da responsabilidade fiscal, ou seja, fazendo as suas contas fecharem positivo, se o mesmo fizer adotar o regime próprio, poderá encontrar grandes problemas deficitário, pois os recursos podem entrar em grande gargalo. 2.4 Atividade 4 O EIA/RIMA foi instituído no Brasil pela Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), Lei 6938/81. A resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) nº 001 de 1986, regulamenta os critérios básicos e as diretrizes gerais para aplicação da Avaliação de Impacto Ambiental, assim como define as atividades que se enquadram nesta modalidade e ainda estabelece os conteúdos mínimos para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). A RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001/86 define que o Estudo de Impacto Ambiental é o conjunto de estudos realizados por especialistas de diversas áreas, com dados técnicos detalhados. O acesso a ele é restrito, em respeito ao sigilo industrial.
No artigo 6° dessa resolução define que o EIA desenvolverá as seguintes atividades técnicas: I –Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando: a) o meio físico – o subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos minerais, a topografia, os tipos e aptidões do solo, os corpos d’água, o regime hidrológico, as correntes marinhas, as correntes atmosféricas; b) o meio biológico e os ecossistemas naturais – a fauna e a flora, destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente; c) o meio socioeconômico – o uso e ocupação do solo, os usos da água e a sócio economia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e a potencial utilização futura desses recursos. II – Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, através de identificação, previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes, discriminando: os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos), diretos e indiretos, imediatos e a médio e longo prazos, temporários e permanentes; seu grau de reversibilidade; suas propriedades cumulativas e sinérgicas; a distribuição dos ônus e benefícios sociais. III – Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos, entre elas os equipamentos de controle e sistemas de tratamento de despejos, avaliando a eficiência de cada uma delas. IV – Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento (os impactos positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados). O RIMA é um documento público que confere transparência ao EIA, um resumo em linguagem didática, clara e objetiva, para que qualquer interessado tenha acesso à informação e exerça controle social. Assim, as informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possam
Por fim, o passivo ambiental é conjunto de todas as obrigações que as pessoas e empresas têm com o meio ambiente e a sociedade, destinado a promover investimentos em benefícios ao meio ambiente. 2.5 Atividade 5 A escolha do regime tributário é um dos passos mais importantes para o sucesso de uma empresa. Há três tipos de regimes de tributação que podem ser adotados pelas empresas: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Simples Nacional: Neste regime tributário há duas grandes vantagens: uma refere-se aos valores de alíquotas que são menores e a outra se refere à simplicidade da agenda tributária, facilitando o controle. Neste caso, enquadram-se empresas com receita bruta de até R$4,8 milhões. Este regime apresenta alíquotas reduzidas, pois há a união de oito impostos e contribuições: PIS, Cofins, IPI, ICMS, CSLL, ISS, Imposto de Renda da pessoa jurídica e, em alguns casos, INSS patronal. Contudo, nem sempre este é o regime mais vantajoso, especialmente para empresas prestadoras de serviços, que recolhem à parte a contribuição do INSS e por isso suas alíquotas variam conforme a folha de pagamento. Lucro Real: Este regime é obrigatório para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões e empresas com atividades voltadas para o setor financeiro. Neste caso, as alíquotas são calculadas com base no lucro real, ou seja, receita menos despesas. Por este motivo, é preciso que a empresa seja muito organizada com suas contas. Lucro Presumido: No Lucro Presumido, assim como no anterior, qualquer empresa pode se cadastrar. Contudo, o seu faturamento anual neste regime tributário não pode ser superior a R$ 78 milhões. Neste caso, o Imposto de Renda e a CSLL incidem sobre uma alíquota definida pela Receita Federal. A Lei Complementar 116/2003, que regulamenta o ISS (ISSQN), traz uma extensa lista de atividades em que o imposto incide – desde serviços de programação, comunicação, advocacia, terapias, veterinária até franquias. A forma do regime que a empresa escolhe são afetados na forma de apuração do ISS, a alíquota válida é a da cidade do prestador do serviço, com a alíquota do munícipio dele. O ISS para empresas do Simples utiliza uma única guia
DAS para o recolhimento do ISS e outros impostos, como IRPJ, CSLL e Cofins, entre outros. No caso das companhias enquadradas no Lucro Presumido ou Lucro Real o ISS é recolhido mensalmente, na apuração das alíquotas. O empreendedor deve se atentar à legislação da cidade em que sua atividade será realizada, verificando a alíquota que se aplica à natureza de seu negócio. O IPTU é um tributo que incide sobre a propriedade imobiliária, incluindo todos os tipos de imóveis – residências, prédios comerciais e industriais, terrenos e chácaras de recreio. O fato gerador do IPTU é a propriedade predial e territorial, assim como o seu domínio útil e a posse. A base de cálculo do IPTU é o valor venal do imóvel. Pela legislação, o valor venal é o valor pelo qual um bem é comercializado, com pagamento à vista, em condições normais de mercado. São quatro fatores: