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RELATORIO DE ATIVIDADE PRATICA
Tipologia: Provas
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“Os efeitos na Comunidade Escolar e Comunitária” DOM PEDRO – MA 2013
“Os efeitos na Comunidade Escolar e Comunitária” Projeto de pesquisa apresentado a Universidade Estadual do Maranhão, como requisito para obtenção da terceira nota da disciplina de Prática Curricular Dimensão Político- Social. Tendo como orientadora: Helanny Trajano. DOM PEDRO-MA 2013
Ao abordamos essa temática nos deparamos com o desafio proposto pela professora-orientadoraMsc. Helanny Márcia Ribeiro Trajano em usar a interdisciplinaridade no desenvolvimento deste, que por sua vez é uma ação didático-pedagógica, que se empenha a ver os temas e conteúdos a partir de uma visão não fragmentada e acima de tudo, olhá-lo de forma integral, múltiplo e inter- relacionado, por assim dizer global. Quando se fala de drogas associamos aos distúrbios comportamentais nos jovens, principalmente na atualidade, porém, em pesquisas feitas para a realização deste projeto descobriu que não é de hoje o uso das drogas licitas ou ilícitas que entre elas se destaca o álcool, sendo a mais popular. Acredita-se que as bebidas alcoólicas já eram amplamente produzidas nos primórdios da civilização. Os primeiros a provar os efeitos do álcool teriam sido membros de tribos do Oriente Médio. O problema é que,quando usado de forma abusiva, o álcool provoca acidentes, dependência química e graves danos à saúde, além de agravar problemas pessoais, familiares, financeiros ou profissionais e de contribuir para a violência e várias formas de crimes associados à perda de controle. Além de diminuir as inibições podendo fazer a pessoa se envolver em confusões ou brigas, ou em situações sexuais de risco, além disso, ao misturar álcool com outras drogas pode ser fatal. Qualquer substância, natural ou sintética, que introduzida no organismo para modificar as funções se caracteriza como drogas(SILVA, 2009). As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais e envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis (ROTMAN, 1985). Quando se propõe discutir o tema "uso de drogas", comumente a primeira reação é o medo e a insegurança, geralmente misturada a diferentes posturas, conceitos e preconceitos como: informar, proibir, reprimir, tratar. Não é para menos:
as drogas e os muitos males associados constituem um dos maiores problemas da saúde em todo o mundo neste novo século (BRESSER, 2009). Os governos e as sociedades de diversos países estão enfrentando um novo desafio: como se preparar para responder ao surgimento de substâncias psicoativas cada vez mais diversificadas e com efeitos cada vez mais potentes? Essas mudanças fazem com que o debate em torno das políticas sobre drogas fique ainda mais complexo. No Brasil, o padrão de consumo de bebidas alcoólicas é preocupante, principalmente entre adolescentes e jovens. Estudo em escolas da rede pública do ensino fundamental e médio, no conjunto das 27 capitais realizado recentemente mostrou que a média de idade para iniciação do álcool era de 12,5 anos e o consumo atual de bebidas alcoólicas entre escolares foi de 27,3%, em relação à outras drogas, tais como: cocaína, crack, col, loló, lança perfume, ecstasy alguma vez evidenciam que 8,7% dos escolares já usaram alguma dessas drogas ilícitas, e em níveis mundiais de 0,5 a 1% das pessoas já usaram cocaína, o que em termos comparativos não é muito diferente aos índices de muitos outros países do mundo. Mas enquanto em outros países como nos EUA, o uso de cocaína tem diminuído bastante, no Brasil, vem aumentando. Apreensões de cocaína triplicaram em poucos anos no Brasil, que tem se transformado em uma rota de drogas da América do Sul para a África e para a Europa. (Dados do último relatório das Nações Unidas de 2012). Outro aspecto preocupante no Brasil é o aumento do consumo de maconha (por ser considerada "uma droga leve", mas que na realidade é 10 a 20 vezes mais potente do que a maconha de 20 anos atrás) e de metanfetaminas, cujo uso é muitas vezes associado aos regimes para emagrecer. (Dados do último relatório das Nações Unidas de 2012). Em estudos feitos com jovens brasileiros, mais de uma década atrás, as classes C e D consumiam menos drogas do que as classes A e B. Mas isso está mudando, pois parece que à medida que há mais disponibilidade de recursos, os menos favorecidos economicamente, começam também a usar mais. O Brasil ainda se ressente pela falta de estudos estatísticos confiáveis (elaborados com rigor cientifico). Alguns estudos parciais que já foram feitos mais
futuros consumidores, as crianças. Assim, os adolescentes brasileiros estão começando a beber cada vez mais cedo: por volta dos 12 ou 13 anos, de acordo com pesquisas mais recentes. Preocupados com as drogas ilícitas, os pais geralmente subestimam os efeitos do álcool, considerado pelos especialistas a grande porta de entrada para o consumo das drogas. Cabe a família, a escola, governo e toda sociedade contribuírem para que o jovem possa encontrar soluções eficazes a prevenção, tratamento contra essa mazela social, que afeta direta e indiretamente toda a sociedade. A escola pode oferecer e favorecer a prática de projetos de vida, tornando-se um espaço de participação, realização, conscientização e criação para a comunidade que ela atende, fazendo surgir cidadãos conscientes e plenamente desenvolvidos para a vida em sociedade.
Apresentar a comunidade escolar e comunitária mostrando informações mais importantes sobre o uso das drogas: o que é, como surgiu, como é apresentada, porque causa dependência tão rapidamente, e como se tornou um problema tão agravante para a sociedade. 3.1 OBJETIVOS ESPECIFICOS Informar comunidade sobre o crescimento estatístico de dependentes de drogas na comunidade. Discutir a respeito da diversidade de drogas, e alertar as consequências quanto ao uso da mesma. Debater no ambiente escolar, informações a cerca dos riscos quanto ao uso das drogas na escola. Mostrar a sociedade dos efeitos nocivos do uso das drogas ilícitas e licitas e quais as suas conseqüências.
17/06/13 14:00hrs 15:00hrs DEBATE COM O CORPO DOCENTE E APLICAÇÃO DE QUESTIONARIO 19/06/13 16:00hrs 17:30hrs PANFLETAGEM 21/06/13 15:00hrs 17:30hrs APRESENTAÇÃO ACERCA DO TEMA 24/06/13 16:00hrs 17:30hrs PALESTRA COM OS PROFISSIONAIS DA AREA. 25/06/13 16:00hrs 17:30hrs
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia de trabalho cientifica : elaboração de trabalhos de graduação/ Maria Margarida de Andrade. - 10 ed. São Paulo: atlas, 2010. Artigo de pagina eletrônico. Núcleo de Pesquisas em Qualidade de Vida , Infraestrutura urbana, ZMITROWICZ e NETO (1997). Disponível na página:http://www.mackenzie.br. Artigo de página eletrônica: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística , CENSO Demográfico, 2010, Infraestrutura brasileira, Publicado em 25 de maio de 2012. Disponível na página:http://www.ibge.gov.br. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ALCOOLISMO E DROGAS, dados de usuário de drogas, disponível na página: http://abradonline.org.br/quem.html. SILVA, Jackson Ronie Sá da. Caderno de Práticas Curriculares. São Luiz, Programa Darcy Ribeiro – UEMA, 2012. DETONI, Márcia. Guia prático sobre drogas : conhecimento, prevenção, tratamentos/Márcia Detoni. – 3. Ed. – São Paulo: Rideel, 2011.